quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O Dinheiro e as Mulheres.

Por Cassidy

Não, cuecada velha...

Vocês não vão ler mais um texto relatando o quão as mulheres são interesseiras e dinheiristas.
Hoje vou contar uma história, uma história que acontece diariamente com milhares de brasileiros.

Vou contar a história do seu Onofre.

Seu Onofre nasceu em um ambiente deprimente. Uma casa suja, sem muitos cômodos e toda empoeirada. Seu Onofre tinha problemas respiratórios e não raramente espirrava até os pulmões saírem devido à esse problema. Sua mãe, dona Célia, não podia levá-lo ao Pronto Socorro porque trabalhava de diarista durante 12 horas por dia.

Seu pai, o seu Adamastor, sempre foi um velho ranzinza e alcóolatra. Na verdade, ele era o pai ilegítimo de Onofre, visto que o pai biológico estava na cadeia por não pagar as pensões alimentícias. A vida de Onofre era triste, fraca e seca. Ele não tinha dinheiro nem pra comprar uma pipa e sua infância foi um fracasso.
Com as mulheres então, o problema era maior ainda...tímido, feio e burro, mal conseguia dar um beijo na boca. Perdeu o BV com 20 anos e a virgindade com 25, juntando o dinheiro do salário pra comer uma puta de esquina. Pegou uma doença venérea.

Sua personalidade foi mudando. Onofre culpava a Deus e o mundo por sua pobreza e miséria. Era um fracassado de marca maior. Com o tempo, começou a olhar com maus olhos o dinheiro e as pessoas ricas.
Se perguntava:
"Eu sempre fui um cara honesto, trabalhador e cresci numa casa fodida, pichada e suja. Porque eu sou pobre e esses filhos da puta que sorriem o dia inteiro são ricos?"
Onofre passava o dia inteiro no bar com os seus amigos Crebinho e Cereja, dois pobretões que igualmente falavam mal de dinheiro e ricos o dia inteiro. Comiam torresmo e enchiam a cara, não tinham dinheiro pra pagar um curso, mas pra comprar uma 51 então...era festa!

Conhecia algumas pessoas igualmente pobres, mas que procuravam melhorar a cada dia mais. Reconheciam a falta de dinheiro e que o mundo era movido à interesses, porém durante a discussão demonstravam a vontade em mudar e sair da merda em que se encontravam.
Muitos saíam, inclusive seu primo que morou junto com Onofre. Não deu um mês e Onofre começou a difamar o primo: dizendo que este roubou pra ficar rico, virou outra pessoa, só vive pra dinheiro e agora é um filho de uma puta de grife.

Depois de anos e anos reclamando, Onofre acha seu pote de ouro no fim do arco íris, um de seus colegas, igualmente pobre lhe dá ótimas dicas de como sair da lama. Descobre um meio de tirar uma grana: vender cabritos. No começo, não dá tanto certo e ele novamente põe a culpa no mundo e no dinheiro, e em quem o possui, claro. Mas com o tempo, a prosperidade vai tomando conta da mesa de Onofre. Sua mãe, falecida e seu pai em um asilo, Onofre agora tem liberdade para com a sua casa.



Aliás, ele vende a velha casa. A prosperidade sorri para ele. Compra uma nova...aparece com um carro na frente do bar onde se encontravam Crebinho e Cereja. Ele não é mais a mesma pessoa. Falar mal de ricos e de dinheiro? Pra que, ele tem agora e muito!
Onofre durante sua vida inteira falava mal de ricos e de dinheiro, e mal sabia que em uma grande oportunidade iria faturar sua sorte.
Seus amigos que falavam mal de dinheiro o dia todo? Fodam-se eles! Bando de reclamões pobres que só sabem por a culpa no mundo!
Como pessoa? Continua sendo burro, mal sabe o que é ler um livro direito e acha que Strogonoff é o nome de uma cidade Canadense.

Onofre não se desenvolveu, apenas arranjou a pobreza como provisório lar para reclamações e indignações. Não mudou, continua sendo pobre. Mas com dinheiro.


Onofre apenas usou a reclamação da pobreza e a maldição ao dinheiro como forma de distração. Só reclamava e não evoluía. Foi o primeiro a largar seus ideais e suas ações por dinheiro. Hoje ele fala mal dos pobres que conviveram com ele, lhe deram dicas e até ensinaram como vender a porra de um cabrito! E de quem tá lutando pra chegar em um bom patamar.

Agora façamos um exercício. Troquemos a palavra dinheiro por Mulheres. A palavra rico por Cafajestes ou Alfa, como preferir. Onofre, um grande guerreiro da real, metedor das reais sobre a falta de dinheiro.


Coincidência?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

[Relato] Mãe solteira sozinha e se fodendo

Por Arlindo Menezes

Hoje à noite estava voltando da faculdade de ônibus. Quando o mesmo passou em frente a uma outra faculdade que fica na rota para minha casa, vários estudantes de lá subiram. Conforme foram passando a roleta, consegui ver um ex-colega de escola do Ensino Fundamental.

Como o assento ao lado do meu estava vago e era um dos poucos vazios, ele sentou e me cumprimentou. 


Confesso que na época não ia muito com a cara dele, não chegamos a ser amigos, muito menos rivais. 
Éramos apenas companheiros sociais, ele morava perto de casa.

Era o tipo do moleque branco de olhos claros mas metido a malandro, ou seja, fazia sucesso duplamente com as meninas da época, por ter "traços finos" e jeitão de marginal.
Ele puxou assunto:

"E aí, beleza? Quanto tempo hein?"

Começamos a partir daí a conversar, ele perguntou se eu estava voltando da faculdade, eu respondi a ele que sim. Nisso o papo foi rolando, fomos trocando altas ideias e fui achando legal aquilo por ter uma chance de ir avaliando as respostas com base na minha experiência da Real.

Em resumo, o tal cara, me falou que estava fazendo curso de marketing mas que atualmente trabalha na Volkswagen. Não possui um cargo de destaque, mas conseguiu algum crescimento e teve inclusive cursos pagos pela empresa. Ele também não mora mais perto de casa, se mudou para um bairro mais distante e periférico (financeiramente os cafas sempre estão em declínio, engraçado...).

Depois do assunto sobre faculdade, cursos, trabalho e etc, ele me pergunta como estavam os esquemas com minas na faculdade. Falei da minha situação em termos de relacionamentos e perguntei como estava o lance dele. Ele me respondeu então que está solteiro e que já tem 2 filhos, de duas mulheres diferentes :chocado: . Fico abismado como cafinhas e caras com pinta de vida-loka conseguem passar facilmente seus genes adiante, mas enfim...

Perguntei se ele já tinha sido casado, prevendo a resposta, ele disse que chegou a morar junto por volta de 5 anos (o filho dele vai fazer seis) e que não deu certo devido a diversas brigas e outras coisas. Logo depois desse relacionamento, ele namorou outra mulher por um ano e essa engravidou também. E a relação também, como era previsto, terminou.

Aproveitei a situação e fui mandando pequenas reais a respeito de relacionamento, até cheguei a falar mal de mães solteiras e que tive envolvimento com uma no meu passado e tal.
Aí ele me diz o seguinte:

"É, cara, eu terminei na boa com a mãe do meu primeiro filho, a gente se fala normal, até toma cerveja de vez em quando, conversa. Ela me diz isso mesmo, desde que terminamos, ninguém mais quer namorar com ela, porque, queira ou não, o pai do filho sempre vai estar na vida dela, né?"

Fiquei surpreso com a resposta do cara, ele ainda mandou a Real dizendo que no lugar dos caras faríamos o mesmo e eu complementei falando q o certo era só comer e sair fora, no caso de mães solteiras, o que ele também concordou. Fora o fato de q ele tem bastante flexibilidade para visitar os filhos, bastando ligar e não paga nada pra criança pela justiça, ou seja, ele deposita a grana na conta da vadia, guarda o comprovante e ela se vira. Quanta diferença desse cafinha pra maioria dos homens que conhecemos não é mesmo?
Eu complementei dizendo q namorar mãe solteira era coisa de cabaço e que caras como nós, já com bagagem de relacionamento jamais faríamos isso. Ele concordou e nessa hora já tava chegando meu ponto, me despedi do cara e desci.

Sei que tem muito matrixiano espalhado por aí, mas estou compartilhando este relato pq acho q aos poucos tem uma manginada que está se conscientizando, ou seja, vários caras se dando conta de que namorar mãe solteira é furada... Espero que continue assim...

Como argumentar

Por Navarre

Existem temas que são muito complicados de se discutir: Religião, futebol, política, e feminismo.

Esses temas são mais difíceis de serem discutidos porque os participantes (ou as vezes apenas uma das partes) possuem um envolvimento emocional muito forte com o tema.
O interlocutor fez um "investimento ideológico" na sua fé, no seu time, na forma de governo, ou na capacidade do seu gênero. Toda a sua meta de vida pode estar sendo guiada por essa ideologia.

A dica mais importante que eu posso dar sobre como argumentar com alguém é: Nunca, jamais, se envolva emocionamente em qualquer discução.
Não odeie a outra ideologia oposto, assim como não vanglorie a sua própria.

Construa uma base de argumentação sólida com lógica e dados representativos.
Não tenha receio de repetir seus argumentos várias vezes em todos as sua discuções. A repetição constante ajuda na afirmação da idéia.

Falar alto não torna um argumento mais eficiente, pelo contrário é capaz de invalidá-lo.

Se você "acha" que algo é verdade, usar o seu "achar" como argumento é o mesmo que nada.
Procure fontes que reafirmem o que você apenas suspeita.

Você deve mostrar que seus argumentos não se sustentam apenas por você, mas que existe uma grande quantidade de pessoas muito mais gabaritas que ti que são os verdadeiros defendendores do seu argumento.
Se apoie o máximo possível em outras pessoas mais renomadas que defendem o mesmo ponto de vista, e também use números de instituições confiáveis. Mostre que o que você fala não sai apenas da sua cabeça.

Esclareça que os argumentos do oponente podem até ter alguma lógica, mas que é devido a estar fora do contexto, ser incompleto, ou simplesmente um engodo no qual ele ou ela caiu para benefício de outros.

Convençá-os que continuar defendendo a ideologia deles é uma mera questão de fé cega, não possue sentido. Seus instintos de autopreservação e ajustamento vão começar a corroer suas convicções com o tempo (água mole...). Por isso, não queira mudar as convicções de uma pessoa em apenas uma discução. O processo de sedimentação de uma barreira ideológica deve ser lento e constante.

Por fim, não abandone o interlocutor quando este fraquejar de suas idéias. Jogue uma boia salva-vidas para ele. Mostre que existe outra forma de pensar que é mais produtiva e correta. Não adianta apenas fazê-lo duvidar de suas idéias. Sem um ponto onde se firmar, o outro pode voltar para a sua zona de conforto apenas por medo e insegurança.

Deixe bem claro que todos são livres para terem suas próprias crênças, mas que não são livres para criarem seus próprios fatos.

Traição – Uma vingança realmente eficaz,ou não?

Por Honradão

Primeiramente acho que não há como um homem honrado se vingar de sua “parceira” adúltera fazendo o mesmo que ela,pois eu penso da seguinte forma:

Se uma namorada minha me trai,não há nem como eu querer me vingar traindo-a também,pois no exato momento em que souber que a vadia me traiu já não existirá relacionamento algum,logo não haverá mais como trai-la.

Esse tipo de vingança ao meu ver não surtirá efeito algum,uma vingança até onde eu sei trata-se de “retribuir” o mal que uma pessoa te fez ,como dizem "pagar com a mesma moeda".

Agora pensem comigo vocês acham que uma vadia que traiu o namorado beta com um cafa,fazendo as mais variadas putarias durante o ato (sabemos que mulheres fazem de tudo com os amantes,enquanto com seu parceiro transam uma vez ou outra e ainda cheio de Mimimi...)

Então retomando,vocês acham que uma vagabunda dessas vai se importar depois com o beta de seu “parceiro” que saiu com outra mulher depois de saber que era corno?? 
Vocês acham mesmo que ela irá se importar?? CLARO QUE NÃO PORRA! ela irá gargalhar da cara dele,que num momento de desespero tentou provar pra si mesmo que não era corno, mas para ela,ele é apenas um pedaço de merda,insignificante,indiferente tanto é que não o respeitou e lhe traiu.

Tanto faz que ele saiu com outra apenas para dizer "também te trai",na verdade ele não traiu ninguém isso é patético,o único “corno” existente nesta situação é ele mesmo,pois era o único que acreditava estar vivendo em uma relação monogâmica onde sua esposa/namorada supostamente era fiél, enquanto ela estava pouco se lixando para fidelidade e para a "relação" dos dois.

O único que acreditava naquela relação era ele,logo somente ele poderia ser traído de fato.

Que porra de traição é essa em que alguém come uma mulher qualquer já com o intuito de acabar a relação oficial no dia seguinte?? 

NÃO HOUVE TRAIÇÃO ALGUMA POR PARTE DELE,JÁ NÃO EXISTIA RELAÇÃO ALGUMA A PARTIR DO MOMENTO EM QUE ELE TEVE CONHECIMENTO DA INFIDELIDADE DE SUA PARCEIRA.

Ele apenas procurou qualquer “buraco” para meter e iludir a sí mesmo achando que “deu o troco”.


E outra
Como vingar-se de uma vagabunda traindo-a (algo que fere valores morais) sendo que a vadia não sabe oque significa VALORES MORAIS?? é ilógico! para ela isso será indiferente.

Vingança para mim já é uma merda,quanto mais uma vingança burra e ineficaz como essa.

Concordo totalmente com o doutrina: Sucesso a verdadeira vingança do homem honrado...

E ai confrades, concordam ? resolvi criar este tópico pois me lembrei de um outro meio antigo em que membros “calejados” na REAL defendiam este método de vingança,então decidi abrir este tópico aqui para expor minha opinião sobre este assunto e saber a opinião dos demais confrades.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Arrumar namorada e o medo das mulheres

Ai meu Deus! Ele arrumou uma namorada! Mangina!



Por Paul

Lendo alguns depoimentos em outros tópicos, estou imaginando aqui eu, Travis, Doutrinador, C.O.B.R.A, Ulysses, Conde, Stevie Vai, Sombra, Mó Humirde ou qualquer outro Old School ou pelo menos que tenha algum destaque nesse fórum anunciando que arrumou uma namorada o rebuliço que vai causar aqui.

Arrumar uma namorada não é o fim do mundo, não é voltar pra Matrix caso não se comporte como um paspalho pau mandado dela e sinceramente... sinto que alguns membros deste fórum se cagam de medo de mulher, estão ficando revoltados e até virando misóginos, então o que adianta aprender tudo o que é ensinado aqui, nos livros e blogs?

Óbvio que se revoltar no início quando descobre a Real, ficar sempre indignado com as feministas e os malditos manginas que as apóiam é a coisa mais normal do mundo, mas com as mulheres em geral é exagero, creio eu que devemos ver e tratar as mulheres como seres comuns e não como monstros diabólicos como uns aqui devem enxergar.
CSP!


Vejo muitos caras aqui criticando e com toda razão, os paspalhos que se arrastam pra mulherada, mas muitos desses mesmos que criticam se borram de medo delas, portanto de alguma forma estão também se rebaixando pra elas e assim estão atolados na Matrix, porra... só eu aqui percebi isso?

Eu estou sim aberto a relacionamento sério, só que tenho 5 anos de Real e sei muito bem o que estou fazendo, não estou namorando no momento pq sei que realmente achar uma mulher "namorável" nos dias atuais é difícil demais, só que não estou preocupado e muito menos revoltado com isso, nem procuro mais por compromisso... estou tocando a minha vida dando prioridade a MIM, se um dia conhecer uma mulher de acordo como eu acho que deve ser uma namorada, vou namorar com ela sim, mas colocando em prática o que aprendi nesse tempo e não cometendo mais os erros do passado, mulher nenhuma me faz mais de trouxa já que em 5 anos várias tentaram nenhuma conseguiu, se não conhecesse a Real, estaria fudido hoje... portanto como disse, sei muito bem o que estou fazendo.

Tá revoltado? Morda seu cotovelo.

Tá virando misógino? Vira viado de uma vez ou se opere e vire uma coleguinha da Ariadna.

Todos tem a opção de querer ou não arrumar uma namorada, nada contra os "solteiros convictos", mas estes também não podem ser contra os que estão abertos a relacionamento sério pois cada um vive com quer.

UMA DAS COISAS MAIS MATRIXIANAS QUE EXISTEM É TER MEDO DE MULHERES, NÃO SE ESQUEÇAM DISSO!

A falsa visão da luxúria

Pequeno texto de Nessahan, dos tempos que ele postava na OLODM.

A luxúria engana o luxurioso. Cria uma ótica falsa. Condiciona a forma de ver as coisas, a idiossincrassia.

Peguemos a fantasia sexual mais poderosa de um homem. Pois bem, atrevo-me a dizer que a mesma é uma mentira. Como assim? Simples: trata-se de uma visão distorcida dos fatos.

Tomado pela luxúria, você não vê o corpo da mulher, o ato sexual, o sexo anal, o sexo oral, a voz feminina, etc. como realmente são. Você os vê como algo divino, maravilhoso, um objeto de adoração.

Esta é uma visão falsa porque tais elementos em realidade não são nada disso. Não há nada demais neles. Nós é que nos fascinamos e passamos a vê-los como maravilhas. Esta visão distorcida se deve à imaginação exaltada e à fascinação. O homem que goza com a luxúria está na verdade gozando com uma forma mental forjada, ou seja, gozando com uma mentira. A causa disso é a incompreensão e a ignorância.

Conforme vamos dissolvendo os egos luxuriosos, a compreensão vai se aprofundando e passamos a ver os elementos ligados ao sexo com neutralidade, sem adoração, mas, também, sem aversão. A fascinação e a loucura pela fornicação e por todos os seus refinamentos vai desaparecendo. E, em seu lugar, começamos a compreender que não são a fonte de satisfação que imaginamos. Isso é despertar a consciência e leva uma vida inteira.

Ninguém elimina a luxúria de uma vez. O que se passa é que, ao longo da vida, ela vai sendo deixada para trás à medida em que nos auto-observamos e vamos nos entendendo melhor e dissolvendo os eus luxuriosos. Os eus são elementos falseadores, subjetivantes e distorcedores da percepção.

Pressionar o impulso luxurioso para que desapareça é perda de tempo. É melhor observar, vigiar e orar assim que ele apareça sob a forma de pensamentos, imaginações, fantasias, sentimentos, desejos, atitudes, falas, vestimentas, ações, etc.

O VALOR SOCIAL DO HOMEM

Por Carlos Eduardo

Como estudiosos da real, sempre penso que temos que estar dispostos a reconhecer os fatos do mundo tais como eles são, por mais desagradáveis que possam ser. É nosso dever reconhecer e aceitar a verdade tal como ela é. Para negar a realidade e viver num mundo ilusório já existem bilhões de matrixianos.

Uma grande realidade que tenho observado ao longo de minha vida, é que o valor social do homem é dado pela mulher (ou mulheres) que ele tem ao seu lado. O homem que tem ao seu lado uma mulher bela e desejada, tem muito mais valor e reconhecimento social que o homem que anda com uma mulher de menor beleza. O homem sem mulher nenhuma tem valor social quase inexistente.
Falo do ponto de vista de quem já viveu todas essas situações e conheço bem cada uma delas. Já estive com beldade ao meu lado, com medianas e com mulher nenhuma.

Uma coisa é fato. Quando você tem uma mulher linda do seu lado, até os outros homens te tratam melhor. Todos querem ser amigos do cara acompanhado 'daquela gata'. Os caras pagam pau, puxam seu saco, querem sair juntos, fazer programas juntos. Todos querem ser amigos do cara que exibe o maior símbolo de status social que existe: mulher bonita. A percepção desse valor social é inequivoca. Onde o cara chega com a mulher bela, atraí inumeros olhares de inveja. A inveja nada mais é do que o reconhecimento da superioridade do outro (neste caso, social) É uma coisa tão escancarada que é quase impossível não notar.

A mulherada então, nem se fala. O cara que tem a mulher bela do lado, é tratado como uma seda pelas demais mulheres. É visto e tratado como um verdadeiro alfa. O pensamento é mais ou menos assim "Nossa, se essa mulher linda está com ele, ele deve ter algo de muito especial. Com certeza ele é o cara". Nem precisa dizer que o sonho delas passa ser roubar o cidadão da outra.
Já o cara que namora uma mulher de menor beleza é um cara que não fede nem cheira. O tratamento dos outros homens é bastante inferior. Não é mal tratado porem tampouco é bajulado como outros. É mais um na multidão, sem maior destaque social.

Por fim, temos o homem sem mulher (sem namorada e que não está pegando ninguem). Seu valor social é proximo de zero. Sua condição é tomada como prova de seu fracasso social. Ora, ninguém quer estar perto de fracassado para não ser visto como mais um do clube. Em muitos casos (aconteceu comigo), aqueles 'amigos' do tempo da mulher bela te viram as costas completamente. Até os filhos da puta dos seus amigos de muito tempo, tendem a te tratar pior. Pra outras mulheres vc não existe. Chegam a olhar torto, como se fosse crime não companhia feminina. é tipo: 'putz, esse fracassado está sozinho. sinal que nenhuma mulher o quer".

E aí nobres colegas ? Concordam ou não que o nosso valor social é, desgraçadamente, dado pela mulher que podemos exibir como símbolo status ?

Gostaria de saber também como vocês lidam com o baixo valor social que a sociedade nos destina quando estamos sós.