quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Funk

Excelente vídeo trazido ao fórum.


Deixe seu comentário no Youtube.

Porrada no churrasco por causa de copo de cerveja...

Por Doc Cavera

Certa feita, eu estava num churrasco da faculdade onde me formei...

Eu estava na condição de veterano, era um churrasco da atlética a qual eu pertenci e pela qual competi elevando o nome da nossa instituição...

Estava lá tomando minha cerva de boa numa roda com mais 3 amigos das "antigas"...

Meu amigo tomou um fora de uma vadia a poucos metros de distância e eu fiquei rindo da cara dele, em momento algum olhei pra menina ou fiz qualquer referência à pessoa dela...

Parece que ela ficou com raiva de mim, não sei! Só sei que ela chegou perto de mim e jogou o copo de cerveja dela na minha cabeça, eu como sou muito tranqüilo e nunca precisei dar porrada em mulher vagabunda, retribui o copo de cerveja dela, despejando calmamente o meu, que estava cheio, na camisa dela...

Fiquei quieto e deixei ela me insultar à vontade, continuei conversando com meus amigos, mas sempre com a visão periférica ligada, porque eu sabia que a qualquer momento eu poderia engajar em combate com um mangina...

O churrasqueiro, que era PM também, viu tudo e me deu razão, mas disse pra eu ficar na miúda, como de fato fiquei...

Nesse meio tempo chega um mangina grandão, mas sem nenhuma técnica de porrada, pra tirar satisfação...

Não pensei duas vezes quando ele se aproximou de mim e passei um "bandão" (ashi barai, vulgo: rasteira) no tontinho que caiu com tudo e ficou fora de combate...

Nisso juntou todo mundo da festa pra me quebrar, não fosse o PM que tava a paisana trabalhando de churrasqueiro pra complementar a renda da família eu poderia ter morrido alí naquele lugar...

Pergunta:
Vocês tem dúvidas de que essa mulher é filha da puta?

Por isso que hoje quando eu leio no jornal notícias do tipo: "Mulher era espancada por marido", "Namorado mata namorada por cíumes", etc...

Eu nem dou muito crédito...

Pois mulher adora ver homens se matarem e/ou se fuderem por causa delas...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Homens sensíveis

Por Sabretooth

Mais um texto perdido da primeira mgbh! Desconheço o autor pq ele havia deixado a comunidade (e antigamente quando um membro saia de uma comunidade suas postagens tornavam-se anonimas...) e é mais um material que resgatei do limbo. Bom proveito.

Homens sensíveis

Os homens estão românticos, são "sensíveis", não pode falar mal das mulheres, não pode falar mal das crenças dele, não pode falar mal do time dele, do país dele, da vida estúpida e medíocre em que ele vive.

Não pode, onde já se viu?
Questionar mulheres?
Questionar crenças milenares?
Questionar nacionalidades?
Não pode!

Os homens atuais estão muitos "sensíveis", não pode falar mal de nada, toque em qualquer coisinha deste homem, e ele vai chorar, vai espernear como uma criança mimada.
Esse é o resultado da "sensibilidade" feminina, da "romantização" psíquica, onde nada pode ser questionado, quem questiona algo, seja a mulher, sejam times de futebol, sejam religiões, logo são taxados de "perturbadores" da ordem.

Mas que porra de "ordem" esse homens "sensíveis" estão criando nesse mundo?
Se matando por mulheres, por crenças idiotas, por times de futebol, e por um pedaço de pano pintado?

Que porra de homem "sensível" é esse que se esta criando?
Que merda de homem é esse que se fica "afetado" quando se questiona seus apegos?
Isso é homem, ou é uma pseudo-mulher?
Que me perdoem as mulheres, porque elas, pelo menos, não são homens.
Ou são melhores que muitos homens sensíveis?

Somos mercadorias

Quanto está a sua cotação sexual hoje?

Imaginemos que você dispõe hoje de R$40 mil, e quer comprar um carro. Temos dois carros que custam, exatamente, R$40 mil cada um. O primeiro tem poucos recursos, não está na moda e não agrada muito o seu gosto pessoal. O segundo, ao contrário, tem recursos de última geração, agrada o seu gosto pessoal e é visto na rua com frequência. Em qual dos dois você investirá seus R$40 mil?

É óbvio que você irá escolher o segundo.

Agora, imaginemos que o primeiro carro (o modelo sem graça) é fabricado por uma empresa preocupada com o meio-ambiente. Além disso, essa empresa mantém algumas ONG's que assistem crianças carentes, respeita os direitos trabalhistas (os funcionários só falam bem da empresa onde trabalham) e o dono é uma pessoa honesta e muito bem-quista. 

Quanto ao segundo carro (o modelo super-descolado), o dono não liga para o meio ambiente, sonega impostos, obrigações trabalhistas, e o pior: usa a empresa apenas como fachada para atividades ilegais.

Pergunto novamente: qual dos dois modelos você escolheria?

Olha, eu sou capaz de JURAR que você CONTINUARIA ESCOLHENDO O MODELO SUPER-DESCOLADO! Duvido que você mudaria sua opinião a respeito do segundo carro, mesmo tomando conhecimento do péssimo caráter do dono da montadora. Não, não só você: todo mundo continuaria comprando o maldito carro, mesmo sabendo que poderia estar, indiretamente, financiando atividades ilegais! Dane-se o que é moral e ético neste caso, porque o que importa é estar "cool"!

Esta realidade descrita acima também se aplica ao campo sexual. As pessoas (homens e mulheres) tendem a valorizar mais a "embalagem" que o "conteúdo". Homens buscam mulheres lindas, com seios fartos, bunda definida, barriga mínima, rosto angelical, cabelo liso e coxas grossas. Mulheres buscam homens altos, fortes, com rosto que transmite agressividade e personalidade dominante; ou, ainda, bem-sucedidos financeiramente, líderes, que têm carro e com personalidade ambiciosa.


Ao invés de ficar se enganando sobre a natureza do sexo oposto, aprenda a ir direto ao ponto!

Perceba que, em momento algum, eu citei "caráter" nessa história. O foco deste blog é o comportamento feminino, mas, neste caso, podemos estender o assunto aos homens. Tanto um quanto o outro buscam características ligadas ao EXTERIOR. Ninguém está se importando o quanto você é "legal", "companheiro(a)", "atencioso(a)", fiel, etc. As pessoas querem saber é se você tem uma "embalagem" com alta cotação no mercado sexual. Quanto aos seus gostos, afinidades e pretensões, isso fica para análise em um segundo momento (na verdade, isso sequer chega a ser analisado).

Você, leitor, é único. Ninguém é igual a ninguém, isso é fato. Porém, isso não te torna especial! Ninguém liga para o fato de você almoçar usando dois garfos; ou de ter o costume de dormir com a janela do quarto aberta; ou pelo fato de curtir os livros de Machado de Assis. Ou qualquer outro costume bizarro que você tenha! Danem-se suas peculiaridades, isso não faz diferença no campo amoroso!

O texto parece ter um tom de desabafo, ou de protesto contra a realidade do mercado sexual. Mas a intenção, aqui, é justamente abrir seus olhos, para que você se adapte a esta realidade, QUE NÃO MUDARÁ NUNCA! Mulheres sempre desejarão homens poderosos; homens sempre desejarão mulheres gostosas! 

As mulheres têm o péssimo hábito de choramingar para todo mundo, dizendo que são tratadas como objetos. Na verdade, quem costuma tratar os outros como objetos são elas! Para elas, você não passa de um monte de músculos ambulante, ou uma carteira ambulante, ou um carro ambulante (ao velho estilo Herbie - o fusca), ou uma personalidade sensacional ambulante! Para elas, por trás dos músculos, do dinheiro, do carro ou da personalidade, não tem ninguém, nenhum ser humano, com sentimentos, emoções e pretensões!

Por isso, elas não têm o direito de reclamar quando as vemos como objetos também. Se você vê as mulheres como bundas ambulantes, seios ambulantes, rostos, etc., enfim, como um mero objeto sexual, não se culpe por isso: você é normal!



Portanto, ao invés de ficar aí quebrando a cabeça para descobrir como chegar naquela cavala da faculdade, ou naquela tchutchuca do trabalho, trate de aumentar o seu valor no mercado sexual. Nunca é demais repetir: vá fazer um curso que dê retorno financeiro! Vá malhar! Se aprofunde mais nos blogs da real e desenvolva o desapego! E abandone a velha visão romântica que você sempre teve a respeito delas!

Fracassos levam a mais fracassos ou às vitórias?

Por Rick Alba

Este tópico não tem o mínimo intuinto de ser auto-ajuda, mas sim de retratar um pouco do que já passei na vida, para ser mais especifíco dos 18 aos 24 anos. Espero que os que possuem essa idade reflitam sobre o descrito abaixo.

Quando se tem 18 anos, você tem uma vida toda pela frente, tirar a CNH, passar em um vestibular para um certo curso, formar-se nesse curso, fazer especialização, ter uma carreira, ganhar dinheiro e por que não escrever um livro da sua área ou, ainda, criar uma teoria?

Comecemos pela CNH, quem nunca se lembra de si mesmo quando estava apredendo a dirigir, no começo pode acabar deixando o carro morrer, esquecer de olhar o retrovisor ou dar seta, forçando a marcha, dentre outras coisas que os senhores bem sabem (os que estão apredendo ou já passaram por isso). Todavia, tudo bem, você aprende, você está bom, digno de filme "Velozes e Furiosos", daí, você vai fazer a prova, puta que pariu, que nervosismo, e se eu não passar? Terei de esperar mais duas semanas, terei de pagar mais $ e o pior, claro, eu fracassei? Bom, acabei reprovando 1 vez, na baliza foi tranquilo para mim, mas na rua cometi um erro absurdo, acabei saindo com o freio de mão, depois eu acabei deixando o carro morrer. 

Fazer o quê? Já era, foi-se, confesso, senti-me um fracassado, o que pensarão de mim? No primeiro momento eu me preocupei, depois percebi a idiotice disso, por que deveria me preocupar com os outros? O importante sou eu, o que eu penso de mim mesmo, se eu não acreditar em mim, quem mais acreditará? Na segunda vez, eu passei sem nenhum erro, de quebra, ainda, com o examinador intitulado como "o reprovador".

Avancemos, agora, para o vestibular, há muitos cursos, óbvio, qual devo escolher? Um que gosto ou um que dá dinheiro? Devido à nossa sociedade temos que pensar dessa forma, infelizmente. No começo eu queria ser médico, desde criança queria ser cardiologista, querendo isso, prestei vestibular para medicina, havia estudado muito, dia e noite, estudando com bastante afinco, eu passei? Não! Fiquei de excedente, não fui chamado, não acreditava no que estava acontecendo, como era possível, eu sabia tudo, achava que sabia, mas é incrível como o conhecimento foge da nossa mente quando precisamos de fato dele. 

Não desisti, era o que eu queria, passei duas semans bem entristecido, mas continuei, no vestibular seguinte fui aprovado, universidade federal, claro, não tinha dinheiro nunca na vida para pagar uma particular. No decorrer do curso, eu vi que não era o que eu queria, não tinha nada a ver, eu queria era fazer alguma diferença na sociedade, não achava que conseguiria através da medicina. Foi aí que eu optei pelo curso de Direito, o racicíonio da matéria do Direito, as incontáveis possibilidades de carreiras diferentes no Direito, no Direito eu conseguiria fazer algo de diferente na sociedade.

No decorrer do curso de Direito, eu já visava alguns concursos, visava concursos de técnico, até a aprovação em um deles, reprovei 2x no concurso de técnico judiciário, fui aprovado no 3º concurso, o complicado é que, após uma reprovação, você pensa e se eu reprovar de novo? Vai somando as reprovações, você fica pensando se é um fracassado, coisas do tipo. Além de, claro, o tanto que você estudou, as vezes que você ficou tão perto da vitória, eu digo que é muito duro, lembro da época, fiquei triste, chorei de verdade e não tenho vergonha alguma de falar que chorei, estaria mentindo se falasse que não.

Posteriormente, pedi exoneração do cargo, eu quis advogar. Uma coisa é fato na iniciativa privada você ganha infinitamente mais do que em um cargo público, todavia, você trabalha até perder a sua alma, se você quiser ser bem sucedido, claro. Fiz outros concursos também.

Bom, você pode pensar que fracassos levam à mais fracassos, no entanto, você está enganado, fracassos levam às vitórias, não possuo dúvida alguma disso, quando você possui um objetivo e passa a dormir com a convicção de que conseguirá alcançá-lo, você pode ter certeza que é um vencedor. As batalhas perdidas não o impedirão de vencer a guerra.

[Relato-sonho] Sonhei que me fudi.

Por Sombra Ghost

Olá confrades, sei que seria inútil ficar contando o que se sonha aqui, mas esse tem tudo a ver com a Real, sonhei agora pouco quando acordei e tenho que relatar aqui, como se fosse uma possibilidade caso eu não conhecesse a Real ou até um aviso.

Tive um sonho estranho que no início dele era como se eu nunca tivesse conhecido nada sobre a Real. Sonhei que "eu" era o "eu" de 7 anos atrás, que namorava uma garota na época, que me causava muitos problemas.

Sonhei que ao invés de terminarmos (por causa da vadiagem dela), continuamos juntos, felizes e de repente ela engravida e logo em seguida nasce uma garotinha, como eu era matrixiano fiquei feliz da vida tendo uma filha com ela, tornei-me um verdadeiro pai babão... que ficava andando pra cima e pra baixo com a criança (só em sonho mesmo que em questão de minutos ela já tava grandinha).

Nisso que a "minha filhinha" já tava andando, minha mulher viajou... mas já tava há um ano viajando, mas eu nem ligava, pois tava curtindo ser pai (só sonhando mesmo porque não tenho saco p aturar criança), e minha família também gostava da "minha filha".

Logo em seguida, lá estava eu no parquinho com a criança, de repente começo a ter revelações... de algo que nunca tinha vivido, mas que eu já tinha ouvido em outro lugar em outra dimensão, lembrei dos avatares dos confrades aqui do fórum mandando a Real em mãe vadia que abandona o filho, mas eu não sabia do que se tratava e comecei ficar confuso, a imagem daqueles avatars (alguns deles que lembro que era o Conde e sr X) e diziam em minha mente: "largue de ser troxa você vai cuidar de filha de vadia enquanto ela dá pra outro...", mesmo assim impressionantemente eu não sabia do que eles falavam, era como se eu estivesse maluco ouvindo vozes.

Mesmo assim, achando que eu tava maluco procurei fazer exame de DNA, e adivinhem... fiquei com cara de:


filha era porra nenhuma minha. Daí eu disse que não queria mais e todos me disseram: Agora já era, você é o pai, a mãe dela não pode cuidar, está em lua-de-mel com seu novo marido, viajou e não sabe quando vai voltar.

Eu comecei olhar pros lados que nem maluco tentando entender, o que aquelas vozes diziam e imaginava: to perdido!... nisso que fiquei olhando pros lados acordei balançando a cabeça pro lados e aliviado por conhecer a Real, respirando fundo...

___________________________________________________________________________________________

Esse sonho é verídico, ocorreu comigo agora de manhã, relatei logo pra não esquecer, parece grande mas no sonho foi coisa rápida, coisa de pouco menos de 2 min, tive a sensação do que é ser um trouxa passado pra trás, não quira se um.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A Dinâmica de uma Comêdia Romântica

Por C.O.B.R.A.

Tudo começa sempre em uma cidade movimentada (pode ser São Paulo ou Nova York) ou pode ser em uma cidade pequena qualquer.

O Mocinho do filme é um retardado mental, perdedor, tanso, burro, tímido, incapaz, cabaço e bonzinho, além de ter um sub-emprego de merda.
A Mocinha do filme é bonita, inteligente, ambiciosa, esperta, tem um bom emprego e já deu o rabo pra metade da cidade.

Claro o mocinho se apaixona por ela.
Ela por sua vez caga na cara do Mocinho e odeia o seu chefe na maioria das vezes.

O Mocinho começa a se aproximar de forma desajeitada e desconexa ao abordá-la tanto pelo papo quanto pela expressão corporal.
A Mocinha é simpática e ao longo do filme começa a se interessar nele.

Certa parte do filme ambos começam a andar de forma imbecil e mongolóide parecendo Hemiplégicos de mãos dadas e tudo é perfeito. Eles se casam e vivem felizes para sempre.

Engraçado que a maioria dos Matrixianos nem sequer nota o fato do homem ser ridicularizado, mais contudo se ele conquistou "a gata", então o fato dele ser um merda não importa.

Quero dizer que o principal é deixado de lado em prol da ridicularização de Homem e a exaltação de uma vadia arrombada.

Só é ver Sex and the City como exemplo máximo de modelo feminino.