Por Honradão
Primeiramente acho que não há como um homem honrado se vingar de sua “parceira” adúltera fazendo o mesmo que ela,pois eu penso da seguinte forma:
Se uma namorada minha me trai,não há nem como eu querer me vingar traindo-a também,pois no exato momento em que souber que a vadia me traiu já não existirá relacionamento algum,logo não haverá mais como trai-la.
Esse tipo de vingança ao meu ver não surtirá efeito algum,uma vingança até onde eu sei trata-se de “retribuir” o mal que uma pessoa te fez ,como dizem "pagar com a mesma moeda".
Agora pensem comigo vocês acham que uma vadia que traiu o namorado beta com um cafa,fazendo as mais variadas putarias durante o ato (sabemos que mulheres fazem de tudo com os amantes,enquanto com seu parceiro transam uma vez ou outra e ainda cheio de Mimimi...)
Então retomando,vocês acham que uma vagabunda dessas vai se importar depois com o beta de seu “parceiro” que saiu com outra mulher depois de saber que era corno??
Vocês acham mesmo que ela irá se importar?? CLARO QUE NÃO PORRA! ela irá gargalhar da cara dele,que num momento de desespero tentou provar pra si mesmo que não era corno, mas para ela,ele é apenas um pedaço de merda,insignificante,indiferente tanto é que não o respeitou e lhe traiu.
Tanto faz que ele saiu com outra apenas para dizer "também te trai",na verdade ele não traiu ninguém isso é patético,o único “corno” existente nesta situação é ele mesmo,pois era o único que acreditava estar vivendo em uma relação monogâmica onde sua esposa/namorada supostamente era fiél, enquanto ela estava pouco se lixando para fidelidade e para a "relação" dos dois.
O único que acreditava naquela relação era ele,logo somente ele poderia ser traído de fato.
Que porra de traição é essa em que alguém come uma mulher qualquer já com o intuito de acabar a relação oficial no dia seguinte??
NÃO HOUVE TRAIÇÃO ALGUMA POR PARTE DELE,JÁ NÃO EXISTIA RELAÇÃO ALGUMA A PARTIR DO MOMENTO EM QUE ELE TEVE CONHECIMENTO DA INFIDELIDADE DE SUA PARCEIRA.
Ele apenas procurou qualquer “buraco” para meter e iludir a sí mesmo achando que “deu o troco”.
E outra
Como vingar-se de uma vagabunda traindo-a (algo que fere valores morais) sendo que a vadia não sabe oque significa VALORES MORAIS?? é ilógico! para ela isso será indiferente.
Vingança para mim já é uma merda,quanto mais uma vingança burra e ineficaz como essa.
Concordo totalmente com o doutrina: Sucesso a verdadeira vingança do homem honrado...
E ai confrades, concordam ? resolvi criar este tópico pois me lembrei de um outro meio antigo em que membros “calejados” na REAL defendiam este método de vingança,então decidi abrir este tópico aqui para expor minha opinião sobre este assunto e saber a opinião dos demais confrades.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Arrumar namorada e o medo das mulheres
Ai meu Deus! Ele arrumou uma namorada! Mangina!
Por Paul
Lendo alguns depoimentos em outros tópicos, estou imaginando aqui eu, Travis, Doutrinador, C.O.B.R.A, Ulysses, Conde, Stevie Vai, Sombra, Mó Humirde ou qualquer outro Old School ou pelo menos que tenha algum destaque nesse fórum anunciando que arrumou uma namorada o rebuliço que vai causar aqui.
Arrumar uma namorada não é o fim do mundo, não é voltar pra Matrix caso não se comporte como um paspalho pau mandado dela e sinceramente... sinto que alguns membros deste fórum se cagam de medo de mulher, estão ficando revoltados e até virando misóginos, então o que adianta aprender tudo o que é ensinado aqui, nos livros e blogs?
Óbvio que se revoltar no início quando descobre a Real, ficar sempre indignado com as feministas e os malditos manginas que as apóiam é a coisa mais normal do mundo, mas com as mulheres em geral é exagero, creio eu que devemos ver e tratar as mulheres como seres comuns e não como monstros diabólicos como uns aqui devem enxergar.
CSP!
Vejo muitos caras aqui criticando e com toda razão, os paspalhos que se arrastam pra mulherada, mas muitos desses mesmos que criticam se borram de medo delas, portanto de alguma forma estão também se rebaixando pra elas e assim estão atolados na Matrix, porra... só eu aqui percebi isso?
Eu estou sim aberto a relacionamento sério, só que tenho 5 anos de Real e sei muito bem o que estou fazendo, não estou namorando no momento pq sei que realmente achar uma mulher "namorável" nos dias atuais é difícil demais, só que não estou preocupado e muito menos revoltado com isso, nem procuro mais por compromisso... estou tocando a minha vida dando prioridade a MIM, se um dia conhecer uma mulher de acordo como eu acho que deve ser uma namorada, vou namorar com ela sim, mas colocando em prática o que aprendi nesse tempo e não cometendo mais os erros do passado, mulher nenhuma me faz mais de trouxa já que em 5 anos várias tentaram nenhuma conseguiu, se não conhecesse a Real, estaria fudido hoje... portanto como disse, sei muito bem o que estou fazendo.
Tá revoltado? Morda seu cotovelo.
Tá virando misógino? Vira viado de uma vez ou se opere e vire uma coleguinha da Ariadna.
Todos tem a opção de querer ou não arrumar uma namorada, nada contra os "solteiros convictos", mas estes também não podem ser contra os que estão abertos a relacionamento sério pois cada um vive com quer.
UMA DAS COISAS MAIS MATRIXIANAS QUE EXISTEM É TER MEDO DE MULHERES, NÃO SE ESQUEÇAM DISSO!
A falsa visão da luxúria
Pequeno texto de Nessahan, dos tempos que ele postava na OLODM.
A luxúria engana o luxurioso. Cria uma ótica falsa. Condiciona a forma de ver as coisas, a idiossincrassia.
Peguemos a fantasia sexual mais poderosa de um homem. Pois bem, atrevo-me a dizer que a mesma é uma mentira. Como assim? Simples: trata-se de uma visão distorcida dos fatos.
Tomado pela luxúria, você não vê o corpo da mulher, o ato sexual, o sexo anal, o sexo oral, a voz feminina, etc. como realmente são. Você os vê como algo divino, maravilhoso, um objeto de adoração.
Esta é uma visão falsa porque tais elementos em realidade não são nada disso. Não há nada demais neles. Nós é que nos fascinamos e passamos a vê-los como maravilhas. Esta visão distorcida se deve à imaginação exaltada e à fascinação. O homem que goza com a luxúria está na verdade gozando com uma forma mental forjada, ou seja, gozando com uma mentira. A causa disso é a incompreensão e a ignorância.
Conforme vamos dissolvendo os egos luxuriosos, a compreensão vai se aprofundando e passamos a ver os elementos ligados ao sexo com neutralidade, sem adoração, mas, também, sem aversão. A fascinação e a loucura pela fornicação e por todos os seus refinamentos vai desaparecendo. E, em seu lugar, começamos a compreender que não são a fonte de satisfação que imaginamos. Isso é despertar a consciência e leva uma vida inteira.
Ninguém elimina a luxúria de uma vez. O que se passa é que, ao longo da vida, ela vai sendo deixada para trás à medida em que nos auto-observamos e vamos nos entendendo melhor e dissolvendo os eus luxuriosos. Os eus são elementos falseadores, subjetivantes e distorcedores da percepção.
Pressionar o impulso luxurioso para que desapareça é perda de tempo. É melhor observar, vigiar e orar assim que ele apareça sob a forma de pensamentos, imaginações, fantasias, sentimentos, desejos, atitudes, falas, vestimentas, ações, etc.
O VALOR SOCIAL DO HOMEM
Por Carlos Eduardo
E aí nobres colegas ? Concordam ou não que o nosso valor social é, desgraçadamente, dado pela mulher que podemos exibir como símbolo status ?
Gostaria de saber também como vocês lidam com o baixo valor social que a sociedade nos destina quando estamos sós.
Como estudiosos da real, sempre penso que temos que estar dispostos a reconhecer os fatos do mundo tais como eles são, por mais desagradáveis que possam ser. É nosso dever reconhecer e aceitar a verdade tal como ela é. Para negar a realidade e viver num mundo ilusório já existem bilhões de matrixianos.
Uma grande realidade que tenho observado ao longo de minha vida, é que o valor social do homem é dado pela mulher (ou mulheres) que ele tem ao seu lado. O homem que tem ao seu lado uma mulher bela e desejada, tem muito mais valor e reconhecimento social que o homem que anda com uma mulher de menor beleza. O homem sem mulher nenhuma tem valor social quase inexistente.
Uma grande realidade que tenho observado ao longo de minha vida, é que o valor social do homem é dado pela mulher (ou mulheres) que ele tem ao seu lado. O homem que tem ao seu lado uma mulher bela e desejada, tem muito mais valor e reconhecimento social que o homem que anda com uma mulher de menor beleza. O homem sem mulher nenhuma tem valor social quase inexistente.
Falo do ponto de vista de quem já viveu todas essas situações e conheço bem cada uma delas. Já estive com beldade ao meu lado, com medianas e com mulher nenhuma.
Uma coisa é fato. Quando você tem uma mulher linda do seu lado, até os outros homens te tratam melhor. Todos querem ser amigos do cara acompanhado 'daquela gata'. Os caras pagam pau, puxam seu saco, querem sair juntos, fazer programas juntos. Todos querem ser amigos do cara que exibe o maior símbolo de status social que existe: mulher bonita. A percepção desse valor social é inequivoca. Onde o cara chega com a mulher bela, atraí inumeros olhares de inveja. A inveja nada mais é do que o reconhecimento da superioridade do outro (neste caso, social) É uma coisa tão escancarada que é quase impossível não notar.
A mulherada então, nem se fala. O cara que tem a mulher bela do lado, é tratado como uma seda pelas demais mulheres. É visto e tratado como um verdadeiro alfa. O pensamento é mais ou menos assim "Nossa, se essa mulher linda está com ele, ele deve ter algo de muito especial. Com certeza ele é o cara". Nem precisa dizer que o sonho delas passa ser roubar o cidadão da outra.
Uma coisa é fato. Quando você tem uma mulher linda do seu lado, até os outros homens te tratam melhor. Todos querem ser amigos do cara acompanhado 'daquela gata'. Os caras pagam pau, puxam seu saco, querem sair juntos, fazer programas juntos. Todos querem ser amigos do cara que exibe o maior símbolo de status social que existe: mulher bonita. A percepção desse valor social é inequivoca. Onde o cara chega com a mulher bela, atraí inumeros olhares de inveja. A inveja nada mais é do que o reconhecimento da superioridade do outro (neste caso, social) É uma coisa tão escancarada que é quase impossível não notar.
A mulherada então, nem se fala. O cara que tem a mulher bela do lado, é tratado como uma seda pelas demais mulheres. É visto e tratado como um verdadeiro alfa. O pensamento é mais ou menos assim "Nossa, se essa mulher linda está com ele, ele deve ter algo de muito especial. Com certeza ele é o cara". Nem precisa dizer que o sonho delas passa ser roubar o cidadão da outra.
Já o cara que namora uma mulher de menor beleza é um cara que não fede nem cheira. O tratamento dos outros homens é bastante inferior. Não é mal tratado porem tampouco é bajulado como outros. É mais um na multidão, sem maior destaque social.
Por fim, temos o homem sem mulher (sem namorada e que não está pegando ninguem). Seu valor social é proximo de zero. Sua condição é tomada como prova de seu fracasso social. Ora, ninguém quer estar perto de fracassado para não ser visto como mais um do clube. Em muitos casos (aconteceu comigo), aqueles 'amigos' do tempo da mulher bela te viram as costas completamente. Até os filhos da puta dos seus amigos de muito tempo, tendem a te tratar pior. Pra outras mulheres vc não existe. Chegam a olhar torto, como se fosse crime não companhia feminina. é tipo: 'putz, esse fracassado está sozinho. sinal que nenhuma mulher o quer".
Por fim, temos o homem sem mulher (sem namorada e que não está pegando ninguem). Seu valor social é proximo de zero. Sua condição é tomada como prova de seu fracasso social. Ora, ninguém quer estar perto de fracassado para não ser visto como mais um do clube. Em muitos casos (aconteceu comigo), aqueles 'amigos' do tempo da mulher bela te viram as costas completamente. Até os filhos da puta dos seus amigos de muito tempo, tendem a te tratar pior. Pra outras mulheres vc não existe. Chegam a olhar torto, como se fosse crime não companhia feminina. é tipo: 'putz, esse fracassado está sozinho. sinal que nenhuma mulher o quer".
E aí nobres colegas ? Concordam ou não que o nosso valor social é, desgraçadamente, dado pela mulher que podemos exibir como símbolo status ?
Gostaria de saber também como vocês lidam com o baixo valor social que a sociedade nos destina quando estamos sós.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A Armadilha do Casamento – Uma Visão Econômica
Por Bastiat
Armadilha do Casamento – Uma Visão Econômica
Talvez nenhum tipo de relação social tenha sido mais conturbada e tão pouco estudada, analisada e dissecada como essa. O casamento, ainda hoje, tingido pelas cores da religiosidade, nem sempre teve a idealização que hoje ainda o cerca (amor eterno,sacrifício) como pano de fundo, e a bem da verdade, como toda idealização não resiste a uma análise mesmo que superficial. (Afinal, é senso comum que há casamentos por interesse, disfarçados de amor, e seguindo a tradição cética tradicional, 1000 eventos positivos não confirmam uma tese, ao passo que 1 evento negativo é suficiente para desmenti-la).
A definição mais básica e arquetípica se baseia na ideia de intimidade extrema, responsabilidades mútuas e não excludentes, geralmente com coabitação. Já a explicação do fato social, a justificativa para que ainda ocorra em grandes proporções - muito embora o número de filhos tenha diminuído drasticamente em grande parte do globo, o número de matrimônios se mantém relativamente estável, acompanhando o viés do crescimento/decréscimo populacional - ainda é obscura. A possibilidade de que a ideia de casamento fomentada pela religião tenha se tornado um meme (no sentido original do termo, como explicitado por Dawkins em "The Selfish Gene"), que se auto alimenta (casa-se pois se acha a ideia de casar interessante, posto que isso foi passado por alguém em figura de autoridade que casou pois foi influenciado por alguém que achava a ideia de casar interessante) é apenas uma das possíveis explicações – embora sem dúvida seja uma das mais perspicazes.
Outra justificativa é a sociobiológica, em que se argumenta em favor da reprodução: casa-se pois somos “programados” (notem as aspas) para passar os genes adiante, em uma competição eterna; desse modo, a escolha de uma parceira com o fundo genético saudável se faz necessária, assim como a proteção dos descendentes por meio da constante presença e ainda a segurança de que os únicos genes que serão passados adiante serão os do “companheiro”. A sua presença se faz necessária como impedimento à tendência feminina ao engodo, traição e dissimulação. Desse modo, a união estável é um subproduto interessante das relações sociobiológicas que existiam em sociedades pré-industriais em que relações interpessoais eram incomensuravelmente menos complexas do que hoje o são, o que foi muito bem aproveitado pelas religiões em todo o globo, que são as responsáveis por manter vivas ideias já mortas.
Contudo, com ao grande processo de urbanização social que ocorre há 3 séculos, e todas as mudanças estruturais que o tem seguido, a união manteve a forma, mas mudou essencialmente, e tem se tornado extremamente desvantajosa para o homem, de forma geral, e possibilitou a uma nova área a análise do casamento: A economia, e é nele em que me foco, por questões de afinidade, conhecimento e formação.
O Casamento como Fator Econômico
Em questões socioeconômicas o casamento tem, essencialmente, uma relevância principal: a união de suas rendas e a multiplicação do poder de compra sem que necessariamente aconteça um aumento na base monetária (ótimo cenário de controle inflacionário e fomento de crescimento) ao mesmo tempo em que proporciona a possibilidade de acumulação monetária (poupança) e também uma função acessória: a geração de filhos, que formam a base da pirâmide e que movimenta o binômio instrução/produção. Uma vez que duas pessoas dividem despesas, a grosso modo, há uma tendência a diminuição do custo total efetivo de sobrevivência (custos de luz, água, telefone), basicamente o mesmo fato que se dá quando estudantes decidem morar em repúblicas e dividir despesas.
Na análise econômica, é uma instituição perfeita e muito interessante para o todo. Contudo, essa análise parte do pressuposto de que duas rendas continuem a ser administradas, o que não se prova verdadeiro ao verificarmos o fenômeno que aqui chamo de acomodação feminina: observa-se que as mulheres param de trabalhar, ou diminuem relativamente atividade laboral em média dois a três anos após o início do casamento. É uma tendência observada principalmente em países latino-americanos (de acordo com dados do …...). Um dos argumentos apresentados prontamente pelas feministas a quem apresentei esse artigo, há dois anos, foi o de que mulheres parariam de trabalhar porque engravidariam. Achei uma justificativa plausível, mas, como devia ser, não passa de uma leitura forçada de dados com o objetivo de favorecer à causa feminista. Procurei os dados de crescimento populacional médio, extrai os dados de nascimento e cruzei com os números relativos de uniões declaradas: não foi surpresa quando percebi que havia uma discrepância de 70%. Em termos estatísticos algo muito relevante, e em termos sociais algo devastador – 7 em cada 10 mulheres saiam da força de trabalho sem nenhum motivo aparente, para viver, literalmente, às custas do marido.
O que isso significa? Num primeiro momento, em uma análise menos aprofundada, isso significa a abertura de vagas e oferta de emprego, vagas geralmente preenchidas por mulheres mais jovens, que, a se seguir a tendência as deixarão algum tempo após o casamento. Investimento em formação jogado no lixo. (Não toco nem no assunto custo de investimento – e quem, no final das contas acaba pagando por isso, por meio da participação na massa de arrecadação tributária). Se a questão for olhada do lado macroeconômico, há várias vertentes:
1 - Maior pressão por crédito, já que há menos membros familiares trabalhando com os custos de subsistência mínimos mantidos
2 - Consequentemente menor poupança geral, o que leva a
aumento do custo do crédito, o que nos leva ao primeiro ponto (um círculo perigoso, que pode estar ligado à formação de bolhas)
3 - Dificuldades de aperfeiçoamento profissional – já que o membro remanescente tem de trabalhar mais horas como forma de compensação da queda na renda familiar, o que gera
4- Queda na remuneração, e na expectativa de salário, e consequentemente aumenta a pressão sobre o crédito
A exemplificação poderia ser alongada, porém, para efeitos macroeconômicos, já é suficiente.
O fato é que o casamento não segue a fórmula que deveria seguir. A de inclusão de duas rendas. Na maior parte dos casos ele a segue momentaneamente e a abandona. E no final, quem recebe o ônus? Você meu caro amigo leitor. Nós homens. Além de não ser uma fórmula de aumento de riqueza, acaba por transformar-se num martírio de exploração e divisão de miséria. Mesmo o fato de que a mulher permaneça no lar fazendo serviços domésticos é insuficiente para dar qualquer vantagem aparente à decisão delas de não trabalhar. Se você ganha 3,000 mensais, sua mulher está recebendo pelo menos 40% disso para não fazer nada. É a empregada doméstica mais bem paga do país.
Qual a saída?
O custo emocional do divórcio não é nada se comparado ao custo do divórcio em si. Temos legislação extremamente conivente e impregnada de conceitos vazios pós-modernos que dão às mulheres o poder pleno de manipulação, extorsão e chantagem, tudo por vias totalmente legais. Portanto, nem o divórcio é uma saída. A única saída é a não entrada. Não se case, a não ser que tenha certeza absoluta de que conheça a sua companheira (ou sanguessuga).... a questão é: existem exceções? Não as vi jamais. Porém é uma opinião pessoal, se não o satisfaz, veja as estatísticas acima.
Curiosamente, quando escrevi o texto acima (nunca o publiquei porque jamais conseguiria isso no nosso meio acadêmico, o texto original é um pouco maior e mais rico em detalhes que fariam os esquerdinhas pularem das cadeiras) procurei estatísticas de casamentos entre gays. Consegui pouca coisa na América latina, mas em países europeus vi uma relação de dados no mínimo interessante: casais de gays do sexo masculino assumiam relacionamentos com mais frequência por meios legais (registro em cartório, por exemplo) em relação ao total de homens que se declaravam gays. Entre as mulheres, o percentual de uniões era mínimo, muito embora a percentagem de gays fosse maior que o masculino. Curioso, não? Não, não é. A questão é lógica: se se declarassem casadas, perderiam pensões e outros benefícios herdados principalmente de pais e ex-maridos. Vejam bem: gays “homens” ao unir as rendas, entravam em faixas de taxação ainda maiores, pagando mais impostos, as gays “mulheres” evitavam isso para usufruírem de benefícios providos diretamente por homens. É interessante como os padrões femininos se revelam mesmo nas que se declaram não “mulheres”.
Armadilha do Casamento – Uma Visão Econômica
Talvez nenhum tipo de relação social tenha sido mais conturbada e tão pouco estudada, analisada e dissecada como essa. O casamento, ainda hoje, tingido pelas cores da religiosidade, nem sempre teve a idealização que hoje ainda o cerca (amor eterno,sacrifício) como pano de fundo, e a bem da verdade, como toda idealização não resiste a uma análise mesmo que superficial. (Afinal, é senso comum que há casamentos por interesse, disfarçados de amor, e seguindo a tradição cética tradicional, 1000 eventos positivos não confirmam uma tese, ao passo que 1 evento negativo é suficiente para desmenti-la).
A definição mais básica e arquetípica se baseia na ideia de intimidade extrema, responsabilidades mútuas e não excludentes, geralmente com coabitação. Já a explicação do fato social, a justificativa para que ainda ocorra em grandes proporções - muito embora o número de filhos tenha diminuído drasticamente em grande parte do globo, o número de matrimônios se mantém relativamente estável, acompanhando o viés do crescimento/decréscimo populacional - ainda é obscura. A possibilidade de que a ideia de casamento fomentada pela religião tenha se tornado um meme (no sentido original do termo, como explicitado por Dawkins em "The Selfish Gene"), que se auto alimenta (casa-se pois se acha a ideia de casar interessante, posto que isso foi passado por alguém em figura de autoridade que casou pois foi influenciado por alguém que achava a ideia de casar interessante) é apenas uma das possíveis explicações – embora sem dúvida seja uma das mais perspicazes.
Outra justificativa é a sociobiológica, em que se argumenta em favor da reprodução: casa-se pois somos “programados” (notem as aspas) para passar os genes adiante, em uma competição eterna; desse modo, a escolha de uma parceira com o fundo genético saudável se faz necessária, assim como a proteção dos descendentes por meio da constante presença e ainda a segurança de que os únicos genes que serão passados adiante serão os do “companheiro”. A sua presença se faz necessária como impedimento à tendência feminina ao engodo, traição e dissimulação. Desse modo, a união estável é um subproduto interessante das relações sociobiológicas que existiam em sociedades pré-industriais em que relações interpessoais eram incomensuravelmente menos complexas do que hoje o são, o que foi muito bem aproveitado pelas religiões em todo o globo, que são as responsáveis por manter vivas ideias já mortas.
Contudo, com ao grande processo de urbanização social que ocorre há 3 séculos, e todas as mudanças estruturais que o tem seguido, a união manteve a forma, mas mudou essencialmente, e tem se tornado extremamente desvantajosa para o homem, de forma geral, e possibilitou a uma nova área a análise do casamento: A economia, e é nele em que me foco, por questões de afinidade, conhecimento e formação.
O Casamento como Fator Econômico
Em questões socioeconômicas o casamento tem, essencialmente, uma relevância principal: a união de suas rendas e a multiplicação do poder de compra sem que necessariamente aconteça um aumento na base monetária (ótimo cenário de controle inflacionário e fomento de crescimento) ao mesmo tempo em que proporciona a possibilidade de acumulação monetária (poupança) e também uma função acessória: a geração de filhos, que formam a base da pirâmide e que movimenta o binômio instrução/produção. Uma vez que duas pessoas dividem despesas, a grosso modo, há uma tendência a diminuição do custo total efetivo de sobrevivência (custos de luz, água, telefone), basicamente o mesmo fato que se dá quando estudantes decidem morar em repúblicas e dividir despesas.
Na análise econômica, é uma instituição perfeita e muito interessante para o todo. Contudo, essa análise parte do pressuposto de que duas rendas continuem a ser administradas, o que não se prova verdadeiro ao verificarmos o fenômeno que aqui chamo de acomodação feminina: observa-se que as mulheres param de trabalhar, ou diminuem relativamente atividade laboral em média dois a três anos após o início do casamento. É uma tendência observada principalmente em países latino-americanos (de acordo com dados do …...). Um dos argumentos apresentados prontamente pelas feministas a quem apresentei esse artigo, há dois anos, foi o de que mulheres parariam de trabalhar porque engravidariam. Achei uma justificativa plausível, mas, como devia ser, não passa de uma leitura forçada de dados com o objetivo de favorecer à causa feminista. Procurei os dados de crescimento populacional médio, extrai os dados de nascimento e cruzei com os números relativos de uniões declaradas: não foi surpresa quando percebi que havia uma discrepância de 70%. Em termos estatísticos algo muito relevante, e em termos sociais algo devastador – 7 em cada 10 mulheres saiam da força de trabalho sem nenhum motivo aparente, para viver, literalmente, às custas do marido.
O que isso significa? Num primeiro momento, em uma análise menos aprofundada, isso significa a abertura de vagas e oferta de emprego, vagas geralmente preenchidas por mulheres mais jovens, que, a se seguir a tendência as deixarão algum tempo após o casamento. Investimento em formação jogado no lixo. (Não toco nem no assunto custo de investimento – e quem, no final das contas acaba pagando por isso, por meio da participação na massa de arrecadação tributária). Se a questão for olhada do lado macroeconômico, há várias vertentes:
1 - Maior pressão por crédito, já que há menos membros familiares trabalhando com os custos de subsistência mínimos mantidos
2 - Consequentemente menor poupança geral, o que leva a
aumento do custo do crédito, o que nos leva ao primeiro ponto (um círculo perigoso, que pode estar ligado à formação de bolhas)
3 - Dificuldades de aperfeiçoamento profissional – já que o membro remanescente tem de trabalhar mais horas como forma de compensação da queda na renda familiar, o que gera
4- Queda na remuneração, e na expectativa de salário, e consequentemente aumenta a pressão sobre o crédito
A exemplificação poderia ser alongada, porém, para efeitos macroeconômicos, já é suficiente.
O fato é que o casamento não segue a fórmula que deveria seguir. A de inclusão de duas rendas. Na maior parte dos casos ele a segue momentaneamente e a abandona. E no final, quem recebe o ônus? Você meu caro amigo leitor. Nós homens. Além de não ser uma fórmula de aumento de riqueza, acaba por transformar-se num martírio de exploração e divisão de miséria. Mesmo o fato de que a mulher permaneça no lar fazendo serviços domésticos é insuficiente para dar qualquer vantagem aparente à decisão delas de não trabalhar. Se você ganha 3,000 mensais, sua mulher está recebendo pelo menos 40% disso para não fazer nada. É a empregada doméstica mais bem paga do país.
Qual a saída?
O custo emocional do divórcio não é nada se comparado ao custo do divórcio em si. Temos legislação extremamente conivente e impregnada de conceitos vazios pós-modernos que dão às mulheres o poder pleno de manipulação, extorsão e chantagem, tudo por vias totalmente legais. Portanto, nem o divórcio é uma saída. A única saída é a não entrada. Não se case, a não ser que tenha certeza absoluta de que conheça a sua companheira (ou sanguessuga).... a questão é: existem exceções? Não as vi jamais. Porém é uma opinião pessoal, se não o satisfaz, veja as estatísticas acima.
Curiosamente, quando escrevi o texto acima (nunca o publiquei porque jamais conseguiria isso no nosso meio acadêmico, o texto original é um pouco maior e mais rico em detalhes que fariam os esquerdinhas pularem das cadeiras) procurei estatísticas de casamentos entre gays. Consegui pouca coisa na América latina, mas em países europeus vi uma relação de dados no mínimo interessante: casais de gays do sexo masculino assumiam relacionamentos com mais frequência por meios legais (registro em cartório, por exemplo) em relação ao total de homens que se declaravam gays. Entre as mulheres, o percentual de uniões era mínimo, muito embora a percentagem de gays fosse maior que o masculino. Curioso, não? Não, não é. A questão é lógica: se se declarassem casadas, perderiam pensões e outros benefícios herdados principalmente de pais e ex-maridos. Vejam bem: gays “homens” ao unir as rendas, entravam em faixas de taxação ainda maiores, pagando mais impostos, as gays “mulheres” evitavam isso para usufruírem de benefícios providos diretamente por homens. É interessante como os padrões femininos se revelam mesmo nas que se declaram não “mulheres”.
Realização como ser humano e homem.
Por Lobo
Olá, Membros...
Gostaria de expor uma opinião adquirida através de reflexões e serenas observações...
Gente, escuta bem o que eu tenho a dizer...
- Um homem deve se colocar em primeiro lugar, ele é um líder... ele tem que adquirir essa real confiança...
- O cultivo do homem e a acumulação de riquezas tem que ser feita INTERIORMENTE... portanto... o resultado do cultivo pode ser comprovado antes mesmo de haver ligações externas a ele...
exemplo: ao cultivar segurança... que pra mim significa enfrentar seus medos e estabelecer novos limites, o resultado é primeiramente emocional, pessoal, interior... a confiança para com as pessoas (exterior) é apenas expressão (propriedade natural do ser)... "O TANTO DE LUZ PRÓPRIA QUE DETERMINARÁ O TANTO DE LUZ EXTERIOR" - "
___ Os carros com design mais seguro são frágeis por fora e reforçados no interior da cabine... de modo que, em uma batida o externo (impermanente) que absorve o impacto para salvar que é interno (permanente - vital)...
___ Pensem a nível de pessoas que sacrifícam seus "valores" para adquirir "dinheiro", a pessoa troca o vivo pelo morto, o espírito pela carne, a terra come esse indivíduo... que está caminhando em sentido da involução... ENTENDAM... o imaterial que produz o material... o material é passageiro... sofre as ações do tempo... o imaterial é eterno... divino...
___ Pessoas que edifícam seus espíritos a certo nível... se torna imortal para a humanidade... aprenderam a se fortificarem de modo que o que era pedras para carregar se tornam penas... podendo assim alçar voos mais alto relativo ao seu nível adquirido...
___ Um homem deve começar a evoluir a partir do seu nível... deve começar a partir da sua realidade, esse é o seu papel... ele ocupa aquele espaço... [NÃO DEVE IDEALIZAR]. Por 2 motivos...
1. Ele faz parte de um organismo... imaginem um pumão tentando ser coração? Imaginem um servo tentando ser líder?
2. Ele não quer ficar na matrix... "Virtual", o primeiro passo para sair da matrix é reconhecer que está dentro dela. Nada de pensamento (imaginação) positivo e idealizações, a primeira ação que desencadeia ao dar um passo real é tirar o pé de onde ele realmente está, não onde você gostaria que estivesse
____
O que tudo isso tem haver com... elas preferem os canalhas?
. Tudo... nós percebemos o mundo atravez dos sentidos e "misturamos à essencia interior", o mundo é a carne e nosso interior é o tempero e nós somos os cozinheiros. carne tem gosto de carne, o que muda o sabor é a dosagem do tempero... que é feita por nós...
. Na verdade agente se perde em palavras... tentando delinear, traçar, limitar... a fim de expressar uma experiência... porém as vezes perdemos nossos objetivos no meio do caminho travando em casos extremos batalhas usando frases isoladas... vazias... sem estar de acordo com o resto... gerando LIXO, assim como pegar a bíblia e misturar suas letrinhas no liquidificador...
*** Não adianta sermos o + comedor de todos... isoladamente... isso causará apenas insatisfação, todos os setores da evolução pessoal tem que andar junto... imaginem uma laje construída em um terreno plano, com pilares de diferentes tamanhos?
O dia que vocês verem seu sucesso externo... sucesso natural com as mulheres... podem ter certeza que NÃO TERÃO APEGO (sofrimento) pelo sucesso... pois o interior vem primeiro... essa "luz interior", "irradiará" vcs antes de irradiarem aos outros... uma vez que sua distancia para ele é menor do que a distancia das pessoas para o mesmo. Isso se chama auto-realização... é o que todos nós no fundo queremos.
--------------------------
OBS: Observem que o fim do texto faz referência ao início...
OBS2: Mulheres não gostam de canalhas... elas gostam de homens! Porém os canalhas estão mais para homens do que os matrixianos...
Pra mim...
Canalhas: São matrixianos que perceberam sua vida na matrix, se revoltam se tornam meio-homens e continuam vivendo na matrix... porém em uma
hierarquia superior à massa...
Homens: São seres que já viveram na matrix, foram humildes e fortes... e renunciaram à vantagem que a sabedoria trás a fim de alcançar a SABEDORIA
MAIOR... tendo o direito a "vantagem" maior que são seguramente reservadas aos que chegam mais longe...
E VOCÊS, QUE TIPO DE ESCOLHAS SÃO MAIS COMPATÍVEIS COM A SEUS IDEÁIS...??
Obrigado pela atenção.
Sem mais.
.:Lobo Alfa:.
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7 Lições que você pode aprender com filmes policiais.
Por Cassidy
E aí, negada.
Todos nós sabemos que valores não são aprendidos apenas por palavras. É necessária uma observação, reflexão e assimilação para que você consiga internalizar os conceitos.
Não adianta você falar que é o machão honrado defensor da pátria sendo que borra as calças na primeira situação que te joga na parede. E isso acontece direto na vida.
Ao contrário de hoje, filmes passavam boas mensagens e conseguiam captar a atenção de uma forma cativante. O que mais vemos hoje são comédias românticas que te ensinam a entrar no casório da amada com o outro macho e fazer uma declaração patética para salvar o seu amor nos 45 do segundo tempo, tudo isso de uma forma extremamente utópica e errônea, te ensinando a ser uma bicha emotiva e frouxa demais.
Essa lista coloca os valores e lições que há muito tempo não são colocados em filmes, onde hoje vale mais mostrar efeitos 3Ds gays e bailarinas psicóticas cheiradoras de cocaína.
1 - Seja um líder
Todos nós sabemos que valores não são aprendidos apenas por palavras. É necessária uma observação, reflexão e assimilação para que você consiga internalizar os conceitos.
Não adianta você falar que é o machão honrado defensor da pátria sendo que borra as calças na primeira situação que te joga na parede. E isso acontece direto na vida.
Ao contrário de hoje, filmes passavam boas mensagens e conseguiam captar a atenção de uma forma cativante. O que mais vemos hoje são comédias românticas que te ensinam a entrar no casório da amada com o outro macho e fazer uma declaração patética para salvar o seu amor nos 45 do segundo tempo, tudo isso de uma forma extremamente utópica e errônea, te ensinando a ser uma bicha emotiva e frouxa demais.
Essa lista coloca os valores e lições que há muito tempo não são colocados em filmes, onde hoje vale mais mostrar efeitos 3Ds gays e bailarinas psicóticas cheiradoras de cocaína.
1 - Seja um líder
Nós homens, nascemos com uma dádiva incrível que é a de liderar com justiça, vontade e visão de proteção para os liderados. Ser líder é para poucos, e é necessária uma caminhada longa e cheia de obstáculos para conseguir. Você se torna responsavel pelos outros ao seu redor e muitas vezes é necessária a ação sob pressão. Ou seja, seus culhões estãrao sendo colocados a prova durante todos os momentos.
2 - Seja amado, respeitado, e temido muito mais
2 - Seja amado, respeitado, e temido muito mais
O mundo não vai te respeitar se você não respeitar a si mesmo. As pessoas são mesquinhas, baixas e cruéis e no primeiro sinal de fraqueza, irão te rodear como urubus e rir de ti como hienas. Tenha uma boa imagem perante as pessoas do seu círculo social e ao mesmo tempo construa uma imagem que sustente esse atributo. Sendo respeitado e punitivo quando necessário.
3 - Amizade é superestimada
3 - Amizade é superestimada
Vivemos num mundo onde é mais fácil chamar o colega de vizinho do que ver provas concretas de tal amizade. Quanto mais amado, influente e liderante for, mais falsos amigos terá. Tentarão puxar seu tapete e muitas vezes jantarão na mesma mesa que você, sorridentes. É bom lembrar portanto, que ninguém chuta cachorro morto.
4 - Você deve tudo à sua família
4 - Você deve tudo à sua família
Foram eles que te colocaram no mundo e deram a cara à tapa para que você pudesse ser o que é hoje. Ou mesmo se eles não ligaram pra você, tiveram muita dor de cabeça e gastos para que você pudesse ter um teto e cama decente.
5 - O mundo não é cor de rosa
5 - O mundo não é cor de rosa
Vivemos cercados por notícias, propagandas e até pessoas que adoram sorrir pro mundo, que a vida é um mar de rosas e a filosofia do carpie diem é tatuada até no rabo da sua vizinha. Essas coisas fazem um desserviço à evolução das pessoas e fazem com que elas fiquem ingênuas e mimadas. Pode ter certeza que o mundo não vai parar pela sua morte e não vai sorrir se você for promovido à limpador de sauna feminina.
6 - Dê a cara a tapa
6 - Dê a cara a tapa
Pessoas são covardes. Elas irão falar que nada pra você dará certo, duvidarão da sua capacidade e aprovarão sua timidez. Pessoas são acomodadas e não ligam se vão evoluir ou não. Não deixe que ninguém jogue por você, fale por você e assuma o comando por você. Erre, se foda, e aprenda com isso. Nada é fácil e você precisará de uns tombos pra chegar onde quer. Seja macho, porra.
7 - Não tenha medo de deixar para trás o que supostamente era seu

Uma das coisas mais importantes e necessárias nessa vida é a capacidade de deixar ir o que não era seu, ou o que era. Se apegar e depender desse fator é um atraso para sua vida e um empecilho para sua evolução e desenvolvimento. Vitorini traiu a famiglia? Dê um tiro na cabeça dele e jogue-o no córrego, mas não deixe que coisas ou pessoas impeçam você de seguir em frente. O apego e a paixão destroem a alma e a sua força de vontade.
Filmes recomendados: Taxi Driver, Era uma Vez na América, O Poderoso Chefão (trilogia inteira), Os Bons Companheiros, Pulp Fiction, Cães de Aluguel, Sin City e A Outra História Americana.
7 - Não tenha medo de deixar para trás o que supostamente era seu

Uma das coisas mais importantes e necessárias nessa vida é a capacidade de deixar ir o que não era seu, ou o que era. Se apegar e depender desse fator é um atraso para sua vida e um empecilho para sua evolução e desenvolvimento. Vitorini traiu a famiglia? Dê um tiro na cabeça dele e jogue-o no córrego, mas não deixe que coisas ou pessoas impeçam você de seguir em frente. O apego e a paixão destroem a alma e a sua força de vontade.
Filmes recomendados: Taxi Driver, Era uma Vez na América, O Poderoso Chefão (trilogia inteira), Os Bons Companheiros, Pulp Fiction, Cães de Aluguel, Sin City e A Outra História Americana.
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