segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O "empreendedorismo" da mulher

Por Rus

Eu trabalho diretamente com abertura de empresas, aqui no escritório sou responsável por isso, e também já trabalhei com isso em outros lugares, então com essa experiência resolvi falar aqui um pouco sobre o empreendedorismo feminino.

Quase a totalidade dos contratos que passam pelas minhas mãos tem uma característica, sócios homens, ou quando mulheres são esposas, filhas, e demais parentes de um dos sócios.

Pouquíssimas foram as sociedades que eu registrei onde todas as sócias eram mulheres, e quando isso ocorre ou as atividades são “comércio de bijuterias”, “comércio de roupas femininas, e confecções” ou atividades ditas “modernas”, como marketing, recursos humanos, ongs e afins.

Aí vem minha colocação, um dos maiores chororôs das feministas é o fato de dizerem que mulheres não ocupam cargos de chefia em grandes empresas, porra elas não empreendem, e quando fazem isso estão quase que em 90% dos casos acompanhadas de um homem e querem cargo de chefia!!!
É muito fácil querer ser chefe de algo estabelecido, o difícil é criar algo e fazer crescer.

Pensem em quantas empresas hoje foram fundadas por mulheres? E também não adiante vir com conversinha de que os homens são opressores e não permitem que eu abra meu negócio, hoje qualquer um pode fazer isso, mas e a coragem?

E depois vem com a conversinha... Queremos cargo de chefia, e cotas para mulheres nas grandes empresas, PORRA.

Algum dos guerreiros depois se se foder abrindo um negócio daria a chefia para uma vagabunda? Ou algum inocente acha que uma feminazi de RH lhe daria um cargo de chefia, somente pela sua competência?

Por isso que eu digo, mulheres não tem capacidade para os negócios, pois querem tudo na mão, facinho.

domingo, 7 de agosto de 2011

O problema de se abordar mulheres "top"

E aí? Será que o tiozão consegue faturar a gostosa?

As mulheres desejam a "nata", os homens "top". Disso, qualquer um sabe. Pelo menos, qualquer um que acompanha os blogs da Central Masculinista.


Só que existe outro extremo: as mulheres "top". Sim, aquela gostosa de parar o trânsito. Aquela peituda, de coxas grossas, bunda perfeita, lábios carnudos e rosto delicado. Logo que começo a descrever, alguns nomes já vêem à sua cabeça. É aquela colega de serviço, da faculdade, aquela vizinha "safada", ou simples conhecida, que tem classificação semelhante à dessa mulher aqui:


Ou essa



A pergunta que quero fazer neste tópico é: até que ponto vale a pena abordar uma mulher dessas?

Alguns dirão: sempre vale a pena! Outros dirão: NUNCA! A resposta, no entanto, dependerá muito mais do homem que da mulher propriamente dita!

Mulheres como a da foto têm maiores possibilidades de êxito se relacionarem com homens de nível igualmente alto. Isto é: destacados! Ou o cara tem que ter grana, ou tem que ter algum tipo de destaque, como beleza fora do normal ou sociabilidade alta! Betas não têm a menor possibilidade de relacionamento com uma mulher dessas!

Se você é pobre e, ao mesmo tempo, baixinho, gordo, tímido, nerd, com emprego mediano, DESISTA por hora! Um cara como você só consegue CONVERSAR com uma mulher de nível tão alto se fizer um ESFORÇO ENORME! E mesmo que consiga pegar uma dessas, você terá consciência de que sua top poderá te trocar a qualquer momento por um destacado. E, para te trocar, ela nem precisará se esforçar tanto. E não vai sentir remorso da canalhice que fez com você!

As top são extremamente exigentes! Extrema e cruelmente exigentes, diga-se de passagem! Manter uma mulher deste nível requer MUITO DINHEIRO, ou, pelo menos, MUITAS EMOÇÕES! Ela sabe que sempre haverá homens dispostos a proporcionar tais emoções a ela. É aquele jogo: ou você me dá o que quero, ou então, vou pedir a outro melhor que você!

Mesmo que você aplique Nessahan Alita inteiro, ou todas as técnicas de Silvio Koerich e Doutrinador juntas, você não tem como domá-las. Você pode até tentar ser desapegado, tentar desarmar os joguinhos delas, etc. Só que vai haver outro problema: a pressão provocada pela demanda de homens atrás dela. Contra esta pressão, não há muito o que você possa fazer!



Tem uma fila de homens querendo transar comigo! Faz o que eu quero, ou te mando para o final da fila!



Resumindo: não há como domar uma top. A menos, claro, que você seja um destacado. Mas acredite: até os destacados sofrem nas mãos dessas mulheres!


Por que você acha que casamento de artistas não dura? Afinal, quer sujeito mais destacado que um ator de novela? Aqueles casamentos não duram por um motivo: o nível das artistas é alto demais! Alto até mesmo para um galã milionário! Ela pode trocar de galã a qualquer momento! Ou pode largar um galã para ficar com um mega-empresário! Procure se informar sobre os divórcios de artistas: você vai constatar que os divórcios são pedidos quase sempre por elas!

Se até os mais destacados sofrem nas mãos delas, imagine os pobres betas!

A mensagem de hoje se resume a: Aprenda a procurar mulheres do seu nível. Não estou falando que você deva procurar mulheres horrorosas, gordas e deformadas. Mulheres de nível tão baixo são para homens de nível igualmente baixo no jogo sexual! Descubra qual é o seu nível de destaque, e procure uma mulher compatível.

Você já sabe que suas chances com essas super-mulheres são quase zero. Por isso, não as idolatre! Não se torne miguxo delas! Não dê privilégios para elas! Nada de facilitar a vida das top's! Se elas querem moleza, elas que arrumem um destacado, e que o sujeito as banque!

Agora, se você ainda quer se aventurar a pegar aquela ultra-gostosa, aí vai um conselho: melhore o seu nível de destaque BRUTALMENTE! Trabalhe para burro, malhe, aumente o seu círculo social, atraia a atenção do maior número possível de mulheres (quanto mais mulher no pé do cara, maior o destaque dele). Eu NÃO TE GARANTO NADA! Mas, pelo menos, você aumentará suas chances, de 0% para 1%!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Aprendam a argumentar, caralho!

Por Smith
Hoje, estava lendo um texto no site do Papo de Mangina, onde alguns "guerreiros da real", estavam tentando "meter a real" no mesmo. O problema é que até para um "guerreiro da real" ler aquilo foi decepcionante. Erros de ortografia, ataques pessoais, "gírias" que apenas nós entendemos, etc.


Vejam bem, se queremos formar um movimento sério, que mereça ser respeitado, precisamos dar motivos para isso. O que eu vou achar de alguém que chega em um texto que escrevi comentando o seguinte: 

"vc é uma feminazi disfarçada, vá lavar louça, aprenda a escrever um texto descente, vc está se basiando nisso só pra agradar bucetas, seu lambe salto de merda... kkkkkkkk"

Você, você, você... 


Vejam a diferença:
"- Cara, o que achou do filme que vimos ontem?
- Achei que você foi gay por ter usado aquela calça ontem.
- Mas eu perguntei sobre o filme..."

-----------

- Cara, o que você achou do filme que vimos ontem?
- Achei desinteressante, pelo fato de ter havido muito romantismo
- Ah sim, se eu soubesse, teria escolhido um de ação.
Entendem?

Na primeira conversa, o segundo homem devirtuou o assunto da conversa para atacar pessoalmente o primeiro. Isso não é argumentativo e passível de respeito.

Na segunda conversa, o segundo homem comentou sobre o assunto proposto pelo primeiro. Aí sim poderíamos relevar.

Leiam esse texto: http://canaldobufalo.galacta.org/2011/07/13/o-catalogo-de-taticas-de-intimidacao-contra-homens/

Se já estamos cansados e acostumados de ouvir os velhos mimimis feministas, por que faríamos a mesma coisa quando comentamos em textos com teores feministas?

Outra coisa, se nosso movimento merece ser levado a sério, porque iremos escrever ortograficamente incorreto ("descente", "escessão", "basiado", "mais" no lugar de "mas", etc), com linguagem de internet (vc, qdo, msm, kkkk, etc)? No fórum Homens Honrados há um tópico dissertando sobre esse assunto.
Portanto, quando forem "meter a real" por aí, o façam com bom senso, cuidado na escrita, e argumentos sólidos para que não passem uma imagem de um bando de "nerds revoltados de internet que xingam muito no twitter". Pois não serão levados a sério assim. E não se esqueçam de comentar sobre o texto. Não importa se o autor é machista, feminista, gay, hétero, etc, não importa. Não somos iguais as mulheres descritas no texto do Canal do Búfalo. Nós não atacamos pessoalmente. Nós argumentamos sobre o que foi proposto, sem gírias que só nós conhecemos (mangina, matrixiano, CSP, etc), nós não digitamos com erros ortográficos, nós não xingamos muito no twitter e nem "metemos a real" por aí como se fossemos uma metralhadora ambulante. Nós somos homens honrados merecedores de respeito. Por isso devemos agir como tais, para que tenhamos algum avanço.

O Papo de Mangina é um site, que hoje em dia descambou para o manginismo, isso é verdade. Mas eles sabem dialogar, sabem ser apresentáveis. Por isso é mais fácil para algum matrixiano respeitar o que eles dizem do que um "guerreiro da real" dizendo que "vc é uma feminazi disfarçada, vá lavar louça, aprenda a escrever um texto descente, vc está se basiando nisso só pra agradar bucetas, seu lambe salto de merda... kkkkkkkk"

Vejam o exemplo do Conde de M. Cristo, usuário daqui do fórum. Observe como ele "mete a real" em suas peregrinações pela web afora. Sem loucuras a estilo cientista maluco, com serenidade, respeito e argumentos e boa dissertação. É assim que todos deveriam fazer. 




É mais convincente dessa maneira do que achar que trazer alguém para a Real é ir dizendo: LEIA O BLOG DO SILVIO KOERICH, DOUTRINADOR, LEIA NESHAHAM (escrevendo o nome do autor errado) E SAIA DA MATRIX!! 

Estudar sobre como fazer uma boa redação também ajuda. As aulas e os livros de português estão aí para isso.

Eu sei que não sou nenhum mestre das palavras, não sei dissertar tão bem quanto alguns usuários aqui, como o Navarre, o Doutrinador, etc, mas sempre tento melhorar. Esse texto não é para algum usuário específico. Não era nem pra ser postado aqui no FSK. É mais para os usuários que gostam de sair "metendo a real por aí" a estilo revoltado.

Agradeço à atenção ao tópico.

Mulheres e tabaco, mais uma "conquista"

Por Vasiliy Zaytsev
Nos anos 40 e 50, quando ainda havia dignidade no geral entre as mulheres, homens e família, a indústria do cigarro pagava para as empresas de filmagens para que os atores e atrizes principais sempre aparecessem fumando, obviamente com intuito de lucrar mais, e com o baixo conhecimento sobre as doenças, o pessoal fumava com gosto, sem filtro nem nada.

Mas outra associação que as empresas do cigarro fizeram foi justamente com as FEMINAZIS, antes da onda feminazi dos anos 60 (o que não impede de serem chamadas de feminazis, já que as ideias eram similares, apenas com diferença de tempo e época) mas sim nas décadas anteriores, quando queriam elas, sabe-se lá porquê, mais espaço nas fábricas... e também queriam fazer TUDO que os homens faziam, inclusive hábitos como o fumo. daí os homens do cigarro incentivaram esse movimento e "mostraram" o cigarro para as mulheres, assim como um cara mais velho leva o outro para as drogas, pois na cabeça doentia delas se o homem podia fumar, então elas também poderiam.

 Acabou que realmente em busca de consumidores e viciados a indústria do cigarro incentivou ao máximo o uso do tabaco por parte das mulheres, com respaldo das feministas, que se sentiam realizadas vendo mulher se entochar de nicotina...
 Pode reparar que as imagens de atrizes se Hollywood, verdadeiras divas da época, apareciam fumando em belas poses... tudo patrocinado (investiam mais em atrizes bonitas que em atores, pois homens já consumiam cigarro, o novo público-alvo eram as mulheres, e isso apoiado pelas igualitárias pré-feministas, que sempre quiseram que as mulheres mimetizassem tudo que era feito por homens)

Então podem botar mais uma "conquista" na conta do feminismo: o hábito de fumar em mulheres.

Mas como toda "conquista" feminista, devemos ressaltar, não foi sem ajuda de grandes conglomerados empresariais. Comandados por homens, como sempre.

Somos todas prostitutas!

Por Deby (isso mesmo, uma mulher!)
Hoje em dia ainda falam e criticam as "mulheres da vida", prostitutas sendo mais clara. Tanto homens, quanto mulheres das mais variadas idades ainda têm esse preconceito, ainda torcem o nariz para essa profissão.
Que hipocrisia; ainda mais vindo da nossa ala feminina!

Já pararam para pensar que apesar de uma certa independência feminina nos dias atuais, todos nós somos prostitutas?

Quem de nós nunca ouviu da mãe, tia ou avó que quando crescêssemos iríamos encontrar o tal príncipe encantado que nos daria uma casa, conforto e todo aquele blá, blá, blá. A grande maioria das mulheres cresceu acreditando nisso e ainda acredita.

Que olhinhos não brilham tendo a sua frente um macho bem vestido, perfumado, com carteira recheada, cartões e uma bela conta bancária.

Que mulher não fica achando que o cara tem alguma certa obrigação com ela depois de uma bela noite de sexo?
Que mulher está disposta a assumir financeiramente uma casa estando casada ou dividindo o mesmo teto com um ser do sexo oposto?

Somos todos prostitutas, e a grande maioria ainda sonha o príncipe encantado que lhe proporcione aquela tão sonhada vida de conforto financeiro, casa, jóias, bons restaurantes, roupas de grife, viagens, perfumes importados e ainda sexo a sua disposição, mas apenas quando ela estiver disposta.

Somos todas "mulheres da vida", apenas o que nos diferencia é que algumas assumem o que realmente são e se despem das máscaras de hipocrisia e puritanismo que as "moças de família" ainda insistem em vestir.

Esse mundo seria tão mais bonito se todas assumissem com orgulho o papel que lhes foi dado mesmo antes de nascer.

Pra que vergonha?

Já nascemos todas graduadas, com uma profissão e material didático incluído.

A profissão mais antiga do mundo.

Somos todas prostitutas!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A sabedoria milenar de ESTHER VILLAR.

Por Vin Diesel


(Sr. X: tópico enorme. Mas vale a pena cada minuto investido na leitura. Se não conseguir ler tudo agora, leia o restante depois! Compartilhe o texto!)



"Os esforços do homem, domado para ser escravo, vão conduzi-lo sempre no sentido da amestração, nunca no sentido do seu próprio proveito. 


Ele trabalhará cada vez mais e quanto mais trabalhar mais a mulher se afastará dele. 

Quanto mais ele se insinuar na sua intimidade, mais exigente ela se tornará. 
Quanto mais ele a desejar, tanto menos será para ela desejável. 
Quanto mais ele a rodear de conforto, mais comodista, mais estúpida, mais desumana ela se tornará e ele, por seu lado, mais solitário."





"A mulher é tanto mais cara quanto mais agradam seus caracteres
sexuais secundários. É por essa razão que o homem nunca deve ficar deprimido ao
encontrar outro com uma mulher particularmente atraente, mas, sim, deve pensar a que
ponto essa mulher fica cara ao pobre homem."





"Os machos que precisam freqüentar prostitutas por não poderem encontrar outras mulheres, não representam absolutamente a tão decantada “sociedade masculina” sul-americana.
As chamadas mulheres comerciais, não são vitimas dos homens que as procuram, mas da venalidade das chamadas mulheres honestas, que literalmente as jogam nos braços dos homens protetores, apenas por possuírem a força suficiente para isso ?
Saibam que a moral feminina, - a moral de muitas mulheres que desejaram encontrar que as sustenta-se por toda a vida -, não lhes dá a menor oportunidade."




Se o homem se detivesse, uma única vez, no meio da sua atividade febril, para fazer balanço, seria obrigado a reconhecer que os seus esforços no sentido de animar espiritualmente a mulher não a fizeram avançar um só passo, que é certa a mulher tornar-se de dia para dia mais enfeitada, mais cuidada e “cultivada”, mas que as exigências cada vez maiores que faz da vida são de ordem material e não espiritual. 
Alguma vez, por exemplo, a maneira de pensar dele, que ele ensina na suas universidades, a induziu a ela a desenvolver teorias próprias? 
Alguma vez ela utilizou para investigações próprias ou institutos de pesquisas que ele lhe fraqueou? – Pouco a pouco devia o homem notar que a mulher, pura e simplesmente, não lê todos aqueles livros maravilhosos que ele põe à sua disposição nas bibliotecas. 
Que as suas obras de arte, fantásticas, que lhe mostra nos museus, a incitam, quando muito, à imitação/cópia. 
Que todos os apelos para a emancipação com que ele espera atingi-la através de filmes e peças teatrais, feitas no seu próprio nível e na sua própria linguagem, são por ela apreciados apenas em função do seu valor recreativo, mas nunca – mas nunca! –a levam a revolta.
É perfeitamente lógico que o homem, que tem a mulher na conta de sua igual, tendo assim que assistir à vida estúpida que ela leva junto de si, acredite que a subjuga. Mas, tanto nos lembramos, nunca a mulher foi obrigada a qualquer submissão à vontade do homem. 
Pelo contrário: foram-lhe concedidas todas as possibilidades para se tornar independente. Se a mulher, por conseguinte, durante esse longo período, não se libertou do seu “jugo”, só existe para isso uma explicação: esse jugo não existe.
O homem ama a sua mulher, mas também a despreza, porque uma pessoa que sai de manhã cheia de energia para conquistar novos mundos – o que, evidentemente, raras vezes consegue, porque tem que ganhar a vida – tem de desprezar outra, que não quer fazer o mesmo.
E talvez seja por essa razão que o homem é levado a preocupar-se com o desenvolvimento espiritual da mulher: ele envergonha-se por ela e acredita que ela também se envergonha.
Cavalheiro como é, gostaria de a ajudar a sair desse embaraço. O que ele não sabe é que as mulheres desconhecem essa curiosidade, esse orgulho, essa ambição de fazer algo, que lhe parecem a ele evidentes. 
Se não participam do mundo dos homens é só porque não querem: Não sentem necessidade alguma desse mundo. 
A espécie de independência que os homens procuram não teria para si qualquer valor, elas não se sentem dependentes. 



A superioridade espiritual do homem não as intimida, pois desconhecem o orgulho em matéria espiritual.
As mulheres podem escolher, e é nisso que reside a sua infinita superioridade sobre o homem: cada uma delas pode escolher entre a forma de vida de um homem e a de uma criatura de luxo, estúpida e parasita – escolhem, praticamente todas, a segunda modalidade. 
O homem não tem esta possibilidade de escolha. Se as mulheres se sentissem oprimidas pelo homem teriam criado ódio ou medo perante eles, o que é normal suceder em relação aos opressores. Mas as mulheres não odeiam nem tão poucos os receiam. 
Se os homens as humilhassem com a sua maior sabedoria elas teriam procurado imitá-los – uma vez que têm todos os meios à sua disposição. 
Se as mulheres não sentissem livres, ter-se-iam agora, finalmente, libertado dos seus opressores, nesta constelação historicamente favorável da sua vida. 
Na Suíça, um dos países mais desenvolvidos do mundo, as mulheres ainda não possuem um direito de voto geral, há pouco tempo e em determinado cantão suíço pediram às mulheres para votar sobre a introdução do direito de voto feminino – a maioria decidiu-se contra. 
Os homens suíços ficaram atônitos, pois julgavam que essa situação indigna era o resultado da sua tutela centenária. Como se enganam: a mulher sente-se menos possível tutelada pelo homem. 
Uma das maiores verdades deprimentes a respeito das relações entre os sexos é simplesmente essa: no mundo das mulheres o homem praticamente não existe. O homem não é suficientemente importante para a mulher para que ela se revolte contra ele. 
A sua dependência perante ele é apenas material, em certo sentido, “física”. É a dependência de um turista em relação à companhia de aviação que o transporta, a de um dono de restaurante em relação à máquina de café, de um automóvel em relação à gasolina, de um televisor em relação à eletricidade. 



Tais dependências não originam qualquer sofrimento de alma.








Sobre a poligamia:


"Enquanto as mulheres continuarem a imitar crianças, enquanto se deixarem proteger sem que tenham motivos para isso, os homens continuarão a ter direito a várias mulheres. Entre todas as menininhas que encontram pela vida fora, têm o direito de procurar uma mulher até encontrá-la. As verdadeiras vitimas de sua poligamia, como já foi dito, aliás, são eles mesmos. Se quiserem prejudicar-se a si mesmos, somente ele, afinal, poderão decidi-lo."






Sobre a burrice das mulheres:


"Por que não usam as mulheres o seu cérebro? Não o usam porque, para se conservarem vivas, não necessitam de aptidões espirituais. Teoricamente seria possível uma mulher ter menos inteligência que, por exemplo, um chimpanzé e, no entanto, afirmar-se entre os homens. O mais tardar aos doze anos - idade em que a maioria das mulheres resolve iniciar a carreira de prostituta, ou seja, a de deixar mais tarde um homem trabalhar para si, pondo-lhe a disposição sua vagina, a intervalos determinados, como contraprestação – cessa a mulher de desenvolver o seu espírito."






Sobre o prejuízo material no casamento:



"Em todo caso, seria mais econômico para o homem satisfazer o seu instinto
sexual com prostitutas em vez de se precipitar no casamento (com prostitutas, no
sentido convencional: - a rigor, a maioria das mulheres pertence a esse grupo). 


Mas como o homem também nesse caso age segundo o princípio do rendimento do trabalho, para o qual foi domado, considera como inferior o sexo pelo qual não paga muito. 


O seu prazer é tanto maior quanto mais cara é a mulher com quem dorme. E quando não consegue de outra maneira a mulher que deseja - ou se não vê outra possibilidade de a conservar - oferece o preço mais alto e leva-a ao altar."











Download do livro completo de Esther Villar: O Homem Domado.


Livro de Ester Villar




Comentários sobre a obra:




O livro “O homem domado”, da escritora argentina, Esther Vilar já é quarentão, mas não deixa de ser super atual. Ela começa relatando uma cena do cotidiano. Um carro esporte para no acostamento de uma auto-estrada movimentada nos Estados Unidos com o pneu furado, em manhã de chuva. A motorista sai e assume a clássica postura desvalida de quem não se dá costumeiramente bem em tais situações. Não demora muito e um cavalheiro pára atrás e prontifica-se a resolver o problema. Suja o terno e as mãos. Ela oferece-lhe simpaticamente um lenço branco. Ele aceita, meio constrangido. Ela despede-se e ele volta para casa tendo de se reorganizar para o dia de trabalho.


A escritora, nascida nos anos 30, que se casou com um médico alemão, descasou-se dele, voltou a casar com o mesmo. Depois de ter andado pelas Américas, África e Europa, passando por vendedora, operária, balconista, tradutora, e secretária, virou médica e finalmente, escritora. Torna-se famosa em todo o mundo, como a mulher que rasgou os “papéis” sociais de homens e mulheres do seu tempo, depois se viu, de todos os tempos.


O homem em termos médios, estatisticamente, sagrou-se tão superior á mulher que não “permite” que ela faça absolutamente nada. A mulher assumiu, lá também em termos médios, uma tremenda submissão e uma fragilidade capaz de faze-la morrer de vergonha, medo, culpa, com muita facilidade para atender a expectativas que sobre ela eram postas e obter justificação de sua extrema dependência.


No seu livro, Esther Vilar diz que não é nada disso. Que o homem é um ser absolutamente subserviente e só faz o que fez no início do livro, por isso. Segundo ela, este é o verdadeiro “macho man”, aquele que se desdobra pela fêmea, que assume a conta pelo resto da vida, pagando moradia, comida, roupas finas, abrindo a porta do carro, trabalhando extraordinariamente, para “apenas”, segundo ela, adquirir um título de varão, e usufruir a ilusória posse. Sequer na cama ele consegue ser superior. Para afirmar isto ela se vale do seu savoir médico e biológico para explicar o fato de a mulher, unicamente ela, conseguir simular orgasmo. E assim, este é o ponto: a mulher subjuga o homem e ele se torna o seu escravo. Mas, paradoxalmente, ele se sente feliz...


Para Esther Vilar o mais significativo nas relações de gênero, para a mulher, é garantir que sempre haverá alguém que faça as coisas por ela. Totalmente compreensível, claro, diante dos valores que a “educação” provia, mais as leituras da adolescência e as mensagens das telenovelas. Aqui os perfis femininos e masculinos impingidos e introjetados determinavam o contraste da seguinte maneira: mulheres frágeis, delicadas, puras e homens orgulhosos, fortes e dominadores.


Nesta precisa época vingava aquele paradigma em que o binômio amor/casamento que se consolidava na relação homem/mulher, onde o menos importante e o mais ausente ou camuflado seria o eros e a mais presente a repressão. A partir disso, aquela mulher crítica, que pensava, falava, escrevia, discutia, reclamava, se revoltava, teria que ser necessariamente a mais feia, mais masculina e conseqüentemente, mais perigosa.


Esther Vilar desmascara a conveniência. O que para todos era compreendido e aceito não era para ela. Foi ameaçada de morte pelas feministas já que anulara a força da sua luta. Para a escritora, a mulher já era e sempre foi um ente soberano, o que não penava a senhora Betty Friedan e suas seguidoras. O texto, publicado inicialmente em 1972, foi reeditado em 1998, é polêmico, chocante, provocador e, ao mesmo tempo, divertido. Ridiculariza o homem sem que com isso elogie a mulher que para ela são umas exploradoras. E ..“como contraprestación le pone la vagina a su disposición a intervalos regulares”. Pode-se até assegurar que Esther Vilar utiliza em sua obra fortemente a teoria antropológica da vagina, criada por ela mesma, pois é precisamente com esta ferramenta que ela mulher tortura e submete o homem.

A VOCAÇÃO DA MULHER

Por Andy
No meu tempo de rapaz houve uma época em que, cansado de estudar as crateras da lua e os anéis de Saturno, passei a interessar-me pela avicultura. E, como sempre misturei às coisas mais práticas um pouco de teoria, comecei por munir-me de um tratado. Ora, esse tratado que então adquiri, começava por essas inacreditáveis palavras: «A galinha e as aves domésticas em geral, tanto podem ser cuidadas por um homem como por uma mulher».



Naquele tempo o autor do tratado pareceu-me doido. [...]

Hoje, entretanto, não sei por que misterioso trabalho da memória, voltou-me aquela primeira frase do avicultor e de repente, descobri-lhe a sabedoria que me escapara na mocidade. [...]

Senão, vejamos. Dizia aquele autor que a galinha pode ser cuidada por um homem ou por uma mulher. Ora, quem diz isto, é porque sabe, e deixa subentendido, que há outras coisas outras atividades, em que não é indiferente o sexo. Ainda mais, o que parece hoje digno de nota naquele texto é o ar, digamos assim, de surpresa, de quase admiração com que o autor reconhece a existência de um gênero de atividade em que a mulher e o homem possam se desempenhar com igual proficiência. Em outras palavras, o que ele dizia lá no tratado de avicultura, podia ser formulado assim: «A mulher e o homem são terrivelmente diferentes; mas apesar disto podem ambos cuidar de galinhas».

É claro que a sabedoria que existe naquele texto, ou que eu porventura lhe empreste, está toda contida na primeira parte da proposição: a mulher e o homem são de fato diferentes. Ambos podem fazer certas coisas, como por exemplo criar galinhas, mas vou agora mais longe que aquele sutil avicultor, e começo a pensar que, mesmo nessa simples atividade, o homem e a mulher não terão o mesmo estilo em avicultura. Ao contrário, na menor das coisas que façam, ficará a marca dos dedos que a fizeram, e como a diferença do sexo vai até a ponta dos dedos, resulta que ficará na coisa cuidada a marca de quem cuidou, homem ou mulher. 

O ponto onde quero chegar, com essas considerações que roçam pelo delírio, é o seguinte: devemos acentuar a diferença, ao menos como tática de argumentação, porque um dos vícios de nosso tempo consiste precisamente em procurar a simplificação da uniformidade. A desordem de nosso tempo consiste em tender para o amálgama, para o informe, para a massa, para a sociedade sem classe, para um mundo sem limites, para uma vida sem regras, para uma humanidade sem discriminações.

Ao contrário disto, a sociedade que desejamos construir é uma sociedade ricamente diferenciada, e nitidamente hierarquizada. Só é possível pintar um belo quadro porque o vermelho é diferente do azul; só é possível tocar uma bela música porque há certa consonância nos acordes de quinta e certa dissonância nos acordes de sétima. E só é possível uma bela e boa sociedade de homens se as diferenças de natureza forem levadas até suas últimas conseqüências: quando se admitir, por exemplo, no unânime consenso que a mulher e o homem são diferentes.

A tendência moderna é de atenuar as diferenças. Imaginem o que seria de nós se, por exemplo, os bombeiros hidráulicos resolvessem tornar-se, o mais possível, semelhantes aos avicultores; ou reciprocamente, se os avicultores tentassem trazer para os galinheiros a técnica da solda e do desentupimento. É claro que ao cabo de poucos meses não teríamos nem ovos nem água. Uma sociedade humana não pode dispensar o bombeiro hidráulico, nem o avicultor. Uma sociedade humana, passavelmente organizada, não pode sequer tolerar a idéia de que um cano de chumbo e um ovo sejam aproximadamente a mesma coisa.  

Há circunstâncias muito especiais em que todas as pessoas de uma certa comunidade são chamadas a tarefas semelhantes. Nessas circunstâncias triunfa uma certa uniformidade. Trata-se, por exemplo, de um incêndio generalizado? Todos devem acorrer com mangueiras, extintores, areia. Trata-se agora de uma devastadora epidemia? Todos devem trazer sua contribuição de emergência para debelar o flagelo. Trata-se enfim de uma guerra? Todos devem oferecer seus préstimos para a mais breve e decisiva vitória.

Quanto mais nítido e mais próximo é o fim, mais homogênea se torna a necessária contribuição de todos. Mas mesmo nesses casos de fins próximos e nítidos, mesmo na fome, na peste e na guerra, a cooperação verdadeiramente eficaz tem o cunho de organicidade que se constitui pela unidade na diversidade. O concerto dos atos humanos só tem verdadeira ordem e harmonia quando realiza a união de coisas diversas. Vejam na guerra como é bom que existam homens com aptidões diferentes. Vejam no incêndio que os bombeiros, apesar dos uniformes, não são uniformes. Seus gestos, suas atitudes, seus instrumentos, variam tanto como se ali estivessem representando um feérico e harmonioso bailado do fogo. Vejam também na peste que os homens se dividem, tratando estes dos vivos enquanto aqueles cuidam dos mortos.

[...] Por isso, mais do que nas situações anômalas, o problema social dos tumultuosos tempos de paz devem ser conduzidos dentro do concerto das aptidões diferentes. E, quanto mais infantil for a criança, e quanto mais mulheril a mulher, e quanto mais varonil o homem, tanto melhor realizaremos em cada situação concreta a ordem, cambiante mas verdadeira, que é o fundamento da felicidade dos povos. O bem, a perfeição da sociedade, está na infantilidade da infância, na feminilidade da mulher, na masculinidade do homem. 

O concurso que as mulheres têm trazido ultimamente, lamento dizê-lo, tem mais a marca da uniformidade do que o cunho autêntico da organicidade. [...] Elas vieram ao nosso encontro, mas o seu concurso tem sido apenas numérico, quantitativo, mecânico. Vieram ao nosso encontro como pessoas, como braços, como cabeças, mas não vieram como mulheres. O coro das vozes engrossou, mas não se tornou mais harmonioso. O conjunto de gestos se multiplicou, mas não se tornou mais ordenado. Vieram ao nosso encontro para fazer as mesmas coisas. Com os mesmos gestos.

E, se vieram fazer o que nós fazemos, é forçoso convir que se declararam derrotadas naquilo que as diferencia de nós. Se adotaram os nossos gestos, forçoso é convir que uma tal capitulação não merece, senão à custa de uma ginástica verbal o nome de emancipação. Lembro aqui uma passagem de Chesterton em que ele dizia que o tigre pode emancipar-se das barras da jaula, mas não pode emancipar-se das barras da sua pele tigrina.  

O mundo, com essa contribuição da mulher, arrisca-se ao mais terrível dos cataclismas: a ficar reforçado na quantidade, e mutilado na qualidade. Imaginem que pobre música seria aquela em que as flautas andassem constantemente uma oitava acima dos fagotes a lhes imitar todos os contornos melódicos. Seria justo falar na grande emancipação das flautas?
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Pois o que eu quero dizer é que a famosa emancipação da mulher é qualquer coisa como andar sempre uma oitava acima de nossos timbres masculinos. Dizem as nossas mesmas frases, mas em falsete.
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GUSTAVO CORÇÃO
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(Transcrição parcial da Conferência “A Vocação da Mulher” do ano de 1955 e incluída no volume da obra “As Fronteiras da Técnica”, Editora Agir, 1955.)
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FONTE: http://www.permanencia.org.br/drupal/node/463