quinta-feira, 4 de julho de 2013
Você é um produto que está sendo vendido para as mulheres.
Muitas vezes, nos meus largos passos dentro a fundo da internet, ainda me deparo com pobres jovens em sites de namoro, pua e etc, se perguntando e batendo na mesma tecla, sobre a INCRÍVEL busca para entender o cérebro feminino e finalmente, "do que elas gostam mais", ou, o que as fazem escolher cara X ao invés de cara Y, e assim por diante.
Só quem ainda é muito juvenil no assunto, teima em dizer que "entender" as mulheres é algo impossível, quando na verdade, é fácil pra quem reflete um pouco mais, o no mínimo, busca estudar o assunto, o conhecimento, esses grande parte que compõem este fórum.
Pra quem ainda não entende, tenha em mente isso de uma vez por todas. Sabe quando você vê na rua aquela mulher bonita e gostosa namorando um cara mediano, ou gordo, e etc? Pois é, ele foi ESCOLHIDO. Já é de praxe que o homem mediano é escolhido, e, enquanto não possui nada que o destaque dos demais medianos, continuará sendo escolhido.
Porém, a tal da "ARTE DA CONQUISTA" nada mais é do que um produto que está sendo vendido. Quando você se apresenta a uma garota nova, e tem intenções de tê-la, você não está fazendo nada mais nada menos do que SE VENDENDO PARA ELA.
E ela, como uma compradora, analisará o produto, as vantagens, e decidirá se ficará com você ou não. E quando a questão se trata de um produto, ele tem milhares de valores e vantagens, dos quais compõem o aprecio feminino "na hora da compra". Por isso, quando você vê um cara esquisito com uma boa mulher, alguma "vantagem" ela viu nele que a fez decidir "comprá-lo", seja essa vantagem EMOCIONAL, FINANCEIRA entre outras. Do mesmo jeito, que, OBVIAMENTE, um cara muito bonito é escolhido em 95% das vezes por essa única vantagem, SER BONITO. Faça você mesmo uma tour através de facebook's de caras cobiçados pela beleza. Repare justamente nos que possuem namorada. Vai ver que provavelmente, metade das fotos, as posições que a mulher se posta a tirar foto é literalmente EXIBINDO aquilo que ela possui que as outras não possuem. Chega a ser trágico para pobres jovens humildes que nascem muito bonitos, QUANDO HUMILDES.
Portanto, é por isso que em geral, as pessoas presentes neste fórum, batem muito na tecla do auto-desenvolvimento. Pois justamente, ele, e unicamente só ele, te trará a certeza de benefícios para você e aumentará suas vantagens diante do "mercado". Te fará um produto de melhor VALOR, mais cobiçado.
É só imaginar a situação, hoje você é um cara provavelmente muito pobre, e seu sucesso com as mulheres é falho, diga-se de passagem, NÃO É COMO VOCÊ QUERIA. Isso se dá pelo motivo de que VOCÊ não é muito vantajoso e não vale a pena ser comprado. Agora, pense na situação, se daqui a 1 ano, você se tornar bem estudioso, ganhar muito dinheiro, ter roupas de marca, carrão do ano, ter um físico "rasgado" e finalmente por a prova esses valores. Automaticamente, você se torna muito vantajoso às mulheres, você se tornará UM GRANDE PRODUTO a ser comprado, e finalmente entenderá, que na mentalidade das mulheres de hoje em dia, come mais o cara que consegue ser "melhor do que os outros" (sem demonstrar arrogância e "auto-achismo") em tudo o que for possível, beleza, fisico, ideias, dinheiro, inteligencia e por ai vai.
Portanto, tenha em mente sempre, VOCÊ É UM PRODUTO QUE ESTÁ SENDO VENDIDO PARA AS MULHERES.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Homens das cavernas não puxavam o cabelo das mulheres
A situação é apenas uma piada: veja um exemplo do estereótipo nessa charge
© Autor desconhecido
Você sabia que os homens das cavernas não puxavam suas mulheres pelo cabelo? Há um mito a respeito disso muito popular na mídia, tanto em livros de ficção, desenhos animados, filmes, principalmente com tom de comédia. O "fato" seria o de que os homens da caverna bateriam na cabeça das mulheres da caverna com um tacape, para atordoá-la, quando queriam acasalar. Depois agarrariam a fêmea pelo cabelo e levariam-na arrastando até onde desejassem, como prova de masculinidade. Vejam mais sobre isso no resto da postagem!
Mas isso não passa de mito, isso mesmo MITO criado pela ficção.Segundo o site "Teoricamente Falando", o mito surgiu no século 19 em livros de ficção sobre a vida dos homens pré-históricos, sendo que um exemplo desse gênero é o livro francês “Etudes antédeluviennes? avant les hommes Paris. L’Homme fósseis” por Boitard Pierre de 1861.
Na verdade pouco sabemos do comportamento dos homens pré-históricos. Sabemos que algumas espécies mais evoluídas usavam instrumentos porque encontramos os instrumentos. Sabemos que alguns viveram em cavernas e caçavam por suas pinturas deixadas nas rochas. Mas um comportamento deste tipo, como bater na fêmea e arrastá-la não só é estranho como absurdo.
Não estou falando que deviam ser civilizados, tratar a fêmea com carinho, mas penso pelo ponto de vista da saúde mesmo, quem iria querer ferir a fêmea com que acasalará em seguida, podendo comprometer a saúde da prole, pois pancadas na cabeça poderiam causar sérios ferimentos, não tanto externos, mas sim internos? Enfim, não há muito sobre esse mito na internet a não ser a reprodução incansável dele, mas convenhamos que a mídia sempre acaba por estereotipar pessoas e animais.
Homens PRECISAM olhar para outras mulheres continuamente
- Homens sentem mais atração sexual por DESCONHECIDAS do que por mulheres familiares;
- Mulheres, ao contrário, sentem mais atração por homens familiares (exceto se o desconhecido for alfa);
- A preferência sexual do homem por desconhecidas garante uma prole farta;
Se você pegar um homem olhando para uma mulher bonita, não o culpe - é apenas parte da evolução.
Um estudo afirma que mulheres são atraídas por homens conhecidos, enquanto homens são atraídos por desconhecidas. Um rosto feminino nunca visto antes causa mais desejo sexual no homem que um rosto visto pela 4ª vez.
Psicólogos chegaram a esta conclusão depois de mostrar dezenas de fotos a homens e mulheres várias vezes. Quanto mais vezes um rosto masculino era exibido às mulheres, mais atraídas elas se sentiam por ele. Enquanto isso, os homens achavam a mulher menos atraente depois de ver o rosto pela 2ª vez.
Os pesquisadores concluíram que a causa disso pode estar no fato de os homens terem evoluído para maximizar seu sucesso reprodutivo por meio de cruzamento com o maior número possível de mulheres.
Os resultados da pesquisa das universidades de Stirling e Glasgow trazem uma nova luz sobre a forma que os sexos enxergam a familiaridade facial.
Pesquisas anteriores sugeriam que as pessoas, independente do sexo, se sentiam atraídas por pessoas familiares, como parentes ou amigos. Porém, esta nova pesquisa nos leva a crer que homens e mulheres sentem níveis diferentes de atração inicial.
A PESQUISA
Os pesquisadores realizaram uma série de estudos para medir mudanças na atratividade.
Em um deles, 83 mulheres e 65 homens viram fotos de cinco homens e cinco mulheres, uma de cada vez.
Eles foram instruídos a marcar pontuação nas fotos, de acordo com a atração que sentiam.
Depois, foram apresentadas fotos das mesmas pessoas em situações diferentes, para atrasar a identificação dos rostos com as fotos anteriores.
Os resultados, publicados na revista Archives of Sexual Behaviour, mostraram que elas se sentiram mais atraídas pelos rostos dos homens quando os viram pela segunda vez, porque já estavam familiarizadas.
Enquanto isso, os homens diminuiram as notas quando viram as fotos pela segunda vez.
Em outro estudo, foram mostradas imagens faciais e pediram para atribuir às pessoas da foto níveis de confiabilidade e sensualidade.
Quando o experimento se repetiu, de novo, elas atribuíram sensualidade superior aos homens vistos na segunda vez, enquanto eles diminuiram a avaliação de sensualidade delas.
COOLIDGE
Os pesquisadores dizem que os resultados podem ser parcialmente explicados pelo chamado efeito Coolidge - onde os homens são despertados pela novidade de um novo parceiro sexual, mais do que as mulheres.
O termo é uma zombaria atribuída ao 30º presidente dos EUA, Calvin Coolidge.
Durante a visita a uma fazenda, quando sua esposa foi informada que havia apenas um galo e muitas galinhas, porque o galo iria acasalar várias vezes ao dia, ela teria dito: "Diga isso ao Sr. Coolidge".
Quando o presidente perguntou se o galo iria acasalar com uma galinha apenas, responderam que não; ele, então, teria dito: "Diga isso à Sra. Coolidge".
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Sr. X naoqueroversuacarafeiadenovovadia: a ciência comprova, mais uma vez, o que o Sr. X já havia declarado no blog: Casamento é uma agressão à natureza do homem! É um sacrifício ao homem ter de encarar a mesma mulher pelo resto da vida, caralho!
Agora, se você, homem, quer impor a si mesmo este autoflagelo, pelo menos, exija que a candidata a esposa preencha ao menos os requisitos básicos de alguém que almeja o posto de esposa. Modernetes não merecem o sacrifício masculino! Modernetes merecem apenas gatos e prozac.
Relato - Frings
Confrades, após muito refletir e protelar, resolvi fazer meu relato para contar a vocês um pouco da minha história.
Desejo paciência a todos que forem ler, ficou muito extenso, mas vale a pena.
Início:
Falarei brevemente sobre mim.
Por que “FRINGS”? Como expliquei a alguns confrades há um tempo, nada mais são do que as iniciais dos meus nomes e sobrenomes trocadas de posição (FRING) e um + “S” no final.
Tive uma criação honrada e com valores, sempre vendo a felicidade do casamento dos meus pais, que sempre se amaram e sempre foi bem tradicional, com valores, respeito e parceria.
Meu pai sempre foi um cara tranquilo, que todos gostavam, gente boa, honrado e um verdadeiro homem de família.
Quando eu tinha 12 anos, ele faleceu. Aos 12 tive que virar o homem da casa e cuidar da minha mãe, que ficou muito abalada no início. Essa época foi muito difícil pra mim, sofri, mas sofri calado. Minha mãe perdera o amor da sua vida e eu precisava ser forte por ela. Nesse mesmo ano, eu quase reprovei na escola. Mas demos a volta por cima e continuamos batalhando e sentindo a falta dele.
Partilho aqui uma teoria que acredito (e que já foi falada no fórum) de que um dos grandes agentes da Matrix são nossas próprias mães. Minha mãe nunca mais olhou pra outro homem, até hoje, 9 anos depois ela ainda o ama e valoriza tudo que ele deixou para nós, desde sua sabedoria até os bens materiais e sempre relembra das histórias divertidas que tiveram. Logo, dá pra perceber que desde cedo acreditei no mito do amor romântico. Tudo, além da doutrinação, por conta do exemplo que tive em casa.
Pra minha sorte, sempre fui ensinado que deveria tomar cuidado com mulher, pois nem todo mundo presta. Talvez por isso, não me fudi tanto como alguns confrades na vida. Mas me ferrei também.
A Matrix e os Relacionamentos
O Começo
Como sempre acreditei em alma-gêmea, amor à primeira vista, etc. Eu sempre me ferrei na mão das meninas que eu gostava. Eu nunca tive problema de “chegar” em meninas que eram apenas conhecidas ou desconhecidas. Mas quando se tratava das meninas que eu gostava...Sempre me decepcionei. Passei uns 2 anos na friendzone com uma “amiga” da escola. Minha sorte é que eu era muito ‘babaca’. Sempre gostei de ser o centro das atenções, praticava bullying, zuava os “amigos”. Mesmo assim, todos me adoravam, eu era um dos palhaços da turma, mas sempre fui amigo e leal. A figura popular foi só um jeito que eu aprendi para me enturmar e ter muitos “amigos”. Para essa menina da friendzone, eu escrevi uma carta e meu “melhor amigo” também escreveu uma carta para a menina que ele gostava e entregamos para elas no mesmo dia. Nunca recebemos resposta,
facepalm eterno.
Eu andava com ela de braço dado (QUE HUMILHANTE,
) e mais uma outra “amiga” no intervalo do lanche na escola. Até o dia que eu vi um grupo de “amigos” rindo de mim e apontando, como se eu fosse um grande trouxa que jamais iria pegar ela. Eles estavam certos, mas nesse dia eu caí na Real e nunca mais andei com elas.
Como disse antes, eu fui crescendo indo pra inúmeras festas, pegando várias meninas em algumas, nenhuma em outras (sentindo-me um fracassado por não beijar ninguém), e o tempo foi passando, fui me relacionando com algumas meninas, mas nada sério, e tudo pra esquecer ela.
Nesse meio tempo, eu conheci outra menina, (2 anos mais nova que eu), e esqueci da outra. Mas por essa eu fiquei bem mais apaixonado que pela primeira (
), e essa friendzone bem pior. Eu ficava offline no msn esperando ela entrar, entrava exatamente junto com ela, pra fingir que entramos juntos
. E claro, pra manter a friendzone para sempre, ela quase sempre me chamava para conversa e o mangina ficava super feliz pela migalha de atenção. E quando ela não me chamava, eu ficava arrasado e super triste.
E foi seguindo, eu manginando e sendo amigo dela e sofrendo pq queria ser namorado kk. Certo dia, enquanto conversava com ela, na saída da escola, chegou uma amiga dela, que chamarei de “MN” (Mais Nova), ela se apresentou e começou a conversar com a gente. Ela foi bem legal comigo e tudo. Só que nem dei bola. E fomos conversando e conversando.
No meio desse ano, houve um churrasco com uns amigos da época, era só álcool e várias piriguetes, eu fiquei bêbado e comecei a dar em cima de uma vadiazinha qualquer, pedi uma camisinha pro meu amigo e levei ela pro quarto do irmão do dono da festa e comi minha primeira mulher. Ao invés de me fazer bem, eu fiquei triste pra caralho nos dias seguintes. Pois eu nem sabia o nome dela, ela nem sabia o meu, será que as mulheres são todas assim? (começou aqui a pequena veia da Real na minha cabeça).
Mas, como todo bom matrixiano, quis pagar de fodão e fazer pouco caso, como se fosse só mais uma e escolhi ignorar meu pensamento. Minha vida foi continuando, fui pegando uma ou outra, aqui e ali, sem jamais namorar. A “amiga da friendzone 2 anos mais nova” estava namorando com um colega meu, então desencanei de vez dela. Foi uma das melhores fases da minha vida, até aquela época, finalmente não estava apegado a nenhuma mulher...até o momento.
Primeira Queda
Passado quase 1 ano, continuei falando quase que diariamente com MN, ela se apaixonou por mim. Ela ia sempre atrás de mim e me procurava. Mas claro, eu era “desapegado”, era popular, pegava algumas mulheres em festa e era 2 anos mais velho. Imaginem a emoção de dominar um homem assim.
E foi o que ela fez. Eu comecei a me apaixonar por ela, comecei a ficar mais disponível a ela. Então nos encontramos em uma festa e ficamos. Foi tudo lindo e maravilhoso (pobre matrixiano). Até eu ficar apegado e começar a falar de futuro e namoro. Um tempo depois, ela ficou extremamente fria. Eu não sabia o que eu tinha feito de errado, achei que a tinha magoado, me culpei por estar perdendo ela. Então ela aparecia do nada e reacendia a chama da paixão. E em seguida sumia. Não respondia minhas mensagens, ligações. A culpa que eu sentia por ela se transformou em mágoa e a mágoa virou raiva, muita raiva. Eu peguei o pouco orgulho que eu tinha e não a procurei mais.
Passado algumas semanas, ela me chama no MSN e me manda uma vinheta que todos estavam falando na época. Eu simplesmente a respondi com isso “:)”. Ela depois tentou puxar assunto, e eu demorava um bom tempo pra responder e qnd respondia, era totalmente seco. Aí ela me deixou de mão.
Alguns meses depois, eu me mudei para outra cidade, mas perto da minha cidade, em função de trabalho da minha mãe.
A Segunda Queda e o Inferno
Passados alguns meses, mexendo no Orkut, vi um perfil de uma mediana, mas pegável, nos amigos de um conhecido meu. A visitei, ela visitou de volta e eu deixei uma cantada escrota na página dela, ela respondeu, riu e me adicionou. (notem aqui os grande indícios de vadiagem, perfil aberto, com fotos. Scrapbook liberado. Adicionar desconhecido, entre outros). E então minha ruína começou, confrades.
Conversamos muito durante alguns meses, ela disse que me amava, e eu acreditei, tudo em poucos meses de conversas por msn e celular, eu sempre a elogiando e etc.
Fui passar o natal, ano-novo e as férias na minha cidade. Minha primeira atitude no dia seguinte da chegada? Pedí-la em namoro. Facepalm. E ela, muito feliz, aceitou.
Passamos o primeiro mês muito bem. Até eu voltar pra minha cidade. Detalhe que ela é 1 ano mais velha. Ela fez o vestibular e iniciou na faculdade. Aqui meu inferno emocional começou. Ela sempre foi ciumenta, mas se tornou muito mais. E fez jogos psicológicos até eu ceder e me tornar também um ciumento e obsessivo.
Minha vida se tornou um inferno. Eu fazia de tudo por ela, deixava de sair com os “amigos” da cidade nova, mandava presentes por correio, acordava cedo pra mandar mensagem de bom dia. Comprava passagens pra ela vir me visitar. E ela cada vez mais fria e distante. Aí no meio do ano fui visita-la e tivemos a nossa primeira vez. Ela disse que era virgem, mas eu não acredito. Enfim, o sexo era fenomenal, já que eu a amava e ela era o amor da minha vida, KKKK. Tomei um senhor chá de buceta e fiquei cada vez mais submisso. Quando eu ia visitá-la, ela era um anjo e o sexo era maravilhoso. Aí logo que eu pisava na minha cidade, ela mostrava sua verdadeira face. Mais infernos emocionais e mais submissão. Eu deixava de sair de casa para não desagradá-la.
Todos os meus “amigos” não entendiam como uma mediana de merda daquelas conseguiu me dobrar desse jeito. Nem preciso dizer que quase não via meus amigos de infância pra ficar com ela quando eu ia pra minha cidade. Uma das coisas que me arrependo até hoje é de ter apresentado ela a alguns dos meus amigos. Ela adicionou quase todos no Orkut e mantinha contato com eles e eles gostavam dela. Isso me magoou muito, depois explicarei pq. Eu nem preciso dizer pra vocês o quanto ela me fez sofrer com os ciúmes, o quanto ela me infernizou, falava com amigos sem maldade alguma, mantinha contato com as pessoas que queria, sempre era muito requisitada.
Ela tinha sempre vontade de sair, ir pra festa, vivia me pedindo e eu, por ser ciumento, não deixava de jeito nenhum (facepalm) tudo pra infernizar o otário aqui. Até que um dia ela ficou na faculdade até mais tarde em uma “pequena” confraternização na faculdade. Ela chegou quase 11 horas da noite e me disse que a culpa era dos ônibus. Eu engoli, mas não acreditei. Aquilo foi muito humilhante pra mim, me senti um lixo, nem preciso dizer que meus ciúmes aumentaram e que eu entrei em um sofrimento psíquico fudido.
Ficamos mal pra caralho e ela sempre na inocência, se fazendo de coitada, que eu era muito paranóico, me colocando como monstro. A verdadeira vadia segundo o conceito de NA. E fui levando. Nas oportunidades que podia, ia visita-la e recebia mais chá de buceta. E uma das piores coisas que aconteceu nesse tempo foi eu ficar contra a minha mãe (que não aprovava o namoro, pq será?) e ficar a favor dela.
Aí aconteceu que ela foi no aniversário da irmã de um amigo de infância. Ela apenas me comunicou, pois, segundo ela, era muito importante pro amigo dela ela ir e tal. Pronto, pra mim, havia sido a gota d’água. Fiquei muito chateado. Levei mais uns meses e pedi um tempo, ela chorou e fez o maior drama. Esse tempo durou 2 dias kkkkkkkkk, apegado do jeito que era, acabei deixando de mão.
Passamos o ano novo e natal longe um do outro, nem fiz questão de saber onde ela iria passar, eu já não aguentava mais sofrer. Então ela veio pra cá. Passamos umas 2 semanas tranquilamente e então eu criei bolas, juntei os pequenos pedaços de homem que eu ainda tinha e terminei. Ela chorou, esperneou, fez drama. Mas eu fui irredutível e foi pra casa com o ego despedaçado, jamais esperaria isso de mim.
Ficamos conversando mais umas semanas por MSN e celular. Um dia meu amigo viu ela andando de carro com um macho e logo me avisou. E então eu descobri que ela havia combinado de sair com um “amigo” em um certo dia. Eu vi a conversa no facebook. Ela estava chamando o "amigo" para dar uma volta, pra todo mundo ver no facebosta. E não tinham nem duas semanas que a gente tinha terminado, se não me engano. Eu fiquei muito puto. Liguei pra ela e pedi satisfação, mas não falei pra ela que tinha visto a conversa e sim que um amigo meu tinha visto. Então, ela foi MUITO dissimulada e mentiu muito descaradamente, como se estivesse falando normalmente. Me disse que o "amigo" tava mal e pediu pra sair com ela kkkkk. Aí eu disse meu trunfo, então ela logo mudou de discurso, disse que botou no facebook pq sabia que eu olharia kkkkk. Foi cômico. Nunca tinha percebido o grau de vadiagem dela. Aquilo me quebrou, vi como eu sempre fui burro.
Virei homem de vez, honrei minhas bolas e deletei ela de todas as redes sociais, mudei meu número de telefone. Cortei todos os contatos. Minha magoa com meus “amigos” foi que mesmo depois disso tudo, eles continuaram falando normalmente com ela. Foi como se nada tivesse acontecido. Vez ou outra vieram me contar algo dela e eu fui curto, grosso e rompi contato com eles também.
A Descoberta da Real
O rompimento do namoro foi no início daquele ano. 2 meses depois, eu já estava começando a melhorar psiquicamente. Estava participando de uma comunidade no orkut e alguém postou um vídeo do Bolsonaro metendo a Real. Eu achei demais e fiz uma postagem “metendo a real”. Nisso, um conhecido meu, que foi quem postou isso, e que a gente sempre trocava ideias, estava conversando comigo e estávamos falando do carnaval e do que tínhamos visto e tal. Aí ele me mandou um link do blog do Silvio Koerich que era sobre o carnaval. Puta que pariu, foi uma pedrada na minha cabeça. Tudo começou a fazer sentido. Eu li todo o blog dele, descobri o do Doutrinador, descobri as comunidades. E por fim conheci Nessahan Alita. Puta que pariu. Foram tantas cacetadas que levei. Quando lia as postagens/o livro eu só fazia nota mental “eu fiz o contrário disso”. E por ai tudo foi ocorrendo.
A Reviravolta
Eu li, mas não internalizei a Real, meio que encarei como um manual para lidar com as mulheres (tipo um PUA, só que já estava começando a absorver um pouco dos ensinamentos). Mas consegui melhorar 200% em relação ao mangina/matrixiano que eu era. Mudei minha postura, me cuidei mais, comecei a me desapegar das coisas. Comecei uma reviravolta interna e minha vida começou a encaminhar. Percebia até no cursinho, onde só tinha patricinha escrota, que me olhavam diferente e elas me davam mais moral.
Nesse meio tempo comecei a conversar com uma “amiga” de uma “amiga” minha. Dessa vez já sabia o que as mulheres gostavam e o que elas queriam. E ela começou a gostar de mim e ela era só mais uma pra mim. Porém ela sempre foi legal comigo, ela era inteligente e bem gente boa, mas não baixei a guarda. Já bastava o que já tinha passado por me entregar a mulheres “legais”. Durante essa minha reformulada, aquela que era mais nova, que fiquei com ela, do início do relato, conversava comigo, mas eu não me mostrava sempre disponível e era sempre pouco acessível. Então ela soube que eu iria passar as férias na minha cidade (a chamarei de MN - “mais nova”).
Chegou o meio do ano e eu fui visitar minha cidade. Encontrei, no segundo dia AdA (amiga da amiga) fomos a uma praça, conversamos e ficamos. Ela ficou super encantada comigo e eu gostei dela e fomos ficando. Alguns dias depois a MN quis me visitar, na casa dos meus tios, mas não pôde. Então eu fui à casa dela, apenas para conversar, com meu primo. 5 minutos depois a gente estava se beijando. Foi algo bem estranho. Eu me senti mal, nunca fui do tipo de cara que está com uma e vai pegando outras e depois descobri que a MN estava ficando também com um cara (e nem hesitou em me beijar).
1 semana depois, no fds, a AdA, saiu pra uma festa e nem me avisou, apenas me comunicou que iria. E nem tinha pq me avisar, não tínhamos nada. Nisso eu fiquei chateado e foi bom pra eu acordar um pouco e não cair no conto da sereia.
No sábado seguinte, eu fui pra uma festa com um “amigo” de infância. Estava me achando o máximo, pois estávamos com a namorada dele e mais 2 amigas dela. Eu fiquei bem bêbado e beijei uma e logo depois propus para darmos beijo triplo com uma amiga dela e fizemos isso. Fiquei com ela a noite inteira e depois meu “amigo” foi deixar a outra amiga em casa e fomos a um motel. Foi minha primeira foda casual.
E no domingo, eu fui dar uma volta com outros “amigos” e encontrei a ex por coincidência numa festa que a gente tinha ido. Foi foda, senti algo bem ruim. Algo complicado e doloroso. Além de muita raiva. Mas não perdi a compostura. Fui lá, disse oi para ela e para suas amigas. Encontramos um grupo de amigos da menina que meu amigo tava ficando. E tinham duas meninas pegáveis. E eu queria pegar uma delas. Só que quando fomos pra pista de dança, topei com a minha ex. e a amiga dela puxou um amigo meu para dançar e a minha ex ficou me olhando. Então nos aproximamos. Ela fez todo um drama e eu peguei ela. Ela me disse que eu estava muito mudado e que eu estava irreconhecível, frio e fechado (engraçado que ela ficou molhada por causa disso, jamais acreditem no que elas dizem). Aqui cometi meu erro. Ficamos de conversar. Na terça encontrei a AdA e ficamos novamente, quase rolou algo a mais, mas ela não quis. E na quarta, a AdA, descobriu que eu tinha ficado com a Ex. ela ficou muito triste, decepcionada e magoada comigo. Eu entendi e a respeitei, desliguei o telefone e liguei pra ex. Fui pra casa dela e a comi de novo. E a noite fomos a uma festa e, chegando na casa dela, a comi na escada.
Me senti um lixo, pra ser sincero. Comecei a sentir a Matrix querendo me absorver, quase tive uma recaída. Então, falando ao telefone, eu disse pra ela que seríamos apenas amigos e ela aceitou de boa, como se não fosse nada. Nisso, eu estava falando com a AdA também. E pedi desculpas a ela e que ela fosse me visitar antes de eu viajar. Ela aceitou. Ela foi onde eu estava e, após, uma conversa, ficamos. Isso mesmo. Ela aceitou que eu a tivesse “traído” e disse que gostava muito de mim e como a gente não tinha nada, ela entendia. E fui ficando com ela até o dia que fui embora, ela fazendo juras de amor e tudo. Mas no dia da viagem, nós deixamos claro que jamais funcionaria e pronto.
Consequências
Quando cheguei a minha cidade, os infernos emocionais tentaram voltar. A ex ficou me enchendo o saco DIRETO (esqueci de falar que quando eu a deletei das redes sociais, ela criou fakes pra falar comigo). Me ligava, mandava mensagens. Tive que trocar de número de novo. Dessa vez eu dei o número para alguns poucos amigos e para a AdA (e para a amiga dela, a que nos apresentou).
A ex falou com essa “amiga” minha e pediu pra ela me dizer pra eu falar com ela pelo msn. Eu não quis então a minha “amiga” disse: “conversava com a ela, pela nossa amizade...”. Eu não acreditei no que tava lendo. Eu aceitei, ela falou uma bando de merda pra mim, que EU queria voltar a namorar com ela. E várias mentiras. Eu dei umas respostas pra ela e a chamei de louca e respondi “fique bem” e a bloqueei. Vocês acham que ela me deixou de mão? Negativo, confrades. Depois de uns dias, ela ficou me ligando e mandando mensagens do celular. Mudei de número, de novo. Mas não passei pra nenhum “amigo” meu. E perdi o contato com todos, via celular.
Atualidade
Segui minha vida, meus estudos. Tentando sempre internalizar a Real e melhorar. Curti e curto bastante minha vida. Tive minha fase "cafa" (que fica pra um outro relato). Hoje estou numa fase mais tranquila, com algumas marmitas e focado no meu desenvolvimento pessoal. Ainda tenho muito a melhorar.
Eu agradeço e vou sempre agradecer à Real e a vocês, confrades, que tornaram tudo isso possível. A partir das minhas vivências, eu tive a certeza que a Real salva vidas.
Obrigado, Real. Obrigado, Fórum. Obrigado, Confrades.
Frings, do Fórum Mundo Realista. 
terça-feira, 2 de julho de 2013
Feministas ensinando a seduzir mulheres
Se alguém quiser dar uma olhada nesse lixo, o link está aqui:
O confrade Roberto fez um comentário sobre esse monte de bosta:
Mulher que cria protocolos e faz listinhas sobre como devem ser os relacionamentos ou é inexperiente e por isso idealiza a relação, ou é amargurada e sente a necessidade de implicar com a sexualidade masculina e tentar restringi-la e onerá-la o máximo possível. Ironicamente, em ambos os casos a mulher não tem muito a oferecer, seja por não saber como agradar os homens e se prender no conceito abstrato de que seu corpo pouco usado vale ouro, seja por ter sido muito usada e descartada por outros machos, ou ainda, não menos comum, o fato de ser feia, gorda, chata e burra.
Eu acho que isso tudo é uma consolação para a inveja que elas sentem das mulheres lindas, gostosas e femininas que a toda hora recebem atenção dos melhores homens. As mulheres criam um conceito de homem abstrato, de príncipe encantado que as ama e é submisso a elas sem dar atenção a qualquer outra fêmea, no melhor do estilo 50 tons de cinza. Penso que seja o equivalente a um homem ser rejeitado por uma mediana, chegar à casa e abrir um pornô com mulheres top, mesmo sabendo que em condições normais não teria chances com qualquer delas.
Imaginem então que esse homem volte às ruas, e para cada mediana bonitinha que passe em sua frente, pense para si mesmo que ela não mereça o seu esforço, pois se a mulher top do pornô lhe deu prazer a troco de nada, por que haveria ele de perder tempo com uma mulher inferior? Penso que seja mais ou menos assim que pensam essas mulheres, com essa atitude esnobe e cheias de burocracia, quando na verdade a maioria dos homens não lhes comeria nem de graça.
As ruas são públicas e os homens têm direito à expressão. Eu não gosto quando mendigos me abordam na rua para me pedir esmola, muito menos quando uma mulher feia e gorda se insinua pra mim com olhares maliciosos e mexidas no cabelo, mas essas pessoas têm direito de fazer isso e, caso eu queira evitar essa situação, sou eu quem devo preservar minha privacidade evitando locais públicos, e não eles que devem evitar exercer seus direitos. O homem aborda a mulher quando ele quiser e da forma que ele quiser. Contanto que ele não esteja a cometer crimes ou outros tipos de ilegalidades, não há problema algum.
E tem mais: quando a mulher está a fim, não existe burocracia, exigências ou qualquer tipo de protocolo. Quando a mulher está a fim, vale tudo!
Já vi mulher parando no meio da faixa de segurança pra mexer os cabelos e sorrir pra mim. Já vi mulher diminuir a velocidade do carro depois de eu olhar pra ela, na espera de eu pedir carona ou fazer alguma abordagem. Já ouvi mulher iniciar a conversa comigo na escada rolante do shopping. Já vi mulher imitando o meu jeito de caminhar pra chamar atenção. Desde que conheci e assimilei a Real, passei a prestar atenção nesses comportamentos e cheguei à conclusão de que não existe conquista, não existe jeito certo de se abordar uma mulher e não existe local onde uma mulher não possa ser abordada ou mostrar interesse por você. Não existe essa história de clima, de ambientação adequada. E nem faria sentido que existisse. Se as mulheres não se importam nem em dar mole dentro de templos religiosos, imagine então em lugares comuns como ruas e shoppings. Único lugar sem "clima" pra nada é o cemitério, e olhe lá! rsrs
A femiranha do texto não é apenas uma mulher amargurada. É uma pessoa de má-fé. Ela sabe que a maioria dos homens sofre de muitas dúvidas e inseguranças em relação à abordagem. O contato inicial é a barreira mais difícil, pois é o momento onde se sabe nada ou muito pouco sobre a mulher, onde o homem não sabe qual será a recepção dela. Não é a toa que os homens perdem muitas oportunidades no dia a dia e resolvem partir pro ataque apenas em baladas ou bares, que são justamente os locais mais difíceis de ter algum resultado. Sinto pena dos homens que acreditam piamente que não é possível ter o primeiro contato com uma mulher fora dos ambientes tóxicos das baladas.
A verdade é que se nossos antepassados fossem afrescalhados e cheios de protocolos pra chegar em mulher, nós nem teríamos nascido. Não tem mistério: basta cumprimentar e se apresentar. Dali pra frente é só aumentar a intimidade, entrar na área e fazer o gol. 
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