terça-feira, 22 de novembro de 2011
A sociedade moderna direciona todos os recursos que ela tem para que o homem se foda, e a mulher alcance o sucesso (o que era para ser o contrário).
Saiba o porquê, e quais razões isso acontece.
A 1ª delas é a Compulsão Sexual
Homens não aguentam ficar sem sexo. Manginas menos ainda.
Eles pegam qualquer emprego de merda que apareça pela frente para poderem no 1º mês de salário comprar a sua CG125 em trocentas parcelas e pegar a primeira vadia de morro que aparecer gastando o resto em cachaça e baladas.
"Quando a cabeça de baixo pensa. A de cima não pensa".
Alguns são por simples necessidade e não entram nesse mérito (apesar que esses em proporção aos manginas são poucos).
A 2ª é a Imposição da Sociedade
Esses mesmos caras entram em completa estagnação social depois de algum tempo, param no tempo e no espaço, vendo seus salários, empregos e pespectivas melhores se esvaindo.
A medida que pervebem que se lascaram de verde de amarelo (com filhos, penssão, emprego lixo, casamento em crise, etc...) o que esses caras fazem?
IMPÕEM aos outros que estão solteiros, tranquilos, estudando em faculdade com curso promissor e aproveitando a vida, responsabilidades e fardos incabíveis. Porquê se eles passaram, você tamém terá de passar!
Vale qualquer tipo de truque-sujo: desde chacotas, gozações, dúvidas quanto a sua sexualidade, passando por imposições sociais incabíveis.
É a velha história: "Se eu não sou feliz, ninguém também tem o direito de ser".
Notem que aí há um Paradoxo e ima ilogicidade:
-Todo mundo sabe que ninguém liga pra ninguém e todos correm apenas atráz do seu.
-Mas... se todo mundo só se preocupa consigo mesmo, então porquê tentam empurrar o sofrimento para você camuflado sob a regra "responsabilidades de homem?"
-Então eles se importam com você tanto assim querendo te empurrar isso?
Negativo.
Eles querem te levar para o buraco junto. TROUXA é você que vai na onda.
Na dinâmica social acontece o seguinte:
-As Mulheres querem que você se torne poderoso e responsável para poder usufuir dos seus frutos.
-Os homens querem que você não obtenha frutos e não usufrua do sexo das mulheres.
Cabe a você decidir caminhar sozinho ou se deixar levar.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
O medo de falhar e a insegurança dos novatos.
Seguindo a idéia do tópico do Ulysses na questão de contribuir mais ativamente para com a real, vou colocar (ao menos tentar colocar) umas idéias que nos últimos dias venho pensando. Segue abaixo o texto:
Sem dúvida, o medo de “falhar” em seguir à risca a teoria da real, arrebenta com a maioria dos novatos.
É interessante que após dias analisando as questões que envolvem a matrix, seja ela a social, a política, ou qualquer outra variação da mesma, tendo por base principalmente o fórum que participamos, cheguei a uma conclusão. Os novos guerreiros da real em sua maioria estão piorando depois de conhecer a real. Antes que já olhem para mim com rifles e submetralhadoras, isso não tem nada a ver com os membros antigos, aqueles como o Doutrinador, Silvio, Nessahan Alita entre outros que passaram e passam um bom tempo se dedicando a auxiliar a paspalhada a dar um jeito na vida e pararem de agir como bundões. Isso tem a ver com a incapacidade de absorver a coisa como se deve. Vejo que muitos novatos têm uma necessidade de que lhes mostre a direção o tempo todo. Como querem crescer, desenvolverem-se seja do cunho intelectual ou físico, se não têm coragem o suficiente de bater de frente com a realidade?
Ninguém foi lá no ouvido do Doutrinador e falou “amigão, as coisas são X, você vai agir Y para que atinja Z”. Não é à toa que os mais velhos dão conselhos para os mais novos. Os caras têm vivência de vida. Os caras enfrentaram e enfrentam os seus problemas e tão na luta diária. Por mais que acredito que seja bacana e até honrado pedir ajuda quando não se sabe o que fazer, isso não pode tornar-se hábito. Fico observando, a situação é similar àquela de um amigo folgado que pega uma carona com você, de repente o cara já te coloca na função de pai/mãe dele mesmo e acha que você tem que passar a dar carona todo dia. Ninguém vai fazer a sua prova de vestibular. Ninguém vai enfiar o seu pinto dentro de uma vagina para você. Ninguém vai vencer na vida para você. Você é o instrumento único do seu próprio destino.Se você age como um bundão, não espere ser um cara de sucesso. Se você age como uma anta, não espere ser tratado como um cara intelectual ou maduro o suficiente para ver as coisas como elas são.
A falta de bom senso para mim é de longe a grande adversária do guerreiro da real inexperiente. Os caras de repente saem polarizando tudo. Se a menina sorri para ele, o cara já está automaticamente processando aquilo como um sinal de que ela quer pegar você para miguxo e encher seu ouvido de merda, te seduzir e conseqüentemente te fazer voltar para o início da matrix, onde ele deitava sonhador em sua cama pensando em montar família com uma menina com a qual você não comentou nem se quer como está o tempo lá fora. PORRA? Acho que ninguém precisa ter PhD em Nessahan Alita para ter noção de como agir em uma situação cotidiana. Como os antigos sabiam como agir mesmo sem Nessahan Alita?
Sua feminazi! Eu não vou ser seu miguxinho de merda!
Eles tentavam. Erraram? Porra, com certeza. Até erraram mais do que acertaram em muitos casos. Porém eles se levantavam sozinhos. O discurso do Rocky muitas vezes postado aqui é a perfeita descrição do que é viver. Vão tentar te derrubar, cabe a ti e só a ti mesmo saber como se levantar.
Se os novos guerreiros ficarem com medo de se ferrar, não vão vencer nunca. Não dá para ser perfeito o tempo todo. Todo cara que está aqui, mesmo estando dentro da real com certeza terá um dia que a matrix vai bater na porta MESMO. Só que, é aqui onde você bicuda a sua porta em cima dela.
Tá na hora de muito camarada aqui parar de achar que se você dá uma fraquejada (leia-se controlada, engravidar uma mãe solteira por exemplo, você é pior que todos os matrixianos juntos, pois tinha, ou menos deveria ter mais consciência que a esmagadora população masculina) automaticamente você não é mais um guerreiro, todo o seu trabalho foi para o ralo. Não porra. Só aprenda a não fazer a mesma cagada duas vezes.
A mensagem que eu quero passar é similar ao tópico do Darth Silva. Vão para a guerra e voltem vitoriosos. Aprendam a ter mais pulso firme. Ser homem não significa só ter um pinto no meio das pernas. É agir como um.
Eu também sou novato, mas essa é a minha opinião com relação os caras que estão na mesma situação que eu, começando. Vou dizer que a real realmente salva vidas. Comparar o que eu era e o que sou hoje, mesmo com pouco tempo de casa, já melhorei demais e tem um espaço gigantesco para melhorar. Por fim espero que os guerreiros novatos ao lerem isso daqui, também passem a ter mais uma motivação para continuar com a real. Salve confrades!
A maior arma contra a mentira feminina: o desapego

A Sombra da Mulher é sua faceta mais depravada e vil, não tendo limites ou freios de como deseja atender a suas necessidades. Desta forma a sinceridade total e absoluta está fora do alcance delas, não porque elas não desejam dá-la, mas porque é contrário a natureza delas serem francas e sinceras.
Logo, mesmo se você for um homem casado que desdenha de nossa sabedoria, e acredita que encontrou a tal exceção que nós negamos, leia e aceite: sua mulher mente para você.
Nessahan Alita faz um interessante paralelo entre a necessidade de exposição e os genitais: os femininos são fechados e ocultos por definição. Demonstre sua intenção de vê-los e (mesmo internamente excitada por sua intenção) ela fará ainda mais força para ocultá-los; em ambientes onde não existe interesse nesta revelação (entre amigas ou homossexuais masculinos), ela não se importará com a visão de sua genitália.
Esta postura mostra o primeiro e maior erro quando buscamos lidar com as mentiras femininas: pressioná-las a serem sinceras.
Quando impomos a elas nossa lógica, exigimos que elas falem a verdade, quando testamos abertamente a veracidade de seus atos, estamos, por ignorância nossa, as incentivando a mentir, mesmo que seja por algo que seja realmente banal. Quando obrigamos a mulher a seguir tal ou qual modo de se comportar, vestir, frequentar socialmente, estamos efetuando a mesma pressão, e as impelindo a mentir para nós.
Assim como apenas na libertinagem moderna, a Sombra da Mulher se tornou evidente, um homem liderantemente protetor só tem, além de confiar apenas no que a mulher faz, um meio de desnudar a Sombra: incentivar a mulher a fazer o que ela quiser, da forma mais desapaixonada que puder.
Desejam um exemplo?
Desdenhe interiormente de supostas ingenuidades dela: ela sempre sabe MUITO BEM o que está fazendo. Se ela está se aprontando para sair e aparece com uma roupa provocante, a Sombra está o testando em seu apego e sua credulidade. Mostre-se enciumado, exigindo que ela se vista de forma mais comportada, e, se pudesse ouvir a alma dela, ouviria a Sombra dela garganhando de satisfação... Mostre-se indiferente, e a fará intrigada; dependendo do controle que ela sente que tem de você, ela poderá ou não mudar de roupa... Mostre-se decepcionado com a falta - sim, a falta - de exibição dela, e incentive-a a usar roupas mais provocantes ainda: aí sim, você pegará a Sombra dela se surpresa. Uma mudança para roupas mais recatadas ou para mais provocantes ainda dirá, sem dúvidas, o quanto a Sombra dela a controla.
Dê a mulher liberdade e espaço para ser e fazer da vida dela o que ela quiser, e incentive-a a usar este espaço: a mulher que abrir mão desta liberdade irrestrita por vontade própria, merece seu cuidado e esforço; a mulher que, um pouco mais a cada vez, mostrar sua promiscuidade e vilania, terá provado sua maldade de forma inequívoca a você. Esta segunda mulher usará a liberdade que você deu de forma crescentemente irresponsável – o que lhe dará, na hora certa, motivos incontestáveis para dispensar esta vadia – ou fingirá que não usa tal liberdade, mas a fará lançar mão de mentiras cada vez mais escabrosas para esconder seus atos ilícitos – e chegará o momento onde um homem observador terá como enumerar estas mentiras de forma que ela não poderá sustentá-las.
Sim, meu irmão de gênero, deixe que sua mulher pense que te enganou nas mentiras PEQUENAS. Perseguir estes “peixes pequenos” manterá a espertinha de guarda alta. Engula tais mentirinhas, e uma hora as grandes cairão em seu colo como baleias encalhadas na praia. Se ela por acaso for descuidada e for desmascarada sem seu esforço... aí sim, seja pequena ou grande a mentira, ela deverá ser punida com sua lógica fria e implacável.
Assim, e unicamente assim, você verá por trás do engodo natural dela, a obscuridade da alma de sua mulher... e saberá agir de acordo.
Querer determinar ferreamente o destino de uma pessoa só é feito por aqueles que não desejam que ela parta ou se afaste, e isto é a antítese do desapego do qual necessitamos para ser maridos realmente senhores de seu lar, ou solteiros imunes ao canto de qualquer sereia.
O desapego é a luz que dissipa o poder da Sombra: cultive-o e sua estrada como um homem será clara e sem abismos onde cair.
Referências:
ALITA, Nessahan. Como lidar com as mulheres. Cap. 21, pag. 153 – 158.
ALITA, Nessahan. A Guerra da Paixão. Cap. 14, pag. 85 – 92.
Mulher é mais feliz quando reconhece diferenças de gênero, diz cientista
Após abandonar o feminismo, a psicóloga Susan Pinker adotou um novo olhar sobre as diferenças biológicas que existem entre os sexos. Para ela, o movimento foi bom por ter dado liberdade de escolha às mulheres, mas errou ao afirmar que todas as distinções de gênero eram socialmente construídas. Em seu novo livro, "O Paradoxo Sexual", ela defende que salários de homens costumam ser maiores hoje não por discriminação no mercado, mas porque eles priorizam mais isso.
Professora da Universidade McGill, de Montréal, a canadense Susan Pinker segue a mesma linha de pesquisa que seu irmão Steven. Ambos buscam entender a mente humana no contexto da evolução. Em entrevista à Folha, ela conta por que sente pena de Lawrence Summers, reitor da Universidade Harvard que perdeu o cargo acusado de machismo.
Folha - Seu livro fala sobre mulheres em empregos com bons salários, mas que as afastavam dos filhos, tornando-as infelizes. Por que elas quiseram anonimato?
Susan Pinker - Acho que as mulheres que fazem essa escolha ainda estão envergonhadas de não estar agindo como homens. Mas não podemos esperar isso delas. Elas não são homens.
Folha - Como assim?
Pinker - Existe a expectativa, no Ocidente, de que mulheres devem voltar a trabalhar normalmente quando seus filhos ainda são pequenos sem que se sintam mal por isso. Mas essa angústia tem razões biológicas. Se você der liberdade de escolha, mulheres vão querer trabalhar menos enquanto seus filhos forem novos. Na América do Norte e na Europa, entre as empresas que oferecem aos seus funcionários trabalhos em meio período, 89% dos que aceitam são mulheres. Isso oferece às mulheres mais tempo não só para os seus filhos, mas para seus outros interesses.
Folha - Ganhar um salário menor é o preço que as mulheres pagam para satisfazer seus sentimentos?
Pinker- Sim. Fui entrevistada por uma jornalista na Holanda, onde há leis que dizem que, se você quer trabalhar só meio período, não pode ser demitido. A maioria das mulheres na Holanda não trabalham o dia inteiro, tendo filhos ou não. Essa jornalista trabalhava só quatro dias por semana. Ela dedicava as sextas para tocar piano, e achava que não seria feliz sem isso. Então não se trata apenas de cuidar dos filhos, mas também de ter uma vida mais equilibrada. Para as mulheres, a vida não é apenas trabalho, salário e promoções, ao contrário do que pensam muitos homens, que acham que tudo isso vale a pena quando compram um novo carro. Incomoda a muitos deles pensar que outras pessoas estão ganhando mais dinheiro, que moram em um lugar mais legal. São mais competitivos, gostam mais de assumir riscos. Não todos, mas eu diria que 75% dos homens são assim.
Folha - Ou seja, não é regra.
Pinker - Eu sempre deixo claro que cada pessoa é um indivíduo único. Ciência é estatística, pessoas são únicas. Então, quando você estuda ciência, está analisando probabilidades. Sempre existirão exceções. Compare com a altura. Em geral, homens são mais altos, mas existem várias mulheres mais altas do que muitos homens.
Folha - Mas ainda existe muita resistência à ideia de que as diferenças entre os gêneros não são apenas socialmente construídas.
Pinker - As mulheres foram discriminadas por tanto tempo que as pessoas têm uma aversão à ideia de que existe uma diferença natural, biológica. Acham que falar sobre diferenças é voltar a pensar como antigamente, quando, na verdade, não tem nada a ver com discriminação. É bobo ignorar as evidências científicas porque você tem medo do que elas vão dizer.
Folha - Mas pode soar como "acabou a festa, todas de volta para a cozinha, os afazeres domésticos"...
Pinker - Estou muito longe dessa mensagem. O que acontece de bom quando as mulheres aceitam que existem diferenças biológicas naturais é que elas se sentem muito menos isoladas com seus sentimentos. Se ignoramos as diferenças, estamos forçando mulheres a assumir cargos e trabalhos nos quais boa parte delas não serão felizes, talvez como executivas ou engenheiras. Muitas mulheres me disseram: "Graças a Deus você fez esse livro. Eu achava inaceitável aquilo que eu sentia". É difícil para elas gostar de trabalhar com pessoas, mas saber que empregos assim não são tão bem pagos quanto os que envolvem lidar com "coisas", como engenharia. A maioria das mulheres gosta de trabalhos como assistência social, pedagogia, profissões na área de saúde, mas salários nessas áreas costumam ser menores.
Folha - Mas, se as mulheres gostam de áreas que pagam menos, não há nada a fazer, então?
Pinker - Precisamos remunerar melhor as mulheres pelos trabalhos que elas preferem. Ou seja, começarmos a pagar aos professores tanto quanto pagamos aos engenheiros. Muitas mulheres esperam que as suas conquistas sejam reconhecidas sem que tenham de pedir aumentos. E, por isso, têm menos chances de ver os seus salários subindo. Se eu sou um chefe e recebo um homem em meu escritório dizendo "veja o que estou fazendo, eu mereço um salário maior", tenho mais propensão a oferecer um aumento a ele do que a outra pessoa que faz o seu trabalho sem reclamar.
Folha - O que a sra. pensava sobre as diferenças de gênero quando era jovem? Leu Simone de Beauvoir?
Pinker - Sim, claro, como todo mundo naquela época. Estamos em um ponto alto do movimento feminista. Quando eu estava na universidade, no final dos anos 1970 e começo dos 1980, a expectativa era que homens e mulheres fossem idênticos, que nós deveríamos fazer as mesmas coisas, trabalhar a mesma quantidade de horas, no mesmo tipo de emprego, ter o mesmo tipo de vínculo emocional com o trabalho doméstico e com as outras pessoas. Eu acreditava muito nisso, li todos os livros das principais feministas. Foi só quando eu fui trabalhar e quando meus filhos nasceram que percebi que havia um buraco entre a minha abordagem intelectual do assunto e os meus sentimentos.
Folha - Então deveríamos agora esquecer "O Segundo Sexo" [livro de Simone de Beauvoir, de 1949, marco do feminismo]?
Pinker- "O Segundo Sexo" era interessante em sua época, mas está ultrapassado. A ciência avançou muito desde então. Não tínhamos ressonância magnética nem o mapeamento do genoma humano, não sabíamos metade do que sabemos hoje. Hoje estamos entendendo como os hormônios afetam os comportamento humano.
Folha - Como foi a experiência da sra. em um kibutz?
Pinker - Eu tinha 19 anos e fiquei um ano num kibutz porque eu era socialista. Era um lugar interessante para perder noções irrealistas. Existiam trabalhos que a maioria das mulheres não queriam fazer, que exigiam muito esforço físico ou eram perigosos. Existia uma divisão natural de trabalhos por sexo, ainda que os kibutzim tivessem sido planejados para que isso não existisse.
Folha - Quando Summers perdeu o cargo em Harvard após dizer que a falta de mulheres em ciência é questão de aptidão, o que a sra. pensou?
Pinker - Foi assustador, porque eu tinha acabado de decidir escrever o meu livro quando vi o que aconteceu a esse pobre homem. Ele foi atacado simplesmente por comentar as evidências que a maioria das pessoas que trabalham com biologia e antropologia evolutiva vêm dizendo há anos.
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u709956.shtml