quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Por que mulheres são confusas?



O Que As Mulheres Querem Dizer Quando Falam...

ACHA QUE EU FICO GORDA COM ESSE VESTIDO?
Faz tempo que a gente nao tem uma boa briga.

E SE A GENTE SE TORNASSE APENAS AMIGOS?
Esqueça!!! Eu jamais vou permitir que voce toque novamente qualquer
parte do meu corpo

EU APENAS PRECISO DO MEU PROPRIO ESPACO!
Com voce fora dele!!!!

TUDO BEM... PIZZA E UMA BOA.
Seu conquistador barato e vulgar.

EU APENAS NAO ESTOU QUERENDO UM COMPROMISSO AGORA.
E isto se aplica especialmente a voce.

EU NAO SEI... DIZ VOCE, O QUE VOCE QUER FAZER.
Nao posso acreditar que voce nao pensou no que Vamos fazer!!!

EU GOSTO DE VOCE... MAS...
Eu nao gosto de voce.

NOS ESTAMOS INDO RAPIDO DEMAIS.
Eu nao vou dormir com voce antes de saber se aquele bonitao ja esta
acompanhado.

ESTOU QUASE PRONTA, SO MAIS UM MINUTINHO.
Eu ja estou pronta, mas vou te fazer esperar por que ... bem, eu sei que
vou.

NAO, NAO... EU PAGO A MINHA PARTE.
Estou apenas sendo gentil, nem pensar que vou entrar nessa.

EXATAMENTE, COLOCA BEM AQUI.
Eu nao tenho a menor ideia
de onde vai ficar... este e apenas um lugar para
comecar.
Fonte.




Que mulheres são absurdamente confusas, todo mundo sabe. O tempo todo falando contradições, o tempo todo se vitimizando, nos colocando em enrascadas quando perguntam "estou gorda?". Nos contam mentiras como o romantismo e a suposta fragilidade feminina. 

Eu sei que a natureza feminina, em si, é confusa. O que muita gente não sabe é que toda a confusão feminina é proposital!

Sim, elas não confundem por causa de sua natureza pura e simples! Elas, realmente, têm a intenção de confundir! A confusão é a maior arma delas! Elas conseguem, praticamente, tudo o que querem usando esse artifício. Elas sabem que estão nos irritando. Sabem que estamos com a razão. E, principalmente, sabem que, fora de uma situação caótica, elas não têm a menor chance argumentativa contra um homem.


Vamos fazer uma analogia com o político corrupto. Quando a podridão dele é escancarada, uma das muitas táticas que ele adota é levantar a podridão de algum adversário político para desviar a atenção sobre si. O corrupto começa a levantar muitas questões aleatórias, muitos assuntos desnecessários, e sobretudo, MUITAS MENTIRAS para afastar por completo o perigo iminente de uma cassação. Quando, finalmente, ele vai a júri, começa a usar de várias artimanhas jurídicas para protelar o julgamento e ganhar tempo. Neste ponto, pouco importa se ele conseguirá ou não provar sua inocência. O importante é arrastar o processo por anos a fio!


Com as mulheres, não é diferente. Elas sabem que são crueis, manipuladoras e egoístas. E sabem que os homens ficariam FURIOSOS com elas se descobrissem a verdade sobre sua natureza. Por isso, elas precisam manter os homens em um estado de confusão mental permanente. Enquanto os homens se mantêm confusos sobre elas, eles prestarão maior atenção ao que elas dizem e menor atenção ao modo delas de agir.

Mulheres podem ser comparadas a lulas que soltam tinta o tempo todo para confundir possíveis predadores

A base de todo o lado obscuro feminino é a confusão. O jogo de atrai-repele é uma forma de confusão. O jogo de marcar um encontro e não ir é outra forma de confusão. O jogo de misturar verdades absolutas, meias-verdades e mentiras escancaradas é uma forma especialmente eficaz de confundir qualquer homem. Se, eventualmente, o sujeito resolver discutir um ponto claramente falacioso com ela, a tática terá dado certo! Ela terá conseguido desviar a atenção do cara e sairá vitoriosa!

Levado ao extremo, este jogo acaba por destruir completamente o emocional masculino. Os homens submetidos aos jogos de confusão acabam depressivos. Isso quando não cometem suicídio! Com um detalhe sórdido: a jogadora sairá impune sempre! Mais uma vez, ela irá usar suas táticas de confusão para se vitimizar, para dizer que o amava, entre outras mentiras repugnantes!

Assim como a violência física, a violência emocional deveria ser criminalizada. Mas é utópico demais pensar que isso seja possível. Por este motivo, só resta aos homens aprender a lidar com essas táticas sujas que elas usam.



Antes de ir adiante, é bom frisar a regra de ouro na lida com as mulheres: não se apaixonar jamais!

Infeliz apaixonadinho sendo feito de otário. Repare na cara de bunda do sujeito.


 Se você descumprir esta regra, já terá sido derrotado antes mesmo de começar! Se for este o seu caso, te aconselho a não seguir a leitura. Clique no link que eu deixei e leia aquele outro texto com atenção. Depois de ler, volte para este texto e continue de onde parou.


A segunda regra: se ater apenas ao que você está enxergando! Se baseie somente no comportamento dela. Jamais (eu disse JAMAIS) se baseie no que ela disser! Às vezes, as mulheres dizem uma ou outra verdade para simular sinceridade. Muito cuidado! Este é um truque baixo. Mas que funciona bem com matrixianos imbecis. 


Terceira regra: evitar discussões prolongadas.

Calada! Quem manda aqui sou eu!


Discutir com mulheres é um problema por um motivo simples: Quanto mais a discussão se prolongar, mais certa será a vitória DELA! A discussão deve ser curta e objetiva!

Se ela tentar desviar o assunto, desmascare-a na hora! Diga: "não adianta mudar de assunto! vamos discutir este ponto aqui primeiro!". Faça isso quantas vezes for necessária!

Se ela misturar verdades com meias-verdades, ria da cara dela e vai virando as costas. Desmascare o vitimismo quando ele começar a dar as caras.

Caso ela comece a te ofender, ignore a ofensa e continue desmascarando-a como se nada tivesse acontecido. Escancare ao máximo o que ela está tentando encobrir, e não se comova com lágrimas e gritos histéricos.

Dê razão à mulher apenas quando ela expor seus argumentos de FORMA RACIONAL, CONTUNDENTE E IRREFUTÁVEL! Sim, pode ser que ela tenha razão no que está tentando expor. Apenas se lembre de analisar racionalmente os argumentos dela. Aprenda a ser frio neste ponto.

Mas atenção: tome muito cuidado com este último ponto que foi abordado. Se, por exemplo, você viu sua mulher SE ESFREGANDO com algum amigo, conhecido, chefe, etc., não há justificativa para ela! Em alguns casos extremos, como este, não vale a pena, sequer, discutir. O melhor, neste caso, é puní-la. Corte algum tipo de privilégio. Em casos mais graves, termine a relação!


Quarta regra: o apelo à luxúria.

As mulheres têm, ainda, um último recurso para o caso de todos os outros falharem: a libido masculina. Quando se vêem em perigo de desmascaramento, elas começam a chegar mansamente, "esbarram" no cara de propósito, se aproximam até se encostar, mexem no cabelo, etc. Esta, com certeza, é a tática mais eficaz para se confundir qualquer homem. 


Ela tá prestes a te vencer, paspalho!


Neste caso, vale usar o bom senso. Por exemplo, o chefe dando bronca em uma empregada. Se ela se valer dessa tática para cima do chefe, o mais correto é o sujeito demiti-la no ato! 

No caso da namorada, deve-se analisar o caso concreto. Em alguns momentos, o melhor é "aproveitar" e deixar a discussão para mais tarde. Em outros casos mais sérios, o cara deve se manter firme, desmascarar esse joguinho dela e continuar a discussão. Não existe regra fixa neste caso. Você deve se orientar pela gravidade da discussão. O que vale mais a pena na hora? "Deixar rolar" ou continuar o assunto?



Última dica: os textos de Nessahan Alita.

O texto de hoje foi claramente baseado em uma postagem de NA, quando ele ainda postava na OLODM. De nada adiantará você seguir os blogs e fóruns da real se não fizer um estudo aprofundado sobre as obras de Alita. Será como malhar sem critérios, sem observar a alimentação, descanso, metabolismo, etc. Portanto, MÃOS À OBRA! 

Como detectar uma vagabunda!!!

Por Shinobi



1-se vcs mal se conhecem e ela ja ta abrindo as pernas, coloque ela no grupo da orgia e do tapa na cara e a regra dos 3 (coma 3 vezs e suma)




2-se qdo vc sai c ela o celular da bandida não para de tocar c 1001 eskemas rolando, sinal vermelho.



3-se qdo vc sai c ela , a falsa santa desliga o celular, ela ja sabe tdas as tecnicas p vc não desconfiar dos outros 645 homens que ela sai.



4- grupo da orgia p ela, se for mulher de balada, que valoriza pouco a familia e vive dormindo fora de casa.



5-Desconfie se vier c o velho papo que só teve um ou dois namorados, que é semi- virgem, e que vc é o terceiro homem da vida dela.



6-confirmar orkut ja fooi a época, ja que mtas vagabundas colocam comunidades bunitinhas do tipo , " sou p casar" e coisas assim, p adubar o terreno p troxas, então na duvida dê uma fuçada no celular da " santinha", mas nunca se esqueça que vagaba de carteirinha apaga tdo que possa compromete-la



7-a chances de uma mulher pobre , bonita e gostosa ser fiel é a mesma de vc ganhar na mega sena sem jogar.



8-Se ela usa o sexo p se desculpar de alguma briga, ou p te ganhar, cuidado, essas são as piores.



9-Se vier c papinho de que " se homem pode, mulher tbem pode" , coma rápido e vaze.



10- preste atenção se tda vez que vc sai c ela, se a vagaba se preocupa em dividir a conta, se ela nem ao menos leva dinheiro , é mais uma bandida querendo curtir a vida facil.



11- procure referencia, sempre c homens, pq é lógico que mulher dificilmente entrega mulher.



12- velho golpe do pau de ouro, se ela vier c o papo que o seu pau é o maior e mais grosso que ela ja viu na vida, e que nunca gozou tando como c vc, sinal vermelho.



13- se ela se faz de vitima nos relacionamentos passados , mal sinal, normalmente é sempre assim, elas chifram horrores o pobre coitado, depois que a casa cai ,jogam na radio que foram traidas pelo safado.

Desabafo+revolta

Por Shin



Não gosto de falar da minha vida pessoal de forma alguma, mas hoje fiquei afim de comentar um pouco sobre ela, se tiverem paciência para lê eu os agradeço.


Vou tentar resumir o máximo possivel a estoria... Para não ficar massante.

Namoro a 4 anos e 6 meses.

Eu acordei da matrix durante esse tempo, com certas coisas que aconteceram. E desde tão sou outro homem, não bonzinho como eu era e nem cafa o que eu nunca fui, sou agora um homem justo creio eu.


O ocorrido foi essa semana, tanto eu como ela temos dias corrido... Eu estudo e trabalho... e Próxima semana, estou com serviço e provas para estudar. Bom Como é de se esperar fim de semana espero que sobre um tempo para ficarmos juntos... E coincidentemente esse sabado foi aniversário de namoro da gente (4a e 6m), o que eu esperava seria um momento só nosso, em que pudessemos nos divertir, passear.. Conversar, namorar... e etcs... Tudo depois dessa semana bem corrida. Fiquei o sabado estudando esperando dar a noite... Indo lá todo arrumado a casa dela... Descubro que vamos(eu não sabia... fui por tabela) para uma confraternização de sua turma de pesquisa da faculdade ou algo parecido, tanto faz pq isso não me importa nem um pouco. E descubro que vamos dar carona a uma colega dela que crio eu por ser boca liver levou a prima e o sobrinho... Deu vontate de falar se ela não queria levar tb a marmita... Mas tudo bem...


(Fora que eu ja estava meio puto com certas atitudes dela, por pouco tempo juntos... e questão de namoro, que só tem em casos dos acasos, de um moto ludico de falar.. quando a lua ta alinah com jupiter, as estradas verdes , as vacas voando e cagando, os carros azuis cor de fundo de piscina e etcs...)




E eu la em um ambiente estranho... Sem a minima vontade, sou um cara que gosta de conversar e me dou bem com as pessoas, n'ao tenho problema de comunicacao.

Resumindo ficamos la das 8da noite ate a meia noite, legal n'ao tivemos um momento juntos direito... e isso ja me deixou meu puto.

Hoje domingo foi o mesmo caso,churrasco e eu tendo muita coisa para estudar... e nada da gente ficar a sos ou namorar ou algo do tipo... fiquei la novamente deslocado... Blz n'ao tenho problema de ficar deslocado mas o que me irritou bastante foi o fato de ser em aniversario de namoro... E o namoro cade? Eu me pergunto... E fiquei na minha carrancudo quieto e calado, ontem e hoje ela me perguntando se eu estava bem, e eu calaod e respodia ``estou otimo`` e hj tb me perguntando, mas a minha cabe;a la do ooutro lado preocupado com outras coisas...

Resumindo, n'ao namoramos n'ao ficamos juntos, n'ao passeamos e eu deixei de fazer o que eu queria, me arrependi e estou bastante puto da vida. N'ao sou bonzinho ou cafa, sou justo entao...

Vou ficar em casa estudar, n'ao a vou ver(ela perguntou se eu ia e disse que n'ao) pq eu sou + eu e pronto... Quer assim? tudo bem eu sou justo, n'ao tou nem ai, bem... isso [e + uma forma de desabafo... Vou estudar fazer minhas coisas, e quando terminar as provas, vou acabar o namoro e vou arranjar alguem que n'ao me deize sempre em 2 plano, pois n'ao sou homem para ficar de reserva de faculdade, amigos o que seja.. Se eu conseguir uma namorada que goste de namorar quando tiver vontade e n'aop fique com essas estorias ridiculas... Bom que se foda, n'ao tou nem ai.


valeu pela atencao pessoal, e desculpa os ascentos pq meu teclado desconfigurou e n'ao queria perder a linah de raciocionio, valeu.


obs. N'ao sejam bonzinhos e nem cafa, sejam justos e deem apenas o que elas merecem e somente isso.



Mulheres

Por Guru

As minhas vivências trazem relatos que demonstram na prática o que os conceitos apregoados por Nessahan Alita mostram em seus livros. As relações, sendo conjugais ou não, sempre estarão pautadas pela troca de interesses entre os envolvidos. Nessahan Alita apenas traz à tona os verdadeiros interesses almejados pelo homem e pela mulher. Ele desmascara falsas concepções, elucida a dinâmica da relação e destrói de uma vez por todas a já combalida idéia do amor tenro e romântico.
A realidade é só uma e indefectível. O homem em sua maioria busca nas mulheres o meio de saciar sua libido e concupiscência, à medida que a mulher procura satisfazer toda sua cupidez e reafirmar o seu poder feminino de dominação. Logo as mulheres se utilizam das fraquezas afetivas e sexuais dos homens para assim conquistarem seus objetivos escusos, fazendo isso, não raro, através de estratégias calhordas, ignominiosas e deploráveis, por mais que elas neguem veementemente tais ardis a si mesmas. As mulheres não se preocupam em utilizar os sentimentos alheios quando expostas a qualquer perigo, agindo inconscientemente. Um bom exemplo disso é que muitas colocam alguns homens na reserva para que, se abandonadas por algum macho ou passem por qualquer dificuldade financeira, se usem deles como recurso de emergência com o fim de libertarem-se dos problemas que elas, por sim mesmas, não conseguiriam resolver. Essa criatura feminina que opta pelo mal, pelas licenças morais e despautério, entregando-se aos arroubos hormonais que deveriam estar sob controle da consciência e da razão, muitas vezes possui uma chance de retratação. Entretanto, aferrada aos maus hábitos, revolve as mesmas estratégias de ordem psicológica e desperdiçam notável oportunidade que culminaria em iminente progresso moral. Eis a grande realidade nua, crua e sem atavios.

Muitos poetas, músicos e escritores devanearam demasiadamente e engrandeceram o espírito feminino sem saberem que estavam a canonizar bestas feras. Oh, se o homem estivesse cônscio do impio fado que o aguarda quando ele inicia um relacionamento, jamais se envolveria em tal empreitada e sua relação não progrediria além do intróito.

Por mais valioso que o homem seja e por mais perspícuos sejam também suas virtudes, ele sempre estará sujeito a possíveis abandonos temporários, indiferença e até mesmo ao fato de ser definitivamente trocado por outro macho que quase sempre não é superior ao primeiro. Embora um homem seja bem-sucedido socialmente, financeiramente e academicamente, ele pode ser trocado por outro que possua mais “status”, mais dinheiro ou que simplesmente seja um cafajeste. O “status” é definido pelo contexto social. Não importa a natureza, complexidade e relevância da atividade que um homem possa exercer, porque seu “status” depende mais fortemente da sua representatividade social. Dessa forma um médico emérito e intelectual, que salva dezenas de vidas e é importantíssimo para o desenvolvimento do país, pode muito bem ser trocado por um “pop star” do Rock ou por um jogador de futebol muito famoso. Isso ocorre justamente pelo fato desse mesmo jogador fazer algo que está inculcado na cultura brasileira, ser orgulho nacional e ter projeção midiática, FATO. A mulher que submete um homem famoso vê nele o motivo da sua álacre conquista e, não raro, orgulha-se disso. Não é à toa que existem histeria e desmaios em “shows” de grandes bandas, pois o delírio que os artistas provocam nas mulheres procede de sua evidência, da fama e de usufruírem a uma condição de superveniência, e não pelo que eles são em si mesmos.

O homem que é trocado por outro muitas vezes cultiva a esperança de um possível arrependimento ou remorso da sua companheira. Às vezes tal arrependimento se dá, mas é um fenômeno muito excepcional e raro. A mulher não sofrerá e nem ficará choramingando pelos cantos por ter abandonado sua antiga relação, pois elas não possuem a menor parcimônia quando trocam seu companheiro pregresso por algo que lhe parece mais fúlgido. A verossimilhança das minhas frases não advém unicamente dos livros de Nessahan, mas também é promanada pela minha experiência de vida.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Será que estamos regredindo?

Por "Homem sem nome"

Recebi este email essa semana, e acho que vale a pena passar aqui para os confrades do HH.






Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.

1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.

2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbí. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.




Cenário 2:Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.

1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.

2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinque e fica preso num presídio especial para adolescentes.




Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...

1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.

2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...



Cenário 4: Disciplina escolar

1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava umas boas broncas ou, então, nos encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho ainda nos castigava sem piedade, para "enquadrar".

2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e para consolar o filho, compra uma moto para ele.




Cenário 5: Horário de Verão.

1959: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada. Acordamos cedo e vamos às aulas, ao trabalho.

2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite e, nas mulheres, aparece celulite.



Cenário 6: Fim das férias.

1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, sem qualquer tipo de proteção, chega a hora de voltar. No dia seguinte, tudo acontece bem.

2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborreia...

Fica a pergunta ....


QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE "BANDO DE BOSTAS"?


Telmo José
Professor
Agente de Defesa Civil

Mulher boa de cama tem q ser promíscua?!!

Por Hero Hua



Uma das coisas q odeio q as mulheres ditas liberais dizem, e de homens q as apoiam, é q existe uma vantagem da libertinagem feminina, pois se vc se casa com uma dessas q já deu pra meio mundo vc terá uma esposa boa de cama.




Isso é desculpa para a putaria e para q os trouxas as aceitem. Para uma mulher ser boa de cama ela não precisa ter rodado em mil picas, pra q ela seja boa de cama, independente dela ser bastante ou pouco experiente, ou até virgem, basta apenas q ela realmente goste de sexo.



Pq mulher ruim de cama não gosta de sexo de verdade. Só o faz porque convém a elas prender o homem.

Tb não concordo muito com aquela frase "mulher tem q ser uma dama na sociedade e uma puta para seu marido". Putas costumam a fazer sexo frio em troca de dinheiro, o q mais odiamos é mulheres interesseiras e jamais gostariamos de ter uma esposa assim. O correto seria dizer q a mulher deve ser uma dama na sociedade e q na cama com o seu marido goste realmente de fazer sexo.



Um grande erro da sociedade nos tempos antigos é considerar uma mulher q goste de sexo como vadia. Ela tinha relações com o marido mas não podia manifestar q estava gostando. Como conseqüencia dessa repressão, surgiram nos dias atuais esse bando de putas feministas revoltadas q trepam com tudo o q vê pela frente, até com o poste.



A mulher deve ser considerada vadia se ela sai transando com outros homens fora do casamento, e não apenas por gostar de sexo.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

[Relatos] Mulheres casadas que traem !

Relatos chocantes de mulheres que traem seus maridos, mesmo ele sendo romantico, de bem , trabalhador, tudo que uma mulher procura , lembra? rs... Atenção não vomitem e nem quebrem os computadores.

Professora, 30 anos 
Casada há nove anos, mãe de dois filhos 



"Não é que eu seja mal-amada: meu marido é um tesouro, e vivemos muito bem. Nem penso em me separar. O fato de ter pulado a cerca e de pular novamente sempre que me der vontade não é culpa dele nem minha. A gente se casa cheio de paixão, mas o romance se desgasta, acaba o olho no olho e o frio na espinha. 

Não sou vulgar, mas já tive vários casos. Esses relacionamentos são para preservar meu lar, ficar mais feliz. Transar com o marido é, às vezes, quase uma violência, como se fosse com o pai ou o irmão. Mas fazer o quê? A união não é só sexo, tem muitas outras coisas. Posso não acreditar muito no casamento, mas acredito menos ainda na separação. Se eu pegar outro marido, vai virar a mesma rotina, e o meu é melhor que todos eles. E ele jamais imaginaria que tenho casos, porque não ando por aí me expondo. É tudo muito escondido. Tenho uma história por vez, que dura um, dois anos. Algumas vezes, me apaixono e, então, me despedaço. 

Não acho errado trair, não do jeito que faço. Tomo muito cuidado, namoro por telefone ou me encontro com ele no meio do dia, e digo que fui ao Centro. Nos vemos de 15 em 15 dias, mais ou menos, e ele sempre me deixa em uma rua bem longe de casa. Não digo que seja fácil, mas não exponho meu marido nem meus filhos. Então, vou ter culpa por quê? Fico culpada, sim, quando não tenho ninguém, quando fico infeliz. Agora, estou há um ano e dois meses em uma história bem light com alguém do trabalho. É um namorado só para me dar um pouco de alegria. 

Tenho certeza de que, quando eu ficar beeeem velhinha, isso vai acabar. Aí, se eu não for feliz, vou me contentar com a minha vida e os meus netos. Mas enquanto eu for bonita e nova não vou me enterrar." 

Profissional liberal, 50 anos 
Separada, mãe de três filhos 

"Fui casada por mais de 20 anos. Casei-me virgem, aos 22 anos, para ser de um homem só. Não estava procurando ninguém, mas tinha insatisfações: falta de namoro, de diálogo. Até então, ficava me dizendo que ele era bom pai, bom marido. Tentava me contentar com aquilo que não me satisfazia, nem como mulher. 

Então, conheci uma pessoa em uma festa, alguém próximo de nós. Foi fulminante. Fiquei mais de 12 anos com ele. Parecia uma adolescente, não dominava meus sentimentos. Ele também era casado, e nós tentávamos fugir disso, mas não conseguíamos. Por mais que tentássemos encobrir, era transparente. Com o passar do tempo, conhecidos ficaram sabendo, porque nós convivíamos juntos como casais. Éramos forçosamente amigos, porque eu não tinha nada em comum com a mulher dele nem ele com meu marido. Manipulávamos encontros para estarmos perto. É algo de que hoje me envergonho, mas era mais forte que eu. 

Meu marido desconfiava, mas não tinha coragem de enfrentar. Até porque, desde que tive outra pessoa, ele nunca mais me tocou. Pensei em me separar muitas vezes, mas ele não queria e havia os filhos. Também me preocupava com o que iriam dizer. Até que meu marido me deu a entender que sabia de tudo, e aproveitei para pedir a separação. Meses depois, ele se separou também, e nós assumimos. Foi difícil com nossos filhos e é até agora. 

Muitos ficaram contra mim, me viraram a cara. É fácil julgar os outros. Sei racionalmente que não agi certo, mas o coração me impedia. Hoje, moramos separados. Sabemos que, por enquanto, tem que ser assim. Existem dificuldades a serem resolvidas e, se forem, maravilha, porque ainda me sinto a mulher mais feliz do mundo nos braços dele." 

Advogada, 49 anos 
Casada há 25 anos, mãe de dois filhos 

"Nunca tive intenção de trair, mas quando vi estava completamente envolvida por outra pessoa. Havia descoberto uma felicidade que não tinha até então, visceral. Estava casada há mais de 10 anos, e o casamento era muito diferente do que eu imaginara. Fui feliz com este outro homem por três anos em uma relação muito prazerosa. Cheguei a acreditar que tinha encontrado a metade da laranja. 

Conheci ele na faculdade, e nos encontrávamos em horário de trabalho. A emoção era tanta que eu tinha até ânsia de vômito antes. Ele também era casado e tinha filhos. Tivemos uma amostra de felicidade, porque nossa história era mais ou menos igual, de casamentos mornos, mesmos ideais, tudo fechava. Mas sabia que não iria muito longe pelo comprometimento que tínhamos com nossas famílias e nossa educação. 

Havia também a questão financeira: ele teria que deixar bem a mulher e os filhos, e eu teria de abrir mão, por estar deixando a casa, do pouco que havia amealhado. Ficaríamos sem nada em nome do nosso amor. Ele vinha de uma família de pais separados, e eu tinha perdido minha mãe, o que pesava quando pensava nos meu filhos. Diante disso tudo, a gente se acovardava. 

Ficamos mais íntimos para poder chorar as horas que ficávamos separados e cobrar a distância um do outro. A mulher dele desconfiou e começou a pressioná-lo, assim se escassearam nossos encontros. Quando vimos que a relação dava mais sofrimento que prazer, já que nem podíamos andar de mãos dadas no shopping, decidimos acabar. Nunca mais tivemos contato. 

Meu marido já desconfiava, porque eu tinha ficado mais bonita e confiante. No meio da crise, contei tudo a ele e aos meus filhos. Precisava desabafar, e eles perceberam que eu estava sofrendo e até ficaram com pena. Disse que tivera um caso e que nunca tinha sido tão feliz, mas que não dava mais para continuar. Falei ao meu marido para fazer o que quisesse, mas ele não quis ir embora, continua comigo. Não temos mais nada, nasceu uma amizade. 

Tive uma depressão profunda, que culminou com um câncer. Acho que só hoje estou me recolocando na vida. Esse relacionamento me trouxe mais prejuízo que felicidade, mas faria tudo de novo, com mais experiência. Deixaria de lado o sentimento de posse para ser feliz por mais um tempo. Na ansiedade de tê-lo, acabava cobrando demais. Não soube ser uma boa amante. 

Hoje, meu marido eu dormimos em quartos separados, mas não penso em me separar nem em ter um novo amante. Parece que a fonte secou." 

Dona de casa, 37 anos 
Casada há 20 anos, mãe de uma filha 

"Comecei a trair depois de uns quatro anos de casada. Casei-me muito jovem, aos 17 anos, tinha uma expectativa muito grande, quase surreal. Depois, vi que todos os casamentos são iguais. 

A primeira relação que tive foi com uma amiga. Era algo assustador, e contei para o meu marido. Quis me separar, mas ele não aceitou, disse que se eu conseguisse administrar a situação, tudo bem. Comi o pão que o diabo amassou. Foram 12 anos de idas e vindas com ela, mas nesse meio tempo saía com outros homens, só para me divertir. Acho que meu marido até desconfiava. 

Há três anos, tenho um relacionamento muito importante para mim. A gente se conheceu por acaso, e, dias depois, ele me ligou para dizer que não parava de pensar em mim. Aí, a história começou. Mas eu sempre falava para termos cuidado para não prejudicarmos nossas famílias. A mulher dele teve vários problemas de saúde, e eu não queria causar a infelicidade de ninguém. 

Combinamos de nos encontrar no máximo a cada 10 dias, mas nos apaixonamos e isso não era mais suficiente. Hoje, nos vemos duas vezes por semana. Antes, tinha casos por bobeira, agora é uma troca. Então, não sinto que esteja fazendo nada errado, pelo contrário: as coisas até melhoraram em casa. E nunca fico falando mal do meu marido, só bem. 

Sinto-me melhor com meu namorado do que com meu marido, mas não penso em separação. Não consigo me enxergar sozinha nem teria coragem de separar minha filha de seu pai. Ter um caso é uma coisa, conviver é outra. Meu casamento não é insatisfatório, já que tenho esse complemento e a lacuna sexual foi preenchida. E como tenho um carinho muito grande por meu marido, não chega ser um sacrifício transar com ele. 

No futuro, penso em ter uma velhice boa com meu marido. E também com essa outra pessoa, com quem tenho um pacto de nunca me separar. Digo ao meu marido que nunca me deixe. E digo o mesmo a essa outra pessoa." 



Fonte