terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Como seria o mundo sem os homens?

Por Anthon

Original: http://www.mgtowforums.com/forums/articles/1-articles/169-life-without-men-life-without-women-repost.html

Traduzi apenas a metade.

***

O History Channel estava transmitindo uma série chamada "After People" (O mundo sem ninguem). A premissa da série era mostrar como que o mundo seria se todas as pessoas de repente desaparecessem. Alguns babacas fantasiosos que assistem esta série acham que mesmo com toda decadência, o tempo, aos poucos, recuperia todos os artefatos que as pessoas construiram.

No entanto, eu estava me perguntando o que aconteceria se apenas metade das pessoas desaparecessem. Você sabe o que aconteceria se acordasse e todas as mulheres fossem embora? Ou se um dia todos os homens simplesmente sumissem? Qual o tempo que a sociedade aguentaria com apenas metade da espécie ?

Bem neste exercício de futilidade eu decidi olhar para as possibilidades e ver o que poderia acontecer.



Primeiro vou começar com o mundo sem homens. 

***



Um dia sem homens:





A eletricidade foi interrompida, a televisão pifou e as luzes se apagaram, as caixas registradoras e máquinas de lavar louça pararam de funcionar. As mulheres engenheiras e técnicas que trabalham em serviços públicos, mineração, manufatura, transporte e outras indústrias são incapazes de lidar com a dimensão dos problemas. Não há mãos suficientes para executar as plantas e instalações de produção. A rede elétrica é o primeira a cair. Cartões de crédito não funcionam. Scanners Checkout não são suficientes para processar vendas sem os computadores. Poucos caminhões estão se movendo. Alimentos e produtos não estão sendo entregues.



Uma semana sem os homens






Os sistemas de água e esgoto têm falhado na maioria das comunidades. O gás natural foi interrompido. Casas perderam aquecimento e iluminação. Sem entregas de comida há escassez, muitas mulheres já estão passando fome. A comida em freezers apodreceu quando a eletricidade parou. Mesmo para as mulheres que trabalham em fábricas de produção de alimentos não estão conseguindo fazer entregas ou distribuição do produto. As máquinas não funcionam sem eletricidade ou água. Lojas de calçados foram fechadas. Carros estão parando de funcionar por falta de gasolina.

Um mês sem homens





Mulheres da cidade estão passando fome. Não há economia. Algumas se uniram em grupos e estão indo de casa em casa lutando e matando para conseguir os alimentos enlatados restantes. Lojas foram saqueadas. Nas fazendas algumas mulheres ainda estão comendo e cultivando, mas a escassez de combustível em breve vai parar seus tratores. Cerca de 10% das mulheres já morreram de fome, violência e doenças. O governo entrou em colapso porque as funcionárias não podem trabalhar sem gerentes. Enquanto as "necessidades" para o bem estar dispararam, não há recursos para fornecer nada a ninguem. Nada funciona sem os computadores, telefones, utilitários e outros recursos. A maioria dos médicos praticamente desapareceu, só restaram algumas enfermeiras e médicas que não dão conta do recado. Os grandes hospitais não têm suprimentos de serviços públicos ou de iluminação. Escolas e universidades foram fechadas. 



Um ano sem homens




Algumas mulheres ainda estão sobrevivendo nas cidades, descobrindo esconderijos com restos de comida e cozinhando em fogo de lenha. Prédios estão caindo aos pedaços. Diversas cidades estao queimando sem o trabalho dos bombeiros. Não há substitutos para as armas, ferramentas e implementos. Roupas ou sapatos estão sendo produzidos em mínima escala. Não há veículos restantes. 90% das mulheres morreram. Algumas mulheres da área agrícola ainda plantam legumes com a mão. 

Dez anos sem os homens





O número de mortos é bem mais de 99% em todo o mundo. Algumas mulheres formaram pequenas tribos e aprenderam a caçar, em especial as mulheres que eram de áreas rurais. Na África rural algumas mulheres tribais ainda estão pastoreando vacas. Na selva amazônica algumas mulheres ainda plantam inhame com as facas de aço restantes.

Cem anos sem os homens.





A última mulher morreu há 50 anos. A natureza tenta recuperar o planeta.

























Agora vamos considerar Life After Mulheres
(O que aconteceria se todas as mulheres de repente desapareceu?)

Depois de um dia das mulheres




Reina a confusão como as empresas lutam para ajustar-se à falta funcionários do sexo feminino. Mercearia e gerentes de varejo tem que fazer a varredura checkout, mas há menos clientes por isso funciona. Caixeiros de faturamento estão faltando as grandes corporações. Empresas de cartão de crédito perderam 89% de seus clientes.

Depois de uma semana das mulheres




Lojas de varejo estão começando a ajustar. Lojas que vendem principalmente para as mulheres estão fechando. 95% das lojas de calçados foram fechadas. Entregas e produção de alimentos e suprimentos continua normalmente, exceto em poucos setores onde as mulheres trabalhavam em algum número. Gestores estão avaliando possíveis cortes na produção desde que os homens não são consumidores de coisas fúteis. Electricidade, gás, água e outros sistemas continuaram a funcionar normalmente.



Depois de um mês das mulheres



As vendas no varejo em geral estão reduzidos a cerca de 25% dos totais anteriores. Os homens estão descobrindo que eles têm uma renda muito mais descartáveis ​​e estão começando a pensar em comprar um carro novo barco de pesca, ou snowmobile. Alguns mudança econômica ainda está em andamento como a economia se ajusta. Mulheres ascenderam a mais de 75% das vendas de varejo, ¾ de serviços médicos, ea maioria dos mais consumo. Os governos estão short handed porque a maioria dos seus funcionários não estão lá, mas os destinatários da maioria dos seus serviços de bem-estar não são mais necessitados de modo que o restante pessoal do governo é mais do que o necessário. O Congresso é mesmo pensar sobre o corte de impostos. Sistema de segurança social é a maneira mais financiado, por exemplo, desde que os homens antigamente pagavam 80% de impostos SS e recebeu apenas 20% dos benefícios. A maioria dos programas de seguro tem um outro semelhante desequilíbrio financeiro. O mercado acionário está começando a se recuperar.



Depois de um ano das mulheres



O governo cortou impostos para menos de metade dos valores anteriores, e ainda tem um grande superávit. Milhares de vazio tapadas shopping centers e lojas de linha de nossas ruas. Os preços da gasolina caíram. A maioria dos homens têm poucas despesas e os lotes de gastar dinheiro. Produção foi finalmente equilibrada com a demanda como os fabricantes ajustados para redução do consumo. Algumas indústrias, como a pesca e recreação tiveram um boom. No trabalho, os homens podem contar piadas sem ver por cima dos ombros para evitar ser demitido por "assédio". Todos os homens sem-teto foram oferecidos bons empregos.

Após 10 anos Mulheres




Grupos de pesquisa independente em Paris, na Pensilvânia, e Tóquio inventaram úteros artificiais. A primeira geração de crianças já está sendo levantada. As economias em todo o mundo estão a ter tempos de boom. Os homens estão ficando juntos em ligas esportivas, grupos de pesca e associações recreativas. A vida é boa.

100 anos depois que as mulheres




A vida média dos homens aumentou 10 anos desde que a redução do estresse. Paz e prosperidade tomaram conta da terra. Sem as mulheres a lutar por não há muito sentido em guerras. População mundial diminuiu para um nível sustentável e ficou lá. Prosperidade e abundância são endêmicas em toda parte.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

[Rors] UEWO MITEMO KIRI GA NAI, SHITAWO MITEMO KIRI GA NAI

Por Roscharch, trazido por Lobo Mau



Revendo meus textos arquivados, num golpe de sorte consegui achar o famoso post do Rorscharch, onde ele conta sobre o que ele aprendeu no Japão (a paradinha das canetas foi invenção do Cobra, rsrs):

UEWO MITEMO KIRI GA NAI, SHITAWO MITEMO KIRI GA NAI
Rors

Essa frase que dizer o seguinte: ''Não existem limites quando se olha para cima ou para baixo''.

Trocando em miúdos, esse ensinamento quer dizer que na vida não adianta ambicionar ser o mais rico ou o melhor. Sempre haverá pessoas mais ricas e mais poderosas que você. Não ambicione demais, o céu não tem limites. Por outro lado, não fique se lamentando que sua vida é a pior entre a de todos os seres.

Sempre existirão pessoas mais pobres e infelizes que você. Por isso, não se dê o direito de chorar achando que é um coitado.

Aprendi dentre várias lições, que quando se está no chão, ninguém te vê. Quando se está no alto, todos te vêem. E o vento sopra mais forte. Para se manter intacto, um homem deve manter ''seu treinamento diário''. Somente assim, um homem pode vencer o maior dos furacões, ou seja, ele mesmo.

Com meu esforço passei entre os cabeças no concurso, e com mais de menos da metade, de tempo de estudo que a maioria. E inclusive passei com nota acima da ''aluna nota 10'' e os ''professores''. Abri meu próprio negócio, e comecei a faturar na vida. Hoje sou um cara privilegiado, por assim dizer. Já me relacionei com modelos tops de linha e algumas ''famosas''. Mas não deixei de ser o mesmo homem honrado que sempre fui. Jamais desisti de mim e de meus valores.

O que quero dizer é, em suma:

Apenas lute, incessantemente. De corpo e alma. Não deixe uma vadia qualquer dizer o que você é, ou até mesmo um idiota dizer que você chegou ao seu limite. Jamais dê ouvidos a isso.

Afinal, só consegue ser bom, quem tenta ser o melhor.
"O Lobo Branco está no topo da cadeia alimentar, é grande, veloz e sabe se defender, mas prefere caçar com a alcatéia pois percebe que é mais forte quando faz parte de um grupo. E aí, prefere ficar na alcatéia ou ser um lobo solitário?" Deputado Long, A Volta do Todo Poderoso

Apagando o passado? Recomeçar é o c@#*lho!!!!!!



Imaginem uma mulher, que já rodou na pica de vários cafas, e decide por um ponto final nisso e "recomeçar".
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Escolhe um Beta otário pra se "sussegar com ele", e manda essa: "agora eu sou diferente, ou "com vc é diferente", como se isso apagasse o passado.
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Por mais que ela vire, crente, freira ou seja lá o que for, não tem como apagar as 1.000 fodas que ela deu, se ele voltar a fuder depois de velha e arranjar mais um cara, aquele não será o "primeiro cara" e sim o cara "1.001" da lista dela.

Ex gays:
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Um "homem" dá a bunda 1.000 vezes e diz, agora vou "recomeçar", decide virar hétero e manda essa "agora me regenerei"
Por mais que ele vire, um homem hétero e comedor ou seja lá o que for, não tem como apagar as 1.000 vezes que ele deu a bunda, se ele passar a comer mulheres, isso não o fará dele hétero e sim bissexual.
pois no seu "cú-rriculo" sexual, tanto houveram homens como mulheres, então ele é um bissexual, pois tudo é cumulativo, o passado não se apaga.

Não existe, ex puta, ex gay e etc, isso é relativismo:
EX PUTA = MULHER QUE ATUALMENTE DÁ PRA POUCOS OU NINGUEM.
EX GAY = CARA QUE ATUALMENTE NÃO DÁ MAIS A BUNDA ou ENGOLE VARAS

É como um criminoso, que tenta justificar que atualmente não mata mais, como se isso fosse apagar, os crimes que cometeu no passado.

Não aceitem rodadas pra algo sério, elas são meros depositos de esperma.
Aprendam essa: Não existem recomeços, existe o continuar de onde se parou. :soldado:

Não se envolvam com mulheres pobres

Por Arthur Vinícius

Bom, hoje venho falar de assunto um tanto polêmico, mas que merece séria reflexão para nós todos. Trata-se do envolvimento que muitos homens têm com mulheres pobres.

Os homens de modo geral nascem programados para, entre outras coisas, oferecer proteção a pessoas ao seu redor, sendo as mulheres as principais pessoas que despertam no homem o espírito protetor. Vemos que não poucos homens se esforçam para dar a uma mulher uma sensação de segurança, algo que lhes é totalmente natural, por verem que elas são frágeis fisicamente. Alguns oferecem esta segurança com dinheiro; têm casa própria e são estáveis financeiramente; outros, com um automóvel, sentem que no mínimo devem ter isso para dar um mínimo de conforto às mulheres; e outros tantos acreditam tolamente que dando carinho estão fornecendo algum tipo de segurança a elas. Seja qual for o método que o homem utilize, ele tem uma necessidade inata de oferecer suporte às mulheres, protegendo-as do perigo. 





Quando se trata de uma mulher pobre, este instinto é ainda mais reforçado. O homem, quando se envolve com uma mulher de periferia, quer bancar o herói muitas das vezes, e faz o possível para tirá-la do ambiente que ela vive, transportando-a para um lugar mais próspero e seguro, se sentindo muito feliz e honrado por ter tirado a mulher de um lugar pobre.

É claro que a pobreza de alguém não serve de parâmetro para medir o seu caráter; não estamos tratando disto aqui. O problema do homem se relacionar com uma mulher pobre é o seguinte: mulheres pobres, em sua maioria, têm péssimos hábitos, costumes. Algumas coçam constantemente a cabeça; outras não cuidam da aparência; outras tantas não têm um assunto relevante para conversar fora o contexto do namoro/casamento, e outras não têm conhecimento, inteligência alguma para lidar com os problemas do dia a dia no relacionamento. Tudo o que podem oferecer é sexo e mais nada. 



Se você observar bem, boa parte das mulheres bundudas, com seios grandes, corpo escultural, vêm de periferias, de lares pobres. Exemplo disso são a ex dançarina Carla Perez, Viviane Araújo, ex mulher do cantor Belo, Valéria Valenssa, a ex Globeleza e Luma de Oliveira, ex mulher de Eike Batista, o homem mais rico do país. Essas mulheres, como muitas outras, fizeram sucesso na mídia, com os seus dotes maravilhosos até então. Depois que se casaram, estas mulheres saíram de cena, dando lugar a outras belas jovens. Contudo percebe-se, que, após o casamento, algumas dessas mulheres não acrescentaram nada à vida de seus maridos. Uma tinha em mãos um homem milionário, mas traiu-o com um jardineiro. Tinha sido resgatada da pobreza para sempre, mas longe de demonstrar gratidão por isso, chifrou o parceiro. 





É certo que muitos homens ricos se preocupam mais com dinheiro do que com suas mulheres, mas isso se deve ao fato de que eles pensam que mulheres se satisfazem com conforto material, o que é verdade, mas apenas no início de uma relação, porque depois elas enjoam da boa vida, querendo mais emoções. Outra dava vexame nacional falando errado, tendo uma de suas célebres respostas para lá de rídícula; quando entrevistada por um repórter que a perguntou que prato preferia, disse, sem pestanejar, que era "o duralex, porque não quebra". 


Outra, estonteante para muitos, foi trocada por outra mulher após o marido ter saído da prisão; uma mulher desejada pelos homens do Brasil inteiro ser trocada por outra é maluquice para muitos homens, mas aconteceu, e não foi porque a mesma não gostava do marido (ela ao que parece nunca chifrou o ex, e esperou-o pacientemente sair da prisão, mantendo-se fiel a ele). Ele deve ter enjoado da relação, e pôs fim a ela, provavelmente porque tal mulher não tinha assunto de conteúdo para conversar com ele, não partilhava dos mesmos ideais, não tinham nada a ver um com o outro. Só beleza. E esta um dia acaba.

Assim sendo, estas mulheres, tão desejadas no auge da carreira, com o tempo passaram a ser decepção para os caras que conviveram com elas, porque fora o aspecto físico, não atraíam em mais nenhum outro aspecto. Buscar maneiras para melhorar a vida do companheiro, partilhar idéias interessantes; pra nada disso essas mulheres prestaram, porque do contrário, seus parceiros estariam felizes, estariam juntos até hoje com os mesmos. Teriam enfrentado as crises que todo relacionamento possui e teriam seguido em frente, permanecendo até hoje com seus parceiros. Mas como não tiveram nada a acrescentar, algumas dessas não conseguiram ou não fizeram questão de manter suas relações conjugais.

Logo, mulheres vindas de ambientes pobres tendem a não acrescentar nada a vida de um homem. Tudo o que elas sonham é encontrar um homem bem financeiramente e viverem de pernas pro ar. Não conte com inteligência, apoio para o que der e vier, de uma mulher pobre. Ela tem mente e atitudes de pobre, por estar inserida em um ambiente pobre. E pobreza, meu amigo, é contagiosa...

Coisas estúpidas que eu fiz pensando em mulher

Por Sektor

Entrei pra um grupo de dança


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Mesmo não gostando e não levando o mínimo jeito pra dança, eu decidi entrar pro grupo de dança daqui da minha cidade.
Eu estava determinado a aprender a dançar. Participava de todos os ensaios do grupo, comprei calças largas, tiara, luvas, fazia aulas e ficava boa parte do tempo treinando sozinho, mas nunca passei de reserva.
Não tinha senso de ridículo, era duro igual um frankenstein querendo imitar os ninjas do funk.
Quando a dança era de casal, como forró ou tango, nenhuma garota queria ser meu par.
Sempre errava os passos. Sempre passava vergonha. Nunca pegava ninguem.


Organizava festas



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Tinha um pessoal aqui na minha cidade que organizavam festas falidas. Como bom alienado, resolvi me juntar a eles.
Comecei a ser um dos organizadores dessas festas, e era um dos mais dedicados.
Eu faltava aulas pra ir de porta em porta convidar as mulheres - damas grátis.
Levava salgadinhos, emprestava meu som e microfone, gastava dinheiro e passava vergonha fazendo os passinhos que eu aprendi nas aulas de dança. - Mas eu tava no lucro, se eu não fosse um organizador, não seria convidado pras festas.
No final da festa todo mundo se arrumava, pegava alguem, etc.. 
Enquanto eu, fazia meu papel de organizador, varrendo o pátio e limpando a piscina.


Fui em uma Feira-Anime.



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Mesmo na época de mangina, eu percebi que essa foi uma das coisas mais sem noção que eu fiz correndo atrás de mulher.
Fui em uma dessas feira-anime, chegando lá a proporção era 9 homens pra cada mulher, todo mundo de mochila ou vestido de roqueiro e eu de bermuda playsson. 
Entrando na feira, eram campeonatos de playstation e vídeos da Saylor Moon passando no telão. 
Como tem uma alta concentração de nerds nesses lugares, eu me senti o espertão e quis pagar de descolado. 
Fiz vários tipos de palhaçadas, dava risadas altas e ainda fiz graça correndo atrás do palco pra impressionar as otakus. 
Fui expulso da feira. Tomei três tocos. Cheguei em casa e chorei.


Queria operar o penis pra deixar de ser torto



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Essa foi a pior coisa que eu fiz pensando em agradar mulher.
Eu li em algum lugar da internet uma mulher dizendo que pau torto dificultava a penetração. Isso foi o suficiente pra eu surtar ..
Eu naum tinha nem sequer comido alguem, e começei a pensar que com o penis torto nenhuma mulher ia me querer.
Eu fiquei mais de 10 meses pesquisando sobre doenças que deixavam o pênis torto, operações que corrigiam a curvatura, e então, decidi pedir ajuda aos meus familiares. Foi uma das maiores vergonhas da minha vida.
Pedi dinheiro pra ir no urologista ver o caso, e chegando lá, o médico, excelente profissional, disse que aquilo era absolutamente normal e eu não iria precisar operar.
Não fiquei satisfeito com a resposta, queria ir em outros médicos, mas depois eu desencanei.
Hoje quando alguem da minha família toca no assunto eu fico com uma vergonha enorme. 


Depois de tudo isso, resolvi pesquisar o motivo da minha falta de sucesso com mulheres, e acabei descobrindo que eu não era o único "azarado com elas". 
Acabei conhecendo os livros de Nessahan, os livros PUAS, e hoje, pego muito mais mulheres que antigamente.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Generalização, probabilidades, exceções e os relacionamentos.

A generalização sempre encontrou vários inimigos em qualquer setor em que é aplicada. Simplesmente por incluir em um grupo qualquer, pessoas com características diferentes das apresentadas em um primeiro momento, muitos criam um verdadeiro rebuliço, revolução por não se sentirem parte de tal grupo. Sentem-se alvos de preconceitos, de serem taxados de algo que não acreditam que sejam parte e tudo mais.

Com isso, pipocam várias perguntas do tipo:

“É certo generalizar?”

“E as exceções? Onde elas entram?”

“Por que não citar tais exceções então?”

Pois então. Primeiramente a generalização é feita para facilitar a questão da escrita e da exposição e/ou absorção do conteúdo. Não ter que ficar o tempo inteiro se excetuando uma porcentagem pequena, ajuda demais a manter a sequência do raciocínio. Ficar citando, considerando/desconsiderando, adicionando, excetuando, em muitos casos faz com que o texto fique repetitivo, maçante e demore muito para chegar ao ponto central. Um exemplo prático, nas aulas de física (as primeiras), considera-se todos os planos, fios, cordas, ambiente ideais.

Por quê? Para facilitar o primeiro contato com a situação. Com os guerreiros da real e leitores novos, a situação é abordada da mesma forma. Claro que existe um teor de complexidade BEM mais aguçado aqui do que um simples exercício de física, mas acredito que a mensagem foi passada com clareza.

Segundo, sobre ser CERTO generalizar. Na teoria, as individualidades deveriam ser aceitas, respeitadas e consideradas. Portanto, “certo” não é. Agora, teoria é diferente de prática não é mesmo? Você que está sentado aí atrás do computador por acaso teve suas individualidades aceitas, respeitadas e consideradas o tempo inteiro? Você homem mediano, por acaso alguém levou em consideração que você também merece uma chance de mostrar que tem valor?

Muitas vezes as pessoas questionam generalizações do tipo "homens são brutos/mulheres são vadias" que com apenas certeza de seus princípios poderiam ser facilmente ignoradas e/ou aceitas, enquanto o REAL problema nunca é questionado. Vejam o esquerdismo que reina hoje. Por acaso alguém questiona o fato de que as pessoas não valem nada se não estiverem incluídos em um determinado grupo? Que o governo que hoje “representa” a sua “individualidade” na verdade está interessado apenas em analisar-te como uma verdadeira massa de contorno?

"...pessoas passam a serem utilizadas como marionetes..."

Contudo, vamos ao exemplo “prático” de generalização novamente. A clássica frase que mexe com as profundezas do ego feminino.

“Todas as mulheres são vadias, vagabundas e/ou prostitutas”.

É ÓBVIO que nem TODAS, 100%, a totalidade, absolutamente qualquer ser dotado de uma vagina é uma vagabunda. O erro aqui, não é a frase em si, é a indagação feita em cima dela. O propósito dessa afirmativa é mostrar que, devido à libertinagem que foi entregue às mulheres hoje, não apenas sexualmente falando, transformou a grande, esmagadora, gigantesca (coloque o adjetivo que preferir) maioria das mesmas em jogadoras frenéticas, ególatras, extremistas em busca de emoção a qualquer custo. Ao dizer “maioria” que tem como significado “quase a totalidade”, dá margem para a tão sonhada palavra por homens iludidos e mulheres em busca de uma “auto-absolvição”. O questionamento básico de vários homens e mulheres ao conhecer a real é sempre esse:

“E as exceções? Onde elas entram?”

Vejam bem. O próprio Nessahan Alita em seus livros deixa uma página inteira para dizer “As críticas aqui contidas não se aplicam às mulheres sinceras”. O problema é, afinal, o que você entende por exceção?

Se por acaso for uma mulher que não possui um lado obscuro, que não mente, não joga, não é interesseira em algum ponto, não busca emoção, não é competitiva, que goste de homens “bonzinhos”, enfim, que negue TODAS as características femininas, a sua exceção não existe. A exceção verdadeira seria uma mulher que tem um teor menos aguçado de jogatina, de mentiras, da busca por emoções. E não a INEXISTÊNCIA do mesmo. Encare isso de uma vez, uma mulher continua uma mulher. Não digo isso em um tom pejorativo. Não adianta querer que mulheres tenham o mesmo raciocínio masculino para uma situação qualquer. Assim como não adianta querer que um homem entenda as coisas da mesma forma que uma mulher. São seres diferentes apesar de serem da mesma espécie.

E terceiro, e não menos importante, o porquê dessa generalização. O título do texto tem quatro palavras-chave, citei e discorri sobre duas em especial e deixei duas de lado. Uma delas entra aqui. Probabilidade. Exceções são raridades. Não estamos falando de uma mulher em um grupo de 10 ou 100. A coisa é bem pior que isso. Considerando que a probabilidade de ter que lidar com uma jogadora frenética, ególatra é MUITO grande, o condicionamento é justamente feito para essas mesmas mulheres. Condicionar-se para lidar com exceções que é o que muitos homens fazem, é similar a fazer um treinamento militar na neve para atuar nas savanas africanas. Ou seja, o treinamento, o aprimoramento pessoal é feito na direção errada, frutos não serão colhidos e a frustração tomará conta do ser.

Além disso, nem todos têm pé no chão para entender que a exceção tem que ser encarada como uma casualidade, e não a verdadeira caça ao tesouro. Não é porque a existência de mulheres-exceção é reconhecida, que o cara tem que condicionar a sua vida amorosa a buscar um exemplar próprio. Isso é um erro gigante que vai terminar em seqüelas físicas e mentais. Estuprar-se mentalmente em busca de alguma coisa jamais será o procedimento correto.

"Em busca do meu tesouro..."

O objetivo da real não é esculachar mulheres, promover discurso de ódio contra as mesmas e muito menos crucificar nenhum gênero em específico. A vertente que discute os relacionamentos tem por objetivo PREPARAR os homens para a vida social com as mulheres e outros homens. A doutrinação feminista deturpa e destrói cada vez mais a chance de um relacionamento sadio entre as pessoas. Entendam, é claro que é possível ter um relacionamento que não sugue sua alma com uma pessoa do sexo oposto. Assim como existam casais que buscam montar uma família digna.

O errado é acreditar que estabelecer um relacionamento duradouro será fácil com essa inversão de valores, inexistência de freios morais, de ética e de honra. Que essa “jornada” não vai exigir paciência, experiência, malícia, etc. E que você também não vai ter que dosar até onde deve se apegar, se envolver. Como já disse em outra postagem, jamais deposite a sua felicidade nas mãos de outra pessoa. Relacionar não é simplesmente colocar um anel/aliança no dedo e ajustar status no Orkut/Facebook. É bem mais complicado do que isso. E por incrível que pareça, o que mais se vê por aí são relacionamentos de teor adolescente, aqueles que servem justamente para alimentar um status e só.

Por fim os relacionamentos passaram a ter data de validade. O individualismo, a busca por independência até as últimas conseqüências, a cegueira em reconhecer as próprias limitações, passou a traçar uma linha de tempo para as relações. De repente, a mesma situação que antes valorizava a função de cada um, passou a ser uma queda de braço interminável. Culminou em sugar ou ser sugado. Isso é até esperado, afinal, com a síndrome de Dom Quixote que reina na atualidade, as pessoas preferem sempre atacar moinhos de vento ao invés dos reais dragões, vilões (os(as) feministas). E o problema, como sempre, continua a existir.