sábado, 25 de maio de 2013

Realismo Mitológico: Coração de Pedra (A História de Medusa)


Por Diomedes, também publicado na página Metendo a Real



(Nota: criei este texto para nossa principal representação no Facebook, mas o reparto com meus Confrades com o maior prazer. Grato ao Barão Kageyama por, mesmo sem querer, me dar a inspiração para o texto. Força e Honra!)

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Eu não esqueço.

Ainda hoje, vagando pelo meu jardim de tesouros imóveis e silenciosos, eu não esqueço.

Não esqueci de como eu um dia já tive tudo, e porque hoje não permitirei que ninguém tenha nada. Recordo esta história todos os dias de minha vida, para que eu sempre tenha o maior prazer sempre que eu tenha uma nova peça para decorar minha casa.

Nasci uma Deusa, filha de antigos herdeiros dos segredos das profundezas. Os malditos guardiões da Ordem, os Deuses Olímpicos, venceram aqueles a quem meus pais se aliaram na Grande Guerra e colocaram meus irmãos aprisionados e afastados uns dos outros. Mas não eu, que nasci bela e radiante, a única bela e radiante de toda a minha família.

Por força da minha herança, fui escolhida para cumprir um dever. Fui entregue para as Sacerdotisas da Atena, a Virgem Eterna, Senhora da Pureza, a Favorita de Zeus, para liderá-las e orientá-las em seu culto em um templo antigo e respeitado.

Eu achava que tinha reconquistado aquilo que a glória da minha origem realmente merecia. Me dediquei ao culto com todo o meu louvor. Aprendi os Mistérios de Atena com dedicação. Orientei fiéis e suplicantes como se a própria Deusa falasse pela minha boca. Eu era reverenciada, respeitada, louvada - e até desejada. Me lembro de como a sedosidade dos meus cabelos atraíam a cobiça dos homens e a inveja das mulheres. Mas eu sempre estive acima de todos os mortais que me cercavam, e entre elas, eu achei que tinha honrado minhas ancestrais.

Não poderia estar mais errada.

Um dia, entre meus deveres habituais, sozinha devido ao templo estar fechado para visitantes e todas as outras Sacerdotisas estarem em cerimônia privada, senti que alguém se aproximava. Uma presença forte, imponente e indomável. Uma presença que só minha natureza poderia discernir - a presença de um Deus.

Foi quando eu olhei para a encosta do Templo e o vi caminhar em minha direção. As algas decorando seu cabelo e barba, o brilho do sal marinho em seu corpo nu e forte, e o Tridente em sua mão não deixavam dúvida. Era Poseidon, Deus dos Mares, aquele que suscedeu a família de meus pais em seu governo e poder.

Ele falou brevemente a mim, sobre como minha pureza era um desperdício que ele iria corrigir, e sobre como eu tinha sorte de ter sido escolhida, mas seu olhar cheio de cupidez e a rigidez do seu membro já falavam por ele mesmo. Ele me queria, e iria me tomar naquele momento.

Naquele momento eu entendi o quanto Atena mentiu e enganou o tempo todo. Eu sempre mereci mais do que ser apenas uma serva de Deuses que me forçavam a ser tão pouco quando eu poderia ser muito mais. Nasci uma Deusa, e tinha ali a oportunidade de ser plenamente uma Deusa, nos braços daquele que realmente tinha poder para ser e fazer o que quisesse. Atena sempre esteve errada. Aqueles que tem o Brilho Divino não existem para servir a Ordem do Universo... existem para tornar o Universo o teatro de sua poderosa vontade.

Apesar da oportunidade ser única e do desejo de Poseidon por mim começar a me inflamar como nunca me senti antes, mantive a calma e montei um plano. Conduziria Poseidon ao Altar Interno, onde nenhum som poderia ser ouvido e ninguém nos importunaria. Lá, me entregaria a ele e lhe deixaria gozar profundamente em meu ventre. Eu conhecia a mim mesma e sabia que estava no tempo certo - a semente dele me daria um filho. Quando Poseidon se fosse, limparia as evidências do meu ato, e após alguns dias, abandonaria o Templo e o Sacerdócio antes que elas percebessem por meu comportamento que não era mais pura de corpo e intenções. Teria o Herdeiro de Poseidon em local distante, e ele me garantiria meu lugar de direito entre os poderosos do mundo.

Não esqueci do quanto eu gozei nos braços dele, sem me importar da pequena dor ao perder minha pureza. Não esqueço de como ele me deixou sem nada dizer depois de saciar totalmente sua luxúria - e de como isso não me afetou em nada.

Mas eu realmente não esqueci do que veio depois.

Não esqueço de como Atena entrou repentinamente na sala do Altar Interno, brilhando refulgente, antes mesmo que eu me recompusesse. Do discurso indignado daquela hipócrita, dizendo que eu havia arruinado todo o Templo, de como meu ato foi como se ela mesma tivesse sido corrompida, de como eu tinha me perdido no pretenso orgulho e na inveja que ela alegava... de como eu tinha ousado usar a Ordem das coisas sem se importar com o que isto faria com todos os que dependiam de mim.

Déspota miserável. Eu não devia nada a ninguém, todos é que deviam a mim, eu só estava assumindo meu lugar de direito.

Não esqueço dela me apontar seu dedo e me recitar minha punição, de qual seria a consequência dos meus atos. De como eu tinha sido monstruosa em meu ato, e de como eu não merecia mais parecer humana. De como meus cabelos, minha expressão mais bela, agora signficariam sinal de horror. De como ninguém mais poderia me admirar, pois meu olhar imobilizaria em pedra fria qualquer um que me encarasse.

Eu vi num espelho d'água o que o decreto daquela Deusa de Falsa Pureza fez comigo. Gritei - ou melhor, sibilei - de ódio e terror. Serpenteei para fora de lá o quanto antes, e vaguei pelo mundo até encontrar meu novo lar. E o meu propósito.

Ainda hoje, mulheres incautas vem até minha gruta. Ainda hoje, homens se fingindo de poderosos heróis, e homenzinhos pequenos e fracos, vem até mim. Viu, Atena? Mesmo sendo o que eu me tornei, todos são atraídos por mim!

E todos tem o mesmo destino, todos ao me encarar se tornam brinquedos da minha vontade e do meu bel prazer, toda a sua força, coragem e dignidade reduzidas a nada. E passam a decorar meu jardim silencioso para sempre.

Eu ainda tenho a semente daquele ser superior dentro de mim. Ela um dia irá nascer, e dela, eu darei continuidade ao meu dever hoje: silenciar e submeter a todos os que ousarem desafiar minha origem e meu poder. Ainda sou soberana, e meus descendentes espalharão minha soberania feminina sobre o mundo. EU serei aquela a quem todos respeitarão, Atena, não existirá quem idolatre tua dignidade e perfeição quando todos que restarem forem meus filhos, os da família de minhas irmãs, que já nasceram monstruosas, ou meus escravos.

Eu sou Medusa, e se não me permitiram reinar sobre a fraqueza dos homens e a admiração das mulheres, minha ira e minha força transformará todos em mortos em vida.

Ouço passos vacilantes quebrando o silêncio do meu lar. Mais uma pessoa entrou em meus domínios. Mais uma pessoa para pertencer a mim pela Eternidade.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Matrix Familiar

Por C.O.B.R.A.


Acho que a ultima Matrix que qualquer membro da Real (mesmo sendo Old School) ainda persiste em estar é a Matrix de dentro da família.

E não estou incluindo tios e primos mas pai e mãe.

Meus pais são super gente boa, devo tudo a eles independente de qualquer coisa, mas fiquei estarrecido com algumas coisa que ocorreram comigo ao longo dos anos.

Um deles é a minha mãe.

Quando eu não trabalhava, independente de eu ser um bom filho ou não (sempre fui de boa aqui em casa nunca gostei de atritos nem nada) não fazia nada de errado e era tratado feito um merda.

Depois que comecei a trabalhar comprei meu carro, meus pais começaram a babar meu ovo de uma hora pra outra sendo que outrora me tratavam feito um completo lixo!

Outro acontecimento que me deixou mais bolado ainda, não foi nem financeiro mas por questões físicas.

Há algum tempo cerca de 2 anos eu me descuidei da alimentação e engordei pra caramba. Não a ponto de ficar gordão, obeso, ainda tinha muita massa mas estava do tipo roliço (1,72m e 93kg) minha mãe ria, fazia piada e me tratava com descaso, não sei explicar era um desprezo velado.

Depois que emagreci uns 10 a 13kg e consegui um Shape melhor que o que eu tinha antes o tratamento foi outro: era "meu filho lindo e querido" pra cá "meu campeão" pra lá.

Minha mãe porra!!

Eu sempre fui o mesmo daí me tratam melhor depois que eu emagreço e começo a ganhar $$$?

Alguns podem achar isso normal, afinal nossos pais não são robôs, são humanos, mas depois dessa última barreira da Matrix eu cheguei a óbvia conclusão:

É só Você e Você e mais ninguém.

Conversa que meu velho teve comigo em relação ao meu irmão

Por BodyHunter


Tenho um irmao gêmeo que namora há mais de 6 anos e está noivo. Apesar dele ter controle sobre o namoro, às vezes apronta umas besteiras. Após começar a namorar, engordou uns 25kg para cá, não faz mais exercícios, ou seja, relaxou bastante. Além disso, tem abusado de bebida alcólica nos finais de semana. Duas vezes chegou a um ponto de meu pai dar banho nele por estar muito bêbado (isso há uns 4 anos atrás). Nessa ultima semana, tomou uísque e nao conseguiu voltar para a casa da namorada. Ela teve que carregá-lo juntamente com os primos dela.

Ainda não formou no curso de engenharia dele e já vai casar. A sorte dele é que o tio da namorada é um grande empresário e prometeu contratá-lo como engenheiro assim que formar (ele é estagiário na empresa). O problema maior do meu irmão é que ele relaxou demais da conta e ontem quando estava voltando para casa, meu pai tocou no assunto a respeito disso:

Pai: Eu tive uma conversa séria com seu irmao hoje. O cara tem mais de 25 anos, vai casar e ainda apronta uma dessas. Ele já passou da idade de crescer, assumir responsabilidades e ser homem. Eu nao vou bater nele, pois o cara é maior de idade e sabe bem das consequências de seus atos. Já falei para ele que primeiramente todas as mulheres nesse mundo buscam luxo e conforto. E mesmo tendo esses dois, se o cara bebe demais, a casa cai e a mulher sai fora. Você vê como é la em casa. Eu quase não bebo perto da sua mae, alem disso eu sempre dei o que pude para sustentar a casa e sua mae. Portanto, se ele acha que casamento é moleza, está muito enganado. A responsabilidade triplica e voce tambem se torna um burro de carga. Outra coisa, incentive-o a estudar para concursos. Ele se acomodou bastante. É um cara super inteligente, mas bastante acomodado. Eu gosto muito da minha cunhada, mas já avisei a ele milhares de vezes que se faltar dinheiro dentro de casa mulher vaza fora. Portanto, se ele assumiu compromisso em se casar, deve assumir as resaponsabilidades e o papel de homem. Não sei o que ele pensa a respeito da vida.

A partir dessa conversa, percebi o tanto que a REAL se encaixa em todas as etapas de nossas vidas. Vi que sou um cara de muita sorte em ter conhecido as obras de N.A, blogs do Silvio, Doutrinador, alem do forum HH e o MR, pois acredito que minha vida estaria muito pior.

Mulheres reconhecem homens infiéis com apenas um olhar

Elas sentem cheiro de homem safado a quilômetros. Disso, muitos homens já sabiam. Mas, como o manginismo moderno está muito forte, a ciência, mais uma vez, veio confirmar o que nós, da Real, já sabíamos há séculos.



Não adianta inventar mil mentiras, esconder seu passado. Esse tal sexto sentido femininoparece realmente funcionar.
Pelo menos entre as 34 mulheres (ok, esse número é beeeem pequeno) quem foram convidadas por pesquisadores da Universidade Ocidental da Austrália. Elas e outros 34 homens analisaram as fotos dos rostos de 189 adultos caucasianos e depois tiveram de dizer se eraminfiéis ou não. Os donos e donas das imagens já haviam contado aos pesquisadores se costumavam trair ou não seus parceiros.
E, sim, elas desmascararam boa parte dos mocinhos infiéis – sem julgá-los pela beleza. “Quanto mais ‘machão’ maior era o risco de ser classificado como infiel e de ter uma história sexual cheia de traições”, explica o pesquisador Gillian Rhodes. Já os homens não se saíram tão bem assim. Eles tentavam julgar as mulheres mais bonitas como as mais safadas, mas erraram na maior parte das vezes.

Crédito da foto:
 
flickr.com/globevisions,
Fonte: Superinteressante
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Sr. X naoexistemulherenganada: Sabe aquela sua vizinha que se envolveu com um cafa safado que pega todas? Pois bem, ela sabe de tudo, e está com ele mesmo assim. Pior: é muito provável que ela só esteja com ele porque o cara pega muita mulher.


A partir do momento que o cara cair na besteira de "abandonar essa vida e se tornar um cara fiel", ele vai ganhar, de brinde, um belo chute na bunda.


Elas gostam de cafajestes, paspalhos! Aprendam, de uma vez por todas, que cafajestagem supera tudo!

Mulheres estressadas no trabalho ficam Feias

Por McLovin, comentado por Sr. X


Mais um texto mostrando o que já sabemos ..carreiristas são os piores tipos para se relacionar.




Cientistas descobriram que carreiras estressantes deixam as mulheres menos atraentes. Uma nova pesquisa revelou que quem tem cargos tensos, como os de executivas, podem ficar menos atraentes para os homens.

Segundo cientistas, longas horas de trabalho aumentam o nível do hormônio cortisol, que é ligado ao estresse. A substância mexe com a beleza e como resultado ainda as deixa menos férteis.

O cortisol é produzido nas glândulas de adrenalina e é responsável pelo metabolismo, níveis de energia, pressão sanguínea e combate doenças.

Homens foram entrevistados para avaliar a atratividade do rosto das mulheres e as que tinham maior nível de pressão foram avaliadas como menos bonitas.

O projeto conduzido pela University of Turku, na Finlândia, sugere que isso acontece porque quem sofre esse tipo de agitação é menos saudável e isso é refletido na aparência.








Sr. X: mais uma vez, as verdades da Real se comprovam. Eu já havia escrito sobre este assunto aqui: http://central-bufalo.blogspot.com.br/2011/08/mulheres-podem-superar-os-homens-em.html

Mulheres podem superar homens? Podem! Mas terão de sacrificar seus atributos naturais e a sua saúde para isso! Ficarão horrorosas e doentes!

Chupa, feminismo!


Devo mentir ser experiente no SEXO com as mulheres?

Dúvida respondida pelo Sr. X
Eu tenho 20 anos, sou virgem ainda... 

Sempre que eu conto pra alguma garota que sou virgem mais cedo ou mais tarde ela me larga. :facepalm:

Gastar com prostitutas eu não tenho a mínima vontade... pra mim seria o cúmulo do fracasso... Enfim. :facepalm:




Resposta:

Mentir é inútil. Está estampado na sua cara que tu é virgem e que nunca viu uma boceta na vida. Elas sentem cheiro de homem virgem a quilometros.

Se não quer pegar puta na primeira vez, ok, decisão sua. Quer ir pelo caminho mais difícil só por causa de uma questão moral é bobagem.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Desmascarando o "AMOR".

Por Mendigo


Hoje vamos desmascarar o "amor".


A palavra amor sempre foi e sempre será um sinônimo direto de egoismo. É impossível pensar em amor sem que o egoismo seja a mola mestra desta palavra. Muitos pensam que amar uma pessoa só pela aparência é sinal de superficialidade , não é um amor "profundo verdadeiro". Tanto faz amar uma pessoa pela sua parte externa, ou, ama-lá pela sua personalidade, seu modo de ser, ; ambos são sinônimos de egoismo, ambos são superficiais, ambos tem como recurso primeiro a capacidade do outro de nos dar prazer. Ou pela beleza, ou pela personalidade - capacidade de entreter pela oralidade.

Nunca se ama aquele individuo. Isto é algo muito amplo para a pequenez irrelevante de um ser humano. O individuo é dividido em partes, tal como objetos, o que se ama são estes objetos. A beleza externa como um objeto, os músculos pode ser considerado um objeto, a personalidade, ou, partes da personalidade pode ser considerado um objeto; os objetos externos que aquela pessoa possui como dinheiro, status social.. O amor é fragmentado, e não se ama a totalidade, mas somente a parte que as interessa. O resto é um estorvo, a qual precisa ser destruído, não se aceito o outro como ele é. 

Ele sempre é colocado num molde, e que egoisticamente, precisa caber nos interesses delas. E se ele não se encaixa em um dos princípios delas, poderão se generalizar de maneira tirânica e dizer: "Todo homem é cafajeste. Nenhum homem presta". Estas generalizações demonstram um egoismo diabólico de quem quer controlar o outro, de quem quer que o outro se transforme num reles fantoche, para satisfazer certas necessidades, ou melhor, para satisfazer determinadas INCAPACIDADES, daquele que exigem um outro para sanar os próprios e monstruosos defeitos internos.

Se até o amor que é considerado uma emoção divina que diferencia os bons dos maus, é maculada pelo instinto pernicioso do egoismo, da simples possessividade, e da coisificação de um ser humano, ou transformação dele em objeto tal como uma ferramenta usada exclusivamente para a nossa satisfação. O que se pensar das outras emoções negativas. A diferença é a seguinte o mal, o monstro, por mais monstruoso que ele seja, ele também é HONESTO, no sentido de que sabe que está fazendo o mal, e compartilha este sentimento consigo mesmo, ou com os outros, quando isto se faz necessário. 

O desabafo por exemplo é uma forma de defecação emocional, se quer tirar o que há de mais horroroso em nós, e jogar na cara do outro. O outro suporta isto por varias motivos, um para que o elo de ligação fique mais forte entre ambos - desta forma pode-se lucrar mais, dois porque no futuro poderemos se utilizar deste recurso sujo, três, muitas vezes é necessário ceder em nosso egoismo, em partes daquilo que nos incomoda, para se beneficiar do resto da personalidade do outro, também pode-se usar está informação como chantagem, quando o outro não estiver nos satisfazendo. Enfim, tudo deve ser considerado pela visão do utilitarismo egoísta, e da possessividade de bens materiais que nós dão prazer e saciedade. O amor como principio de bondade, caridade, integridade não existe.

O amor romântico ( viewtopic.php?f=14&t=1721 ) também é considerado um rompante extremo de possessividade e desvalorização cronica do objeto amado. E porque? No amor romântico há uma tentativa sempre falha de destruir o objeto amado. Como? Fazendo com que o objeto do nosso amor entre para o nosso "eu", introjetando ele no nosso campo de ação... E para fazer isto é sempre necessário destruir o objeto amado como principio de inteligencia e dotado de livre arbitro e liberdade. O amor romântico quer beleza do objeto amado para dentro de si, independente da vontade do objeto amado, a vontade do objeto amado precisa ser destruída, esmagada, para que "aquela" beleza esteja disposta para os nossos anseios. A beleza do objeto amado é apenas um exemplo, mas está possessividade exclusiva não precisa tomar posse somente da beleza, mas qualquer parte do objeto amado que nós é caro.

O amor deve ser considerado como uma forma ardilosa de roubo. Se quer roubar do objeto amado as suas qualidades, o seu bem estar, a sua felicidade, alegria, o seu jeito de ser, a sua beleza. É uma guerra para dominar o território inimigo. Porque todo aquele que não é o "eu" é sempre considerado um inimigo.

É claro que estou me referindo ao amor humano e não ao amor Divino (ágape).