Por "Homem sem nome"
Recebi este email essa semana, e acho que vale a pena passar aqui para os confrades do HH.
Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.
2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbí. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
Cenário 2:Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinque e fica preso num presídio especial para adolescentes.
Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...
1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...
Cenário 4: Disciplina escolar
1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava umas boas broncas ou, então, nos encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho ainda nos castigava sem piedade, para "enquadrar".
2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e para consolar o filho, compra uma moto para ele.
Cenário 5: Horário de Verão.
1959: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada. Acordamos cedo e vamos às aulas, ao trabalho.
2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite e, nas mulheres, aparece celulite.
Cenário 6: Fim das férias.
1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, sem qualquer tipo de proteção, chega a hora de voltar. No dia seguinte, tudo acontece bem.
2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborreia...
Fica a pergunta ....
QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE "BANDO DE BOSTAS"?
Telmo José
Professor
Agente de Defesa Civil
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Mulher boa de cama tem q ser promíscua?!!
Por Hero Hua
Uma das coisas q odeio q as mulheres ditas liberais dizem, e de homens q as apoiam, é q existe uma vantagem da libertinagem feminina, pois se vc se casa com uma dessas q já deu pra meio mundo vc terá uma esposa boa de cama.
Isso é desculpa para a putaria e para q os trouxas as aceitem. Para uma mulher ser boa de cama ela não precisa ter rodado em mil picas, pra q ela seja boa de cama, independente dela ser bastante ou pouco experiente, ou até virgem, basta apenas q ela realmente goste de sexo.
Pq mulher ruim de cama não gosta de sexo de verdade. Só o faz porque convém a elas prender o homem.
Tb não concordo muito com aquela frase "mulher tem q ser uma dama na sociedade e uma puta para seu marido". Putas costumam a fazer sexo frio em troca de dinheiro, o q mais odiamos é mulheres interesseiras e jamais gostariamos de ter uma esposa assim. O correto seria dizer q a mulher deve ser uma dama na sociedade e q na cama com o seu marido goste realmente de fazer sexo.
Um grande erro da sociedade nos tempos antigos é considerar uma mulher q goste de sexo como vadia. Ela tinha relações com o marido mas não podia manifestar q estava gostando. Como conseqüencia dessa repressão, surgiram nos dias atuais esse bando de putas feministas revoltadas q trepam com tudo o q vê pela frente, até com o poste.
A mulher deve ser considerada vadia se ela sai transando com outros homens fora do casamento, e não apenas por gostar de sexo.
Uma das coisas q odeio q as mulheres ditas liberais dizem, e de homens q as apoiam, é q existe uma vantagem da libertinagem feminina, pois se vc se casa com uma dessas q já deu pra meio mundo vc terá uma esposa boa de cama.
Isso é desculpa para a putaria e para q os trouxas as aceitem. Para uma mulher ser boa de cama ela não precisa ter rodado em mil picas, pra q ela seja boa de cama, independente dela ser bastante ou pouco experiente, ou até virgem, basta apenas q ela realmente goste de sexo.
Pq mulher ruim de cama não gosta de sexo de verdade. Só o faz porque convém a elas prender o homem.
Tb não concordo muito com aquela frase "mulher tem q ser uma dama na sociedade e uma puta para seu marido". Putas costumam a fazer sexo frio em troca de dinheiro, o q mais odiamos é mulheres interesseiras e jamais gostariamos de ter uma esposa assim. O correto seria dizer q a mulher deve ser uma dama na sociedade e q na cama com o seu marido goste realmente de fazer sexo.
Um grande erro da sociedade nos tempos antigos é considerar uma mulher q goste de sexo como vadia. Ela tinha relações com o marido mas não podia manifestar q estava gostando. Como conseqüencia dessa repressão, surgiram nos dias atuais esse bando de putas feministas revoltadas q trepam com tudo o q vê pela frente, até com o poste.
A mulher deve ser considerada vadia se ela sai transando com outros homens fora do casamento, e não apenas por gostar de sexo.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
[Relatos] Mulheres casadas que traem !
Relatos chocantes de mulheres que traem seus maridos, mesmo ele sendo romantico, de bem , trabalhador, tudo que uma mulher procura , lembra? rs... Atenção não vomitem e nem quebrem os computadores.
Professora, 30 anos
Casada há nove anos, mãe de dois filhos
"Não é que eu seja mal-amada: meu marido é um tesouro, e vivemos muito bem. Nem penso em me separar. O fato de ter pulado a cerca e de pular novamente sempre que me der vontade não é culpa dele nem minha. A gente se casa cheio de paixão, mas o romance se desgasta, acaba o olho no olho e o frio na espinha.
Não sou vulgar, mas já tive vários casos. Esses relacionamentos são para preservar meu lar, ficar mais feliz. Transar com o marido é, às vezes, quase uma violência, como se fosse com o pai ou o irmão. Mas fazer o quê? A união não é só sexo, tem muitas outras coisas. Posso não acreditar muito no casamento, mas acredito menos ainda na separação. Se eu pegar outro marido, vai virar a mesma rotina, e o meu é melhor que todos eles. E ele jamais imaginaria que tenho casos, porque não ando por aí me expondo. É tudo muito escondido. Tenho uma história por vez, que dura um, dois anos. Algumas vezes, me apaixono e, então, me despedaço.
Não acho errado trair, não do jeito que faço. Tomo muito cuidado, namoro por telefone ou me encontro com ele no meio do dia, e digo que fui ao Centro. Nos vemos de 15 em 15 dias, mais ou menos, e ele sempre me deixa em uma rua bem longe de casa. Não digo que seja fácil, mas não exponho meu marido nem meus filhos. Então, vou ter culpa por quê? Fico culpada, sim, quando não tenho ninguém, quando fico infeliz. Agora, estou há um ano e dois meses em uma história bem light com alguém do trabalho. É um namorado só para me dar um pouco de alegria.
Tenho certeza de que, quando eu ficar beeeem velhinha, isso vai acabar. Aí, se eu não for feliz, vou me contentar com a minha vida e os meus netos. Mas enquanto eu for bonita e nova não vou me enterrar."
Profissional liberal, 50 anos
Separada, mãe de três filhos
"Fui casada por mais de 20 anos. Casei-me virgem, aos 22 anos, para ser de um homem só. Não estava procurando ninguém, mas tinha insatisfações: falta de namoro, de diálogo. Até então, ficava me dizendo que ele era bom pai, bom marido. Tentava me contentar com aquilo que não me satisfazia, nem como mulher.
Então, conheci uma pessoa em uma festa, alguém próximo de nós. Foi fulminante. Fiquei mais de 12 anos com ele. Parecia uma adolescente, não dominava meus sentimentos. Ele também era casado, e nós tentávamos fugir disso, mas não conseguíamos. Por mais que tentássemos encobrir, era transparente. Com o passar do tempo, conhecidos ficaram sabendo, porque nós convivíamos juntos como casais. Éramos forçosamente amigos, porque eu não tinha nada em comum com a mulher dele nem ele com meu marido. Manipulávamos encontros para estarmos perto. É algo de que hoje me envergonho, mas era mais forte que eu.
Meu marido desconfiava, mas não tinha coragem de enfrentar. Até porque, desde que tive outra pessoa, ele nunca mais me tocou. Pensei em me separar muitas vezes, mas ele não queria e havia os filhos. Também me preocupava com o que iriam dizer. Até que meu marido me deu a entender que sabia de tudo, e aproveitei para pedir a separação. Meses depois, ele se separou também, e nós assumimos. Foi difícil com nossos filhos e é até agora.
Muitos ficaram contra mim, me viraram a cara. É fácil julgar os outros. Sei racionalmente que não agi certo, mas o coração me impedia. Hoje, moramos separados. Sabemos que, por enquanto, tem que ser assim. Existem dificuldades a serem resolvidas e, se forem, maravilha, porque ainda me sinto a mulher mais feliz do mundo nos braços dele."
Advogada, 49 anos
Casada há 25 anos, mãe de dois filhos
"Nunca tive intenção de trair, mas quando vi estava completamente envolvida por outra pessoa. Havia descoberto uma felicidade que não tinha até então, visceral. Estava casada há mais de 10 anos, e o casamento era muito diferente do que eu imaginara. Fui feliz com este outro homem por três anos em uma relação muito prazerosa. Cheguei a acreditar que tinha encontrado a metade da laranja.
Conheci ele na faculdade, e nos encontrávamos em horário de trabalho. A emoção era tanta que eu tinha até ânsia de vômito antes. Ele também era casado e tinha filhos. Tivemos uma amostra de felicidade, porque nossa história era mais ou menos igual, de casamentos mornos, mesmos ideais, tudo fechava. Mas sabia que não iria muito longe pelo comprometimento que tínhamos com nossas famílias e nossa educação.
Havia também a questão financeira: ele teria que deixar bem a mulher e os filhos, e eu teria de abrir mão, por estar deixando a casa, do pouco que havia amealhado. Ficaríamos sem nada em nome do nosso amor. Ele vinha de uma família de pais separados, e eu tinha perdido minha mãe, o que pesava quando pensava nos meu filhos. Diante disso tudo, a gente se acovardava.
Ficamos mais íntimos para poder chorar as horas que ficávamos separados e cobrar a distância um do outro. A mulher dele desconfiou e começou a pressioná-lo, assim se escassearam nossos encontros. Quando vimos que a relação dava mais sofrimento que prazer, já que nem podíamos andar de mãos dadas no shopping, decidimos acabar. Nunca mais tivemos contato.
Meu marido já desconfiava, porque eu tinha ficado mais bonita e confiante. No meio da crise, contei tudo a ele e aos meus filhos. Precisava desabafar, e eles perceberam que eu estava sofrendo e até ficaram com pena. Disse que tivera um caso e que nunca tinha sido tão feliz, mas que não dava mais para continuar. Falei ao meu marido para fazer o que quisesse, mas ele não quis ir embora, continua comigo. Não temos mais nada, nasceu uma amizade.
Tive uma depressão profunda, que culminou com um câncer. Acho que só hoje estou me recolocando na vida. Esse relacionamento me trouxe mais prejuízo que felicidade, mas faria tudo de novo, com mais experiência. Deixaria de lado o sentimento de posse para ser feliz por mais um tempo. Na ansiedade de tê-lo, acabava cobrando demais. Não soube ser uma boa amante.
Hoje, meu marido eu dormimos em quartos separados, mas não penso em me separar nem em ter um novo amante. Parece que a fonte secou."
Dona de casa, 37 anos
Casada há 20 anos, mãe de uma filha
"Comecei a trair depois de uns quatro anos de casada. Casei-me muito jovem, aos 17 anos, tinha uma expectativa muito grande, quase surreal. Depois, vi que todos os casamentos são iguais.
A primeira relação que tive foi com uma amiga. Era algo assustador, e contei para o meu marido. Quis me separar, mas ele não aceitou, disse que se eu conseguisse administrar a situação, tudo bem. Comi o pão que o diabo amassou. Foram 12 anos de idas e vindas com ela, mas nesse meio tempo saía com outros homens, só para me divertir. Acho que meu marido até desconfiava.
Há três anos, tenho um relacionamento muito importante para mim. A gente se conheceu por acaso, e, dias depois, ele me ligou para dizer que não parava de pensar em mim. Aí, a história começou. Mas eu sempre falava para termos cuidado para não prejudicarmos nossas famílias. A mulher dele teve vários problemas de saúde, e eu não queria causar a infelicidade de ninguém.
Combinamos de nos encontrar no máximo a cada 10 dias, mas nos apaixonamos e isso não era mais suficiente. Hoje, nos vemos duas vezes por semana. Antes, tinha casos por bobeira, agora é uma troca. Então, não sinto que esteja fazendo nada errado, pelo contrário: as coisas até melhoraram em casa. E nunca fico falando mal do meu marido, só bem.
Sinto-me melhor com meu namorado do que com meu marido, mas não penso em separação. Não consigo me enxergar sozinha nem teria coragem de separar minha filha de seu pai. Ter um caso é uma coisa, conviver é outra. Meu casamento não é insatisfatório, já que tenho esse complemento e a lacuna sexual foi preenchida. E como tenho um carinho muito grande por meu marido, não chega ser um sacrifício transar com ele.
No futuro, penso em ter uma velhice boa com meu marido. E também com essa outra pessoa, com quem tenho um pacto de nunca me separar. Digo ao meu marido que nunca me deixe. E digo o mesmo a essa outra pessoa."
Fonte
Professora, 30 anos
Casada há nove anos, mãe de dois filhos
"Não é que eu seja mal-amada: meu marido é um tesouro, e vivemos muito bem. Nem penso em me separar. O fato de ter pulado a cerca e de pular novamente sempre que me der vontade não é culpa dele nem minha. A gente se casa cheio de paixão, mas o romance se desgasta, acaba o olho no olho e o frio na espinha.
Não sou vulgar, mas já tive vários casos. Esses relacionamentos são para preservar meu lar, ficar mais feliz. Transar com o marido é, às vezes, quase uma violência, como se fosse com o pai ou o irmão. Mas fazer o quê? A união não é só sexo, tem muitas outras coisas. Posso não acreditar muito no casamento, mas acredito menos ainda na separação. Se eu pegar outro marido, vai virar a mesma rotina, e o meu é melhor que todos eles. E ele jamais imaginaria que tenho casos, porque não ando por aí me expondo. É tudo muito escondido. Tenho uma história por vez, que dura um, dois anos. Algumas vezes, me apaixono e, então, me despedaço.
Não acho errado trair, não do jeito que faço. Tomo muito cuidado, namoro por telefone ou me encontro com ele no meio do dia, e digo que fui ao Centro. Nos vemos de 15 em 15 dias, mais ou menos, e ele sempre me deixa em uma rua bem longe de casa. Não digo que seja fácil, mas não exponho meu marido nem meus filhos. Então, vou ter culpa por quê? Fico culpada, sim, quando não tenho ninguém, quando fico infeliz. Agora, estou há um ano e dois meses em uma história bem light com alguém do trabalho. É um namorado só para me dar um pouco de alegria.
Tenho certeza de que, quando eu ficar beeeem velhinha, isso vai acabar. Aí, se eu não for feliz, vou me contentar com a minha vida e os meus netos. Mas enquanto eu for bonita e nova não vou me enterrar."
Profissional liberal, 50 anos
Separada, mãe de três filhos
"Fui casada por mais de 20 anos. Casei-me virgem, aos 22 anos, para ser de um homem só. Não estava procurando ninguém, mas tinha insatisfações: falta de namoro, de diálogo. Até então, ficava me dizendo que ele era bom pai, bom marido. Tentava me contentar com aquilo que não me satisfazia, nem como mulher.
Então, conheci uma pessoa em uma festa, alguém próximo de nós. Foi fulminante. Fiquei mais de 12 anos com ele. Parecia uma adolescente, não dominava meus sentimentos. Ele também era casado, e nós tentávamos fugir disso, mas não conseguíamos. Por mais que tentássemos encobrir, era transparente. Com o passar do tempo, conhecidos ficaram sabendo, porque nós convivíamos juntos como casais. Éramos forçosamente amigos, porque eu não tinha nada em comum com a mulher dele nem ele com meu marido. Manipulávamos encontros para estarmos perto. É algo de que hoje me envergonho, mas era mais forte que eu.
Meu marido desconfiava, mas não tinha coragem de enfrentar. Até porque, desde que tive outra pessoa, ele nunca mais me tocou. Pensei em me separar muitas vezes, mas ele não queria e havia os filhos. Também me preocupava com o que iriam dizer. Até que meu marido me deu a entender que sabia de tudo, e aproveitei para pedir a separação. Meses depois, ele se separou também, e nós assumimos. Foi difícil com nossos filhos e é até agora.
Muitos ficaram contra mim, me viraram a cara. É fácil julgar os outros. Sei racionalmente que não agi certo, mas o coração me impedia. Hoje, moramos separados. Sabemos que, por enquanto, tem que ser assim. Existem dificuldades a serem resolvidas e, se forem, maravilha, porque ainda me sinto a mulher mais feliz do mundo nos braços dele."
Advogada, 49 anos
Casada há 25 anos, mãe de dois filhos
"Nunca tive intenção de trair, mas quando vi estava completamente envolvida por outra pessoa. Havia descoberto uma felicidade que não tinha até então, visceral. Estava casada há mais de 10 anos, e o casamento era muito diferente do que eu imaginara. Fui feliz com este outro homem por três anos em uma relação muito prazerosa. Cheguei a acreditar que tinha encontrado a metade da laranja.
Conheci ele na faculdade, e nos encontrávamos em horário de trabalho. A emoção era tanta que eu tinha até ânsia de vômito antes. Ele também era casado e tinha filhos. Tivemos uma amostra de felicidade, porque nossa história era mais ou menos igual, de casamentos mornos, mesmos ideais, tudo fechava. Mas sabia que não iria muito longe pelo comprometimento que tínhamos com nossas famílias e nossa educação.
Havia também a questão financeira: ele teria que deixar bem a mulher e os filhos, e eu teria de abrir mão, por estar deixando a casa, do pouco que havia amealhado. Ficaríamos sem nada em nome do nosso amor. Ele vinha de uma família de pais separados, e eu tinha perdido minha mãe, o que pesava quando pensava nos meu filhos. Diante disso tudo, a gente se acovardava.
Ficamos mais íntimos para poder chorar as horas que ficávamos separados e cobrar a distância um do outro. A mulher dele desconfiou e começou a pressioná-lo, assim se escassearam nossos encontros. Quando vimos que a relação dava mais sofrimento que prazer, já que nem podíamos andar de mãos dadas no shopping, decidimos acabar. Nunca mais tivemos contato.
Meu marido já desconfiava, porque eu tinha ficado mais bonita e confiante. No meio da crise, contei tudo a ele e aos meus filhos. Precisava desabafar, e eles perceberam que eu estava sofrendo e até ficaram com pena. Disse que tivera um caso e que nunca tinha sido tão feliz, mas que não dava mais para continuar. Falei ao meu marido para fazer o que quisesse, mas ele não quis ir embora, continua comigo. Não temos mais nada, nasceu uma amizade.
Tive uma depressão profunda, que culminou com um câncer. Acho que só hoje estou me recolocando na vida. Esse relacionamento me trouxe mais prejuízo que felicidade, mas faria tudo de novo, com mais experiência. Deixaria de lado o sentimento de posse para ser feliz por mais um tempo. Na ansiedade de tê-lo, acabava cobrando demais. Não soube ser uma boa amante.
Hoje, meu marido eu dormimos em quartos separados, mas não penso em me separar nem em ter um novo amante. Parece que a fonte secou."
Dona de casa, 37 anos
Casada há 20 anos, mãe de uma filha
"Comecei a trair depois de uns quatro anos de casada. Casei-me muito jovem, aos 17 anos, tinha uma expectativa muito grande, quase surreal. Depois, vi que todos os casamentos são iguais.
A primeira relação que tive foi com uma amiga. Era algo assustador, e contei para o meu marido. Quis me separar, mas ele não aceitou, disse que se eu conseguisse administrar a situação, tudo bem. Comi o pão que o diabo amassou. Foram 12 anos de idas e vindas com ela, mas nesse meio tempo saía com outros homens, só para me divertir. Acho que meu marido até desconfiava.
Há três anos, tenho um relacionamento muito importante para mim. A gente se conheceu por acaso, e, dias depois, ele me ligou para dizer que não parava de pensar em mim. Aí, a história começou. Mas eu sempre falava para termos cuidado para não prejudicarmos nossas famílias. A mulher dele teve vários problemas de saúde, e eu não queria causar a infelicidade de ninguém.
Combinamos de nos encontrar no máximo a cada 10 dias, mas nos apaixonamos e isso não era mais suficiente. Hoje, nos vemos duas vezes por semana. Antes, tinha casos por bobeira, agora é uma troca. Então, não sinto que esteja fazendo nada errado, pelo contrário: as coisas até melhoraram em casa. E nunca fico falando mal do meu marido, só bem.
Sinto-me melhor com meu namorado do que com meu marido, mas não penso em separação. Não consigo me enxergar sozinha nem teria coragem de separar minha filha de seu pai. Ter um caso é uma coisa, conviver é outra. Meu casamento não é insatisfatório, já que tenho esse complemento e a lacuna sexual foi preenchida. E como tenho um carinho muito grande por meu marido, não chega ser um sacrifício transar com ele.
No futuro, penso em ter uma velhice boa com meu marido. E também com essa outra pessoa, com quem tenho um pacto de nunca me separar. Digo ao meu marido que nunca me deixe. E digo o mesmo a essa outra pessoa."
Fonte
Mulheres podem superar os homens em racionalidade?
Este, talvez, é um dos maiores nós na ideologia masculinista. Afinal, os homens foram programados para superar as mulheres em tudo: força, inteligência, criatividade, objetividade, resistência, disciplina, moralidade e coragem. A comparação entre um homem comum e uma mulher comum beira a covardia quando mensuramos qualquer uma dessas características. Somos natualmente melhores em tudo!
Mesmo assim, o questionamento persiste. Pode uma mulher superar os homens naquelas características em que eles são naturalmente melhores? A resposta é SIM! Elas podem, sim, ser mais fortes, mais inteligentes, mais criativas, mais objetivas, mais resistentes, mais disciplinadas, mais éticas e mais corajosas! Provas do que eu estou escrevendo estão por toda a parte! No seu trabalho, na sua faculdade, na sua roda de amigos, etc. sempre haverá, pelo menos, uma mulher que supere os homens em alguma dessas características!
Só que existe um porém nisso tudo: a super-habilidade feminina sempre será uma característica ARTIFICIAL. Lembre-se bem: homens são NATURALMENTE melhores em tudo! Para superar um homem, a mulher irá precisar de MUITA DISCIPLINA, MUITO ESFORÇO e, principalmente, deverá NEGAR QUASE TODA A SUA NATUREZA FEMININA! Resumindo: mulheres que superam homens perderão, fatalmente, sua feminilidade.
Na prática, significa que a mulher terá de abrir mão dos seus encantos para superar os homens. À medida que ela se torna mais racional, mais objetiva, ela se tornará MENOS ATRAENTE para os homens. Ela verá cada vez mais homens a admirando por sua "inteligência", pelo seu "destaque"; em contrapartida, cada vez menos homens irão se excitar com o corpo dela. E, o mais provável, cada vez mais os homens a tratarão como a um igual (como a um homem).
Não foi uma nem duas vezes que observei mulheres em cargos altos. O mais engraçado é que eu, como homem, não conseguia ter, por elas, a mesma atração física que sinto por meras estudantes, meras atendentes de loja, meras recepcionistas. Quando cheguei a ter alguma atração por uma destacada, eu observei melhor e percebi que ela não tinha nenhuma inteligência, nenhum destaque, nada. Ela só estava naquele cargo porque abriu as pernas para o chefe.
Este é o preço que a mulher paga por superar os homens. Depois que elas percebem a burrada que fizeram com suas próprias vidas, elas começam a se comportar de forma patética. Tentam voltar a se comportar como menininhas irresponsáveis, tentam conversar com voz fina (até a voz engrossou), tentam ser menos autoritárias com os subordinados, colocam roupas justas e saias acima do joelho (ficam horrorosas), entopem a cara de maquiagem. Ficam parecendo verdadeiros espantalhos!
Homens foram programados para proteger. Nada satisfaz mais um homem que colocar seu instinto protetor em prática. Homens chegam ao ponto de morrer felizes se souberem que o fizeram para proteger a amada. Por isso, as burras, as frágeis, as emocionais sempre fazem sucesso entre eles. Fazem sucesso porque despertam o instinto protetor masculino. Na cabeça deles, uma criatura tão patética, tão indefesa precisa ser protegida.
Ele não busca uma super-mulher que supera ele em tudo. O homem até admira uma mulher racional, inteligente e lógica. Ele gosta de dialogar com uma mulher inteligente; mas sem conotação sexual! A admiração do homem se limitará a uma mera admiração! Nada mais que isso! Ele, simplesmente, não quer transar com ela!
Condoleeza Rice nua! E aí? Sentiu tesão na coroa?
Outra grande verdade: mulheres tidas como "duronas" costumam adoecer mais. Repare bem no seu trabalho quem costuma adoecer mais. O preço que a mulher paga por superar os homens parece não se limitar só ao campo afetivo/sexual. Mas até a saúde dessas super-mulheres parece ser mais afetada.
Para o homem, o trabalho é gratificante. O melhor momento da vida de um homem é a hora do sexo. O segundo melhor momento é o trabalho. Enquanto isso, o trabalho parece ser degradante para elas.
Pensava eu que as reclamações das colegas de trabalho fossem por puro vitimismo. Engano. Elas realmente sofrem com aquela atividade. Se você parar para observar, com o passar dos anos, elas vão se acabando naquele serviço. Envelhecem mais rápido que as demais. E, muitas vezes, quando finalmente chegam lá, elas estão sozinhas, criando gatos. Quem vive se queixando de doenças ocupacionais? Quem é mais afastado por problemas de saúde? Quem se estressa mais? Homens ou mulheres?
O sucesso feminino tem um preço a pagar. Disso, não tenho dúvidas.
Tímidos de hoje = Futuros CSP de amanhã
Por Conservador
Caros confrades, alguém já reparou na relação entre tímidos e CSP?
Os tímidos são homens que não enquadram no conceito de manginas, uma vez que a sua personalidade introspectiva não permite bajular mulheres em busca de uma possível chance de relacionamento. Então os tímidos passam a ser celibatários involuntários(não exite tímido destacado) e muitos vezes por isso se apegam ao desenvolvimento profissional e financeiro como forma de atrair as mulheres e facilitar o seu trabalho.
Porém o que eles conseguem atrair com isso são balzacas micareteiras, mães solteiras e todo tipo de mulher desesperada para se encostar já que o poder de barganha delas não é mais o mesmo.
Mediante a inocência dos tímidos devido a falta de contato feminino no começo de sua juventude, eles se tornam presas fáceis pois a menor demonstração de afeto feminino dessas balzacas já lhe é suficiente para se apaixonar e viver o tão esperado conto de fadas da juventude. Tornando-os assim os CSP da vez.
Tímidos não conseguem entender que são invisíveis aos olhos femininos quando as mesmas possuem poder de barganha, eles pensam que o problema é tão somente a sua timidez e precisa só de outras maneiras para compensar isso.
Se eles não forem avisados da real será só questão de tempo para a transformação de tímidos em CSP, um dos maiores inimigos da REAL pois premiam a mulher pelos seus erros quando mais novas.
Caros confrades, alguém já reparou na relação entre tímidos e CSP?
Os tímidos são homens que não enquadram no conceito de manginas, uma vez que a sua personalidade introspectiva não permite bajular mulheres em busca de uma possível chance de relacionamento. Então os tímidos passam a ser celibatários involuntários(não exite tímido destacado) e muitos vezes por isso se apegam ao desenvolvimento profissional e financeiro como forma de atrair as mulheres e facilitar o seu trabalho.
Porém o que eles conseguem atrair com isso são balzacas micareteiras, mães solteiras e todo tipo de mulher desesperada para se encostar já que o poder de barganha delas não é mais o mesmo.
Mediante a inocência dos tímidos devido a falta de contato feminino no começo de sua juventude, eles se tornam presas fáceis pois a menor demonstração de afeto feminino dessas balzacas já lhe é suficiente para se apaixonar e viver o tão esperado conto de fadas da juventude. Tornando-os assim os CSP da vez.
Tímidos não conseguem entender que são invisíveis aos olhos femininos quando as mesmas possuem poder de barganha, eles pensam que o problema é tão somente a sua timidez e precisa só de outras maneiras para compensar isso.
Se eles não forem avisados da real será só questão de tempo para a transformação de tímidos em CSP, um dos maiores inimigos da REAL pois premiam a mulher pelos seus erros quando mais novas.
A maioria dos homens são bananas!!!
Por Hero Hua
É lamentável como a maioria dos homens necessitam da aprovação das mulheres para viverem. Colocam os conceitos e valores delas na frente dos deles, tudo para agradar como um cachorrinho implorando por comida.
O maior golpe aplicado pelas mulheres é aquele q diz "O homem q é reprovado por uma mulher é um fracassado." Muitos acreditam realmente nisso, q o valor e a vitória de um homem na vida depende dele ser aceito por uma mulher.
Não podemos dizer não aos absurdos q elas nos impõe, senão somos machistas. Não temos o direito de não aceita-las senão somos considerados homossexuais (como se somente elas tivessem o direito a seleção). E o pior, não temos o direito de viver sem elas, senão somos considerados fracassados, perdedores e infelizes!
Perceberam q existe toda uma imposição para q sejamos eternos escravos das mulheres? E o pior, a maioria dos homens estão caindo nessa feito patinhos!
É lamentável como a maioria dos homens necessitam da aprovação das mulheres para viverem. Colocam os conceitos e valores delas na frente dos deles, tudo para agradar como um cachorrinho implorando por comida.
O maior golpe aplicado pelas mulheres é aquele q diz "O homem q é reprovado por uma mulher é um fracassado." Muitos acreditam realmente nisso, q o valor e a vitória de um homem na vida depende dele ser aceito por uma mulher.
Não podemos dizer não aos absurdos q elas nos impõe, senão somos machistas. Não temos o direito de não aceita-las senão somos considerados homossexuais (como se somente elas tivessem o direito a seleção). E o pior, não temos o direito de viver sem elas, senão somos considerados fracassados, perdedores e infelizes!
Perceberam q existe toda uma imposição para q sejamos eternos escravos das mulheres? E o pior, a maioria dos homens estão caindo nessa feito patinhos!
domingo, 28 de agosto de 2011
Uma matrix chamada Igreja
O texto de hoje é mais direcionado para religiosos. O que não significa que ateus não possam tirar algum proveito. Não estou querendo criar qualquer discussão sobre a existência ou não de Deus, sobre qual seria a religião correta, etc. Estou querendo, apenas, passar uma visão pessoal sobre as igrejas cristãs atuais.
O relativismo cultural tomou conta de toda a sociedade. Com as igrejas cristãs, não seria diferente. Em especial, as igrejas evangélicas. O relativismo evangélico chega a ser ainda mais asqueroso que o relativismo "mundano". As igrejas deveriam servir de bússola moral para a sociedade. A ética cristã, esperava-se, deveria situar em um nível superior ao do restante da sociedade. Na teoria, deveria funcionar assim. Mas a realidade é bem diferente do que enxergamos como uma igreja ideal.
Quem nunca ouviu frases do tipo: "eu, ir em tal igreja? Para ficar igual fulano, igual ciclano que vai lá? Tô fora! Prefiro buscar a Deus em casa!". Ou "eu é que não piso nessa igreja. Ciclano, que frequenta essa igreja, me pediu dinheiro emprestado e não me pagou!". Talvez essa: "o pastor dessa igreja trai a mulher! Todo mundo já viu!". E por aí vai!
Por que isso está acontecendo?
Se me pedissem uma resposta simplista para o problema da religião atual, eu iria dizer que o problema principal está na interpretação de Mateus 7:1. O versículo diz o seguinte:
Não julgueis, para que não sejais julgados.
O que este versículo significa? Significa o seguinte: antes de você condenar alguém, procure saber o que ocorreu de fato! Não condene ninguém antecipadamente! Ou seja, o versículo deveria ser usado para evitar injustiças.
Porém, o que está ocorrendo? Na prática, este versículo tem sido usado para justificar toda sorte de PODRIDÃO dentro das igrejas! O irmão roubou? Não julgueis! A irmã traiu o marido? Não julgueis! O pastor foi pego em um esquema de corrupção? Não julgueis! E por aí vai!
Por causa desse papo de "não julgueis" (uma forma de relativizar os erros das pessoas) a moral das igrejas foi jogada no lixo. Por causa do tal "não julgueis", pessoas imorais tomaram a frente das igrejas, empurrando ainda mais o cristianismo para o buraco! Com isso, o ateísmo se expande! Por causa dessas pseudo-igrejas, a Bíblia está cada vez mais desacreditada!
A igreja ensinou às pessoas coisas absurdas! Outro exemplo é a história do perdão divino. Por causa do tal "perdão divino", a pessoa se sente à vontade para errar! Não tem problema, é só dobrar os joelhos e pedir "perdão a Deus", que vai estar tudo certo. Se, por exemplo, um sujeito matar, roubar, estuprar e fazer o diabo a quatro, é só pedir perdão que fica tudo certo para a Igreja. O sujeito pode até se tornar pastor e dirigir uma congregação!!! Não é à toa que os ateus fazem chacota das igrejas atuais. Este conceito de justiça, realmente, é muito estranho.
O relativismo cultural distorceu conceitos como o do perdão divino. Este conceito diz respeito apenas à salvação eterna! Aqui, na Terra, essa história de perdão não vale! Ele não irá escapar das consequências dos erros aqui na Terra! Se você matar alguém e pedir perdão, Deus até pode perdoar. Mas você irá preso e vai cumprir a pena!
Moisés, por exemplo, era um homem exemplar, mas que pecou feio diante do povo. Ele pediu perdão. Deus perdoou Moisés. Mas, como castigo, ele não iria entrar na Terra Prometida.
Davi foi outro exemplo de homem que pecou e pediu perdão. Deus perdoou. Mas ele ficou impedido de construir o templo, e a família dele pagou CARO por causa do erro dele.
Josias foi um dos maiores exemplos de caráter da Bíblia. Mesmo assim, um dia ele se atreveu a ir para a frente da batalha contra a ordem do profeta e MORREU por causa disso. Com certeza, ele foi perdoado. Mas teve de pagar um preço caro pelo erro!
Alguém que comete um adultério, por exemplo, até poderia ser perdoado. Mas isso não o livra das consequências. Uma delas: este (a) sujeito (a) deveria ser impedido de assumir qualquer função na igreja. O objetivo: manter um certo nível moral dentro da igreja. Um adúltero jamais poderia chegar ao posto de padre, pastor, bispo, etc. É o que ocorre na prática?
Outro exemplo: mulheres que viveram uma vida de orgias, promiscuidade. Quando ficaram velhas, correram para a Igreja, pediram perdão e ficou tudo certo! Elas até podem arrumar um irmão abençoado para se casar, sem maiores problemas! E com vestido branco ainda por cima!!!
Quem nunca ouviu falar das tais irmãs que posaram para a Playboy, fizeram filme pornô e, depois, quando já estão velhas e esquecidas pela mídia, correm para a Igreja, assumem um cargo qualquer por lá, arrumam um CSP e viram "cantoras gospel"? Isso é o que mais ocorre dentro das igrejas evangélicas. Virou moda a Igreja ser aposentadoria de balzaquianas vadias!
Por falar em mulheres, vamos tocar em uma ferida: a submissão da mulher.
A Bíblia é bem clara sobre a submissão feminina. Está lá, escancarado, que a mulher deve obediência ao marido. Outra: mulher não pode assumir nenhum cargo dentro da igreja. Leia a Bíblia e constate por si só!
E o que vemos na prática? Mulheres assumindo cargos e mais cargos, e até mesmo a liderança da igreja e mandando em homens! As igrejas até incentivam isso! Algumas vem com papinho de que "a força da mulher deve ser usada para o bem do corpo de Cristo" (faça-me rir). Outras vem com a velha história dos direitos iguais (até na igreja esse papo colou!!!).
Posto isso, não é de se estranhar a decadência da igreja atual. Moralmente falando, as igrejas são instituições mortas hoje. Elas não são nem um pouco melhores que uma empresa, por exemplo. Quem pára um momento para reparar percebe que não existe diferença entre as pessoas da igreja das pessoas "mundanas".
A verdade é que as igrejas não cumprem mais a função de doutrinadoras da sociedade há tempos! Ninguém aprende mais a se tornar moral dentro de uma igreja! Você não irá aprender a ser mais ético, mais honesto, mais justo, mais digno, enfim, você não irá se tornar melhor simplesmente indo em uma igreja! E, se isso vale para você, vale também para as pessoas que sentam ao seu lado!
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