sexta-feira, 5 de abril de 2013
Jovem tunisina do Femen é condenada à morte por fazer toples
Viram isso?
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=622757#.UVBryNdKrhk.facebook
Jovem tunisina do Femen é condenada à morte por fazer topless em protesto

Um clérigo muçulmano condenou à morte por lapidação uma jovem tunisina de 19 anos, que difundiu nas redes sociais uma foto sua fazendo topless com a frase em árabe: «O meu corpo pertence-me e não representa a honra de ninguém».
Amina, uma militante pelos direitos das mulheres, faz parte do Femen e postou a fotografia na segunda-feira.
Na quarta-feira, o mesmo dia da condenação, um grupo de seguidoras do movimento no Facebook foi invadido por um hacker que se identifica como «Al Angur». As imagens, dela e de outra jovem, foram substituídas por versículos do Corão. A fotografia do perfil também foi trocada pelo peito nu de um homem abrindo a camisa com os dizeres «Maomé, o enviado de Alá».
O líder religioso Adel Almi, presidente de uma associação islâmica, sugeriu que a jovem fosse açoitada e apedrejada. A condenação, que provocou reações contra e a favor, foi emitida através de uma Fatwa, um decreto legal no Islão de eruditos religiosos. Após as declarações, outra tunisina postou na Internet uma foto sua em solidariedade com Amina, na qual também aparece com o peito descoberto.
Esta jovem, segundo a lei islâmica, merece receber entre 80 e 100 chicotadas, mas o que ela fez supera isso em muito, por isso deve ser apedrejada até à morte, disse o religioso na segunda-feira ao jornal tunisino Assabah News.
O protesto invulgar da jovem na Tunísia gerou críticas dentro da própria família de Amina, que a considera uma «ofensa ao pudor da mulher e ao Islão». Os familiares apoiam a sua sentença de morte, de acordo com o site Algeria-focus.
«A nossa filha é vítima de manipulação mental, de lavagem cerebral. Devemos lutar contra este flagelo para salvar as nossas meninas», disse a mãe da jovem, depois de expressar a sua indignação e vergonha pelo seu comportamento.
Em nota difundida na Internet, pais, tios e primos da jovem apoiam a condenação.
«Somos uma família muçulmana e não podemos aceitar essas práticas, que afectaram seriamente não só a nossa imagem, mas a imagem das mulheres tunisinas e da nossa religião, o Islão», escreveram.
Numa entrevista na televisão argelina, a jovem mostrou a sua admiração pelas activistas do Femen e a sua luta a favor da igualdade de géneros. A tunisina admitiu que não imaginava que a foto pudesse causar tanta comoção.
«É só uma maneira de passar uma mensagem. Não foi por motivos sexuais, mas para defender os direitos da mulher» - disse.
«Se eu postasse uma foto minha vestindo uma camiseta com o mesmo slogan, não teria qualquer impacto. Eu quero que a mensagem seja lida. O corpo de uma mulher é dela, não do seu pai, seu marido ou do seu irmão»,
Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=622757#.UVBryNdKrhk.facebook
Jovem tunisina do Femen é condenada à morte por fazer topless em protesto
Um clérigo muçulmano condenou à morte por lapidação uma jovem tunisina de 19 anos, que difundiu nas redes sociais uma foto sua fazendo topless com a frase em árabe: «O meu corpo pertence-me e não representa a honra de ninguém».
Amina, uma militante pelos direitos das mulheres, faz parte do Femen e postou a fotografia na segunda-feira.
Na quarta-feira, o mesmo dia da condenação, um grupo de seguidoras do movimento no Facebook foi invadido por um hacker que se identifica como «Al Angur». As imagens, dela e de outra jovem, foram substituídas por versículos do Corão. A fotografia do perfil também foi trocada pelo peito nu de um homem abrindo a camisa com os dizeres «Maomé, o enviado de Alá».
O líder religioso Adel Almi, presidente de uma associação islâmica, sugeriu que a jovem fosse açoitada e apedrejada. A condenação, que provocou reações contra e a favor, foi emitida através de uma Fatwa, um decreto legal no Islão de eruditos religiosos. Após as declarações, outra tunisina postou na Internet uma foto sua em solidariedade com Amina, na qual também aparece com o peito descoberto.
Esta jovem, segundo a lei islâmica, merece receber entre 80 e 100 chicotadas, mas o que ela fez supera isso em muito, por isso deve ser apedrejada até à morte, disse o religioso na segunda-feira ao jornal tunisino Assabah News.
O protesto invulgar da jovem na Tunísia gerou críticas dentro da própria família de Amina, que a considera uma «ofensa ao pudor da mulher e ao Islão». Os familiares apoiam a sua sentença de morte, de acordo com o site Algeria-focus.
«A nossa filha é vítima de manipulação mental, de lavagem cerebral. Devemos lutar contra este flagelo para salvar as nossas meninas», disse a mãe da jovem, depois de expressar a sua indignação e vergonha pelo seu comportamento.
Em nota difundida na Internet, pais, tios e primos da jovem apoiam a condenação.
«Somos uma família muçulmana e não podemos aceitar essas práticas, que afectaram seriamente não só a nossa imagem, mas a imagem das mulheres tunisinas e da nossa religião, o Islão», escreveram.
Numa entrevista na televisão argelina, a jovem mostrou a sua admiração pelas activistas do Femen e a sua luta a favor da igualdade de géneros. A tunisina admitiu que não imaginava que a foto pudesse causar tanta comoção.
«É só uma maneira de passar uma mensagem. Não foi por motivos sexuais, mas para defender os direitos da mulher» - disse.
«Se eu postasse uma foto minha vestindo uma camiseta com o mesmo slogan, não teria qualquer impacto. Eu quero que a mensagem seja lida. O corpo de uma mulher é dela, não do seu pai, seu marido ou do seu irmão»,
Os cafajestes são criados e mantidos pelas mulheres (Final)
No texto anterior, falamos sobre exigências inconscientes, sobre como elas influenciam decisivamente o destino das pessoas, e como as exigências inconscientes femininas são o verdadeiro motor dos cafajestes.
O texto estava ficando muito longo, por isso, decidi quebrá-lo em dois. Falamos sobre o egoísmo do cafajeste. Agora, vamos falar sobre o egoísmo feminino.
Já sabemos que mulheres valorizam homens egoístas, focados em si e que possuem sede de sucesso. São elas as verdadeiras culpadas pela existência dos cafajestes.
Mas, e os homens? Eles também valorizam o egoísmo feminino? São eles os responsáveis pela existência das vadias?
NÃO!
Mulheres egoístas valorizam homens egoístas. Mas homens egoístas não valorizam mulheres egoístas. Mulheres focadas unicamente em si, com sede de sucesso, que ignoram os outros, são REPULSIVAS para os homens. Mesmo a mais gostosa, a mais rabuda, a mais cavala, se torna instantaneamente NOJENTA quando manifesta um caráter egoísta, mesquinho e cruel.
Enquanto o desejo inconsciente das mulheres as direciona aos egoístas, o desejo inconsciente dos homens os direcionam às ALTRUÍSTAS! São as mulheres abnegadas, prestativas, que gostam de ajudar os outros, que não têm projetos próprios (elas vivem em função dos projetos dos maridos); religiosas, atenciosas; são essas as que conseguem verdadeiramente mexer com os desejos inconscientes masculinos.Mulheres verdadeiramente altruístas são capazes de extrair, de dentro do homem, seu verdadeiro potencial; por causa delas, mesmo o mais beta dos homens pode fazer coisas incríveis. Mulheres altruístas são capazes de acordar o gigante que existe dentro de um homem.
Homens que mantêm relacionamentos sérios com mulheres egoístas sofrem. Se ela for gostosa, o desejo sexual do homem até pode ser satisfeito. Mas, sexo, até uma prostituta é capaz de fazer. Se tiver peito e bunda, uma vagina, e não for gorda feito uma porca, consegue oferecer sexo decente.
Porém, sexo não é a única necessidade que o homem busca na mulher. Ele também busca nela o altruísmo, uma característica que não existe nele. Ele sabe, instintivamente, que precisa de uma mulher verdadeiramente altruísta do seu lado, já que é uma forma de despertar seu gigante interior. Mulheres altruístas ajudam o homem a mostrar para o mundo que, por mais beta que ele seja, por mais ômega, ele é um homem, e é capaz de realizar feitos incríveis!
Por causa desse desejo inconsciente dos homens, todas as mulheres tentam, a todo custo, simular uma imagem de santa. É por causa desse desejo inconsciente que elas se sentem muito mais ofendidas que os homens. Não se vê movimentos de homens pedindo para não ser criticados. Mas, movimentos de mulheres que clamam por não ser criticadas de qualquer forma, esses existem aos montes!
Chame um homem de canalha, e ele vai rir de você. Criticar homens é inútil. Agora, chame uma mulher de vagabunda, de manipuladora, para ver o que acontece. Ela irá partir para cima de você, vai tentar te agredir. E fará de tudo para destruir sua reputação. Ofensas fazem um efeito muito mais devastador nelas que nos homens, exatamente por causa disso: mulheres com imagem de egoístas, de putas, são repulsivas sexualmente!
Porém, a imagem que uma mulher simula perante os outros é irrelevante, quando falamos em desejos inconscientes masculinos. Homens desejam mulheres altruístas de fato! Não adianta tentar simular, mulher: se você não for altruísta de fato, você será incapaz de mexer com os desejos inconscientes masculinos! E, como você é incapaz disso, o homem não conseguirá despertar o monstro que existe dentro dele, que o conduz a fazer coisas extraordinárias! Dificilmente ele chegará a algum lugar!!!
Todo homem que se envolver com você estará fadado a ser um homem medíocre, incapaz de fazer coisas extraordinárias! Uma vez que não há, dentro de você, altruísmo verdadeiro, isso te torna incapaz de motivar um homem a buscar o sucesso, e a querer ser alguém grande e importante! Seu egoísmo selou o seu destino a se relacionar apenas com fracassados!
Sabe aquele alfa que você tanto deseja? Aquele sujeito alto, rico, bonitão, bombado? Se ele se envolver com você, é provável que ele será jogado na lama em pouquíssimo tempo, graças ao seu egoísmo! Provavelmente, depois que você entrar para a vida dele, tudo vai começar a desandar, ele vai perder a motivação, vai engordar e vai ficar mais feio. Ele vai ficar sem saber o que aconteceu, quando, na verdade, a culpa não foi dele: foi sua!
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A busca do homem pela mulher altruísta é, talvez, a maior trava que existe para o crescimento da filosofia da Real. Aceitar que as mulheres atuais são vadias manipuladoras e egoístas é algo que fere nossos instintos! Buscamos mulheres altruístas não porque nos foi ensinado, mas porque, no íntimo, é o que todo homem busca! Para alguém que não entrou em contato com a Real, é extremamente complicado aceitar que a mulher atual é egoísta, cruel e manipuladora! É o que eu chamo de instinto matrixiano!
Mulheres criam cafajestes; cafajestes criam mulheres egoístas
Retomando o assunto do texto anterior, mulheres que se envolvem com cafajestes acabam sendo manipuladas por eles. São usadas, feitas de idiotas, e o trauma sofrido irá danificar seu altruísmo natural de forma irremediável. Ao contrário do que elas dizem, não existe mulher resolvida! Depois de se envolver com um cafajeste, de ter acreditado nas mentiras dele e de ter se apaixonado, a rejeição do cafajeste cria, na mulher, uma mágoa que irá acompanhá-la para sempre. Mulheres usadas por cafajestes são magoadas, mal resolvidas, rancorosas. E esse rancor irá torná-las egoístas! De forma irreversível!
Ao contrário do egoísmo masculino, que existe naturalmente por causa da testosterona, o egoísmo feminino surge depois que a mulher é usada por um (ou mais) cafajeste (s). E, ao contrário do egoísmo masculino, que torna os homens competitivos, criativos e empreendedores, o egoísmo feminino torna as mulheres crueis, manipuladoras e sociopatas! O egoísmo masculino torna os homens atraentes. O egoísmo feminino torna as mulheres repulsivas!
Por causa disso tudo, temos, agora, mais motivos para se rejeitar mulheres rodadas: elas não têm o altruísmo feminino de que você necessita; são incapazes de te satisfazer plenamente; e, acima de tudo, serão péssimas mães!
Elas jogaram o seu altruísmo natural na lama! Se condenaram a ser uma maldição para todo homem que ousar se envolver com elas! Cabe a nós, homens, apenas rejeitá-las; usá-las, e descartá-las feito lixo! E, se aparecer uma mulher não-rodada, que ainda tenha seu altruísmo natural conservado, aí, talvez, estudar a possibilidade de algo mais sério. EU DISSE TALVEZ!
Confie apenas na sua intuição
Excelente relato do confrade Comediante. Recomendo fortemente a leitura de todos.
Arrumei uma namorada de 16 aninhos, uma morena clara linda, que foi aprovada por TODOS. Desde a minha vó que detecta vadias com uma precisão incrível até meus amigos mais sinceros. E inclusive os amigos da guria sempre a elogiaram como de uma índole incrível. Na verdade ela foi a minha primeira namorada pós-real
NUNCA confie no julgamento de ninguém, mesmo que seja de diversas pessoas. Se a tua intuição apitar, abra o olho!
No começo lutei, batalhei internamente mas depois de um tempo acabei me apaixonando
Mas não foi nada desesperador que me fizesse tanto mal, e eu sempre ia monitorando-a com uma técnica que serve inclusive para o desapego: anotar todas as mancadas, todos os sinais de vadiagem e tentativa de joguinhos emocionais, anotar TUDO, porque assim você não esquece e hora ou outra vai perceber que tá entrando numa cilada quando avaliar os dados
Pois bem, fui fazendo isso e quando eu vi que a lista tava enchendo com coisas do tipo:
• Carona com o chefe
• Relacionamento oculto no facebook
• Não era virgem
• Criada sem pai
• Me aceitou como namorado quando eu disse todas as canalhices que tinha feito no passado com minhas ex (eu contei esperando ser dispensado
)
• Mãe vadia
• Irmã vadia e drogada
• Mente constantemente a terceiros
Essa lista é bem mais extensa... Mas pois bem, isso foi tudo em apenas 2 meses de namoro
Então um dia o guerreiro da real que estava adormecido em mim ressurgiu, eu olhei pra lista e pensei: "Eu tô ficando maluco? Como eu não percebi ainda que isso é encrenca? Caralho, eu mereço ser atravessado por um trem bala, puta que pariu"
Na verdade eu atribuo meu desleixo ao fato de estar mais preocupado com outros setores da vida, principalmente o profissional. Então meio que não me atentei ao relacionamento e deixei rolar. Puta vacilo.
Mas não esperei muito, na primeira oportunidade terminei com ela. Assim, na lata, sem drama. Mas não deu outra, ela chorou, ameaçou se matar, disse que queria engravidar de mim, disse que ia vir no meu apê, pediu pros amigos falarem comigo, mas eu não arredei o pé!
Me sentia completamente desapegado e feliz por ter terminado tudo, mas aí veio a pancada... Em 1 semana de término ela postou foto agarrada com um "amigo" em um parque de diversões, e no outro dia com outro "amigo" em um shopping.
Mano, fazia tempo que eu não me sentia tão mal, e eu percebi que vacilei muito. Esperava mais de mim no meu primeiro relacionamento pós real.
Temos que manter a guarda sempre levantada e os olhos bem abertos porque o inimigo é sorrateiro. Guerreiros, não sintam-se autoconfiantes em demasia, pois podem sucumbir como aconteceu comigo!
Pois bem, mas já passou (a custo de muito ferro puxado e muita matéria estudada rsrs) e a lição principal que eu quero deixar pra vocês é que por mais que, EM QUALQUER SITUAÇÃO, as pessoas achem, pensem e tentem te aconselhar sobre algo - e isso pode ser uma mulher, um negócio, um emprego, um curso, qualquer caralho - você deve confiar primeiramente em você, em sua intuição, em seu julgamento. Todas as respostas estão dentro de você
FORÇA E HONRA!
"A maior alegria que um homem pode ter é conquistar seus inimigos e persegui-los. Montar seus cavalos e tomar suas posses, ver o rosto de seus entes queridos cobertos de lágrimas e apertar nos braços suas mulheres e suas filhas."
(Gêngis Khan)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
A REAL tira da Matrix mas te joga aonde?
Reflexão e relato do usuário Superman
Este tópico não é bem um relato, mas usarei minha história como base pra tentar entender aonde todos nós vamos parar depois que saímos da Matrix.
Pra começo de conversa, meus pais, desde que me conheço por gente, brigam. Casamento sempre foi ruim, talvez desde meus 5-6 anos de idade. Meu pai, cafa, sempre trabalhando até tarde e deixando minha mãe de cabelo em pé durante todos esses anos.
A arma dela era vitimismos, dissimulações, joguinhos e o pior, me usava para tentar atingir meu pai.
Me fazia, desde pequeno, ficar fazendo perguntas pra ele, pra tentar descobrir o que ele fazia na rua, e isso sempre me emasculou. Meu pai, sempre egoísta, viveu a vida pra si, nunca pra família, ninguém até HOJE sabe quanto ele ganha, e isso em todos os empregos que ele teve. Na verdade eu descobri, o que provou que ele sempre gastou por fora em coisas que eu não faço ideia.
Cresci tendo em casa uma mãe neurótica, controladora e doente mental, que por não conseguir controlar meu pai, me controlava e me destruía psicologicamente todos os dias da minha vida.
Meu pai por outro lado, sempre cagou e andou pra me educar, nunca brincou comigo, nunca me deu atenção e carinho de pai. Sempre viveu a vida dele e parecia vir pra casa apenas pra dormir.
Entrei no colégio e pasmem, mais um menino com fobia social jogado num mar de bonitos, mini-cafinhas, falastrões, princesinhas ególatras e professoras escrotas que favoreciam puxa-sacos, acham uma "gracinha" os baderneiros do colégio e ficavam de tititi com as patyzinhas ególatras, que desde pequenas já sabiam com maestria isolar e hostilizar os machos betas/manginas.
Ao longo da minha jornada no colégio vi os bagunceiros da turma, que explodiam bombinhas no banheiro, jogavam coisas no ventilador de teto, e implicavam com as garotinhas, serem os pop stars do colégio, atraindo a atenção e recebendo estranhamente amor, carinho e atenção de professoras, patyzinhas ególatras e causando inveja e raiva nos machos beta/manginas.
Cada série que eu passava as garotinhas queriam os marginais de 2 ou 3 séries à frente. Claro. Tudo normal aí. Mini-cafinhas e marginais envolvidos com drogas, que roubavam coisas da cantina e faziam cada vez merdas mais sérias, recebiam proporcionalmente à sua psicopatia, amor, ternura e "ouunnn" de todas as mulheres, incluindo as professoras, que reclamavam deles como algumas donas de cachorros levados reclamam, mas sempre falam "ele é impossível mas é muito fofooo".
Cresci não recebendo atenção alguma do meu pai, somente alguns bens materiais, não nego, mas que nunca supriram a real necessidade que um garoto tem de ter a presença do pai na sua vida. E claro, minha mãe cada vez mais neurótica e doente mental, jogando em mim toda sua frustração ao não conseguir nunca domar o seu macho.
Sempre que tinha alguma festinha, ou ficava no zero a zero me sentindo extremamente deslocado e o pior dos seres, ou sempre sobrava alguma garota... que era a sobra. As gatas, olhos azuis, rabudas, peitudas, usando calça da gangue, sempre pros projetos de bandido, drogados e marginais.
Teve uma época em que no meu grupo de amigos, todas, sem exceção, se apaixonavam perdidamente por apenas um dos caras do grupo. Pasmem, o cafa destacado, desapegado e que colecionava bucetinhas (hoje ele colou numa mediana e virou capacho, mas isso é outra história). Era lindo pra cá, engraçadinho pra lá, e o tal amigo meu recebia 100% da atenção de todas as mulheres do grupo e as que entravam posteriormente.
O que aprendi com isso? Não importa se tem 10 mulheres e 3 homens, se 2 homens forem betas e manginas, esse 1 destacado vai pegar as 10. Multiplique isso pelo número de mulheres que quiser. Numa ilha deserta com MIL mulheres, se tiver 10 homens, apenas UM cafinha, os outros 9 passarão FOME. Desde cedo eu já "captava" a hipergamia violenta feminina.
Mais tarde, no segundo grau, continuei invisível, vendo os falastrões, alphas fodões e mini-bandidinhos, que se envolviam cada vez mais com paradas bem obscuras, receberem TODO o amor e carinho da ala feminina. Certa vez um dos cafinhas levou uma foto segurando uma arma. Ao contrário do que o bom senso diria, ao invés de ser tratado como lixo, pseudo-bandido e escória da sociedade, a criatura arrecadou ainda mais seguidoras. O "perigosão" me mostrava cada vez mais que quanto mais podre, imundo, sem escrúpulos e sem sentimentos, mais o mundão se abria pra esse tipo de pessoa.
Certa vez um amigo meu, gordo, beta e mangina, precisou de ponto pra passar numa matéria, e a professora, gente boa, botou ele de recuperação. Enquanto isso um cafinha precisando de o triplo da pontuação dele, passou. A professora alegou que o "coitado" estava "sofrendo alguns problemas que faziam ele ser do jeito que era, logo, ela fez o que pode pra ajudar".
Meu amigo gordo, com baixa auto-estima, repudiado pelas patyzinhas e que sofria bullying por ser gordo, não precisava da ajuda dela, pelo visto.
Mais tarde na faculdade, tudo isso ai se potencializou exponencialmente, de forma assustadora. O mundo era grande demais. Bombados fodões metidos à violentos, jiu-jiteiros, drogados andando em bando, gays, lésbicas, esquerdistas em geral (que se encaixam em outros grupos também), uma quantidade enorme de "grupos" que cada vez mais mostravam pra mim como a vida era fácil. Pra eles.
Por ODIAR o curso que fazia na época, tranquei a faculdade e fui fazer, um tempo depois, o curso que eu realmente queria, em outra faculdade.
Nisso, CONHECI a REAL. Através do blog do silvio (o verdadeiro, duh), vi o mundo como se tivesse poder pra enxergar através das paredes. TUDO BATIA, TUDO explicado. Tudo que vivi até aquele momento detalhadamente explicado e fazendo sentido.
Enquanto eu nunca havia sequer acordado pro fato de que se eu quisesse ter um corpo melhor, era só entrar na academia. Nunca tinha pensado que se eu quisesse ser mais sociável era só... falar com pessoas. Nunca tinha percebido até então que TUDO fazia sentido.
Enquanto eu vivi a vida revoltado por me achar um derrotado, nunca tinha acordado pro fato de que podia trabalhar meus pontos fracos e me TRANSFORMAR. ME DESENVOLVER.
O texto até agora parece que fui um parasita macho beta extremamente introvertido. Não era bem assim. Sempre tive alguns amigos, não era tão bobalhão assim, mas era sem dúvida da ala dos machos betas matrixianos sem destaque social ALGUM e ignorado fortemente por pessoas "legais", patyzinhas tops e todas essas pessoas que vivem no topo da cadeia alimentar da Matrix.
Sempre fui bom aluno, mas jamais havia me esforçado pra nada seriamente. Resolvi chegar com pé na porta e tapa na cara estudando na faculdade. Comecei a tirar as notas mais altas da turma na maioria das matérias, mas sem ficar bitolado, que era o caso de alguns. Sempre passando direto, raramente fazendo provas finais, sempre fui considerado como um dos mais "inteligentes" da turma do curso que hoje faço.
Cheguei pesado no desenvolvimento físico, passando claro, pela matrix inicial das academias, falando merda e fazendo merda em relação à alimentação, descanso, suplementação, falando mal dos que usavam anabolizantes e fui levando. Até que aos poucos comecei a ver resultado.
Nesse tempo comecei a namorar com a minha namorada atual, que era virgem e sabia porra nenhuma de relacionamentos. Passou algum tempo, eu já começava a ficar mais "famoso", pois faço um curso que a proporção é 1 homem pra cada, sei lá, 5 mulheres. Ou mais.
De todos, 80% é mulher, os 20% que sobraram são homens. Desdes 20%, mais da metade são gays. Faço Odontologia, pra não começarem a achar que faço enfermagem ou nutrição, rs.
Como um dos poucos héteros da parada, com físico cada vez melhor, comecei a perceber os olhares femininos. Nunca fui feio, mas era beta, exalava cheiro de matrixiano e "bonzinho". Após algumas brigas com minha mina, demos um tempo. Depois de anos somente com ela, resolvi atacar as vadias da faculdade.
Peguei uma, que mais tarde percebi que era extremamente vagabunda e algumas amigas até levantaram a hipótese dela ter sido GP. Era uma trintona rodada extremamente safada. A merda vem agora, me """apaixonei""" pela safada. Depois de um relacionamento com uma virgenzinha extremamente inexperiente, uma rodada deu-lhe um chá de buceta e apesar de eu saber que ela não valia NADA, vivia no constante pensamento de enraba-la, outra vez. E assim foi por algum tempo. Por algum motivo bizarro, talvez por eu ser ainda um pouco bobalhão, ela resolveu inventar que eu a comi "forçado".

Mesmo sendo mentira, isso mancharia minha reputação, como provavelmente fez, mas atualmente nenhum sinal de que isso sequer jamais foi falado. Percebi isso recebendo tratamento diferente de dois professores manginas. Olhavam pra mim com cara estranha e evitavam falar comigo. Pasmem, a trintona rodada ficava de papinho com eles, sempre. Óbvio que ela deve ter dado pra eles também. Resumindo, eu ainda carregava em mim algumas características de betão, e quase me fudi grandão por causa de uma vadia que quis me foder, sabe-se lá por que. No fim ela se fodeu sozinha devido a vadiagem e inúmeras armações com outras pessoas que ela armou.
Acabei então começando a sair com outra menina da faculdade. A princípio parecia quietinha, santinha e pura. Aham. Como eu havia acabado de quase me foder com uma trintona rodada, resolvi garimpar o passado da santinha. Após sair com quase todos os héteros do meu curso, ela quis sossegar com um cara legal. Eu. Brigas começaram quando percebi que ela me queria pra namoradinho e que pretendia se comportar como aquelas mulherzinhas modernetes, que dão balão em namorado em viagens, saidas noturnas e todo aqueles esquemas que o pessoal daqui tá cansado de saber. Numa tentativa de criar um vortex violento pra matrix, testou meu apego dizendo que ia viajar com amigas e uns amigos pra uma casa de praia. Sem mim. Avisou até, enfaticamente, que eu não poderia ir.
Fui sondar as pessoas que iam. 5 mulheres. 15 homens. Aham. Terminei, joguei na cara todas as putarias, e bola pra frente.
Detalhe, antes de ficar com essa segunda colega de faculdade, eu mandei meu primeiro ciclo com anabolizantes. A mudança foi absurda. Voz engrossando, 10kgs à mais, camisa apertada, peito pra fora e personalidade de fanfarrão que só uma quantidade ABSURDA de testosterona pode te proporcionar. Sempre fui alto (1,87), pronto. Fudeu. TODAS as mulheres do meu curso, incluindo professoras, dando mole, falando que eu tava forte, segurando no meu braço, e todo aquele protocolo que as vadias seguem quando vêem um bombado. Até me pedir pra carregar no colo uma pediu uma vez, alegando que eu era muito forte e ela estava com a perna doendo.
Nessa época, essa segunda colega de classe me "notou", mesmo estudando comigo desde o começo da faculdade e sequer sabia meu nome. Passou a me dar mole e pimba. Ai rolou o que eu falei acima terminando com eu dando um pé na bunda pelas vadiagens.
Agora, no meu segundo ciclo, mais forte ainda, com carro zero, extremamente seguro e sendo notado por todos, voltei com uma outra ex namorada (a que era virgem). Ela faz tudo por mim, puxa meu saco, acha que sou fortão, paga as saídas (tudo, mesmo), e está violentamente lutando pra me segurar. É mulher pra casar, passado extremamente limpo, tenho certeza absoluta que não ficou com ninguém além de mim (100% acreditar nisso seria falar que ela é mulher exceção, e eu não acredito nisso, mas sempre tive todas as senhas de email, facebook e sempre falavam pra mim que ela era perdidamente apaixonada por mim e nunca ficou com ninguém. E isso é algo que somente eu sei, por mais que os confrades falem que ela deve ter rodado pra caralho e tal. É algo que só eu tenho conhecimento dela o suficiente pra crer que tem mais chance de ser verdade do que não ser. Enfim.
Agora, mesmo depois de alguns tropeços já após conhecer a REAL, eu estou sofrendo uma crise de identidade incrível. Sempre fui betão, fudido, invisível e etc. Agora eu tenho um corpo acima da média, tenho carro, e no meu círculo social principal, que é a faculdade, represento uma espécie em extinção no ambiente, um homem hétero.
Agora, com poder de barganha 1000x maior do que na época do colégio, sinto uma pressão, minha mesmo, de ser phodão alpha dominador e destruidor da concorrência. Tenho vontade de encher de porrada os cafas falastrões, alphas cafinhas e toda essa classe aí que foi beneficiada pela seleção natural que fode os medianos machos beta do caralho. Óbvio que eu sei que isso é inveja.
Agora sou bombado, com carro, com poder de barganha alto, raridade num ambiente cheio de putas e gays, e algo dentro de mim quer sei lá, DOMINAR a porra toda. Ser o phodão alpha comedor falastrão e adorado por todos.
Parece que baixou uma megalomania fuderosa em mim devido à sempre ter sido invisível e paunocu. O problema é que eu não tenho a psicopatia necessária pra fazer o que alguns aí fazem. Alguns se aproveitam de situações em que qualquer um com senso de ridículo e escrúpulos não se aproveitaria. Tudo em prol de ficar famosinho e arrecadar cada vez mais popularidade e status, e consequentemente, buças. Pra mim cafas são manginas com traquejo social e psicopatas sem emoção.
O problema é que eu não sou adepto à esse lance de Macho Zeta. Pra mim o jogo tá lá, vc querendo ou não participar, vc participa. Mas voltando ao meu problema, tenho plena ciência que essa babaquice que bateu em mim é algo que eu devo combater e voltar a me focar em desenvolvimento social e parar de querer bancar o falastrão phodão alpha. Querendo ou não, não sou cafa, é algo que eu tenho que aceitar.
Na minha faculdade tem um cafa que já pegou todas, se droga, é envolvido com uns bandidinhos ai, sabidamente por todos, sempre arma pra se dar bem, e sempre consegue. Outro lá se esforça ao máximo pra passar a imagem de bom moço, mas é pilantra até dizer chega, um artista, que se aproveita de todas as oportunidades pra aumentar seu status e popularidade. Claro, tudo em prol de bucetinhas.
Minha realidade atual é que eu poderia marmitar várias vadias por ai, mas tô fielzão no meu namoro, mas por outro lado fico lembrando dos ensinamentos da real (e sei que tem ala anti e pró-amantes aqui) e percebi que "mereço" ter um harém. O problema é que minha mina é honrada e não tá dando motivos pra eu pular a cerca. Mas o desejo com as vadias aumenta a cada dia que meu tempo de namoro aumenta.
Falei isso tudo pra tentarem entender que eu sempre fui betão, totalmente perdido nesse mundão e só agora, pós-REAL que tive de fato algum desenvolvimento pessoal e tenho essa vontade de ser tudo que nunca fui. Vejo por aqui muitos só falando que colecionam marmitas, que entram em metidas de real violentas com o pessoal do trabalho, esnobam vadias do trabalho e outros ambientes e etc. Alguns lançaram o marriage strike, outros até o relationship strike, se valendo de GPs (e lançando aqui argumentos fortes para tal, apesar de eu ser contra o cara eliminar as civis da vida).
No fundo o cara que conhece a REAL, sabe que hoje em dia relacionamentos, seja namoro ou casamento, são um tiro no pé do homem, devido à sociedade misândrica de merda, sabe que se ele não se focar, estudar ele vai ser um fudido sem dinheiro até pra comer e será visto, no geral, como lixo pela sociedade (matrix).
Não só por mulheres, mas por homens, familiares em geral, o homem betão fudido sem dinheiro é visto como um DERROTADO.
Aí que o cara que conhece a REAL acaba saindo da matrix e entrando em outra dimensão paralela. As Matrix do dinheiro, aonde o cara foca toda sua força pra fazer dinheiro, achando que assim vai ter poder de barganha foda e todos os seus problemas serão resolvidos, principalmente com mulheres (aham, O bombeiro lá discorda dessa Onipotência do dinheiro do Eike Batista).
Aí tem os que caem numa de ficar bombados ao extremo, trabalham como frentistas de posto de gasolina e gastam todo o dinheiro em cordões de ouro ou prata que custam 3x o salário deles (ou mais).
Tem os que passam a ter "relacionamentos" apenas com GPs, outros que arrumam uma fixa e marmitam mil por fora. Enfim.
O que eu quero dizer é que parece que a REAL é tão fudida que a maioria de nós aqui acaba de certa forma virando "extremista" em algum aspecto. Poucos aqui parecem não carregar o crachá de alguma "ala".
Eu queria entender como eu devo me comportar com esse problema que eu estou passando. Algo dentro de mim fica querendo que eu seja phodão alpha falastrão e etc, pra suprir tudo que eu não fui no passado, só que é algo extremamente cansativo e algo que eu sei na real que não vai me trazer NADA de bom.
Vocês acham que ter essa vontade de "conquistar" o mundo é normal ou que eu acabei polarizando esse lado? Esse sentimento de que "venci" a matrix e saber como o jogo funciona, pode estar fazendo com que eu adora queira me "vingar" da própria matrix, me tornando o meu próprio bicho-papão, mas que é o que consegue TUDO com facilidade e recebe TUDO de bom e de mão beijada desse mundão. Eu não estou negligenciando meu desenvolvimento pessoal, mas estou começando a querer usar ele para o "mal".
Eu sei que o texto ficou extremamente grande, mas coloquei tudo que veio na cabeça na hora de escrever.
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