segunda-feira, 11 de março de 2013

[RELATO]Minha PRIMEIRA Ex namorada de 1 mes

Por Bodyhunter


Colocarei aqui em breve o que ocorreu a respeito desse ser. Em breve farei o relato do meu ultimo namoro de 5 anos. Conheci a mesma na internet em 2004. Eu morando em Goiania e ela em Brasilia. Família conservadora, crente fanática (pais e ela ). Na época eu tinha 17 e ela 14 (teria dito a mim que tinha 16). Quando foi a primeira vez que fomos nos conhecer, ela veio para Goiania com os pais. Meu pai me deixou no hotel em que ela estava hospedada. Conheci o pai e a mae da mesma. Pai altamente fechado, conservador e defensor dos bons costumes. A mae, uma crente moderninha bem liberal. Quando vi a minha ex, parecia uma puta vestida. Vestidinho e salto estilo carnaval.

Fiquei muito confuso com esse encontro, pois pensava que era uma moça direita. Nessa epoca, nao tinha orkut direito. Acho que a conheci pelo mirc. Após esse encontro, fui com ela ao cinema. O pai, bem fechado, queria entrar junto comigo e ela no cinema. A sorte foi que minha sogra barrou e alegou que eu e ela precisávamos de privacidade.

Fiquei com a ex e tudo mais. Após isso, os pais e a ex foram embora pra Brasilia e continuei minha vida. Não fiquei empolgado com esse namoro. Vi que nao tinha nada a ver. Eramos muito diferente e eu sentia que ela tinha uma grande vadiagem dentro de si qurendo se soltar.

Após 2 semanas, fui a Brasilia visitar irmao. Aproveitei e fui ver a ex. Levei um amigo meu pra conhecer a prima da minha ex kkkk ( a prima era um dragao que meu amigo grilou comigo). Dessa vez fui para terminar. Quando a vi, veio com uns papos nada a ver de pomba gira. Dizendo que esses demonios seduzem os homens e tudo mais. Fiquei abismado com o ser que tinha namorado. A mae dela vivia me elogiando dizendo que eu deveria casar com a mocinha, pois ela era prendada, honesta e fiel. O pai, bem mais fechado, disse que estava gostando de mim. Porem, dei um fim naquilo. Após 1 mes, acabei esse namoro.


Os anos foram passando. E, em 2013, eis que vejo no meu face minha ex pedindo para eu add. Acabei adicionando e sabem qual foi a surpresa da dita "crentinha"? Com 20 anos de idade, já estava com 2 filhos. Uma menina de 4 anos e um menino de 10 meses. Engravidou com 16 anos!! Ela me falando como se fosse algo extremamente normal. Não trabalha e somente estuda. Os avós (pais dela) que cuidam das 2 crias do mesmo pai, enquanto a mesma vai vadiar anoite.Fiquei perplexo com o pai. Mostrou-se em 2004 um cara extremamente conservador, queria colocar moral pra cima de mim e agora vejo isso. Hoje a doente veio falar que queria perder a virgindade comigo na epoca. Além disso, vive insinuando que quer vir a minha cidade para transar comigo, pois está há 4 meses sem sexo. Mandei ela capinar uns 4 lotes..
"Por maior que seja a tarefa, o que a desempenha deve mostrar uma grandeza ainda maior."
Baltasar Gracian

O lado mais bizarro das mulheres

Por Trooper

Decidi abrir este tópico após uma conversa com um colega de trabalho. Ele também é profissional de saúde. O assunto é um tanto delicado e, portanto, a moderação fique a vontade para excluí-lo, se assim o desejar.

Este médico falou que em cerca de 10% dos recém-nascidos o tipo sanguíneo da criança não corresponde ao do pai que acompanha a mãe - isso sem nem pensar nos que o tipo sanguíneo bate, mas o DNA não... E ele disse que os médicos não falam nada para os pais, por motivos éticos.

Pesquisas feitas na Inglaterra usando testes de DNA mostram que o número de filhos "bastardos" sem conhecimento do pai varia geralmente entre 15 e 30% - praticamente 1 em cada 3 crianças - dependendo da localidade. Referencias podem ser achadas usando o google:

http://books.google.com.br/books?id=3s_ ... 25&f=false

Basicamente, as fêmeas procuram um macho que lhes proporcione segurança, status e proteção aos filhos; Porém, na hora da procriação, é muito comum na época que as mulheres ficam férteis, procurarem outros machos, que lhes sejam mais atraentes, e terem relações com um ou mais além do seu parceiro... Basicamente o processo natural de competição espermática faz com que os espermas mais robustos consigam a fertilização do óvulo. E nem sempre esse será do seu parceiro. Esse comportamento ocorre quase que inconscientemente, ou seja, a mulher fica mais "flertante" e receptiva a influência de outros machos.

Os testes de DNA é que começaram a trazer a tona essa realidade que era ignorada - talvez propositalmente. Obviamente, agora, com a tecnologia, fica mais complicado manter esse tipo de comportamento... Mas aparentemente é extremamente comum na história. Começem a prestar atenção que vocês irão perceber que está cheio de filhos por ai que não tem nada a ver com os pais. 

Portanto essa idéia de que mulher só trai por causa de insatisfação no casamento ou por romance é um mito que esta sendo rapidamente desbancado... Mulher (generalizando) quer se reproduzir com quem ela acha atraente, e de preferência, com vários. Um enorme instinto evolutivo, meramente "carnal".

Notem que não estou entrando em questões de caráter ou moral, apenas instinto animal. 

Abraços.

Trooper

Série Feios = 1 ‘Feios merecem tanta proteção do governo quanto deficientes e minorias’



Saudações, realistas!




"Beleza está nos olhos de quem vê". Quantas vezes já ouvimos essa maldita falácia? Desde pequenos, ouvimos nossas mães, nossas professoras e as outras mulheres repetirem essa frase feito uns papagaios. E, burros como a maioria de nós homens somos, caímos nessa feito uns patinhos.




Bem, caímos nessa até levarmos a primeira porrada. O primeiro bullying. O primeiro fora. A primeira crueldade. Feios aprendem na prática, da forma mais cruel possível, que beleza NÃO ESTÁ nos olhos de quem vê! E beleza, ao contrário do que elas dizem, IMPORTA, e IMPORTA MUITO! Praticamente, o destino da pessoa é selado, dependendo do nível de beleza ou feiúra.




Por causa disso, eu, Sr. X, que sou feio pra caralho, resolvi fazer uma série de estudos que mostram como beleza favorece de forma totalmente injusta uma minoria da população; e como a feiúra condena milhões a uma vida de sofrimento, crueldades e privações. É uma verdade que o politicamente correto faz questão de tentar, a todo custo, esconder. Mas só os ingênuos não conseguem enxergar a realidade cruel de quem nasceu fora dos padrões.




A série terá um total de 11 textos colhidos na internet, acompanhados de um comentário ácido do Sr. X. Os textos serão publicados toda segunda, quarta e sexta, em horários incertos. Quem é feio e tem estômago fraco está convidado a não acompanhar os textos. Do contrário, não sobrará nada da sua auto-estima, e isso eu garanto!




Começaremos hoje com uma questão um tanto polêmica: feios deveriam receber proteção estatal?







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Original:




http://www.pavablog.com/2011/12/14/feios-merecem-tanta-protecao-do-governo-quanto-deficientes-e-minorias/








Publicado originalmente na Gazeta do Povo


Várias pesquisas conduzidas em diferentes países do mundo concluem que pessoas atraentes costumam ser mais bem remuneradas do que as menos atraentes.


Um estudo em particular feito nos EUA mostra que a diferença de salário entre os 10% menos atraentes e os 30% mais atraentes chega a até 15% ao ano – algo como R$ 425 mil ao longo de uma vida de trabalho.


O economista norte-americano Daniel S. Hamermesh, da Universidade do Texas, é autor do recém lançadoBeauty Pays (“A Beleza Com­pensa”, em tradução livre) e vem estudando o impacto da beleza no mercado de trabalho. Segundo ele, os feios são tão merecedores de proteção do governo quanto outros grupos, como deficientes, mulheres e minorias religiosas.


Nesta entrevista, ele afirma não ser a favor de qualquer tipo de cota, mas diz que, se existe legislação obrigando a contratação de deficientes, como ocorre no Brasil, faria sentido, pela lógica econômica, que o país também possuísse uma lei para a contratação dos feios.


Para Hamermesh, os menos atraentes são punidos baseado na aparência, mas outros grupos igualmente injustiçados têm muito mais poder sobre os recursos políticos. Ele também explicou por que os homens feios sofrem mais financeiramente do que as mulheres e deu dicas de como os menos atraentes podem se proteger no mercado. Leia os principais trechos da conversa:





Existe um parâmetro universal para definir quem é atraente?


Não. A simetria facial é importante, mas outras coisas que são mais subjetivas também importam. A beleza é subjetiva; mas ainda que as pessoas não concordem exatamente sobre o que é um rosto bonito, há um nível de concordância substancial. Se você acha que alguém é muito bonito, bem provavelmente a maioria das outras pessoas vai concordar com você.





Vários fatores afetam a remuneração e o sucesso na carreira. Quão importante é a influência da beleza?


A beleza é apenas uma das muitas coisas que influenciam a remuneração e a qualidade do trabalho. Nos EUA, entre os 10% menos atraentes e os 30% mais atraentes, o impacto da beleza na remuneração é de cerca de 15% a favor dos mais bonitos. Isso é o equivalente a mais de um ano e meio de educação no salário. Não é pouco, mas também não é algo gigantesco.





Por que o homem feio sofre mais financeiramente do que a mulher feia?


A maior parte dos homens precisa trabalhar. Mulheres, mesmo nos dias de hoje, têm mais opção para escolher se querem ou não trabalhar. Então, se você é uma mulher feia, e você sabe que a sua aparência vai lhe prejudicar no seu trabalho, é mais provável que você fique em casa. E isso é exatamente o que nós vemos nas pesquisas – as mulheres menos atraentes têm menor probabilidade de estarem trabalhando do que as mais atraentes. Entre os homens não existe essa diferença.





O que os feios podem fazer para driblar esse obstáculo?


Existem outras coisas que afetam o sucesso. Se você não é atraente, você deve enfatizar outras boas características que você tem – sua inteligência, educação, força física, personalidade agradável, etc.





Você acha que o governo deveria oferecer proteção legal aos feios?


Não, eu não acho isso. Mas eu vejo que, pela lógica econômica, os feios são tão merecedores de proteção quanto outros grupos protegidos. Pelo menos nos EUA, eu vejo que os outros grupos têm mais poder sobre os recursos políticos e há mais disposição dos governantes em agir a favor deles. Então, mesmo que eu não veja uma razão lógica para se recusar a proteção, dados os recursos limitados do governo, eu vejo motivos políticos para a recusa nesse tipo de proteção.





Como essas políticas poderiam ser implementadas?


Da mesma maneira que as proteções para os deficientes. Se a lei proíbe a discriminação, grupos que se sentem discriminados contra um empregador em particular podem se juntar numa ação coletiva e processar o empregador.





Existe algum estudo sobre o impacto da beleza de um povo na economia de um país? Por exemplo, os brasileiros foram votados o segundo povo mais atraente do mundo (atrás dos americanos, segundo uma pesquisa do instituto inglês One Pool). Como isso pode afetar a economia brasileira, por exemplo?


Digamos que os brasileiros sejam bastante atraentes na média – isso significa que há menos punição para aqueles que são apenas medianamente atraentes? Essa pergunta é a equivalente a se o ranking de uma pessoa qualquer na escala de beleza é importante, ou se a diferença dela da média do país (mesmo num país de média alta) afeta mais a sua remuneração. Meu estudo atual indica a segunda opção – se todo mundo é mais atraente, então o impacto da diferença da beleza na remuneração permanece a mesma.




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Sr. X: Notem que o texto não tem caráter vitimista, já que o professor declarou ser CONTRA QUALQUER TIPO DE COTA. Mas, se mulheres, negros e gays recebem ajuda estatal, porque feios, que são tão ou mais discriminados, não poderiam receber também?




Notem, ainda, que homens feios sofrem muito mais que mulheres feias. Eles são obrigados a enfrentar o mercado de trabalho, sofrer humilhações e crueldades. Homens feios fazem menos amigos, arrumam menos namoradas e parecem ter uma torcida imensa pelo seu fracasso. Enquanto isso, mesmo a mais horrorosa das mulheres tem várias amigas, não sofre tantas humilhações e sempre tem ao menos um homem querendo comê-la.




Assim como o professor, sou contra qualquer tipo de cota, privilégios e apoio a minorias. Mas, se o negócio hoje é a promoção da choradeira para obter privilégios, então que os feios recebam também uma proteção.




Mas, ao contrário do que o professor disse, beleza é, sim, um fator ABSOLUTO. Quem é bonito é bonito para todo mundo. Feios serão feios em qualquer canto do planeta. Sobre isso, já tem um post programado abordando exclusivamente esse tema.




Até a próxima.

domingo, 10 de março de 2013

A Síndrome de Geyse


Caros e honrados confrades da Real.

Como já vimos, as mulheres que agem de forma decente, sem promiscuidade, futilidades, utilitarismos e egolatria na verdade não são exceções porra nenhuma. Na verdade elas agem dessa forma por conta de que na maioria esmagadora dos casos elas não tem oportunidades, barganha física/ social/ financeira para revelar/ assumir seus verdadeiros lados de vadias utilitaristas.


O que vou citar e mostrar-lhes abaixo é uma grande prova concreta disso.

Estava fuçando aqui no Youtube quando me deparo com esse vídeo que diz respeito a uma reportagem sobre uma polêmica no interior de MG. Uma professora, Alexandra Aleixo, ia dar aulas com roupas decotadas e justas, o que gerou uma série de discussões entre alunos,professores, pais e diretora.

Assistindo o vídeo reparei em suas vestimentas, claramente de vadia/ puta disfarçada. E vi também seu show de vitimismo, cinismo e dissimulação/ inversão de culpas. E, de forma subliminar se auto promovendo.

Vejam abaixo:

1) O início

"Professora gera polêmica por usar roupas ousadas em MG"



"Professora bonitona vai ter que trocar as roupas"



Polêmica: "Escola reprova roupas de professora em MG"





Nesses primeiros vídeos foi o começo da polêmica, no qual ela se mantém na sua pose de "santinha", vítima, mãe de família/esposa e "boa profissional".

Em um dos vídeos aparece o bunda mole/frouxo/corno manso do marido dela a defendendo, feito um capacho sem bolas.Ele acha legal/normal a sua esposa sair por aí vestida como uma puta, não vê nada de mais. Mais uma vergonha masculina no mundo,PQP!!

2) O começo da fama

"Professora "Gostosona" na RedeTV SuperPop"



Reparem que aqui nesse vídeo ela já foi se refugiar no maior antro de vadias/putas/viados da TV, comandado por uma de suas maiores pseudo-prostitutas parasitas, Luciana Gimenez. Vejam que ela já se porta de forma diferente,mais solta, já põe as manguinhas de fora,incentivada pelas outras vadias do programa e pela situação em si.
O pior é vê-la na Paulista, em uma reportagem em que se pergunta se a roupa dela é indecente para os homens que passavam na avenida, e entre tanto manginismo e babação de ovo, está ali, ao lado da professora vadia e da repórter, o MARIDO dela, e tem alguns entrevistados que até tiram onda dele...

Vai tomar no cú esse cara,vai ser desonrado corno manso assim na puta que pariu!!

3) Oportunidade + Status + Poder = Assumem todo o seu lado podre/obscuro 

Vejam só esse blog dela,olhem o que se tornou a "coitadinha e vítima" da professora do começo do texto, um show de vadiagem explícita e assumida:

http://professoragostosona.blogspot.com/

Os vídeos abaixo mostram um dos sucessos dela e uma de suas performances:





Vejam só no que se tornou essa vagabunda enrustida. De Professora Aleixo se tornou a MC Professora Gostosona, dançarina e cantora de funk e com todo o seu lado promíscuo a tona/assumido ao se tornar um símbolo sexual e ter mais assédio / mídia / status.
Esse é o resultado da mulher que tiver fama e barganha física. Ela se sente mais dona da situação e vê a grande chance de assumir sua prostituição e vadiagem disfarçadas,escondidas. Outra coisa, reparem que ela não deve ter tido um pingo de consideração para com o marido frouxão e com seus próprios filhos ao se tornar essa Vadia do Funk.

Isso serve de lição para os seguintes homens:

*Para os que acreditam ainda em mulher exceção;

*Para os que acham que devem ajudar financeiramente a esposa/namorada a crescer na vida, pagando faculdade,cursos,carro,apartamento etc;

*Para os que creem que as mulheres feias/medianas são decentes e corretas;

*Para os que pensam que a mulher se sente realizada estando casada e com filhos;

*Para os que acreditam que devem ser coniventes com as putarias da esposa;

*Para os que não acham que elas competem entre si e sim para agradar ele;

*Para os que não gostam de generalizar;

*Para os que pensam em encontrar a sua "cara-metade";

*Para os que repudiam sexo com Prostitutas profissionais (GPs),querendo fazê-lo com as "garotas de família", entendendo que tem que haver uma "sintonia/ligação/quimica" entre os dois, que quer "fazer amor".

Moral da história :

"Não existe mulher decente, e sim mulher sem oportunidades/fama,com baixos atributos/barganhas física e estética perante os homens mais destacados e demais mulheres".

"Nós generalizamos e as mulheres confirmam as generalizações" (Tigre Branco)

"Contra a Real não há argumentos!"
Sem mais,

O Nobre Conde de Monte Cristo.


"Eu sou contra a distribuição de renda. Tem que ter é distribuição de trabalho para essa cambada de vagabundos parasitas vitimistas."

sábado, 9 de março de 2013

[Maesozinhalogia] Coletanea 02 de 2013

Por Ronald Reagan (o maesozinhólogo)


Um diploma para ele:


Imagem


Dando proseguimento as minhas interminaveis peregrinações a procura das melhores amostras, sobre os devaneios desses seres de EAA a tira calo, brindo os confrades com mais essa grande exposição sobre os choro ros e vitimizações que somente essas imundas M.$ol podem proporcionar.

Este primeiro texto já é suficiente para abrir um grande sorriso na cara do mais carrancudo dos realistas, mesmo sendo um assunto leve é sempre ver que mentiras essas imundas M.$ol vão criar para aliviar o fardo de serem mulheres de quinta categoria.

Os desafios de ser Mãe Solteira

(Ai, “mãe solteira” eu acho tãããão década de 50 do século passado. Mas, na falta de expressão mais eficiente, vai essa mesmo...)

Praticamente toda mãe que eu conheço é um ser que convive com a culpa e com as dúvidas. A culpa de não estar fazendo tudo que podia, de trabalhar fora, de não trabalhar fora, por ter tido outro filho e não dar atenção ao primeiro, por não ter tido outro filho e não ter dado um companheiro para o primogênito, etcetcetc. E as dúvidas sobre o choro, a escolinha correta, a melhor babá, a hora de repreender, a hora de dar colo e mais um bilhão que eu nem vou listar aqui porque não caberia – sempre tem uma nova!

E temos os dilemas da Mãe Solteira.

A mãe solteira convive com todas essas culpas e ainda a de não oferecer a família Doriana para seu filho – mesmo que isso nem seja “culpa” dela. E mais tudo que isso acarreta: as decisões tomadas sozinha, a falta de colo para ela própria, a responsabilidade por TUDO que envolve a criança, desde fazer até carregar as malas numa viagem, por exemplo. E isso cansa um pouco. Mentira, isso cansa muito.

PAUSA: No mundo perfeito da minha cabecinha, um casamento é uma relação de apoio, troca e companheirismo. Portanto, nele, as decisões sobre a cria são tomadas pelo casal, o pai e a mãe são marido e mulher ainda, se apoiando, se ajudando, se agarrando quando dá (ops!). Se no seu casamento não é assim, desculpaê, não é nada pessoal. Nunca casei, então me dou o direito de viajar. DESPAUSA

Ainda tem os conflitos internos. Sair pra balada enquanto meu filho fica com babá ou avó é legal? E namorar, dá? Será que não seria melhor relevar tudo e ficar com o pai da cria para que ele cresça com os dois juntos, próximos, presentes? Mas será que vale sacrificar a felicidade da mãe por uma escolha que, de fato, não se sabe onde vai dar? Uma criança pode conviver com uma mãe que não se realiza?

Pensando em tudo isso, estabeleci comigo alguns parâmetros. E é dentro deles que norteio as minhas decisões sobre as coisas do dia a dia. Parâmetro 1: minha filha precisa de uma mãe feliz e realizada – ou realizando-se. Partindo disso, sei que trabalhar é uma condição inegociável para mim, não só pela grana, mas também porque eu ADORO trabalhar fora. Ainda que canse, que tenha vezes em que eu prefira ficar em casa enroscada na minha gatinha. Ao colocar na balança, o saldo é positivo. Parâmetro 2: tempo com a Valentina precisa ser dela. Logo, ir pra balada com ela em casa, para no dia seguinte eu estar um caco e não conseguir dar atenção pra ela, NÃO ROLA. Sim, só saio quando a Valentina está na casa do pai dela. E isso me deixa mais tranqüila pra sair sem culpa porque sei que ela está com a única pessoa que é tão responsável por ela quanto eu, alguém que cuida dela direitinho e com quem ela gosta de estar.

Relacionamentos rendem um post específico. Claro que, para estar comigo, o cidadão precisa saber e compreender que a Valentina é a prioridade das prioridades. Graças aos céus, os tempos e os homens estão evoluindo e eu não tenho visto grandes dificuldades com relação a isso. Aquele papo de que mãe solteira é a escória dos relacionamentos é tão década de 50 do século passado quanto a própria expressão.

Well... Ser mãe é um desafio. Para as bem casadas, as mal casadas, as viúvas, as solteiras, as separadas. E é um delicioso desafio porque traz delícias em maior proporção. E, no fim, é isso que vale. A gente se descabela, chora no ombro das amigas mais experientes (né, Tati Passagem), ri com as que estão na mesma fase (c/c Vanessa Ardisson e Tenikey) e até se dá o luxo de aconselhar as que estão começando. Como tudo que essa mulherada faz: de salto alto e cheias de amor!

http://marlagass.blogspot.com.br/2012/01/blogagem-coletiva-os-desafios-de-ser.html


Aos sadistas recomendo um olhada nos comentarios, para melhorar o humor nessa que sera a semana mais mangina do ano.
Tear down this wall!

Daqui para frente, o sadismo atinge o patamar mais alto, com lagrimas de crocodilo jorrando mais forte que as cataratas do iguaçu.

Status de Relacionamento: Mãe Solteira

- Essa aí. Cuidado com essa aí que é mãe solteira.

Uma vez ouvi essa frase da mãe de um amigo de faculdade. Tínhamos acabado de passar no vestibular e ele estava de namorinho com uma menina do curso de Farmácia; a mãe soube do relacionamento e, como qualquer boa mãe, tomou para si a missão de advertir o filho sobre o perigo daquele envolvimento. Afinal, a menina era mãe solteira: saíra de outro relacionamento com mais experiência e um filho pequeno para criar. A menina era legal, divertida, inteligente, mas o namoro não durou muito, não sei por que – embora sempre tenha desconfiado que a tal advertência materna tenha sido mesmo o começo do fim. O tempo passou e nunca mais me lembrei dessa história. Até o dia em que fui convidada para um passeio por um dos meus pacientes e ele, muito educadamente, complementou o convite:

- A senhora não deixe de levar seu marido.

Confesso que na hora me bateu um constrangimento. Sincronicamente, ele baixou os olhos para minha mão esquerda: nada de aliança. Fez-se um breve e pesado silêncio, tradutor de centenas de perguntas (da parte dele, tenho certeza) e de algumas possíveis justificativas (não sei explicar porque, mas REALMENTE fiz uma revista mental em busca de algumas), seguido de um fôlego curto, de coragem ou de alívio, não sei, mas que foi o abre-alas para a frase que escapou da minha boca e, também para mim, foi a constatação de um status do qual nem eu havia me dado conta: SOU MÃE SOLTEIRA.

Sou mãe solteira. E daí? Sou legal, divertida, inteligente - como a menina do meu amigo de faculdade. Tenho um bom emprego, nome limpo na praça, bons antecedentes, nada de ficha na polícia. Limpinha, todos os dentes na boca. Porque meu estado civil deveria importar? Porque meu estado civil importa tanto? E o termo, “mãe solteira”, pesa, infinitamente mais do que a responsabilidade de ser uma delas. É como se a mãe solteira estivesse sempre à espreita de uma oportunidade de se dar bem à custa de algum bobão que leve para casa o “kit” de que outro abriu mão. Ou como se fosse alguém tão emocionalmente vulnerável a ponto de aceitar migalhas de afeto por pura carência. Ou, ainda, como se fossem mulheres sem sorte, renegadas: coitada, essa aí não tem sorte com homem: é mãe solteira. Ninguém nunca parou para pensar no quanto uma mãe solteira pode ser sortuda? Há bem pouco tempo atrás, a mulher separada e a mãe solteira eram párias – não havia desgraça maior para uma família do que ter entre os seus uma mulher largada do marido ou uma moça com um filho sem pai. Hoje, felizmente, a mulher aprendeu a exigir ser respeitada independente de véu, grinalda, papel passado e de como administra sua cama e sua vida. E conciliar um filho e liberdade para ir e vir não é coisa de gente azarada, mas de gente inteligente e bem resolvida.

Mães solteiras são mulheres flex – trabalham, criam seus filhos, estudam, criam seus filhos, pagam suas contas, criam seus filhos, cuidam de si, criam seus filhos, (às vezes) namoram, criam seus filhos. Esquecem (às vezes) de si, criam seus filhos. Aprendem a equilibrar nos ombros problemas, angústias, iminências, esperanças, devaneios, alegrias, tempo. Sobretudo tempo. Tempo é a coisa mais relativa na vida de uma mãe solteira. Sempre falta mas, no fim das contas, a gente sempre encontra. Aliás, somos especialistas nisso de achados e perdidos, porque a rotina, ao contrário de nós, está sempre de pernas para o ar – e é preciso muita habilidade para não desaparecer em meio ao de-tudo-um-pouco. É claro que é difícil. É claro que há dias em que a sobrecarga é tanta que a única vontade é largar tudo, trocar de identidade e correr pro mundo, mas é uma vontade que nasce para morrer logo em seguida – porque logo ali, pertinho, sorrindo, existe um rostinho lindo dizendo “eu te amo, mamãe” que faz tudo, absolutamente tudo valer a pena. Eu não me orgulho de muitas coisas nessa vida, mas de ser mãe solteira eu me orgulho, sim.

Mães solteiras merecem respeito. Mais do que isso: merecem aplausos. É coisa para mulheres valentes, que têm a coragem de dar à luz seus filhos e de conduzir sua vida sem se submeter a convenções meramente sociais. Não é feio ser mãe solteira. Feio é ter preconceito e mente pequena, julgar o livro pela capa e o caráter pelo estado civil. Feio é ser infeliz. E felicidade, certamente, é algo que nunca nos falta.

http://sabe-de-uma-coisa.blogspot.com.br/2012/05/status-de-relacionamento-mae-solteira.html
Tear down this wall!

Mãe solteira com namorado
Saiba como conciliar vida amorosa e filhos 

Mesmo que você não viva com o pai da criança, a vida amorosa continua. Para conciliar namoro e filhos, Christina Frank conta alguns segredinhos básicos.

Por Christina Frank / tradução de Priscila Kesselring,
filha de Beatriz e Gustavo

M uitos meses depois que eu e meu marido nos separamos, percebi que eu estava livre para voltar a namorar. Isso foi emocionante e, ao mesmo tempo, apavorante. A última vez em que estive solteira, tinha muito tempo livre, não estava cuidando de ninguém. Agora, eu tenho 16 anos de vida de casada e 11 de vida de mãe, sem falar numa atitude pouco sonhadora em relação aos romances.
Tentar ser uma mãe solteira boa e responsável foi um desafio para a minha agenda e para a minha cabeça, mas aprendi que é possível ter uma vida amorosa sem enlouquecer as crianças (ou você mesma).

Pronta de novo

Conheço algumas pessoas que esperaram anos para mergulhar de cabeça em um novo amor e outras que fizeram isso imediatamente. Não existe certo nem errado, mesmo que todo mundo pareça ter mil opiniões sobre a sua vida.
Se você e seu ex-marido dividem a guarda do filho, haverá um tempinho livre de vez em quando. Achei deliciosas – e também horríveis - as primeiras semanas sem as crianças.
Roberta Lopes, mãe de quatro filhos, demorou para entender o que estava acontecendo em sua vida. “Fui para a terapia e saí muito com amigos e com a família. Eu pensava que se entrasse de vez em outro relacionamento, poderia ser uma coisa pouco saudável, de novo. Isso não seria bom nem para mim nem para as crianças”.
Ela começou a namorar outra pessoa cinco meses depois da separação. No meu caso, foram quatro. Como eu soube que era a hora? Por um motivo: não suportava a ideia de passar os fins de semana livres montando quebra-cabeça e assistindo a seriados na televisão.
Para a jornalista Flavia Werlang, mãe de Luna e autora do blog Grávida, Estado Civil Mãe (Solteira), o namoro só deve acontecer quando a mulher tiver passado o luto do antigo relacionamento. “Quando tiver assumido a própria condição de mãe solteira sem vitimização”, diz. Ou seja, você deve estar bem-resolvida.

Por onde começar?

Não apareceu uma fila de homens solteiros na minha porta quando me separei. Nem vai aparecer na sua. Muitas pessoas me davam conselhos óbvios ou bizarros, como pedir para os amigos apresentarem alguém ou ficar andando em lojas de construção, à procura de homens. Fala sério! Sei que muitas mulheres começam novos relacionamentos desse jeito, mas eu não sou uma delas.
Se você é uma mãe ocupada, muitas vezes é difícil sair de casa. Então, dedique algumas horas, durante o sono das crianças, para você mesma e para o computador. Entre um pouco no Facebook (quem sabe o amigo do amigo da sua amiga não é atraente?) ou aproveite para entrar em sites de relacionamento, onde você pode encontrar pessoas legais. Seus amigos podem te ajudar a escrever o perfil.
Definindo o alvo
Ter filhos é uma experiência que muda o ritmo de vida de qualquer um. Pode ser complicado se relacionar com homens que não tenham filhos e, portanto, não te entendam e acabem te pressionando de alguma forma. Nos três anos em que estive solteira, namorei com um ou dois homens que não eram pais, e os relacionamentos mais duradouros foram com os que tinham filhos. Parece que os não-pais falam uma língua diferente da nossa. Quando eles entenderiam frases como “eu não posso deixar o meu bebê com a babá hoje, porque ele está resfriado”?
Por outro lado, namorar um cara que tenha filhos pode ser um pesadelo quando ambos têm de lidar com ex-maridos ou ex-esposas. Julia Landry, autora do blog Unexpectedly Expecting (Inesperadamente Esperando), diz que prefere namorar homens com filhos. “Eles não vão me julgar pelo fato de eu ser solteira e vão entender que o filho sempre estará em primeiro lugar”. Mas essa regra não é fixa e direta para todos. “Os homens sem filhos tendem a se organizar melhor com a agenda maluca das mães solteiras”, diz. No fundo, não há nenhuma alquimia para explicar o que funciona para uma ou outra pessoa.

Apresentando para as crianças

Sempre tive muito medo desse momento. Estava namorando uma pessoa há alguns meses, quando as minhas filhas, na época com 8 e 12 anos, descobriram que ele existia. Pelo fato de tudo ter corrido bem quando o pai apresentou a namorada para elas, pensei que não seria uma situação difícil para mim. Mas elas são meninas e eu sou a mãe delas. Isso muda tudo! A mais velha se recusou a conhecê-lo pessoalmente. Depois de oito meses nessa situação, eu o convidei para um jantar com alguns amigos e familiares. Ele e a minha filha interagiram naturalmente, sem parecer uma entrevista de emprego.
Existem muitas variáveis na hora desse encontro, como a idade, o sexo e a personalidade das crianças. As menorzinhas não registram que aquele é o novo namorado da mamãe. Já as mais velhas podem se sentir ameaçadas ou mesmo indiferentes. Uma amiga me contou que uma vez a filha, de 10 anos, disse que iria falar “eu te odeio, você não é meu pai” quando encontrasse com o namorado da mãe. O que realmente aconteceu foi que eles jogaram bola juntos e ficaram muito próximos. Tudo dependerá do empenho do namorado também.

Conte para os filhos sobre o seu novo namorado somente depois de alguns meses, e se o relacionamento estiver indo bem. Mostre uma foto dele ou deixe que as crianças atendam o telefone quando ele ligar, para que o namoro seja desmitificado aos poucos. Planeje um primeiro encontro entre eles sem muita expectativa.

Dormir junto

Não importa se a sua filha tem 3 ou 13 anos, ela não vai querer te ver beijando alguém que não seja o pai dela. Você precisa administrar uma vida dupla, até que a relação fique mais séria. Deixe que ele durma na sua casa apenas quando as crianças estiverem com o pai ou na casa da avó.
Quando vocês estiverem vivendo um namoro sólido, a questão vai se resolver conforme os seus valores, a idade dos filhos e o tempo que vocês estiverem juntos. Muitas mulheres estão determinadas a separar completamente a vida amorosa da familiar. Já outras, deixam os namorados dormirem na casa delas com frequência.

E se não der certo?

Se você namora, pode acontecer de o relacionamento acabar, faz parte. Quando as crianças ficam muito próximas do namorado, é uma tristeza para elas também. Mas o seu término não precisa significar o fim do relacionamento deles.
Quando eu terminei um namoro de um ano e meio, tinha medo de contar para as meninas. Estava até meio sem graça pelo fato de mais um relacionamento não ter dado certo e fiquei me perguntando que tipo de modelo eu seria para elas.
O jeito como você lida com o término também faz toda a diferença: nada de entrar em depressão ou perder o rumo por causa disso. “O mais importante é não perder o foco: o seu filho depende de você e se você souber lidar bem com isso, ele ficará mais seguro”, acredita Flavia.
Tome cuidado para não criar a expectativa de que o namorado seja um pai em potencial. Ele pode até acabar sendo, mas isso acontecerá naturalmente, se acontecer.
Mergulhar em um relacionamento novo é uma ótima chance de os filhos verem a mãe deles feliz com alguém bacana. Mesmo que a relação entre os pais não tenha dado certo, tanto a mãe quanto o pai podem servir de exemplo para os relacionamentos dos filhos no futuro.

Veja a coluna da Flávia Werlang, mãe de Luna, autora do blog Grávida, Estado Civil mãe (solteira)

Quando o namorado vira pai da criança

“Sou mãe solteira há 4 anos. Na verdade, fui casada com o pai da minha filha, mas me separei ainda grávida e, desde então, ele só viu a Letícia na maternidade. Há dois anos, reencontrei um ex-namorado e engatamos num relacionamento sério, com planos para o futuro. A Letícia estava numa fase em que já entendia o que era ter pai, por causa das amiguinhas. O meu namorado, na época, abraçou a causa e, durante o período em que vivemos juntos, ele foi realmente o pai dela, com direito a ser chamado de “papai”. Lembro que uma vez, quando a babá da Letícia ficou doente e eu não pude buscá-la na escola, ele foi no meu lugar e ela quis que ele desse banho, jantar... E ele fez tudo que ela pediu. Foi uma convivência muito saudável. Hoje, não estamos mais juntos, mas ela tem um carinho enorme por ele. Sempre lembra de alguma passagem que tiveram juntos. Eles não têm mais contato, mas não tenho dúvidas que ele será sempre muito querido por ela. Voltei a ser pai e mãe da Letícia, não é fácil, tento suprir ao máximo a falta da figura do pai, mas é muito gratificante. Nos divertimos muito juntas!”
Vivian Mesquita, mãe de Letícia, de 4 anos

http://revistapaisefilhos.uol.com.br/revista/edicoes/mae-solteira-com-namorado

Namorar mãe solteira eu? 

Olá a todos!

Essa é uma pergunta feita por um dos nossos leitores, que estava na pagina 

"Mulheres Promiscuas"

"Oi Suelita Ribeiro blz? Queria te abordar com um tema e queria que você desse sua opinião/visão pois é algo que muitos confrades não concordam que é mães solteiras, queria saber como posso apresentar elas aos meus amigos e família, se é uma boa opção pra minha vida já que são tão descriminadas.
Queria saber qual é a tua visão em relação a isso e também acho que seria interessante responder essa questão já que muitos passam pelo mesmo que eu. Gosto muito de todos os seus textos e respostas, é muito certa no que diz e nos faz pensar na vida. Vai longe hein.
Abraços D. N"

Olá D. A , tudo bem sim, obrigado pela pergunta e por gostar :-)

O que você está me dizendo é que, sua namorada é mãe solteira e que você gosta dela, mas tem vergonha de apresentar para sua família e amigos certo?

Bom, esse caso é bem simples!
Em primeiro lugar você chega e apresenta ela normalmente, e se alguém perguntar responde de boa "Sim ela tem filho ou filhos", seja sempre verdadeiro em qualquer questão que seja perguntada pra você sobre ela!

Perguntou também se ela seria uma boa escolha né!?

Não posso dizer se é boa ou má, porque hoje em dia existem mulheres e mulheres como por exemplo: Existem mães solteiras que tem o carácter inquestionável, enquanto há mulheres que não tem filhos, mas são imorais, isso é muito relativo, sei que vão criticar, mas pensem comigo e se uma mulher honrada se casar e o marido morrer?

Ela não tem mais o direito de ser feliz?

Eu não concordo com aquelas mães que tem vários filhos e com vários pais, mas também não acho correto discriminarem só por ser mãe solteira enfim, você faz o que quiser da sua vida independentemente de opiniões alheias, você é livre pra escolher o que quer da vida, e você também não é obrigado sair mostrando ela como um troféu, não precisa sair mostrando pra sua família cedo, primeiro conhece ela vê se ela é uma mulher que não tenha um desvio de carácter!

Porque esse relacionamento só diz respeito a você e ela, se alguém perguntar se você tem namorada, diz que sim, mas não se sinta na necessidade de apresentar ela sem conhece-la bem.

Você é livre, logo apresente só quando for um momento apropriado, quando ver que realmente vale a pena, que ela é uma mulher decente e tal, porque se for indecente nem vale a pena :/

Eu não estou dizendo pra você esconder, porque não é nenhum motivo vergonhoso, ter uma mãe solteira como namorada, isso é o que os confrades da Real querem por na cabeça dos homens enfim, o que eu quero dizer é que sua vida não tem que ser um motivo de segredos, mas também de propaganda para virar assunto na boa de hipócritas ignorantes, se por exemplo vocês expor esse assunto em qualquer grupo da Real será taxado como mangina pra pior, porque a maior parte são revoltados kk (Vão me matar)

O ego deles que fazem eles ter essa "visão" que é errado que isso é importante! 

Mas isso não passa de uma justificação muito da convincente para eles sentirem o prazer narcisista de saber o que os outros andam fazendo para depois juntar isso e formar uma opinião muito egocêntrica sobre o assunto e depois julgar as mães solteiras, sem sequer saber se são meramente íntegras ou não, preferem totalizar logo que é mais fácil, enfim

Sempre vai aparecer aqueles amigos inconvenientes para critica-las. 

Você poderia cair na porrada, mas seria ridículo, pois seria ridicularizado por estar brigando por uma mãe solteira, então simplesmente ignore, se todos vivessem sem se importar com opiniões alheias seriam muito mais alegres!

A discriminação que fazem por mulheres ser mães solteiras, é ridículo, isso vem do ego que está sempre baseado em uma percepção/interpretação falsa da situação!

Não vou mentir, você vai passar por um mal bocado no começo, mas e dai? 

O importante é você ser feliz com quem ama!

Ah, e veja bem o porque ela está solteira, mas não acredite em toda a versão tente procurar as verdades e mentiras contida na versão dela, e depois veja se é mulher pra você ou não, porque passar por isso, por uma mulher que não vale o esforço, não vale a pena!

Enfim, se ela é mãe solteira ou não e dai?

Você namora com quem quiser, ninguém tem que escolher nada pra você, é você que decide não teus amigos e familiares, seja homem no bagulho rapá!

Não se preocupe, apenas segue o princípio da integridade e amor, se ela for uma mulher digna ame-a e trate ela bem, o que seus familiares e amigos pensam a respeito é irrelevante!

Enfim, é isso espero que tenha gostado! Abraços.

Atenciosamente: Suelita Ribeiro* 

http://www.coracaoinsensivel.com/2012/08/namorar-mae-solteira-eu.html

E agora o granfinale, com um mini tutorial, com varias dicas para o CSP ter uma otima relação com a imunda M.$ol e o EAA

Namorar mãe solteira 

Existe um tipo de mulher que você conhece, jovem, toda charmosa, com seu jeito peculiar de ser e muito atraente até que de repente você descobre que ela tem filhos. Sim, F-I-L-H-O-S.

Ela é mãe solteira ou mãe divorciada, uma princesa, mas na cabeça de homem preconceituoso tem a tarja preta gritando: “ela tem filho seu idiota, caia fora, furada, tem outro macho rondando a casa dela, incêndio!”

Vai deixar essa passar?

Pois é, esse cenário não é muito incomum na nossa geração em que os casais se iludem na ideia do casamento muito cedo, tem filhos e depois despirocam. Ainda tem os descuidos com a gravidez que fazem a gurizada engravidar precocemente ou aquelas mulheres que simplesmente resolveram ter uma produção independente. Todos motivos legítimos e que não importam nesse contexto do texto.

Independente do cenário o nível de complexidade é diferente de uma mulher livre e desimpedida. O mesmo vale para os homens que já tem filhos.

Se essa mulher com filhos já fechou a fábrica existe um outro aspecto em particular se o cara quiser ter seus próprios filhos com ela.

Toda essa engrenagem passa na cabeça do homem que em alguns minutos pensa: “ela é ótima, mas não consigo ficar com uma mulher que já tem um filho com outro cara e eu serei o babaca que vai assumir uma criança que não é minha”

A probabilidade dele se envolver emocionalmente com a moça-mãe é muito alta se ela for incrível. Para aumentar a tortura mental desse cara as mães solteiras costumam ser incríveis, pois já não são aquelas meninas ingênuas que nunca tomaram pancada da vida. Ao contrário do que pensamos não são mulheres amarguradas (com exceções) com o passado amoroso, a maioria teve que aprender a ter jogo de cintura e entender que não existe certo e errado como uma caixinha fechada.

Agora falo diretamente para o homem que resolveu entrar nessa história. Tenha isso em mente bem claro.



1- O filho não é seu.

O fato do guri não ser seu filho não quer dizer que ele é um monstro, só uma criança que vai se relacionar com você na mesma intensidade e medida que se relacionar com ele.



2- Ela não é uma pedinte de ajuda.

O fato dela ser mãe não quer dizer que ficará pedindo para você pagar as contas do filho ou dar de mamar. Se você for homem de verdade e sem orgulho bobo poderá fazer isso como uma generosidade como faria com qualquer ser humano.



3- O filho dela tem um pai que participará da vida do filho.

A ideia de que ele tem um pai precisa ficar clara para não invadir territórios delicados da educação e personalidade da criança. Ele vai definir como e quando o filho passará o tempo livre. Respeite isso e seja amigável com o pai, do mesmo jeito que gostaria de ser respeitado.



4- Sua parceira não tem uma paixão secreta pelo ex só porque teve um filho com ele.

Sim, ela amou (ou sentiu tesão) esse cara, e daí? Você também já fez isso tudo, só não teve um filho. Então pare de ficar paranoico com isso. O amor dela pelo pai será simplesmente de gratidão e por uma história bonita que rendeu crianças adoráveis. Talvez ela confunda isso com amor secreto, mas pode ser só delírio, como muitas coisas que ela fantasia. Se isso for uma questão real, perturbadora e ela não colaborar deixe isso claro.



5- Ela terá que se dedicar ao filho.

Do mesmo jeito que ela trabalha, faz cursos e família também precisa cuidar da rotina do filho. Se você é o tipo de cara mimado que quer a mulher tempo integral com você ficará solteiro, pois cada vez mais as mulheres (com filho ou não) tem múltiplos papéis. Amélia acabou.



6- Pode ser que ela tenha que se acostumar com uma nova presença masculina na vida dela.

Talvez ela tenha se dedicado muito tempo para a maternidade, mais do que gostaria (e deveria) e ainda está se redescobrindo mulher, charmosa, desejosa e gostosa. Isso não é simples e você tem um papel importante nessa redescoberta, portanto, não force a barra ou tente apressar as coisas exageradamente.



7- Ela tem receio que você crie ilusões amorosas com ela, se apegue ao filho (vice-versa), você só esteja brincando de casinha e depois caia fora e faça o guri sofrer.

Seja honesto e diga que você também está se descobrindo entrando nesse mundo diferente. Não faça promessas irreais e nem se finja de morto.



8- Filhos dela nunca mais.

Talvez não seja o caso, mas pode ser que ela não queira mais filhos. Mas isso poderia ser qualquer mulher. Se esse é seu desejo mais forte na vida, vale a pena ser honesto e expressar isso e se a condição dela for fechada você tem o direito de seguir na direção que almeja. Ela vai compreender, mesmo que seja doloroso para os dois.



De maneira geral, entenda esse relacionamento como uma jornada incomum, mas de nenhum jeito problemática ou chata. Qualquer relacionamento tem seus elementos emblemáticos. Se é uma garota especial para você faça o melhor que puder por ela e por você e será incrível.

http://www.sobreavida.com.br/2013/02/18/mae-solteira/

sexta-feira, 8 de março de 2013

Feios são barrados na porta de boates

Para quem não viu o programa no SBT, segue aqui o link com o programa completo. Vale a pena assistir.

http://www.sbt.com.br/conexaoreporter/reportagens/reportagem.asp?id=142&t=Baladas+Lado+B

 Aqui, uma reportagem mais antiga sobre o mesmo tema.

 

Como ficar Rico, pelo menos na teoria.

Por Solomon

Antes de mais nada, se vier aqui para fica de MIMIMI, é melhor não dá palpite. Depois a Ala dos ursinhos carinhos estraga meu poste.


#1) Possuir uma ou mais FONTES DE RENDA
Nesse ponto algumas pessoas podem falar que não trabalham, que só estudam ou que não sobra dinheiro. Eu sei que as condições não são perfeitas, nem para vc, nem para ninguém. E eu tenho uma PÉSSIMA NOTÍCIA ---> NUNCA as condições serão perfeitas!! Portanto mova-se! Sai da zona de conforto. Se vc não tem uma renda/ganho/salário invente/crie/pense/pergunte e dê um jeito de ganhar algum $. Vc já tem dentro de si uma capacidade criativa inata que precisa sr explorada! É como seus músculos, qto mais vc usa, fica cada vez mais desenvolvida!

#2) Eliminar Dívidas ou Despesas Desnecessárias
Pare e pense o quanto gastamos com besteiras! A menos de um mês resolvi fazer um planejamento mais apurado e coloquei no papel todas as minhas despesas mensais, incluindo conta de celular, parcelamentos, cartões, mensalidades.. e cheguei ao valor absurdo por mês
É dinheiro escoando pelo ralo, e colocando na ponta do lápis, a grande maioria são coisas que eu poderia simplesmente ter feito diferente, ou coisas que eu não precisaria.
Sugiro que você tb faça esses levantamentos e tome a decisão de diminuir suas despesas/dívidas.
Com isso, supondo que você tenha passado plea primeira fase desse PLANO DE AÇÃO, vc terá um incremento positivo no seu FLUXO DE CAIXA, ganhando poder de fogo na hora de investir/negocioar/especular

#3) Tranformar sua renda ATIVA em renda PASSIVA.
Se vc leu Pai Rico PAi Pobre já está familiarizado com esse tipo de conceito. Simplificando, renda ativa é aquela que necessita da sua presença, de seus esforços, eqto a renda PASSIVA é um tipo de renda que independe de sua participação. Vc não precisa estar efetivamente realizando alguma função afim de receber esses valores. Alguns exemplos de renda pasiva podem ser royalties, aluguel, participação nos lucros de alguma empresa, etc
Transformar seu dinheiro em negócios/investimentos que lhe proporcione uma renda passiva é o verdadeiro desafio de quem tem como meta ficar livre financeiramente. Aqui que realmente entrará todo seu know-how e sua criatividade. Mas tb é um processo extremamente divertido e gratificante. Alguns fracassos fazem parte do jogo, mas o resultado final vale a pena!

#4) Trabalhar / Desenvolver-se para que a sua renda passiva SUPERE as suas DESPESAS TOTAIS!
O que aconteceria se mesmo que você parasse de trabalhar, ainda recebece uma quantia em dinheiro mensalmente, cpaz de suprir todas as suas necessidades e seus custos/despesas do mês????

Eu chamo isso de LIBERDADE FINANCEIRA! Ao chegar nesse estágio você venceu as elis da necessidade (não tem mais necessidade de trabalhar) e pode desfrutar melhor o seu tempo, ganahr qualidade de vida, e em última análise, terá mais disponibilidade e recursos para avaliar/estudar futurs novos investimentos!

Tudo isso vai depender de 2 únicos fatores: o qto vc gasta por mês e qto de renda passiva vc foi capaz de criar!
O conceito de liberdade não refere-se única e exclusivamente ao valor que vc ganha; existem pessoas livres financeiramente que ganham R$2000,00 por mês, eqto existem pessoas que recebem R$10mil mensais e estão quebradas!

Pense nisso!

#5) Elevar o patrimônio e a sua renda passiva, reinvestindo continuamente....
Com mais tempo, recursos e experiência, nessa fase tudo o que se tem a fazer é continuar no processo, criando novas formas de ganhar $, comprando/inventando ativos e com isso aumentar seu patrimônio continuamente!

Isso sim, fará de vc uma pessoa RICA!

Fonte: Minha cabeça, com diversos artigos e livros sobre finanças