quarta-feira, 29 de maio de 2013

Estou apaixonado por colega de trabalho, faculdade, vizinha, ou qualquer mulher que tenho contato diário

Depois que alguns caras postaram essa dúvida no fórum, me obriguei a fazer um texto extra. O texto principal é publicado no final de semana. Esse texto foi escrito às pressas, portanto, se sintam à vontade de criticar e acrescentar informações relevantes.




Não foi nem um nem dois confrades da Real que alertaram sobre o risco de se envolver com mulheres próximas. Colega de trabalho, faculdade, vizinha, qualquer mulher em que você seja obrigado a esbarrar diariamente. Cometer este erro é se atirar no verdadeiro inferno, porque, se ela se apaixonar, vai te infernizar, te difamar e fazer de tudo para te fuder.

Se VOCÊ se apaixonar por ela, estará fudido, porque estará incapaz de cumprir a primeira orientação de quem está tentando esquecer alguém: se afastar dela e cortar contato.

Por isso, quem cometeu o erro de se envolver com mulheres próximas e se apaixonou, a única orientação que eu possa dar que realmente funcione é se afastar do lugar que ela se encontra. Nem que, para isso, tenha que tomar atitudes drásticas.

Colega de serviço? Procura outro emprego! Colega de faculdade? Troca de turma, de faculdade, tranca o curso, sei lá! Vizinha? Se muda para outro lugar!

Se alguém tiver orientação melhor, poste aí nos comentários, ou aqui neste tópico.

Medos masculinos e mulheres obsoletas [Pondé]


Um amigo meu que apresentei a real extraiu do livro dele, parabens a toda galera que faz o trabalho de divulgação da real no facebook, fico feliz pois muitos conhecidos e amigos estão procurando, pesquisando e acordando para real graças ao trabalho de vocês.
Esse meu amigo é um. Fica ai o texto para analise dos amigos do forum.

3. Medos masculinos e mulheres obsoletas

Contra um mundo melhor

Ensaios do afeto

Luiz Felipe Pondé 

Ed. Leya

Este ensaio é uma breve reflexão do ponto de vista masculino acerca de algumas questões que afetam a relação entre homens e mulheres no momento contemporâneo. E, portanto, tudo começa com o chamado advento da emancipação feminina e o medo que ela causa nos homens que gostam de mulheres.

Não gosto do termo "emancipação", mas, como ele é de uso corrente, farei uso dele aqui.

"Emancipação", para mim, define-se em três etapas:

Partir de problemas reais. Por exemplo, submissão de algumas mulheres a maridos insuportáveis por falta de grana para mandá-los para o inferno ou impossibilidade de mulheres herdarem patrimônios, como era prática comum no passado. 
Solucionar esses problemas de modo eficaz. Por exemplo, divórcio, profissionalização definitiva das mulheres, nova legislação para proteção dos direitos das mulheres. 
Negar sistematicamente os efeitos colaterais indesejados causados pelas soluções dadas (item 2) aos problemas reais (item 1). Por exemplo, mulheres independentes financeiramente, mas sozinhas e desesperadas que se iludem dizendo "pelo menos hoje eu posso transar livremente com meninos de 20 anos sem dar satisfação para ninguém", mães solteiras e disfuncionais cotidianamente, repressão sistemática pela mídia ou intelectuais engajadas de qualquer discussão séria acerca desses efeitos colaterais indesejados, acusando-os de mera propaganda machista.

Interessa-me principalmente aqui o item três, principalmente naquilo que afeta diretamente os homens, que é quase tudo, porque, quando se é heterossexual, se é necessariamente dependente do que afeta "o outro", isto é, o sexo oposto. Experiência estranha ao homossexual que não ama o outro (hetero) sexo, mas sim o mesmo (homo) sexo. Os outros dois itens já me cansaram, seja pela verdade deles, seja pelo sono que me causam.

Sim, os homens estão de saco cheio das mulheres emancipadas. Mas não podemos transar com nossas avós, nem queremos. Há coisas a aprender com a emancipação das mulheres. Mas, para começar a aprendê-las, é necessário que possamos falar do assunto, e raramente falamos disso, até porque nossas mulheres têm o hábito de falar em nosso lugar mesmo quando dizem que querem nos ouvir. A capacidade feminina de enterrar qualquer conversa num sem-fim de detalhes é atávica.

Alguns darwinistas remetem essa capacidade feminina infinita para falar ao fato de que nossas ancestrais viviam coletando com suas crias e amigas e, enquanto isso, conversavam. Já nossos ancestrais, ocupados com a caça e o risco implícito na caça, precisavam ser silenciosos e focados na presa, logo, os que falavam demais eram mmalsucedidos e por isso sumiram na poeira dos inadaptados. Já para as fêmeas, a conversa era parte do cotidiano saudável, e, por isso, as silenciosas não tiveram sucesso, porque eram isoladas e antipáticas.

Por razões evolucionistas ou não, os homens são "travados", falam pouco e temem a intimidade consigo mesmos. Falta-lhes a "cultura da subjetividade", normalmente farta nas mulheres. Isso dificulta as coisas nos tempos de crise de identidade masculina, como a que vivemos.

O escritor americano Philip Roth, em seu maravilhoso Animal agonizante, diz que existem vantagens na emancipação feminina, mas dificilmente os melhores entre nós percebem. Essas vantagens têm a ver com a superação da eterna e falsa fragilidade feminina, arma mortal usada contra os homens que querem "cuidar" das suas amadas. Temos vergonha de ser fracos e não atendê-las em suas demandas. E essa vergonha é utilizada dia a dia, sem nenhuma cerimônia, pela quase totalidade das mulheres. Dizem que existem mulheres que não fazem uso desse "recurso", mas eu nunca conheci uma delas. Na troca de pneus, no enfrentamento de brigas, nas dificuldades financeiras, nos fracassos em geral, se repete o uso desse "recurso".

Segundo Roth, uma vez libertas das garras de uma sociedade que as impediria de crescer, as mulheres não mais poderiam se esconder atrás da fragilidade como destino feminino, mas sim alçariam altos voos por si mesmas e, assim, realizariam sua força até então reprimida. E aí entra a vantagem: os homens poderiam abandoná-las a sua sorte de solitárias livres quando se cansassem delas sem sentir culpa por suas misérias de mulheres abandonadas. Desse modo, estaríamos todos livres e solitários.

O primeiro problema é que, assim como a dominação muitas vezes é erótica na cama (ouvi-las gemer sob a força do sexo que as penetra é uma delícia), a dependência feminina sempre seduziu a maioria esmagadora dos homens. A dependência feminina sempre foi, no plano mais sofisticado da química entre os amantes, uma manipulação da qual o homem só escapa quando não ama a mulher. A única libertação seria a indiferença. Todo homem casado que ama sua espoosa sabe que ela é quem manda na relação cotidiana: escolhe mesas em restaurantes, decide quais amigos vão ao cinema, manda em suas roupas, escolhe a casa em que vão morar, a cor das paredes, controla seus silêncios, interpreta seus sonhos. Engana-se quem supõe que detalhes assim não tecem a vida e contaminam a alma das pessoas. Uma mulher lhe diz se você é vencedor ou derrotado. Quando um homem cansa de obedecer, ele vai embora. Quando ele já não teme o que ela sente ou pensa, ela já está só.

Sim, eu sei que isso pode ser visto como mera retórica machista: as mulheres podem mandar em casa, no microcosmo (diria La Beauvoir em seu Segundo sexo, bíblia feminista), mas os homens mandam no espaço público. O problema é que o amor não se dá no espaço público, e os homens cansam sim do "pequeno" poder feminino (que nada tem de pequeno) em seu cotidiano microscópico. Com o impacto das mudanças nas vidas das mulheres e dos homens nas últimas décadas, esse cotidiano microscópico passou a sofrer de novas agonias: quais os papéis sociais de homem e mulher? Ao final, a sutil dominação feminina sobre a alma masculina era o preço a pagar por sua infinita doçura hoje morta.

Mas deixe-me dizer um segredo, minha bela leitora: neste ensaio pouco me importa o que você ou qualquer outro argumento feminista queira dizer. Desta vez, eu falo, e você ouve. Isso, claro, se você quiser ter alguma chance de escapar dessa cama solitária na qual você se deita todas as noites porque os homens ou bem têm medo de você e de seu sucesso e (pretensa) segurança, ou bem a acham uma chata que fala demais e (pensa) que sabe demais. Quem sabe posso ajudá-la a entender a "alma masculina" que algumas de suas amigas mais nervosas estão prestes a varrer do mundo, civilizando-a até a morte.

Não pense que, porque dormimos quando vocês querem discutir a relação, isso implica que não sabemos do que vocês falam. Levem a sério o nosso tédio com o que vocês dizem. Ele fala da descrença (e do desencanto) que a experiência com o mundo prático gera com relação às palavras e também fala acerca de alguns medos essências que temos.

Quais são esses medos?

Antes de tudo, segure a respiração porque sei que você se apavora só em pensar que os homens têm medo de alguma coisa. A sensibilidade masculina a desorienta. Você só gosta dela nos filmes e nos carinhos no sexo. No fundo, você quer o monopólio da sensibilidade para você. E quer o mesmo homem de sempre (seguro, sólido, sem dúvidas), só não quer sentir-se submetida a ele.

Mas os homens têm sido empurrados para a sensibilidade e para a cultura da subjetividade. Talvez sempre fôssemos capazes disso, mas a vida tal como era nos poupava ou impedia. Agora nos afogamos em palavras que não dominamos.

Mesmo com toda a conversa da modernidade, os homens permanecem presos ao sentimento de que devem sustentar suas mulheres (quando de fato as querem para valer), e as mulheres também querem ser sustentadas. Podemos dizer que isso é cultura (isto é, poderia ser mudado via reeducação contínua) ou natureza inata (difícil de mudar). O problema é que sentimos que tudo que queremos (atenção, cuidados, delicadeza, dedicação, "a janta") é opressão para as mulheres, enquanto tudo o que caracteriza o desejo da mulher (ser meio paranoica com tudo, exigir mil coisas, ou mais, para se sentir amada suficientemente, fazer-nos esperar por elas, sermos capazes de saber de antemão o que elas querem que saibamos, darmos presentes todos os dias) é direito da natureza feminina. Este é um nó que, com o tempo, desgasta a relação no cenário cotidiano.

O sentimento é de exigência sem fim. Mas, por outro lado, não podemos exigir nada porque, de repente, acende a luz vermelha da "opressão sobre a mulher".

Em sala de aula, quando discutimos questões assim, entre alunos de 20 anos, mais ou menos, a queixa masculina é sempre esta: temos que ser sensíveis, temos que ser durões (a própria metáfora física da potência sexual aponta para isso), temos que ser compreensivos, companheiros, mas…, mas se chorarmos, se perdermos o emprego, se ficarmos tristes, já era… As mulheres são absolutamente insensíveis a qualquer sofrimento masculino que dure mais do que cinco minutos. Casamentos não resistem ao fracasso masculino, homens deprimidos são sistematicamente abandonados, enquanto mulheres deprimidas reconstroem a vida todo dia. Homens reconstroem suas vidas mais facilmente quando se casam de novo com outras mulheres mais jovens, mas dificilmente homens deprimidos casam de novo, comumente são recusados por outras mulheres porque quase sempre a depressão masculina vem junto com perda financeira e perda de saúde, e mulheres, normalmente, não suportam homens fracos e sem dinheiro. Mulheres deprimidas saem mais facilmente da depressão, muitas vezes sem ter o seu casamento original danificado.

O que homens de 20 anos sentem é que não há Plano B para eles. Casamento e paternidade não são suficientes nem para eles como sucesso masculino, nem para suas namoradas. É comum, nesta dita era pós-moderna, ouvirmos mulheres discutirem opções como "quero trabalhar, mas não tanto que ponha em risco a maternidade". Ou discutirem opções profissionais "que estejam em sintonia com sua energia pessoal". O homem sente que isso não existe para ele. Não há opções a não ser o sucesso profissional que deve sustentar todo o resto, mesmo que esteja vivendo com uma mulher emancipada e bem-sucedida. O único ganho real do homem com a emancipação feminina, como diz Roth, é poder abandoná-la à sua sorte sem culpa. E os melhores entre nós nunca fariam isso.

Nada mudou no mundo, tirando o fato de que nós perdemos todos os "direitos" que tínhamos.

Essa realidade, essa sensação de injustiça cometida contra os homens, produz comportamentos de baixo investimento afetivo porque muitos de nós caímos na fobia. Medo de investir e receber de volta uma petição de direitos que vai do direito de deixar a cozinha vazia até o de deixar a cama desinteressante e o afeto desorientado, mas com a manutenção da exigência de alta renda por parte dos homens. Isso nos estimula à canalhice por razões "sociopolíticas": hoje em dia a mulher tem não os mesmos direitos, mas mais direitos, logo, de mim, elas não tirarão nada". O cinismo, como sempre, aparecerá na sua face profunda: ressentimento agressivo.

Algum tempo atrás, uma aluna num curso em que as pessoas eram velhas (tipo 40 anos, mais ou menos) fez um desabafo: "os homens me punem porque sou emancipada". Minha cara, os homens não punem você. Eles têm medo e ressentimento porque sabem que não têm nenhum direito diante de sua infinita insatisfação (traço eterno da mulher), nem diante (depois das últimas décadas) da sociedade, porque não querem o horror de ser chamados de machistas. O resultado é a fuga.

Com o passar dos anos, os homens envelhecem e mudam, e também o seu olhar sobre as mulheres. Pior ainda se pensarmos em homens mais inteligentes e exigentes. Não, não basta "trazer uma cerveja e vir pelada". O problema é que as mulheres, na realidade, apesar de dizerem que buscam homens mais inteligentes e exigentes, não estão preparadas para isso quando encontram. Para além das fantasias da empregada, da enfermeira e da colegial, queremos sutileza e pouca preparação. Mais espontaneidade e menos obviedade. Não acredite na história de que somos gorilas com pouco pelo. O homem busca menos controle sobre o que pensam e sobre o que devem fazer para serem vistos como "bons companheiros". As regras da civilização da emancipação fazem a mulher ficar excessivamente desinteressante e interesseira.

A filosofia, a sociologia, a antropologia e a psicologia muitas vezes apenas atrapalham. A filosofia idealiza, fazendo-nos pensar que o amor seja mais do que é – banal, passageiro, incoerente. A sociologia contamina o amor com suas bobagens foucaultianas: dar um presente para uma mulher é assediá-la, querê-la dominada sobre uma cama, machismo atávico ou falocentrismo. A antropologia relativiza tudo, fazendo o amor romântico ser mais uma mania, como comidas ou bebidas típicas, ou mera invenção da literatura ocidental. A psicologia nos obriga a levar Freud para a cama, faz da paixão um sintoma. Você não é apenas você, você é sua classe social, sua cultura, seus traumas, suas ilusões e idealizações. Informação demais atrapalha. Torna a ação confusa, insegura, desorienta o que em nós é hábito.

A grande metáfora da condição masculina, independentemente de qualquer blá-blá-blá moderno, é: diante de uma mulher carregando algo pesado, se você não carregar para ela, é um mal-educado, um covarde, um fraco. Mesmo que ela seja "culpada" por tentar transportar algo com peso acima de sua capacidade, ao homem ainda é negada a possibilidade de dizer "não". Quando amamos, carregamos tudo com felicidade. Se o peso for exagerado, morreremos, mas não desistiremos de carregá-lo se amarmos a mulher que está do nosso lado. Normalmente, antes de tudo, morrerá o amor por ela.

Talvez o resumo da ópera seja: o homem precisa aprender a dizer "não", assim como a mulher aprendeu. Ela diz "não" para a cozinha, para a maternidade, para a virgindade, para a fidelidade, sob as palmas da cultura pós-moderna. Como uma liberta das amarras do passado, ela caminha solta em meio aos escombros de seus velhos papéis sociais. O homem precisa aprender a dizer "não" para a mulher que se oferece sexualmente, para a suspeita sobre ele lançada de que não seja capaz de sustentá-la (em todos os sentidos da palavra), para a obrigação de estar sempre presente quando ela desperta de seu sonambulismo emancipado e volta à atávica cobrança de sempre.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Mulher com cara de cu ao seu lado? Você é um Beta!

Por Rus


Nesse domingo eu estava dando uma olhada nas minhas fotos do Hd e notei uma coisa.
Antes de entrar para a Real eu era um Beta total no comportamento, um perfeito matrixiano, e o que percebi? Em todas as fotos daquela época, onde há uma mulher do meu lado, ela tenta se afastar, ou faz cara de nojo, isso com colegas de trabalho e escola, engraçado que nas outras fotos elas estão sempre sorridentes.

Hoje em dia, quando tiro foto com as mulheres, eu agarro mesmo, a maioria está sorridente, não virei um Alpha, mas só a mudança de postura já faz uma grande diferença.

Por motivos óbvios não vou colocar minhas fotos aqui, mas escolhi algumas para ilustrar o tópico:

Primeiro o Bello e a namorada:



Reparem como ele está sorridente, e ela faz um sorriso totalmente falso somente para manter a aparência, mas podem notar que está com nojo dele.



Agora olhem a diferença dessa foto, onde ela está tendo o ego inflado, vejam como o sorriso muda.

Mark Zuckerberg



Vejam só, o dia do casamento para a mulher é sempre um dia feliz, ainda mais para essa que vai faturar milhões, mas o que acontece? Ela faz cara de cu nas fotos, esboça um sorriso falso, e o corpo parece se afastar do Beta.



Olha a coisa como muda quando está com amigas( provavelmente falando para elas como deu um golpe no trouxa), sorriso bem natural.

Puyol



Olha, isso!! Porra parece que ela está com medo do próprio namorado, corporalmente está totalmente afastada dele, e fazendo cara de nojo total, como se tivesse visto uma barata ou coisa parecida.



Em compensação, com a amiga gostosa está até fazendo biquinho e pose para a foto.


Então confrades prestem atenção nas suas fotos com mulheres(parentes, amigas, namoradas, colegas...) se caso elas estiverem fazendo cara de cu pode ter certeza que elas te acham um lixo, de preferência reparem nas fotos delas com outros homens ou amigas, se a diferença for grande a coisa piora.
Para melhorar isso só o desenvolvimento pessoal.

Homem bonito com mulher feia. WTF???

Tradução de artigo do Roissy


Eu estava participando de uma conferência que tinha momentos de interação com a plateia, com perguntas e respostas, e notei um casal estranho em pé ao meu lado. Ele era muito novo e bem aparentado; e sua mulher tinha um focinho de porco cheio de pêlos saindo pelos poros; era grande, gorda (tão gorda, mas tão gorda, que não tinha um CPF; tinha um CEP!!!), vestida com moleton e calça jeans mal ajustada. A típica mulher americana. Conclui que eram casados por causa dos aneis em seus dedos, e havia um carrinho de bebê (tinha um bebê escondido ali? não tenho ideia).

Que aberração é essa???, pensei. Mas tudo ficou mais claro depois de alguns momentos, enquanto eu olhava os dois conversando.

Palestrante: alguma pergunta?

Porca grande e gorda: querido, se lembra? [cutucando o marido com o cotovelo]

Homem bonito carente de um óculos: Eu tenho uma pergunta... eu tenho [enquanto levanta timidamente o dedo médio e o indicador]

Palestrante: sim?

Homem bonito carente de um óculos: O que [X] contribuiu para o evento, de modo que provocou [Y] ? Parece ..parece como se ...

Ele olhava para a sua esposa enquanto tentava fazer a pergunta. Na verdade, ele olhava bem mais para ela que para o microfone. Qualquer um que tivesse visto a cena iria ter a nítida impressão de que ele estava buscando, na esposa, segurança para elaborar a pergunta que ele estava fazendo. Estava nervoso, mudando de um pé para o outro, inclinando o corpo para a esposa, olhando para baixo quando o palestrante respondia a sua pergunta. A sua postura era tão beta que chegava a doer os olhos! Não, aquilo foi quase tão repulsivo de se ver quanto a enorme carcaça de gordura de sua esposa.

A esposa, por sua vez, assumiu a postura e fisionomia do macho alfa. É exatamente isso o que ocorre quando o homem deixa um vácuo de poder na relação. Ela olhava para a frente enquanto o seu marido se inclinava para ela. Não se mostrou nem um pouco simpática, não sorriu e não demonstrou compaixão. Alguns homens, infelizmente, passarão por este mundo sem saber o que é o olhar de admiração de uma mulher. Enquanto à montanha de gordura, nenhuma demonstração de afeto, submissão; nada. Apenas frieza, temperada com desprezo.

É extremamente reveladora a prática de verificar as reações de diferentes casais incompatíveis. Pense no que você diz para si mesmo quando encontra os pares abaixo (dane-se o que ocorre de fato; estamos falando no que vem à sua mente):




Homem bonito e mulher bonita


Tudo ok. Um macho alfa que está pegando uma top. Espera-se que tanto ele quanto ela sejam bem arrogantes com quem se aproxime do casal.


Homem feio e mulher feia


Circo da depressão completo. Um macho ômega de último grau só consegue pegar trapo. Ela tem ressentimentos contra ele, já que imagina que poderia ter algo melhor. A relação de ambos é puramente técnica; apenas cumprem bem o papel de homem e mulher; não existe ardor sexual.


Homem feio e mulher bonita


Opa! Esse cara é dos bons!!! É difícil encontrar casais assim! Você pensa: "que diabos ela viu nesse digimon?"; "esse aí sabe se comportar feito um macho alfa; olha que tipo de mulher ele pega"; "deve ser rico"; "deve ser empolgante conversar com ele"; "algum interesse forte rola ali".


Homem bonito com mulher feia


Qual é a desse filho da puta? Ele é algum retardado? Ele tem complexo de inferioridade? Tem fobia social? Tem micropau menor que meu dedo mindinho fechado? É só um beta que aparenta ser alfa; é até provável que essa feiosa tenha outro.




Esse último casal é o tema desse post. Ele prova que aparência masculina, sozinha, não determina que um sujeito é um macho alfa. 

Todos nós utilizamos os critérios acima para julgar os casais. Todos! O problema desses critérios é que eles se baseiam apenas na aparência. Quando falamos de mulheres, ok, o poder feminino se resume à beleza e ao corpo. Mas, quando falamos de HOMENS, aparência, sozinha, não determina seu poder sexual. O exemplo do casal prova que estou certo.

É por isso que homens feios com mulheres bonitas está tudo ok, mas homens bonitos com mulheres feias denunciam problemas graves na personalidade e postura dos homens. Mulheres se resumem a beleza; homens são um conjunto de características, e beleza é só uma delas! Nossos critérios instintivos se resumem a estes fatos. Um homem bonito que seja capaz de atrair apenas uma porca grande, gorda e com nariz peludo tem graves deficiências de postura.

Mulheres bonitas com homens feios não são exatamente mulheres com problemas de auto-estima; são apenas mulheres que buscam outros atributos de dominância que não o de beleza naquele caso específico; pode ser dinheiro, influência social, qualquer coisa! Mulheres feias com homens bonitos são apenas mulheres que se contentaram com o que apareceu!

Nos dois casais incompatíveis que eu testemunhei, ficou claro que todos os encantos que o homem havia despertado em sua mulher-porca foram totalmente anulados por seu comportamento beta. Era visível no rosto delas que a aparência dele já não provocava qualquer encantamento, qualquer admiração. Ela só continuava com ele porque, sendo uma mulher porca, não podia esperar coisa melhor.

Por causa disso, o processo evolutivo humano é tão lento. Betas bonitos estão contaminando os seus genes com o sangue de mulheres-porcas!!!

Da próxima vez que ver um homem bonito com uma mulher feia, antes de ficar confuso, lembre-se que machos beta não podem ser julgados pela aparência. Mulheres podem ser julgadas pela aparência. Homens, jamais! Depois, desfile com sua namorada gostosa na frente dele e de sua mulher-porca. Quem sabe, se acenda uma centelha de coragem viril nele, e seu saco cresça um pouco...

O Casamento De Hoje Em Dia Passou De Ser Um Negócio?

Por Mistery
Essa é a pergunta que eu lhes faço, o casamento de hoje em dia passou a ser um negócio?

Hoje em dia é tão é tão comum ouvir falar de casos onde o casamento é a curto prazo e a mulher tira proveito dos bens materiais do homem, até o homem mais inocente e inexperiente percebe isso, n precisa ser nenhum fodelão pra perceber, e mesmo que ele tenha vergonha de admitir, quase todo homem tem vergonha de admitir que pra mulher ele n passa de um banco(cartão de créditos) e um carro.

Por isso que hj em dia é fundamental pensar e repensar bem antes de começar uma relação mais "avançada" com uma mulher, pq hj mesmo qdo n existe o casamento, elas tem direito a receber uma série de direitos que os próprios homens deram a elas, isso mesmo, se vc tiver vivendo na mesma casa com ela acho que a mais de 3 meses, elas gozam de toda a proteção e cobertura políticajurídica-mediática possível.


hj, muitas mulheres entram numa relação com um homem somente pensando no que vão conseguir tirar dele quando tudo acabar, só um homem muito rico e poderoso pode realmente chamar a atenção e "conquista-la", e esses mesmos homens ricos e poderosos são aqueles que as desprezam e vivem as traindo.
E sabe oq eu acho? eu acho é pouco!
porque essas mesmas mulheres(ou vadias se preferir) que reclamam que são manipuladas pelos canalhas, desprezam os homens bons e que sempre deram valor a elas!


Vamos voltar um pouco no passado, quem não se lembra da questão dos dotes? pq antigamente o dote em alguns países basicamente consistia no estabelecimento de uma quantia de bens e dinheiro oferecida a um noivo pela família da noiva, para acertar o casamento entre os dois, o mesmo está intimamente ligado ao casamento por contrato.

apensar de o novo dote ter sido "maquiado" pela sociedade, se vc for feio e principalmente se vc for pobre, dificilmente vai conseguir comer aquela gostosa, pq essa já tem o preço dela, e ao menos que vc desembolse essa fortuna, vai ter alguma chance com ela
hj as mulheres estão tão perplexas com essa capacidade de tirar proveito do homem que abusam disso, se vc ver nesse site de relacionamentos elas meio que exigem ganhar presentinhos, pq o homem sem bola dessa geração n consegue dizer um não!

mto comum ver mulher escrever coisas do tipo: "adoro rapazes carinhosos e generosos", "adoro receber presentes de homens românticos"
e sempre tem um filho da puta que vai atrás da conversa dela e escreve: "linda vc merece tds os presente do mundo"


isso são prostitutas virtuais, na verdade tinham que falar ao contrário

vc quer um relógio?
quer uma calcinha pra vc atola no rabo e se sentir gostosa?
quer entrar e sair das festa e balada sem gastar dinheiro?
quer andar perfumadinha e se sentindo comível?
quer colocar silicone nesse peitinho?
quer mudar de celular a cada 6 meses?
quer andar de carro filha?

então vai fazer igual a maioria dos homens, vai trabalhar pra conseguir td isso porra!

Amiguxo Eterno???????

Dúvida respondida abaixo:
E ai.
Tenho uma amiga de infância, que em minha época de matrix sempre tentei pega-la, e claro isso nunca foi possivel kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Hoje mudei muito pelo fato da REAL, e bem resolvido profissionalmente.
Papo vai e papo vem, eu pedi pra ela me descrever sobre a visão que ela tinha sobre a minha pessoa, e ai esta:



Acho q vc tem um rosto muito bonito, qdo sorri, tem o cabelo bem legal tbm, só ao faz mais tijelinhas rsss, mas gosto bbastante do jeito q faz no cabelo, esta acima do peso, mas tbm nao eh exagerado, nada de mais, qdo emagreceu ficou otimo.
Eu paqueraria vc de boa, se nao fossemos amigos... Se te encontrasse numa festa, sorrindo , brincando, tocando violão rsss e bemmm relaxado, bemmm de boa.

Bom, como falei adororo qdo sorri , qdo faz palhaçadas , qdo se faz de bobo perto de idiotas que se acham espertos, qdo eh natural, qdo ri de coisas idiotas...

Me decepcionei muito com algumas coisas qeu vc disse, pq nao esperava de vc, acho q vc nunca foi o idiota que vc pensava ser, e q agora q vc fala q tem q ser serio e acaba sendo machista, eh muito mais idiota que antes, e acho q vc nao gosta de vc mesmo, e deveria procurar ajuda.

Vc eh otimo, vc eh batalhador e me orgulho muito de vc estar se dando bem agora, eu torço muito por vc e rezo pra vc se encontrar de verdade. Vc nao precisa ser magro, bem sucedido , ter carro bom, nem ser serio o tempo todo pra ser respeitado e pra ter o amor das pessoas.

Vc precisa só ser vc mesmo, ser honesto, deixar pra ser serio em ocasioes que tem q ser serio, por exemplo velorios ou entrevistas de emprego ou durante as suas aulas... No dia a dia, ri das besteiras q as pessoas falam e fale muitoassssssssssss besterias, e faça uita gente rir, isso pra mim eh a melhor das qualidade.

Pode ficar triste e decepcionados qtas vezes for necessario, chora qto precisar, xinga, sai no tapa , e faz o q tiver vontade,
fica deprimido, toma vinho chapinha e cami sardinha rssss e coloca a foto no face, e esse vai ser o **** que eu sempre gostei, simples, sincero, honesto, trabalhador, divertido , amigo.

Gordo??? vc eh gordo??? a lembraça q tenho do ****, são essas simples, sincero, honesto, trabalhador, divertido , amigo.

bom, eh o q acho rss
desculpa, por alguma coisa que nao tenha gostado ta

Agora pode escrever...

AMIGUXO ETERNO ENTÃO? Nesses casos tem como contornar?





Resposta:


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Mulher exceção (de novo, e de novo, e de novo...)

Dúvida respondida pelo usuário Joker


É muito falado que não existe mulher exeção... que mais cedo ou mais tarde todas vão revelar seu lado obscuro...



etc, etc, etc,...



Mas justamente no começo do Livro o N.A diz que tudo que ele escreve não se aplica as mulheres "sinceras"...



Sincera seria uma mulher que só fala a verdade, que não esconde o jogo, ou mais amplamente seriam aquelas mulheres honradas, trabalhadoras?



Gostaria de um esclarecimento, obrigado.


Resposta:


Vou me estender um pouco, mas como acredito que são poucos os letárgicos aqui no fórum, espero que leiam minhas palavras, não vou compartilhar uma REAL teórica, mas como sempre digo: uma REAL vivida, só falo do que passei e do que testemunhei.


Confrades, minha mãe tem uma simples e sábia frase em relação a mulheres e casamentos:



"Ninguém diz xô pro passarinho antes de colocar na gaiola"



Sim, minha MÃE me disse isso. Como eu já disse em outro tópico, ainda assim a considero uma mulher de bem: casou virgem, criou os filhos antes de preocupar com carreira e trabalho, dedicada ao meu pai e eles mantém um casamento sólido de quase 30 anos.
Mas ainda assim, apesar das inúmeras características louváveis que ela tem, ainda como minha mãe vejo alguns detalhes da obscuridade: reclamações sem fundamentação, as vezes apontar defeitos no meu pai ou no trabalho, fazer tempestade em copo d'água.



Bom, preciso nem dizer que tento sempre ser justo, pondero se procedem as reclamações, mas em muitas das vezes acabo sempre tomando o lado do meu pai, o que a indigna, diz que devia ter uma filha pra entender o lado dela (eu tenho apenas um irmão mais velho, que acaba também entendendo o lado do meu pai).



A realidade é: enquanto a mulher não estiver certeza de que as correntes que te aprisionam estejam muito bem blindadas por "falso amor", chás de buceta e jogos emocionais, ela não vai arriscar colocar o escavo para trabalhar em um campo aberto, sob pena de perdê-lo.



Acredito que na vida algumas situações se camuflem como uma fruta muito bela, ruim e fedida. Você não precisa provar dessa fruta fedido para saber que seu gosto será muito provavelmente ruim, o problema é que a sociedade nos deixou com os narizes entupidos e mostram essa fruta ainda mais "bela" para passar desapercebida.



Nos fazem acreditar no falso amor, e em que, ANTES DE MAIS NADA, as mulheres são princesas, e em assim sendo, devem ser tratadas com todo mimo e exaltação possíveis. O tempo provou ser isso falso.



Hoje tentam nos empurrar goela abaixo de que nem todas são "ruins assim", e aí pergunto: precisa provar a fruta fedida pra saber que ele é ruim?



Nos fazem acreditar desde criança na fantasia mais imbecil de todas: você é alguém especial. PORRA NENHUMA. Você vai sair desse mundo tão desapercebido quando chegou, talvez você faça algo importante, mas ainda assim, cedo ou tarde, você também será esquecido.



Nesse conceito de especial fazem com que as pessoas achem que também precisam encontrar alguém "especial", e que terão algo "especial". Meu amigo, se você acreditar nessa falácia, me desculpe, mas hoje você só será "especial" em um aspecto: no eufemismo, politicamente correto, usado na hora de tratar um retardado.



Não existe mulher exceção, não existe nem mulher especial, nem ninguém especial. NEM VOCÊ é especial ou exceção.



Viva sua vida apenas de forma digna e honrada, cumpra seus deveres, respeite os que merecem seu respeito. Ame quem REALMENTE te ama: seu pai e sua mãe.



Eu sempre quis casar e constituir uma família sólida como a minha foi, porém nos moldes atuais, já considero somente a ideia de contratar uma barriga de aluguel e tentar gerar um varão para perdurar meu nome e meus ensinamentos.