segunda-feira, 9 de maio de 2011

Teoria do Círculo Social

O que é o amor?

Parte final do livro "O Homem Domado", de Esther Vilar

O homem é domado de tal forma pela mulher que não consegue viver sem ela e faz, portanto, tudo que ela exige dele. Ele luta pela própria vida e chama a isso amor. Há homens que ameaçam a sua adorada de se suicidarem se não forem atendidos. Não correm risco algum. Não têm nada a perder.

Mas também a mulher não pode existir sem o homem. Ela é tão preguiçosa como uma abelha mestra. Também luta pela vida e também chama a isso amor. Um precisa do outro e parece que existe, então, pelo menos, um sentimento comum a ambos. São, porém, completamente diferentes para o homem e para a mulher as origens e a índole desse sentimento, bem como as suas consequências.

O amor, para a mulher, significa poder. Para o homem, submissão. O amor para a mulher é pretexto para exploração comercial. Para o homem, um álibi impregnado de emoções para a sua escravatura. "Por amor" fazem as mulheres coisas que lhes trazem proveito. O homem, outras que o prejudicam. A mulher deixa de trabalhar "por amor". O homem, quando casa, trabalha "por amor" para duas pessoas. O amor é, para as duas partes, uma luta pela sobrevivência. Mas um sobrevive apenas através de vitórias. O outro, exclusivamente por meio de derrotas. É uma ironia do destino, as mulheres recolherem os seus maiores lucros no momento da sua maior passividade e que a palavra "amor" lhes dê um halo de altruismo mesmo quando intrujam o homem da maneira mais desapiedada.

O homem esconde "com amor" a sua ilusão covarde, auto-sugestionada, e se obriga a crer que a sua escravidão absurda à mulher e seus reféns é honrosa e tem um sentido superior. Está satisfeito com o seu papel,  como escravo atingiu a meta dos seus desejos. E, como a mulher, aliás, só tira vantagens desse sistema, nada se modificará. É certo que o sistema a obriga à corrupção, mas ninguém vê mal nisso. Nada mais se deve esperar de uma mulher além do "amor", enquanto ela puder trocar esse "amor" por todo o resto. E os esforços do homem, domado para ser escravo, vâo sempre conduzi-lo no sentido da amestração, nunca no sentido do seu próprio proveito. Ele trabalhará cada vez mais e quanto mais trabalhar, mais a mulher se afastará dele. Quanto mais ele se insinuar na sua intimidade, mais exigente ela se tornará. Quanto mais ele a desejar, tanto menos será para ela desejável. Quanto mais ele a rodear de conforto, mais comodista, mais estúpida, mais desumana ela se tornará e ele, por seu lado, mais solitário.

Só as mulheres poderiam romper o círculo infernal de amestração e exploração dos homens. Não o farão, porém. Não existe qualquer motivo racional para que o façam. Não há nada a esperar dos seus sentimentos - as mulheres são frias e não têm qualquer compaixão. O mundo continuará, pois, a mergulhar nesse vazio, nessa barbárie, nesse cretinismo que é a "feminilidade", e os homens, esses sonhadores maravilhosos, jamais vão acordar dos seus sonhos.

domingo, 8 de maio de 2011

Bullying: Reação das pessoas (Menino x Menina)

Lembro-me de uma reportagem internacional que alguém postou (me parece que o Silvio) numa praça com o homem apanhando de sua namorada e vice-versa no intuito de conhecer o comportamento das pessoas. O resultado sabemos: quando foi o homem a vítima, ninguém interveio (e até acharam graça).

Ontem passou essa reportagem nesse programa ímbecil.

Ela mostra um teste de Bullying, parece com aquele, ao qual meninos e meninas praticam esse ato nefasto, em uma praça razoavelmente movimentada, para observar a atitude das pessoas.


Resultado:

Meninos praticando bully contra menino = só parou porque um guarda interveio;
Meninas praticando bully contra menina = ninguém veio (não estava tão pesado como o do menino)
Meninas praticando bully contra menino = ninguém interveio*****
Meninos praticando bully contra menina = quase houve uma linchação. Tinha até um cara puto gravando para colocar na Internet, um grandão agressivo, etc.

**** E quando perguntada uma senhora disse: "Homem tem que saber se defender, né?".

Mais uma constatação que o homem, para a sociedade, foi feito para sofrer mais do que a mulher. E quando apanha humilhantemente, é mais um motivo de ser achincalhado ao invés de ser assistido. Feminazis, onde estão vocês?

Nelson Piquet

Por C.O.B.R.A.

Dizem que Ayrton Senna foi definitivamente um dos maiores corredores da história da Fórmula 1. Raçudo, impetuoso, com instintos e reflexos precisos além do ponderavelmente humano. Tirava de carros inferiores uma potência inimaginável. É considerado o maior ídolo do esporte brasileiro depois de Pelé. Dizem.

E é na passagem “definitivamente” que se inicia o problema entre o mito Ayrton Senna e uma pessoa de carne e osso que sacudiu e levantou muita poeira nas pistas. Senna é lembrado como o melhor piloto de todos os tempos. A Globo já o tratava dessa forma, em seus últimos anos. Há algo curioso nisso: entre 1981 e 1991, 6 dos 10 campeonatos mundiais foram conquistados por brasileiros: três por Senna, três por Piquet. Basicamente houve o (então) tricampeonato de Prost e um título de Niki Lauda nos entreatos.

Há uma explicação simples. Senna, que foi para a Fórmula 1 quando Piquet já era bicampeão, soube se entrosar com os jornalistas esportivos da maior formadora de opinião do Brasil, a Rede Globo (com a licença para se chamar alguém da Globo de “jornalista esportivo”). Piquet, o oposto de Senna em tudo (Piquet era carioca, Senna era paulista; Piquet era cerebral, Senna impulsivo), era famoso pelo mau humor com que tratava a ignorância dos entrevistadores da Globo, sem nenhum apelo e nenhuma mensagem bonitinha para o público.

Piquet não apenas ficou marcado como alguém “menor” do que Senna. Piquet não é lembrado sequer como um “segundo lugar” na Fórmula 1 na década de 80.

É uma injustiça muito grande. Piquet era mecânico do próprio carro! Cursou 3 anos de Engenharia Mecânica. Criou de cunho próprio técnicas que são usadas até hoje na F1, como aquecer os pneus antes da corrida. Senna viveu às turras com os engenheiros, e sua petulância como “promessa” o tornou persona non grata por onde quer que passasse.

Piquet detestava a demagogia de Senna. Sua mania de “defender o Brasil”, num patriotismo bem xarope, dosado bem ao gosto dos telespectadores da Globo.

Os fãs de Senna até hoje têm dessas. Não seria preciso. Piquet também é brasileiro, e fez a melhor ultrapassagem da história da Fórmula 1, em 1986, estreando o circuito da Hungria. Tentou passar seu adversário, sem sucesso. Na segunda tentativa, chega aos limites das leis da Física, pega o vácuo do carro em um retão. O piloto da frente não se preocupou em fechá-lo, pois estava com o lado “limpo” da pista, que os pilotos usam quando estão sozinhos. Dessa vez, Piquet o ultrapassa pelo lado de fora de uma curva fechada a mais de 300 km/h, e para não ser ultrapassado de novo, desse mesmo lado, faz o carro andar com as quatro rodas de lado por alguns metros para impedir a passagem. Ainda arruma tempo de mandar tchauzinho – talvez com apenas um dedo, mas enfim, um tchauzinho. O seu adversário se chamava Ayrton Senna.

Senna era desonesto como qualquer piloto e só se fazia de santo pra imprensa. Não há razões muito humanitárias para se esconder isso. Veja-se aqui o lado esportista de Senna: na corrida do Pacifico de 94 ele foi tocado pelo então rookie Mika Hakkinnen (o principal rival de Schumacher nos anos seguintes). Atente-se a um detalhe, Senna marcou MAL nessa prova, e por isso ficou pertinho de Hakkinnen.

Senna chegara em San Marino com 0 pontos contra 20 de Schumacher. É politicamente incorreto no Brasil dizer que Senna não foi o melhor piloto da Fórmula 1. Como o mundo inteiro considera que os irmãos Wright criaram o avião, e só o Brasil acredita em Santos Dumont. Mas cabe uma pergunta final: quem Senna estava tentando fechar em Ímola em 94, quando de seu acidente fatal? Se Schumacher conseguiu a fama de “Dick Vigarista”, por que não pechar da mesma forma quem já fazia isso quase uma década antes? Só por ser brasileiro?

As Melhores de Piquet

“Para quem você dedica esse título?” “Para Nelson Piquet”, em entrevista à revista Grid em 1987.

“Vai dar pra ganhar hoje?”, pergunta o repórter. “Eu não sou mago, sou piloto”, responde Piquet."

Repórter: “Vai ser campeão esse ano?” Piquet: “Não, na F1 isso é decidido no inicio do ano com a FIA”

“Piquet não reabastece. Ele mija no tanque.”

“Você vai correr para vencer, Piquet??” “Não, vou correr para chegar em 16º!”

“Vai correr de Truck? Mas e a sua reputação?” Nelson Piquet: “Tô cagando pra minha reputação. Quero ganhar dinheiro” - rilitrosdessa

"Se o Romário fosse piloto de F1 se chamaria Nelson Piquet"

Marcelo Taz, na época repórter, pergunta: “Nelson, atrás de quê vocês ficam correndo?” Piquet responde: “Atrás de dinheiro, pô!”

“O Mansell é um idiota veloz. O Prost é um babaca. O Arnoux tem QI 12. Como posso ser amigo de gente assim?”, em 1986.

Melhores Vídeos

O que Nelson Piquet acha de...



Nelson Piquet dá uma Porrada em Eliseo Salazar pois não quiz abrir pra ele passar (Vê se aprende Barrichello).


Nelson Piquet e Galvão Bueno



Piquet pilotava muito melhor que Senna. Mais é claro a lavágem cerebral da Globo é implacável. Considerada a maior ultrapassagem da F1.

Travis complementou

AS 5 MAIORES MALANDRAGENS DE PIQUET

 
 O inglês Nigel Mansell, companheiro de Piquet entre 1986 e 1987, sempre foi uma das vítimas preferidas do brasileiro... (Foto: Autoracing.com.br/sem crédito divulgado)

O tricampeão Nelson Piquet completa 56 anos de idade no próximo domingo. Para comemorar a data, a seção "Os 5+ do Pit Stop" faz uma pequena homenagem ao grande Nelsão, contando algumas de suas principais estripulias. Vamos conhecer algumas delas:

5. Tudo para evitar o bisturi

Em 1992, durante os treinos das 500 milhas de Indianapolis, Piquet sofreu o pior acidente da carreira e precisou ser levado ao hospital com graves fraturas nos pés. Os médicos não tiveram dúvidas e prepararam o brasileiro para um procedimento cirúrgico de emergência. Mas na hora marcada, já dentro da sala de cirurgia, um problema inesperado: ninguém achava o bisturi. No fim das contas, a explicação: Piquet não estava querendo enfrentar a cirurgia e, num momento de distração dos médicos, surrupiou o objeto e escondeu dentro do travesseiro...

4. Malandragem na loja de sapatos

O acidente em Indianapolis deixou Piquet com uma leve deformação nos pés, de modo que passou a calçar tamanhos diferentes em cada um deles. A partir daí, o tricampeão começou a aplicar um simples golpe quando ia comprar sapatos novos: pedia para o vendedor trazer calçados de vários tamanhos e, no meio da confusão, misturava tudo e levava apenas os tamanhos que o interessavam. Piquet garante que nenhum vendedor jamais percebeu a leve malandragem.

3. Na volta do Carnaval, o golpe nos frentistas

Em 1970, muito antes da fama, Piquet foi passar o Carnaval em Recife. Foi sozinho, de Brasília a Pernambuco, dirigindo um Fusca. Na volta, uma quebra no pistão fez Piquet gastar nove horas para consertar o carro e perder todo o dinheiro para a gasolina. A solução, como o próprio admite, foi 'partir para a contravenção": de tempos em tempos, enchia o tanque num lugar qualquer, pedia para o frentista pegar "aquela lata de óleo, logo ali, na parede do fundo do posto" e partia em disparada quando a pobre vítima ficava de costas.

Piquet conta que realizou o golpe três vezes. Azar dele que o pai - ninguém menos do que Estácio Gonçalves de Souto Maior, ministro da saúde durante o governo João Goulart - ficou sabendo da história e mandou o filho malandro repetir todo o trajeto, pedindo desculpas e pagando os frentistas que haviam ficado no prejuízo.

2. Super Bonder nos carros de Ron Dennis

Piquet e o chefão da McLaren, Ron Dennis, nunca se deram bem. Tudo teve início na época de Fórmula 3. Certa vez, contrariado por não ter sido cumprimentado pelo sisudo Dennis, Piquet resolveu aplicar um pequeno golpe no inglês. Escondido, pegou um tubo de Super Bonder e encheu de cola a fechadura do carro de Dennis, que ficou horas para desfazer o estrago. Como não poderia deixar de ser, Piquet adorou a brincadeira e repetiu outras três vezes, sem que Dennis descobrisse quem era o responsável.

Anos depois, Dennis chegou num fim de semana da Fórmula 1 acompanhado de vários milionários árabes, num carro esportivo de alguns milhões de dólares. Piquet repetiu o golpe e Dennis pagou um dos maiores micos de sua vida, perdendo horas para conseguir sair dali com seus ricos parceiros da Arábia. A solução foi contratar um segurança para ficar de olho no carro para descobrir quem era o "espertinho". O sujeito pegou Piquet no flagrante e, como primeira reação, pediu um autógrafo. Mas contou tudo para Dennis, que desde então sempre vai ao GP Brasil acompanhado de vigias para seus carros.

Para quem quiser conhecer melhor esta história, basta clicar aqui.

1. O maior de todos os golpes sobre Nigel Mansell

Ferrenhos rivais, Nigel Mansell e Nelson Piquet dividiram a equipe Williams entre 1986 e 1987. Nesse período, o brasileiro nem sempre conseguiu bater o inglês dentro da pista, mas nunca deixou de levar vantagem nos bastidores. Talvez o maior de todos os golpes de Piquet tenha sido aquele que ele aplicou em Mansell durante o GP do México de 1986. A corrida era a penúltima do campeonato daquele ano. Mansell era o líder e poderia fechar a fatura já naquele fim de semana.

Mas exagerou na comida mexicana e se deu mal. Piquet, percebendo as constantes visitas de Mansell ao banheiro do autódromo, bolou um plano impiedoso. Sem que ninguém notasse, sumiu com todos os rolos de papel higiênico. E o "Leão", coitado, não teve o que fazer. Conta-se que os mecânicos da Williams não entenderam nada quando ouviram urros de fúria vindos do banheiro e deram de cara com Piquet rindo de se acabar no fundo dos boxes. Dizem que Mansell não gostou nada da brincadeira...

TITULOS DA F1

Michael Schumacher (Alemanha) - 7 títulos (94,95,00,01,02,03,04)
Juan Manuel Fangio (Argentina) - 5 títulos (51, 54, 55, 56, 57)
Alain Prost (França) - 4 títulos (85, 86, 89, 93)
Nélson Piquet (Brasil) - 3 títulos (81, 83, 87)
Ayrton Senna (Brasil) - 3 títulos (88, 90, 91)

Jackie Stewart (Escócia) - 3 títulos (69, 71, 73)
Niki Lauda (Áustria) - 3 títulos (75, 77 , 84)
Jack Brabham (Austrália) - 3 títulos (59, 60, 66)
Emerson Fittipaldi (Brasil) - 2 títulos (72, 74)
Alberto Ascari (Itália) - 2 títulos (52, 53)
Mika Hakkinen (Finlândia) 2 títulos (98, 99)
Graham Hill (Inglaterra) - 2 títulos (62, 68)
Jim Clark (Escócia) - 2 títulos (63, 65)
Fernando Alonso (Espanha) - 2 títulos (2005, 2006)
Damon Hill (Inglaterra) - 1 título (96)
Jody Scheckter (África do Sul) - 1 título (79)
Denny Hulme (Nova Zelândia) - 1 título (67)
Alan Jones (Austrália) - 1 título (80)
Jacques Villeneuve (Canadá) - 1 título (97)
John Surtees (Inglaterra) - 1 título (64)
Mário Andretti (Estados Unidos) - 1 título (78)
James Hunt (Inglaterra) - 1 título (76)
Keijo "Keke" Rosberg (Finlândia) - 1 título (82)
Mike Hawthorn (Inglaterra) - 1 título (58)
Giuseppe Farina (Itália) - 1 título (50)
Jochen Rindt (Áustria) - 1 título (70)
Phil Hill (Estados Unidos) - 1 título (61)
Nigel Mansell (Inglaterra) - 1 título (92)
Kimi Raikkönen (Finlândia) - 1 título (2007)
Lewis Hamilton (Inglaterra) - 1 título (2008)
Jenson Button (Inglaterra) - 1 título (2009)
Sebastian Vettel (Alemanha) - 1 título (2010) 


Conclusão

Nelson Piquet, foi o piloto mais HONRADO e VIRIL da HISTÓRIA do Automobilismo Brasileiro! Nunca puxou saco, foi falso ou babou ovo de ninguém pra conseguir fama e fortuna sem abrir mão de sua Honra e princípios. Dá até Nojo de ver essa atual geração de Pilotos frouxos e Viúvas Homosexuais do Ayrton Senna.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Por vingança, elas pulam mais a cerca

Por Sócio




24/02/2011 - 00h14 - Atualizado em 24/02/2011 - 00h14



A Gazeta




Por vingança, elas pulam mais a cerca

Em dez anos, número de mulheres que admitem já ter traído o parceiro aumentou de 7% para 12%



Homens, tremei. As mulheres estão traindo mais, e o principal motivo, alegam, é vingança por uma traição ou para provocar ciúmes.



Uma pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo sobre a sexualidade feminina apontou que o número de mulheres que já tiveram relacionamentos extraconjugais aumentou de 7% para 12% na última década. E uma mudança importante: em 2001, as poucas "puladas de cerca" femininas aconteciam apenas uma vez, agora, começaram a ser rotineiras.



A vida sexual das mulheres



Ao todo, 35% das mulheres que já traíram afirmam que foi por vingança, depois de saber que o marido ou namorado tinha uma amante, ou para provocar ciúmes. O segundo motivo mais alegado (22%) é de que foi para melhorar a autoestima, porque elas se sentiam desprezadas pelo parceiro.



Explicação



Provavelmente, a escapada do marido deixa as mulheres menos culpadas na hora de variar. Para a psicanalista Regina Navarro Lins, as desculpas escondem a verdade. "Desde a invenção da pílula, as mulheres começam a descobrir que gostam sim de sexo, e que ele não tem que estar ligado a um compromisso. Mas ainda é difícil para a maioria delas assumir isso em público", destaca.



Para Regina - que acha a palavra traição muito pesada - a tendência é de que as relações percam cada vez mais a exclusividade. "O amor romântico, em que um só tinha olhos para o outro, não satisfaz mais as necessidades da sociedade atual, que preza pela individualidade. O amor é uma construção social, ninguém se casava por amor há 200 anos, e as relações do futuro devem ser pautadas mais no companheirismo, sem exclusividade", aponta.


Para você, homem ou mulher, que foi vítima de uma traição, a especialista, autora de diversos livros sobre sexualidade, dá a dica: "Um relacionamento extraconjugal pode acontecer mesmo no melhor dos casamentos, e isso não quer dizer que haja algo errado. Afinal, todo mundo gosta de variar", polemiza.


esse é o mundo que nos espera...


a tendência é piorar.



o feminismo e a liberação da mulher nos levarão à degradação total.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Desabafo sobre casamento atual


Em resposta ao tópico "Só casamentos arranjados funcionam, Callahan escreveu:

Nos tempos dos nossos avôs, nem existia divórcio. A lei do divórcio só veio em 1977. As pessoas permaneciam casadas, podendo no máximo pedir o desquite, o que equivaleria hoje à separação. Mas o casamento mesmo não era desfeito. Isso tinha um lado bom e um lado ruim.

O lado bom é que as pessoas se casavam quando estavam seguras de que realmente gostavam dos parceiros/as, pois sabiam que não poderiam desfazer o matrimônio. Já nos dias atuais, muita gente casa toda hora, por qualquer coisa. Deu uma paixonite, uma trepadinha mais gostosa, já pensa em casamento. Eu fico puto quando vejo uns burros que se casam com pouco tempo de namoro. Vai ser burro assim lá na casa do caralho! Depois se fode e acha que tem azar na vida. 

E outra: o desquite não era bem visto pela sociedade e, por isso, as pessoas faziam mais esforços pra superar as diferenças e viver juntas. No final, muitos conseguiam se entender. Hoje, qualquer dificuldade insignificante que o casal encontra já traz a desculpa pro divórcio. O marido deu um peido, divórcio. A mulher não depilou o sovaco, divórcio. A maioria das pessoas hoje não entende que todos os casais tem dificuldades, inclusive os felizes. Você acha que aquele casal de velhinhos felizes e que estão fiéis por 50 anos nunca teve um desentendimento? Lógico que tiveram. Mas também tiveram maturidade suficiente pra se resolver. 

A diferença entre os casais infelizes e o felizes não é o fato de uns terem problemas e os outros não. Todos tem problemas, mas os felizes aprendem a superar as dificuldades. E o pior é que o divórcio está cada vez mais fácil. Isso incentiva ainda mais o pessoal a ficar casando à toa: se não der certo, o divórcio é um pulo. Por isso que o casamento está se tornando cada vez mais uma instituição falida.
O lado ruim da impossibilidade de divorciar é que, eventualmente algumas pessoas casavam, não dava certo e, pelas diferenças, não tinha jeito de se entenderem. Aí poderiam até se desquitar, mas viveriam ligadas pelo casamento o resto da vida.

Enfim, não sou conselheiro matrimonial e nem vou fazer sermão sobre casamento. Tô parecendo padre na missa de domingo. Mas isso de certa forma contribui pra merda que está hoje. Acham que é por acaso que está essa putaria toda? Casamentos instáveis, pessoas que casam à toa e se divorciam logo em seguida acabam criando famílias desestruturadas. Às vezes nem criam familia. 

Vejam: pessoas casam por qualquer merda, de forma precipitada. Muitos tem filhos. Depois dá merda, o casamento não vinga e se divorciam, afinal de contas, o divórcio é muito fácil. Frequentemente fica aquela briga. Que estrutura os filhos têm pra crescer, num ambiente familiar agressivo? Nenhuma. Isso quando existe ambiente familiar. Aí acabam virando pessoas sem formação e, dentre outras coisas, resultam manginas e vadias. 

Já ouviram falar que "a família é a base da sociedade"? Educação e formação vem da família. Sem família, a criançada cresce largada, na merda. Teve um tópico do Danieldrb, que ele falava dos reais culpados da situação atual (aqui). Nesse caso, falamos de uma corja de homens que acaba contribuindo. Nesse caso, pais ausentes e frouxos também tem muita culpa nisso. Algumas crianças conseguem se salvar pois recebem valores de outras fontes, tipo avôs, professores, tios. Mas hoje, sem família estruturada, a maioria não educa direito os filhos e fica essa bosta toda aí. 

Minha irmã teve dois namorados a vida inteira e casou com o segundo. Hoje tá feliz, com um filho bacana, eu jogo video-game direto com ele e vejo que é um moleque da hora. Minha irmã tá inteirona (tem gente que acha que ela é adolescente) e feliz. Isso foi à toa? Lógico que não. Foi porque meu pai é linha dura e não deixou descambar. A minha mãe também sempre em cima, dando a direção certa.

Hoje, com a decadência da família, ninguém mais passa valores. A criançada cresce na rua, ouvindo merda, fazendo merda. Já foi discutido em outros tópicos que as meninas tão ficando putinhas desde cedo. A molecada virando viado ou mangina.

Eu até acabei desviando do tópico principal. Foi um desabafo sobre casamento, rsrs.
Acho também que casamentos arranjados não funcionam. Depende do que se entende por "arranjo". Se esse arranjo for um apoio da família, tentando direcionar o casal, indicando coisas positivas, ajudando a superar dificuldades, beleza. Não conheço muito bem essas paradas, me parece que isso ocorre no islamismo e como não tenho muitas informações, não dou muito palpite. Mas nessas searas, acho que frequentemente ocorre de os casamentos serem levados por outros interesses, sem qualquer afinidade entre os nubentes. Com isso, o casal acaba não funcionando. Aí só com muita boa vontade mesmo pra vingar.

Mais compêndios

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"Eu sou para casar"
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- Significado real:
"É uma mentira deslavada, mas não posso assumir minha verdadeira face de puta, pois só assim vou conseguir enganar aquele trouxa rico/provedor/Capitão Salva-puta"
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Observação
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Tem o mesmo sentido desta frase "Eu sou exceção! Eu sou diferente!" deste que a vadia queira bancar a exceção.

"Você é muito imaturo!!!"

-Significado real: "Você não faz tudo o que eu mando e nem pensa da forma que eu gostaria q você pensasse. Isso me irrita muito, porque eu quero ser obedecida sempre, questionada nunca e que você sempre concorde comigo, independente da merda que eu fale, seja meu capacho , pois é pra isso que estepe emocional serve !!!
-Significado real: Eu te acho um galinha e se você chegar perto delas mais uma vez eu faço um escândalo. Mesmo que eu não te largue, apesar disso . 

"Nada contra suas amigas, mas nesta aí eu ñ confio

-Significado real :Esta é mais simpática, mais bonita e mais elegante do que eu. Na verdade não faço a mínima idéia se ela está te dando mole, mas iria morrer de raiva se fosse derrotada por ela...

"Nossa!!! Como ela é vulgar e vadia, eu jamais

seria tão puta quanto ela!"

Tradução!

Eu sou uma mulher feia, invejosa, gostaira de ser gostosa igual a ela, mas não tenho bunda, sou reta igual a uma tábua, sem peito e mal amada por causa da minha feiura! E ela é maravilhosa tem uma bunda gigante, peitões, é gostosa, chama atenção dos outros machos pela beleza fisica...

Para exemplificar... Este tipo de mulher que normalmente paga de santinha decente, critica a mulher vulgar por não poder ser igual a ela, pura inveja. Dai solta frase com as ditas acima, para traçar os homens com outras armas que não seja a beleza fisica.
Queima o filma das gostosas por pura inveja!

Mas no fundo gostaria de ser gostosona para destilar invejas as rivais.

è como se fosse um fusquinha olhando para uma BMW e dizendo...

"Nossa!!! Ela corre de mais e pode te matar! Ela é muito exibida não gosto disso!!!" 

Eu gosto de tímidos, nerds e losers

Tradução:
.

Eu gosto de Homem que tem a "Pegada"!!!

Este é um tema que demanda diversas abordagens e discussões.

Sendo assim,relativo à esse tema ,vou colocar aqui a explicação de um cara que é um dos maiores desmascaradores de falácias e engôdos feminazis.

Com vocês,o ilustre e digníssimo The Truth:

"A pegada é apenas uma das muitas exigências que as mulheres fazem para compensar a intensa frustração que elas sentem, quando elas se relacionam com um beta!"
-
"Quando as brasileiras exigem pegada, elas estão falando exatamente isso :
“Vocês, brasileiros, são muito limitados e exigimos que vocês tenham pegada nos relacionamentos e nos desejem num nível exagerado, pois não gostamos de vocês e não os achamos atraentes, nem interessantes. Compensem as limitações absurdas de vocês, demonstrando intenso desejo sexual por nós através de atitudes e comportamentos exagerados.”


"Seja você mesmo" (dirigida ao homem)

Tradução (quando dita a um beta): "Continue sendo esse babacão e frouxo mesmo! Pelo menos você pode ser útil a mim como inflador de ego quando o cafão gostoso me chutar depois de me arregaçar inteira. Se não, no mínimo me divertirei com você sendo um banana para com outras putas iguais a mim e rirei vendo-as te fazer de gato e sapato.

E se a mesma frase fosse dita a um "alpha"? O que significaria, na opinião dos confrades?
Outras interpretações para a tradução acima são bem-vindas.