segunda-feira, 16 de maio de 2011

O mito q as meninas amadurecem antes dos garotos

Por Hero Hua

As mulheres se acham superior aos homens, acham q se desenvolvem e se tornam adultas antes dos homens. Tudo mentira.
A verdade é q na pré-adolescencia a mulher já tem inumeras possibilidades reais para se iniciar sexualmente. Aproveitando-se disso elas dizem q os meninos ainda são uns bobões q ainda estão brincando enquanto elas são "adultas" por pensar demasiadamente em safadezas e em homens.



O garoto pré-adolescente não é diferente das meninas, ele tem vontade de se iniciar sexualmente, tanto q ele já se masturba. Mas para o garoto adolescente colocar em pratica a iniciação sexual é muito dificil, sendo q o primeiro beijo pra ele já é um desafio enorme, o sexo então...

Aí as meninas q já beijaram varios, já deram para os garotos mais velhos e para os marginais da escola (os considerados por elas não-bobões) e se acham as adultas amadurecidas frente aos homens, uma piada. Pq se fossem amadurecidas de verdade ao menos iriam se previnir, mas não, por isso varias adolescentes engravidam.

Já os garotos adolescentes já começam a pensar no futuro, desenvolver seus talentos,não ficam somente pensando em mulher, e por isso são vistos como infantis. Enquanto isso a maioria das meninas só ficam pensando em homem, nada mais e se acham as adultas q se desenvolveram frente aos garotos. A unica coisa q elas tem é mais oferta de sexo e pode colocar tudo rapidamente em pratica, somente isso. 

Estou falando sobre maturidade e não sobre o fisico.
As mulheres vivem se gabando q elas amadurecem antes da gente. Puta mentira! 

domingo, 15 de maio de 2011

O sexo privilegiado

Introdução do livro "o sexo privilegiado", de Martin Van Creveld


Como muitos outros, este livro nasceu da curiosidade. Muito tempo atrás, ao ler Simone de Beauvoir, fiquei impressionado quando ela disse que o mundo sempre pertencera aos homens, mas ninguém sabia explicar por quê. Achei que eu poderia; eu, um historiador do sexo masculino, resolveria o enigma proposto por ela, uma mulher de letras.

Como nasci em 1946, atingi a maturidade num mundo construído em torno do mito da opressão das mulheres. Segundo essa mitologia, era uma vez uma era dourada em que as pessoas viviam em famílias ampliadas. Homens e mulheres adoravam deusas da fertilidade e da vegetação, alegremente alheios à paternidade. As mulheres governavam, e os homens viviam contentes sob – ou com, de qualquer forma – esse governo. Mais tarde, no entanto, o Jardim do Eden foi destruído. O controle benevolente das mulheres chegou ao fim e foi substituído pelo domínio perverso dos homens. À derrota das mulheres seguiram-se o materialismo, a competição, a hierarquia, a guerra e um sem-número de coisas ruins, da banalização do sexo ao estupro, do consumo de carne à destruição do meio ambiente. Por milênios a fio, as mulheres sofreram sob o patriarcado. Então a represa cedeu e a torrente extravasou. O movimento feminista surgiu em toda a sua glória, e o mundo foi transformado para sempre. Vive La revolution!

Se essa história é verdadeira, precisamente quando, onde e porque o matriarcado foi deposto? Como teve início a opressão das mulheres e como ela cresceu e se desenvolveu? Como os homens, que são 50% da humanidade, conseguiram impor sua vontade sobre os outros 50% e continuar a fazê-lo em todas as épocas e lugares que conhecemos? Pesquisando a literatura existente, logo descobri que não havia respostas. Quase todos os autores dão a opressão das mulheres como certa e se contentam em explicar os detalhes, empilhando exemplos terríveis e competindo entre si para mostrar como o patriarcado está disseminado. Apenas alguns questionam quando e onde ele nasceu; e, o que é ainda mais notável, como ele conseguiu se perpetuar dos primórdios até os nossos dias.
Entre os que o fizeram, destacam-se dois pensadores do século XIX, John Stuart Mill e Frederick Engels. Para Mill, a “submissão” das mulheres foi o resultado de sua “inferioridade no quesito força muscular”, que se traduziu em costumes e leis que as discriminam. Para Engels, ela resultou da invenção da agricultura e da propriedade privada, que tiraram as mulheres do trabalho produtivo, confinaram-nas em casa e levaram à monogamia, de modo que elas pudessem gerar herdeiros legítimos. Nenhum dos dois filósofos conseguiu de fato provar sua teoria, e Mill nen sequer chegou a empreender um esforço sério nesse sentido. Até o presente, a despeito das tentativas de estabelecer uma ligação entre essa mudança e a chamada “revolução do mesolítico”, ninguém foi capaz de explicar como o matriarcado, na suposição de que ele tenha existido, foi deposto e como o patriarcado se estabeleceu; muito menos testemunhou o acontecimento.

 Patriarcado cruel, me obriga a tirar a roupa em público para ganhar míseros milhões!

E mais, essas respostas fogem à verdadeira questão. No passado, costumava-se postular a inferioridade mental e intelectual das mulheres em relação aos homens, dizendo-se que elas eram menos racionais, menos equilibradas, mais emocionais e mais dependentes. Vários desses postulados foram invalidados por trabalhos recentes; pesquisas em laboratórios com grupos de homens e mulheres cuidadosamente escolhidos mostram que, ou dizem mostrar, que há pouco fundamento para eles. Alguns autores chegam a classificar a “fragilidade” das mulheres como um “mito”, afirmando que, se os homens lhes tivessem permitido o treinamento adequado, os membros do sexo feminino teriam desenvolvido músculos e força equivalente aos deles. Além de não responderem à questão levantada por Beauvoir, essas explicações a tornam ainda mais desconcertante. Se é verdade que as mulheres são física, espiritual, emocional e intelectualmente iguais aos homens, como esses puderam oprimi-las por tanto tempo? Ou talvez se possa concluir, na suposição de que as mulheres vivem oprimidas, que elas não são iguais?



Começando por Karen Horney, nos anos 1920, alguns tentaram o impossível ao comparar a posição das mulheres com a de uma minoria subalterna que, mesmo discriminada, anseia pelos benefícios desfrutados por seu opressor. Ainda que se ignore o fato de que as mulheres formam a única minoria majoritária, a analogia é equivocada por duas razões. Primeiro, sabe-se muito bem que os integrantes de uma minoria costumam sobrepujar a maioria, como no caso dos judeus alemães, que tinham muito mais representantes nas áreas de medicina, do direito, dos bancos e da cultura. Portanto, a discriminação, em si, supondo que ela exista, não explica o pequeno número de membros de uma minoria nos altos círculos do poder, do dinheiro e da fama; a menos, é claro, que se admita que os alemães discriminavam a si mesmos! Segundo, a relação entre os sexos é, em grande medida, governada pela lei da oferta e da procura. Ora, não há nenhuma dúvida de que os homens desejam as mulheres e não podem viver sem elas. Portanto, se as mulheres fossem uma minoria, seu status deveria ser alto e não baixo; ao ponto de cada uma poder desposar – e dominar – vários homens!

Se o sexo feminino é oprimido e se a rebelião contra o patriarcado é a resposta, então por que tantas mulheres condescendem com as “ilusões do pós-feminismo” e tão poucas atendem ao chamado às armas feito pelas feministas? Por que apenas uma entre três mulheres norte-americanas se auto-intitula feminista e muitas são hostis à idéia? Por que, de Florence Nightingale a Simone de Beauvoir, várias mulheres famosas disseram que nunca sentiram as desvantagens supostamente associadas ao seu sexo? Por que as pesquisas realizadas com mulheres das mais diferentes nacionalidades mostram que a maioria acha que não é discriminada? Por que apenas 20% das mulheres européias que não têm filhos – e somente 10% das que têm – acham que é melhor ter uma carreira? E, acima de tudo, talvez tendo em vista a dimensão da rebelião feminista, por que essa não leva a lugar algum e por que não se vê uma admirável sociedade nova?

Na verdade, a ampla maioria das feministas modernas considera que o feminismo .não atingiu seus objetivos (isso é uma piada!). Algumas ativistas se referem a ele como uma “gaiola dourada” e se perguntam por que tantas mulheres e seu movimento tomaram caminhos distintos. Outras se queixam de sua “morte”. Mesmo nos países mais avançados do Ocidente, o máximo que se pode dizer é que a igualdade de oportunidade entre os sexos foi formalmente estabelecida e que a maior parte dos obstáculos legais à participação das mulheres nas questões públicas foi removida. Mas mesmo nesses países, tão logo uma instituição, uma profissão ou um campo são invadidos pelas mulheres, pessoas de ambos os sexos começam a considerá-la menos prestigiosa e sua remuneração começa a cair. Nem a opressão nem a discriminação explicam esses fatos; aparentemente, outros mecanismos estão envolvidos.

Depois de meses de trabalho, eram tantas perguntas e contradições que meu equilíbrio mental começou a ficar seriamente afetado; nesse ponto, minha mulher me aconselhou a fazer uma caminhada. Mal chegara à rua quando percebi que estivera fazendo as perguntas erradas; que todos os problemas desapareceriam se eu estivesse pronto a admitir que minhas pressuposições estavam erradas. A hipótese de as mulheres não serem oprimidas explicaria por que nunca se produzira uma explicação convincente das origens e da perpetuação da sua opressão. A hipótese de as mulheres serem, na verdade, o sexo privilegiado explicaria por que a maioria parece estar mais ou menos satisfeita com sua condição; e por que mais mulheres passaram a não abandonar os cosméticos, a queimar os sutiãs, a vestir macacões e a engajar-se em trabalhos masculinos, como recolher lixo. Essa reviravolta explicaria, acima de tudo, por que a vasta maioria das mulheres, em vez de combater seus opressores, continua a fazer o que pode para aproximar-se deles; para atrai-los, casar, fazer amor (não necessariamente nessa ordem) e ter filhos com eles.

Certamente, a proposição de que as mulheres estão satisfeitas com seus privilégios é mais convincente do que a alegação de que gerações delas foram enganadas quanto à verdade, à moralidade e até aos próprios interesses; essa é provavelmente a maior calúnia que alguém – homem ou mulher – já dirigiu ao sexo feminino.
Falar sobre o “sexo privilegiado” não significa negar que a natureza, ao dar às mulheres um corpo menos robusto e mais fraco, além de obrigá-las a carregar o fardo da menstruação, da gravidez, do parto e da amamentação, algumas vezes tornou seu caminho mais difícil do que o dos homens. Nem significa que a sociedade tenha sempre feito o melhor para ajudá-las a carregar esse fardo; e muito menos que tenha transformado sua vida num mar de rosas. O que este trabalho pretende mostrar é que a questão tem outro lado – que, para cada desvantagem das mulheres, a sociedade lhes proporcionou um privilégio igual ou mais importante. Intelectuais de ambos os sexos raramente mencionam esses privilégios; no caso das mulheres, por que estão determinadas a enxergar opressão em todos os cantos; no caso dos homens, por que as colegas do sexo feminino os fazem sentir-se culpados. No entanto, sem esses privilégios, grande parte da vida social se torna incompreensível.

Ao embarcar neste projeto, minha primeira grande preocupação era que a tarefa de encontrar provas dos privilégios femininos fosse tão difícil quanto extrair alguns gramas de ouro de toneladas de rochas. No entanto, meus medos se mostraram infundados. Logo ficou claro que a dificuldade não estaria na falta de provas, mas em seu quase inacreditável excesso. Teria sido necessária a vida de uma centena de Matusaléns para juntar, peneirar, indexar, avaliar, sintetizar, organizar e escrever todo esse material – sem falar na resposta para cada objeção que poderia ser levantada. Porém, eu estava sozinho e não queria que o público esperasse 96.900 anos. Assim posso apenas pedir a indulgência dos leitores por ter empreendido a tarefa. E esperar que as muitas lacunas que sobraram sejam preenchidas em breve por pessoas mais qualificadas do que eu.
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Sr. X: o livro escancara o preconceito que os homens sofreram e ainda sofrem em todos os tempos, em todas as sociedades, em todos os aspectos da vida.

Em todas as sociedades, desde as mais tribais, as mais primitivas, até as mais desenvolvidas, o homem sofre discriminação e preconceito. Até mesmo em sociedades ultra-machistas!

Somos discriminados desde a infância, seja em casa, seja entre os amigos, seja na escola. Na adolescência, a discriminação continua.

Na vida adulta, sofremos discriminação se estamos solteiros. Como casados, somos discriminados em relação ao tratamento concedido pela sociedade a nós e à esposa. Somos discriminados no momento do divórcio.

Somos discriminados no mercado de trabalho. Seja quando estamos tentando nos inserir, seja quando já estamos inseridos.

Somos discriminados pelo sistema de saúde. E a discriminação passa de todos os limites em momentos de guerra.

Até os alfas sofrem discriminação, e a discriminação que eles sofrem é especialmente dura, o que não diminui a discriminação do beta.

O livro é grande, mais de 400 páginas, mas eu recomendo a leitura atenta!

sábado, 14 de maio de 2011

Necessidade de evoluirmos mais.

Por Convidad

Hj percebi q eu estou precisando rever meus conceitos sobre a vida, os valores morais, e minha concepção de relacionamentos sociais.

Percebi um enorme egocentrismo, uma enorme de desensibilização da minha parte...Acredito q estou seguindo um caminho de prazeres carnais incriveis, e só...Sera q é para isso q servimos?

Venho enxenrgando as mulheres como meros robos animados, q com a chave certa eu aciono a putaria...Mas será q isso é CORRETO?

Será q é correto um homem arrumar um emprego subir na vida, e ficar esfregando na cara das mulheres um carro novinho??

Ou se vingar daquela ex q não lhe compreendeu??

Será q somos só isso? Sei q temos grandes homens nesse fórum, q pensam em ajudar as pessoas, q não se conformam com a putaria q ta hj...mas será q devemos pagar com um intenso sentimento de REVOLTA e até vingança??

E não vem fala q não é revoltado não pq se não fosse não ficaria chamando mule de vagabunda, piranha...e fica confundindo desapego com repúdio e desprezo.

Existem trocentos comentários, e artigos no forum falando: Píranha isso, vagabunda aquilo...E grande parte deles são meus. Mas é ai q está...será q isso serve de alguma coisa, ou simplismente é atitude correta e de homem?

Tenho convicção q muitos de nós devem descer do salto. Largar de ser vítima, e agir corretamente. E rever nossas crenças e atitudes. Entender q revolta traz mais revolta...E batalhas autruistas traze soluções e mais autruismo e força.

Tenho convicção q com a evolução pessoal, e espiritual para quem acredita...Poderemos tratar bem as pessoas a nossa volta, fazer a "Vadia" mais esnobe ser simpatica lhe respeitar...E sermos respeitados por todos ao redor.


Em vez de fica nessa revolta, busca pelo sucesso, e PUTARIA DO CACETE q muitos de nós estamos buscando.

Buscar viver uma vida HONRADA, COM SENTIDO, RACIONAL E FELIZ senhores!!...Lembrando q...RACIONALIDADE é diferente de INTELECTUALIDADE.

Acredito q ai sim faremos a diferença, e ai sim EVOLUIREMOS EM TODOS OS SENTIDOS

Peço q todos reflitam pelo menos um pouco sobre o texto.

Obrigado!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

5% dos homens comem 80% das mulheres

Por Weiberfend

Não estou contrariando a teoria de Silvio koerich, que diz que 20% dos homens comem 80% das mulheres. Pelo contrário, acho que sua teoria é brilhante, porém, ela foi feita de forma generalizada, sem se prender em detalhes de classes. Confesso que sempre me incomodei com esses 20%; sinceramente, achei alto demais. Essa teoria ao meu ver só seria válida se todas as mulheres transassem com a mesma frequência que homens, mas isso não procede.



Homem se masturba 3 vezes por dia na adolescência, e mulheres até hoje pra mim é um mistério sua demanda de masturbações semanais. Homem necessita mais de sexo. Fato. Mulheres gostosas e bonitas transam diariamente, mas as medianas não. Medianas ficam até seis meses sem transar com ninguem, pois seu circulo social é composto de homens medianos. Eles preferem a masturbação pensando no alpha da novela das oito do que dar pro mediano. O sexo para a mediana é feito raramente, naquela oportunidade única com o macho alpha ou bombado destacado (as vezes sendo amante), e esse macho transa com essas medianas devido a ela ter algum atributo físico que o atraia (seios fartos, ou bunda grande, boa ginga na cama, etc...).

Mulheres feias tambem transam pouco, muitas vezes não tem vida sexual ativa por engravidar cedo de um derrotado qualquer, virando uma porca feiosa que vive encalhada dentro de casa. Existem homens medianos que transam com mulheres medianas, e até com mulheres bonitas, mas isso não é a regra. Na verdade, no brasil, tudo acontece. É novinha transando com coroa, é garotão transando com womancock ( velhacas bajuladoras de rapazes mais jovens...kkk), é gay transando com hetero, e por aí vai.
Fiz um gráfico generalizado, porém mais detalhado, que mostra que 5% dos homens comem 80% das mulheres.

Acredito que existam vários pontos a serem corrigidos nesse esquema, pois essas porcentagens que criei no desenho, foi meramente especuladas por mim, porém, se levarmos em consideração que apenas 2% da população do brasil é rica (tem renda de mais de 10 mil reais - dados IBGE), chegaremos a conclusão que homens alphas são poucos, muito poucos. Deve se lembrar que medianos costumam se casar com medianas, mas sabemos que a vida sexual do casal diminui consideravelmente.
Veja abaixo o esquema:

O Dia em que Saiu da Matrix

Por Hellboy

Sair dessa situação é algo meio que acumulativo, a tal bola de neve, vc vai se enchendo da situação a tal ponto que derrepente seu cerébro acorda para o verdadeiro mundo. Mas para muitos casos existe o dia "D", aquele dia que vc não pode acreditar que aconteceu e teve certeza absoluta do caráter feminino. Vou contar o meu caso:



Um tempo depois de levar um "quero ser só seu amigo", parti pra outra, conheci uma garota em uma festa de um amigo, ela me parecia perfeita, bonita, simpátiva, amável e prestativa, tudo que eu procurava. Rolou um papo legal e peguei seu telefone e liguei no dia seguinte. A partir daí foram dias nos falando apenas por tel, tudo parecia perfeito, ela gostava das mesmas coisas que eu, davamos risadas juntos e tudo mais. ela jogava insinuações claras de interesse (tipo, dizia que gostaria que estivesse com ela naquele momento, que eu era o sonho de qualquer mulher, etc...). Pois bem, nos falamos por 2 semanas todos os dias por telefone e marcamos um encontro onde foram eu, ela, mais dois amigos e duas amigas dela. As outras garotas já estavam meio que esquematizadas para meus amigos. Fomos a uma pizzaria. Chegando lá ela começou a conversar diretamente com os dois amigos meus e toda vez que eu ia entrar no assunto ela dava um sorriso amarelo. Fiquei bem espantado, mas ainda tinha a balada, e a conversa com o resto do povo tava animada. Na balada, logo na fila meu amigo tava de blusa e disse que queria tirar pelo calor, eu brinquei e falei: joga fora essa merda, e ele retrucou dizendo: essa blusa é minha vida. Neste momento ela abriu a bolsa, pegou a blusa dele e jogou lá. Dizendo: "Essa bolsa é minha vida, vamos ver se sua vida cabe dentro da minha vida?" todo mundo riu e eu pra não ficar óbvio a minha revolta dei um sorriso falso. Fomos pra pista e na rodinha de dança ela não tirava os olhos do cara, ele sacou e pelo visto deixou de lado a mina que estava encaminhada pra ele e retribuiu os olhares, não o culpo pois ele não sabia do meu grande interesse, só o outro. 

A galera dispersou depois de um tempo peguei ela, chamei de canto, comecei a jogar conversa no ouvido e ela fez cara feia, se afastou disse que não queria que todos tivessem se separado, ficou procurando o pessoal mechendo a cabeça comigo na frente com cara de paisagem. Peguei ela pelo braço e ela me jogou essa: Não quero te magoar, acho melhor continuar só amizade. Fiquei revoltado, olhei pra ela e já logo perguntei se ela tinha se interessado pelo meu amigo, ela abaixou a cabeça, disse que não tinha nada a ver e foi pro meio da pista, me deixando sozinho, procurar os demais. Não fui atrás. Depois de um tempo o amigo não envolvido no rolo veio me chamar, fui ficar jogadão no sofá da balada por uma hora até acabar a balada. Voltei o caminho todo sem dar uma palavra com ela. E ainda ouvi, perfeitamente ela caminhando na frente e fazendo comentários (pro cara que ela se interessou) sobre minha mudança de humor repentina achando infantilidade. Naquela noite ninguém ficou com ninguém (até onde sei) mas ninguém estava babando por ninguém igual eu estava por essa safada. Que duas semanas depois soube pelo outro amigo que aqueles olhares terminaram em uma “ficada” mais do que óbvia. Nunca mais falei com ela, ela me ligou e eu mandava dizer que não estava. Apaguei de tudo que é lugar seus contatos e passei a olhar o mundo feminino da maneira que ele realmente é: Destrutivo. Já fazem três anos desde então, hoje estou curado de todo pensamento de “homem bobinho”. Continuo sendo uma boa pessoa, pois é do meu caráter, minha personalidade ser assim, e sou assim com amigos e família. Mas com as mulheres hoje a história é muito diferente, e tudo mudou pra muito melhor.

Bom, essa é a minha história, o dia “D” em que sai da Matrix. Espero que esse tópico sirva para esse tipo de relato, pois ajuda muito a mostrar mais uma vez a real face das mulheres, por mais boazinha que possa parecer 

quinta-feira, 12 de maio de 2011

O poder destrutivo do argumento feminino


Por Hellboy

Sabemos que todo cuidado com mulher é pouco, elas são traiçoeiras, hipócritas, mentirosas e dissimuladas.

A mulher tem a sociedade a seu favor, e o homem vem sendo tratado como um ser inferior a muito tempo e elas sabem tirar vantagem disso.

Imagine a situação: Vc pega uma mulher, da um trato nota 10, ela tem orgasmos múltiplos, sobe pelas paredes e conseqüêntemente gruda no seu pé ad eternum. Vc então enjoa e quer partir pra outra, o que vc faz? da um chute, claro.

Pois bem, as mulheres não sabem perder. Elas acham que devem se manter no topo não importa a situação, sendo assim não tolerariam uma situação como essa que eu citei. O que elas fazem? Difamação.

Espalham comentários que sabem o quanto são destrutivos para um homem. Dizem que o cara tem o pau minúsculo, que goza 1 minuto depois de enfiar, que não sabe o que fazer na cama, que broxa e etc.

Se a mulher vende a imagem de ser verdadeira, obviamente todos acreditarão nela e o sujeito em questão vai ficar com essa fama pra sempre, influenciando em suas conquistas e sofrendo humilhação no trabalho, faculdade ou onde for e souberem dos boatos.

Contra isso não há muito o que fazer, a não ser que ela já tenha falado muito bem de vc antes de soltar as calúnias, pois dessa maneira estaria sendo contraditória e ninguém a daria crédito. Do contrário só resta ao homem pegar alguma outra safada o quanto antes e que esta afirme pra quem quiser ouvir que a história é outra.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Aqui mostro o fundamento legal para que os trabalhos domésticos sejam realizados apenas pela mulher

Golgo 13 trouxe o fundamento de que precisávamos para provar, de uma vez por todas, que o trabalho doméstico deve ser realizado pelas mulheres. E isso, com respaldo LEGAL!!! Segue o texto:

Constituição Federal
Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.
III - voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes condições:
a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher;
b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.




Decreto nº 3.048, DE 6 DE MAIO DE 1999.
Art. 56. A aposentadoria por tempo de contribuição será devida ao segurado após trinta e cinco anos de contribuição, se homem, ou trinta anos, se mulher, observado o disposto no art. 199-A
.




deputada Rita de Cássia Paste Camata membro da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados explica :


Esse direito surgiu da necessidade de compensar as mulheres pelos efeitos da dupla jornada de trabalho. Ao ingressarem no mercado de trabalho, elas continuaram com a responsabilidade sobre a casa e os filhos e com tantas outras atribuições ainda não compartilhadas integralmente com seus companheiros.




se do sexo masculino, nunca mais realize um serviço doméstico, a legislação está do seu lado.