E aê manada véia.
Muitos de nós aqui, senão todos, somos abertamente contra a influência do politicamente correto e suas nuances dentro da sociedade.
Embora parece exagero falar, e parece rs, o politicamente correto tem pequenos detalhes que o fazem ficar cada vez mais forte e devorador de cérebros.
Vamos colocar dois sujeitos aderentes do politicamente correto:
O pseudo intelectual fresco: Aquele que é politicamente engajado em tudo, possui uma causa até pra soltar um barro na privada e leu várias possíveis obras de sociólogos, antropólogos, economistas e filósofos. Gosta de tomar frapuccino, ouve MPB ou qualquer banda politicamente engajada e assiste filmes franceses sem nexo ou iranianos com duas décadas de duração. Fedem.
O maria vai com as outras, sem opinião e facilmente manipulável: É aquele seu amigo que diz nas rodas de cerveja que a mulher sofre opressão, dá esmola pra mendigo pois o mesmo é vítima do sistema. Acha que vivemos em uma época nova, todo mundo merece ser feliz. Apóia a parada Gay, o Greenpeace e chama a esposa de patroa. Assiste BBB e comenta as novelas da Globo, é musicalmente eclético e adora a literatura do Paulo Coelho. O importante é se divertir e ser feliz. É contra a pena de morte.
Definidos os sujeitos, vamos apresentar hipóteses:
Você bebendo uma cerveja e o pseudo intelectual fumando maconha. Você se sente desconfortável e sai de perto do esquerdinha ou fala pro filho da puta que aquilo é uma afronta aos costumes.
Ele diz:
- Pô, bicho, relaxa...tá sussa! Tu tá usando uma droga também, que é o álcool. Cada um usa sua droga e sem problemas, felicidade e paz brow!
Pau no cu.
Hoje, estamos em uma época onde é proibido expressar opiniões contrárias ao que a sociedade costuma pensar. E ainda chamam isso de liberdade de expressão. Muitas palavras, se forem faladas serão consideradas blasfêmias, outras serão símbolos da salvação. Algumas terão a finalidade de evidenciar a inocência ou a falta de nocividade.
Estão muito errados.
A palavra é um sistema simbólico de comunicação. Qualquer palavra dita será associada ao objeto e suas características, positivas ou não. E isso muitas vezes de forma inconsciente.
Vou colocar algumas pra dar um exemplo:
Preto/Negro - Hoje virou Afro-Descendente. Hoje tudo que tiver o nome "Afro" está ligado à alguma causa ou revista escrota de exaltação à beleza negra. A palavra "Preto", "Negro" está associada à coisas negativas, ausência de luz, trevas, negatividade. Mesmo sendo o sujeito de pele escura, negra, ele mesmo exigirá ser chamado de Afro, pois a piadinha "Neguinho do Pastoreio" é uma ofensa para o mesmo.
Droga - Um dos argumentos preferidos dos maconheiros é chamar o álcool e o cigarro de droga. A associação com o nome droga faz com que a maconha também seja inserida no grupo, porém, injustamente proibida e criminalizada. Qualquer nome que tiver a palavra droga e for vendida de forma legal terá a mesma crítica por parte dos pró-marijuana.
Irregularidade, Desvio: Um dos preferidos dos PTralhas. Se você rouba uma galinha, você faz um roubo, assalto. Se um ministro, deputado ou qualquer porra faz um roubo de grandes proporções, ele faz um desvio, uma irregularidade. Petista não rouba, e sim faz irregularidades.
Réu, Elemento: Você entrou numa casa, estuprou uma mãe, espancou um pai de família e matou um filho? Foi pego vendendo um pacotinho de maconha? Relaxa! A mídia e o Governo vão fazer o máximo para livrar seu rabo da reta e te dar um novo nome. Ladrão, criminoso, facínora são nomes do passado, hoje você será chamado de réu e poderá fazer ligações de dentro da cadeia. Sabe como é, o pessoal dos direitos humanos acha opressor demais ficar apodrecendo na cadeia sem fazer nada por ter sido uma ameaça à sociedade.
Liberdade: Com certeza um dos mais nocivos. Tudo que é libertário é visto como sinônimo de felicidade hoje. Liberdade em excesso traz mudanças, mudanças mudam as tradições. Bom, a Parada Gay, Marcha da Maconha e das Vadias estão aí. Novelas da Globo abordando de forma positiva o aborto, a viadagem e a promiscuidade? É a liberdade! Cada um faz o que quer e isso sim é ser feliz.
Fora outros nomes que hoje são exemplos de chacota dentro de uma sociedade politicamente correta.
Experimenta falar a palavra Cristão, Deus, Família, Homem, Supremacia ou Submissão.
Aos que querem se aprofundar no assunto, recomendo o filme 1984, que traz esse tema de forma criativa e bem exemplificada.
Você bebendo uma cerveja e o pseudo intelectual fumando maconha. Você se sente desconfortável e sai de perto do esquerdinha ou fala pro filho da puta que aquilo é uma afronta aos costumes.
Ele diz:
- Pô, bicho, relaxa...tá sussa! Tu tá usando uma droga também, que é o álcool. Cada um usa sua droga e sem problemas, felicidade e paz brow!
Pau no cu.
Hoje, estamos em uma época onde é proibido expressar opiniões contrárias ao que a sociedade costuma pensar. E ainda chamam isso de liberdade de expressão. Muitas palavras, se forem faladas serão consideradas blasfêmias, outras serão símbolos da salvação. Algumas terão a finalidade de evidenciar a inocência ou a falta de nocividade.
Estão muito errados.
A palavra é um sistema simbólico de comunicação. Qualquer palavra dita será associada ao objeto e suas características, positivas ou não. E isso muitas vezes de forma inconsciente.
Vou colocar algumas pra dar um exemplo:
Preto/Negro - Hoje virou Afro-Descendente. Hoje tudo que tiver o nome "Afro" está ligado à alguma causa ou revista escrota de exaltação à beleza negra. A palavra "Preto", "Negro" está associada à coisas negativas, ausência de luz, trevas, negatividade. Mesmo sendo o sujeito de pele escura, negra, ele mesmo exigirá ser chamado de Afro, pois a piadinha "Neguinho do Pastoreio" é uma ofensa para o mesmo.
Droga - Um dos argumentos preferidos dos maconheiros é chamar o álcool e o cigarro de droga. A associação com o nome droga faz com que a maconha também seja inserida no grupo, porém, injustamente proibida e criminalizada. Qualquer nome que tiver a palavra droga e for vendida de forma legal terá a mesma crítica por parte dos pró-marijuana.
Irregularidade, Desvio: Um dos preferidos dos PTralhas. Se você rouba uma galinha, você faz um roubo, assalto. Se um ministro, deputado ou qualquer porra faz um roubo de grandes proporções, ele faz um desvio, uma irregularidade. Petista não rouba, e sim faz irregularidades.
Réu, Elemento: Você entrou numa casa, estuprou uma mãe, espancou um pai de família e matou um filho? Foi pego vendendo um pacotinho de maconha? Relaxa! A mídia e o Governo vão fazer o máximo para livrar seu rabo da reta e te dar um novo nome. Ladrão, criminoso, facínora são nomes do passado, hoje você será chamado de réu e poderá fazer ligações de dentro da cadeia. Sabe como é, o pessoal dos direitos humanos acha opressor demais ficar apodrecendo na cadeia sem fazer nada por ter sido uma ameaça à sociedade.
Liberdade: Com certeza um dos mais nocivos. Tudo que é libertário é visto como sinônimo de felicidade hoje. Liberdade em excesso traz mudanças, mudanças mudam as tradições. Bom, a Parada Gay, Marcha da Maconha e das Vadias estão aí. Novelas da Globo abordando de forma positiva o aborto, a viadagem e a promiscuidade? É a liberdade! Cada um faz o que quer e isso sim é ser feliz.
Fora outros nomes que hoje são exemplos de chacota dentro de uma sociedade politicamente correta.
Experimenta falar a palavra Cristão, Deus, Família, Homem, Supremacia ou Submissão.
Aos que querem se aprofundar no assunto, recomendo o filme 1984, que traz esse tema de forma criativa e bem exemplificada.


