Será porque grande parte dos homens esta sendo criado por mães solteiras ou, quando casadas, a presença do pai é anulada de tal forma que o menino só terá referência na mãe para o desenvolvimento de sua personalidade?
Sabemos que mãe é mãe e que, via de regra, ama seu filho de forma incondicional. Todavia, amar também é reprimir as faltas de sua prole. Quem ama educa. E o que assistimos hoje são mães complacentes para com os vícios dos filhos. Ao invés de educarem a criança, estão, na verdade, criando verdadeiros monstros.
Na Baixa Idade Média até o final da Idade Moderna era comum o pai acompanhar a criação de seu filho desde a tenra idade, pois, entre os séculos XII a XVIII, existia um sistema de produção não capitalista [ou pré-capitalista], chamada Corporações de Ofício, que consistia na produção de mercadorias marcada pela hierarquia e pelo controle da técnica de produção. Assim, a Corporação de Ofício era uma associação de produtores que exerciam a mesma função laboral, sendo tradição de pai para filho ensinar as técnicas profissionais de sua profissão. Portanto, desde cedo o filho acompanhava seu genitor e aprendia a exercer sua profissão, ficando mais maduro e responsável com tão pouca idade.
Como o filho ficava a maior parte do tempo com o pai, aprendia também desde logo a desenvolver caráter masculino, como honra, coragem, dignidade, bravura, etc.
Todavia, com o advento e irradiação da Revolução Industrial, entre os séculos XVIII e XIX, as Corporações de Ofício praticamente foram varridas da Europa, e, em seu lugar, vieram as grandes indústrias, cuja mentalidade vigente era a maximização do lucro. O mundo passou então a conhecer o capitalismo em sua forma mais bruta. Era comum homens laborarem em fábricas durante 12, 14, 16, até 18 horas por dia, e todas as qualificações profissionais que antes ele adquiriu nas antigas Corporações de Ofício agora nada mais valiam, pois o trabalhador perdeu sua dignidade e se tornou parte da engrenagem da Grande Máquina Industrial. Na ocasião, como não era mais viável o filho acompanhar o pai em seu labor, as crianças ficavam em casa sendo criadas pelas mães.
O problema de ser criado exclusivamente pela mulher é que o menino, via de regra e em maior ou menor grau, terá sua virilidade podada. Ora, sabemos bem que as mulheres são seres subjetivos, emotivos, inseguros e instáveis. Um garoto ócio e criado exclusivamente pela mãe fatalmente sofrerá influências da personalidade materna. Ao invés de desenvolver suas características naturais como honra, bravura, lealdade, objetividade, segurança e racionalidade, sem a presença constante do pai o filho terá todas essas qualidades inerentes ao sexo masculino sufocadas, em maior ou menor grau.
Deve-se esclarecer que homem efeminado significa aquele que tem trejeitos femininos e que não se confunde com o homossexual. É bastante comum, portanto, que embora o sujeito seja heterossexual, possui característica efeminada.
Sabemos que a esmagadora maioria da mulher moderna não presta para o matrimônio e, tampouco, para a consolidação do núcleo familiar. A dignidade da mulher nos dias atuais é tão trágica que nem mesmo se presta a ser boa mãe. A mulher moderna chega a ser até mais incompetente que o homem para a criação da prole. A título de exemplo, na obra intitulada “O Sexo Privilegiado”, de Martin Van Creveld, o autor nos brinda com um interessante dado estatístico sobre a população carcerária nos Estados Unidos. Diz o escritor que na América,
“70% dos prisioneiros jovens cresceram em famílias com um único genitor, das quais cinco sextos eram chefiadas por mulheres; aparentemente, ter um padrasto é melhor do que nada.” [GRIFO MEU].
No Brasil, acredito, a realidade não deve ser muito diferente. Alguém precisa repassar esses dados aludidos aos nossos magistrados [e legisladores] para, quem sabe, acordar o Poder Judiciário e fazer aplicar uma lei mais justa e de acordo com a realidade brasileira, no tocante ao divórcio e guarda dos filhos...
A tragédia da mulher do século XXI é de tal proporção que até mesmo naquilo que ela deveria levar mais jeito e ser melhor que o homem, na criação da prole e ser a coluna da família, ela se mostra incompetente e faz um desserviço à humanidade. O resultado disso é o número cada vez maior de filhos rebeldes, egoístas, imaturos, hedonistas e caídos na marginalidade.
Não se iludam, meus jovens, pois as coisas tendem a piorar na medida em que nos afastamos da família tradicional. Nada disso vai mudar se o homem e a mulher não voltarem a ter sua dignidade e ser aquilo que sempre deveriam ser: homem sendo homem e mulher sendo mulher.
MULHERES, GO HOME!











