sexta-feira, 21 de junho de 2013


Amor não é uma coisa que mexe por dentro e deixa marcas por onde passa;
O nome disso é diarreia.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Ensaio acerca das mulheres - Schopenhauer


Trazido por BodyHunter



Colocarei aqui para alguns confrades lerem. É cada metida de REAL que nao parece ser em pleno século 18!! Depois se os moderadores quiserem transferir o texto para a parte de livros. No final do respectivo texto tem o site para baixar esta obra deste grande autor. Se não me engano, um dos motivos que levou este filósofo a escrever esse texto foi por causa de sua mãe. Corrijam-me se eu estiver errado: enquanto o pai do Arthur agonizava na cama em face de uma doença terminal, sua mãe, por sua vez, flertava com outros homens. Isso tudo no século XVIII/XIX.

ENSAIO ACERCA DAS MULHERES 

O destino da mulher - Beleza passageira - Precocidade, limites da sua inteligência - Vivem mais do que os homens no presente, inclinam-se mais para a piedade do que para a justiça; a mentira é a defesa natural da sua fraqueza - As paixões das mulheres servem o interesse da espécie - A rivalidade entre elas provém da sua única vocação - No fundo esse feio sexo não tem o sentimento do belo. Se afectam gostar das artes, é únicamente pelo desejo de agradar - A 'dama' do ocidente - O casamento, uma armadilha e uma escravidão.

O simples aspecto da mulher revela que não é destinada nem aos grandes trabalhos intelectuais, nem aos grandes trabalhos materiais. Paga a sua dívida à vida não pela ação mas pelo sofrimento: as dores da maternidade, os inquietos cuidados da infância; deve obedecer ao homem, ser uma companheira paciente que o conforte. Não é feita para grandes esforços, nem para dores e prazeres excessivos; a vida para ela pode decorrer mais silenciosa, mais insignificante, mais serena que a do homem, sem que ela seja, por temperamento, melhor ou pior.

O que torna as mulheres particularmente aptas para cuidar, para dirigir a nossa primeira infância, é o fato delas mesmas se conservarem pueris, frívolas e de inteligência acanhada; conservam-se toda a vida umas crianças grandes, uma espécie de intermediárias da entre a crianças e o homem. Observe-se uma jovem brincando um dia inteiro com uma criança, dançando e cantando com ela, e imagine-se o que um homem com a melhor das vontades, poderia fazer em seu lugar.

A natureza parece ter querido fazer com as raparigas o que se chama, em estilo dramático, um lance teatral; durante alguns anos adorna-as duma beleza, duma graça e duma perfeição extraordinárias, à custa do resto da sua vida,a fim de que, durante esses rápidos anos de esplendor, possam apoderar-se fortemente da imaginação dum homem e levá-lo a encarregar-se lealmente delas, de qualquer modo que seja. Para levar a cabo semelhante empreendimento, a simples reflexão e a razão não dariam suficiente garantia. Por isso a natureza deu a mulher, como a qualquer outra criatura, armas e instrumentos necessários para lhe assegurar a existência e só durante o tempo indispensável, porque a natureza, neste caso, procedeu com sua costumada economia: assim como a formiga fêmea, depois da sua união com o macho, perde as asas que lhe seriam inúteis e até perigosas no perigo de incubação, assim também a maior parte das vezes, depois de dois ou três partos, a mulher perde a beleza, sem dúvida pela mesma razão. Daí resulta as raparigas considerarem geralmente as ocupações domésticas ou os deveres do seu estado como coisas acessórias e puras bagatelas, enquanto reconhecem a sua verdadeira vocação no amor, nas conquistas e em tudo que daí depende, a toilette a dança, etc.

Quanto mais nobre e perfeita é uma coisa, tanto mais lenta e tardiamente se desenvolve. A razão e a inteligência do homem só atingem pleno desenvolvimento aos vinte e oito anos; na mulher a maturidade do espírito dá-se aos dezoito anos. Por isso só tem uma razão de dezoito anos, estritamente medida. É esse o motivo porque as mulheres são toda a vida verdadeiras crianças. Só vêem o que têm diante dos olhos, agarram-se ao presente, tomando a aparência pela realidade e preferindo as ninharias às coisas mais importantes.

O que distingue o homem do animal é a razão; confinado no presente, lembra-se do passado e pensa no futuro: daí a sua prudência, os seus cuidados, as suas freqüentes apreensões. A razão débil da mulher não participa dessas vantagens nem desses inconvenientes; sofre de uma miopia intelectual que lhe permite, por uma espécie de intuição, ver de uma maneira penetrante as coisas próximas; mas o seu horizonte é limitado, escapa-lhe o que é distante. Daí resulta que tudo quanto não é imediato, o passado e o futuro, atuam mais fracamente na mulher do que em nós: daí também a tendência muito mais freqüente para a prodigalidade, e que por vezes toca as raias da demência.

No seu íntimo, as mulheres entendem que os homens são feitos para ganhar dinheiro e elas para o gastar; se o não podem fazer durante a vida do marido, desforramse depois da morte dele. E o que contribui para lhes confirmar esta convicção, é o marido dar-lhes dinheiro e encarregá-las de governar a casa. Tantos aspectos defeituosos são todavia, compensados por uma vantagem: a mulher mais absorvida no momento presente, por menos suportável que este seja, goza-o mais do que nós: daí a jovialidade, que lhe é própria e a torna capaz de distrair e, por vezes, de consolar o homem, acabrunhado de cuidados e inquietações.

Em circunstâncias difíceis é preciso não desdenhar recorrer, como outrora os germanos, aos conselhos das mulheres, porque elas têm uma maneira de conceber as coisas totalmente diferente da nossa. Vão direitas, ao fim, pelo caminho mais curto, porque fixam geralmente os olhares no que têm mais à mão. Nós, pelo contrário, não vemos o que nos salta aos olhos, e vamos procurar muito mais longe; precisamos que nos levem a uma maneira de ver mais simples e mais rápida. Acrescente-se ainda que as mulheres têm decididamente um espírito mais ponderado, e só vêem nas coisas o que nelas há realmente; ao passo que nós, impelidos pelas paixões excitadas, aumentamos os objetos e representamos quimeras.

As próprias aptidões naturais explicam a piedade, a humanidade, a simpatia, que as mulheres testemunham aos desgraçados, ao passo que são inferiores aos homens no que respeita à equidade, à retidão e à escrupulosa probidade. Devido à fraqueza da sua razão, tudo o que é presente, visível e imediato, exerce sobre elas um domínio contra o qual não conseguiriam prevalecer as abstrações, nem as máximas estabelecidas, nem as resoluções energéticas, nem consideração alguma do passado ou do futuro, do que está afastado ou ausente. Possuem da virtude as primeiras e principais qualidades, mas faltam-lhes as secundárias e acessórias.

Assim, a injustiça é o defeito capital dos temperamentos femininos. Isto resulta da falta de bom senso e de reflexão que apontamos; e o que agrava ainda este defeito, é que a natureza, recusando-lhes a força, deu-lhes a astúcia, para lhes proteger a fraqueza: daí a sua instintiva velhacaria e invencível tendência para a mentira. O leão tem os dentes e as garras; o elefante e o javali as presas, o touro os chifres, a siba a tinta, que lhe serve para turvar a água em volta dela; a natureza deu a mulher apenas a dissimulação para se defender e proteger; esta faculdade supre a força que o homem tira do vigor dos membros e da razão.

A dissimulação é inata na mulher, tanto na mais esperta como na mais tola. É lhe tão natural usá-la em todas as ocasiões como a um animal atacado o defender-se logo com as suas armas naturais; e, procedendo assim, tem até certo ponto consciência dos seus direitos, o que torna quase impossível encontrar uma mulher absolutamente verdadeira e sincera. É justamente por isso que ela percebe tão facilmente a dissimulação nos outros e não é prudente usá-la com ela.

Desse defeito fundamental e das suas conseqüências nascem a falsidade, a infidelidade, a traição, a ingratidão, etc. Também as mulheres juram falso perante a justiça mais frequentemente que os homens, e seria caso para tratar o saber se se deve admiti-las a prestar juramento. Sucede de tempos a tempos, que certas senhoras, a quem não falta coisa alguma, são surpreendidas nos estabelecimentos em flagrante delito de roubo.

Os homens novos, belos e robustos, são destinados pela natureza a propagar a espécie humana, para que esta não degenere. Tal é a vontade firme que a natureza exprime pelas paixões das mulheres. É certamente de todas as leias a mais antiga e poderosa. Desgraçados pois, dos interesses e dos direitos que lhes opuserem obstáculos. Serão, no momento oportuno, suceda o que suceder, implacàvelmente esmagados, porque a moral secreta, inconfessada e mesmo inconsciente, mas inata nas mulheres, é esta: 'Fundamo-nos no direito de enganar aqueles que imaginam que podem confiscar em seu proveito os direitos da espécie, pelo fato de proverem econòmicamente à nossa subsistência. É a nós que foram confiadas, é de nós que dependem a constituição e a salvação da espécie, a criação, da geração futura; é a nós que compete trabalhar nisso com toda a consciência'.

As mulheres, porém, não se interessam absolutamente nada por este principio superior in abstracto, comprendem-no apenas in concreto, e quando a ocasião se apresenta, não têm outro modo de o exprimir senão pela maneira de proceder; e sobre este assunto a consciência deixa-as muito mais em sossego do que se poderia crer, porque, no recesso mais íntimo do coração, sentem vagamente que, traindo os seus deveres para com o indivíduo, cumprem-no ainda melhor para com a espécie, que tem direitos infinitamente superiores.

Como as mulheres são criadas unicamente para a propagação da espécie e toda a sua vocação se concentra neste ponto, vivem mais para a espécie que para os indivíduos, e tomam mais a peito os interesses da espécie que os dos indivíduos. É o que dá certo a todo o seu ser e à sua conduta uma certa leviandade e opiniões opostas às dos homens: tal é a origem desta desunião tão freqüente no casamento, que já se tornou quase normal.

Os homens entre si são naturalmente indiferentes, as mulheres são, por índole, inimigas. Isto provém talvez de que o odium figulinum, a rivalidade que se restringe no homem aos que exercem a mesma profissão, abrange nas mulheres toda a espécie, porque todas elas têm a mesma profissão, o mesmo ofício. Na rua, basta que se encontrem para trocarem olhares de Guelfos e de Gibelinos. Salta aos olhos que num primeiro encontro duas mulheres têm mais embaraço, dissimulação e reserva do que teriam dois homens em idênticas condições. Pela mesma razão os cumprimentos entre as mulheres parecem mais ridículos do que entre os homens.

Note-se ainda que o homem em geral fala com certas atenções e humanidade aos mais ínfimos de seus subordinados, mas é insuportável ver com que altivez uma senhora da sociedade se dirige a uma mulher de classe inferior, que não esteja ao seu serviço. Isso é devido talvez a que entre as mulheres as diferenças de classe são muito mais precárias que entre os homens e essas diferenças podem fàcilmente ser modificadas ou suprimidas; a situação que um homem ocupa depende de mil considerações; quanto às mulheres, uma só decide tudo: o homem a quem souberem agradar. A sua única função coloca-as num pé de igualdade bem mais acentuado, e por isso procuram criar entre si diferenças de categoria.

Foi necessário que a inteligência do homem se obscurecesse pelo amor para que chamasse belo a esse sexo de pequena estatura, ombros estreitos, ancas largas, e pernas curtas; toda a sua beleza reside, com efeito, no instinto do amor. Em lugar de se lhe chamar belo, teria sido mais justo chamar-lhe inestético.

As mulheres não têm nem o sentimento nem a inteligência da música, como não têm o da poesia, ou das artes plásticas; o que há nelas é pura macaqueação, puro pretexto, pura afetação explorada pelo desejo de agradarem. São incapazes de tomar uma parte desinteressada seja em que for e pela seguinte razão: o homem esforça-se, em todas as coisas, por dominar diretamente: ou pela inteligência ou pela força; a mulher, pelo contrário, vê-se sempre em toda a parte reduzida a um domínio, absolutamente indireto, isto é, o seu poder vem-lhe do homem, e é sobre ele que ela exerce uma influência imediata. Por conseqüência, a natureza leva a mulher a procurar em todas as coisas um meio de conquistar o homem, e o interessante que parece tomar pelas coisas exteriores é sempre um fingimento, um subterfúgio, isto é, pura garridice e pura macaqueação. Disse-o Rousseau: 'As mulheres, em geral, não apreciam arte alguma, não entendem nenhuma e não têm nenhum talento." (Carta a d'alembert)

Aqueles que não se detêm nas aparências já certamente o notaram. Basta observar, por exemplo, o que as ocupa e lhes atrai a atenção num concerto, na ópera ou na comédia, notar a sem-cerimônia com que, nas mais belas passagens das maiores obras primas, continuam a sua tagarelice. Se é verdade os gregos não admitirem as mulheres nos espetáculos, tinham muita razão; nos seus teatros podia-se, pelo menos, ouvir alguma coisa. No nosso tempo, seria bom acrescentar ao mulier taceat in eclesia, um taceat mulier in theatro, ou então substituir um preceito pelo outros, e suspender este último em letras grandes no pano da cena.

Mas que melhor se pode esperar da parte das mulheres se refletirmos que no mundo inteiro esse sexo não pôde produzir um único espírito verdadeiramente grande, nem uma obra completa e original nas belas artes, nem, fosse no que fosse, uma única obra de valor durável? Isto é surpreendente na pintura; todavia elas são tão aptas como nós para lhe aprenderem o lado técnico e cultivam assiduamente esta arte, sem se poderem honrar de uma só obra prima, porque lhes falta justamente essa objetividade de espírito que é sobretudo necessária na pintura; elas não podem sair de si mesmas. As mulheres vulgares nem sequer são capazes de lhe compreenderem as belezas, porque 'natura non facit saltus'.

Huarte, na sua célebre obra Examen de ingenios para las ciencias, que data de trezentos anos, recusa às mulheres toda a capacidade superior. Exceções isoladas e parciais não alteram este estado de coisas; as mulheres são, e continuarão a ser, tomadas em conjunto, os mais completos e incuráveis filisteus. Graças à nossa organização social, absurda em último grau, que as faz partilhar o título e a situação do homem por muito elevados que eles sejam, excitam-lhe com encarniçamento as ambições menos nobres, e por uma conseqüência natural desse absurdo, o seu domínio, o tom que impõem, corrompem a sociedade moderna.

Dever-se-ia tomar como regra esta sentença de Napoleão I: 'As mulheres não têm categoria'. Chamfort diz também com muito acerto: 'São feitas para negociarem com as nossas fraquezas, com a nossa loucura, mas não com a nossa razão. Há entre elas e os homens simpatias de epiderme, e muito poucas simpatias de espírito, de alma e de caráter'. As mulheres são o sexus sequior, o sexo segundo, a todos os respeitos, feito para conservar à parte e no segundo plano. Certamente, deve-se-lhes poupar a fraqueza, mas é ridículo prestar-lhes homenagem, o que até nos avilta aos seus olhos.

A natureza, separando a espécie humana em duas categorias, não fez as partes iguais... Foi certamente o que sempre pensaram os antigos e os povos do Oriente; compreendiam melhor o papel que convém às mulheres, do que nós fazemos com nossa galantaria à antiga moda francesa e a nossa estúpida veneração, que é na verdade a mais completa expansão da tolice germano-cristã. Isto só serviu para as tornar arrogantes e impertinentes: por vezes fazem-me pensar nos macacos sagrados de Benarès, que têm tanto a consciência da sua dignidade sacrossanta e da sua inviolabilidade, que julgam que tudo lhes é permitido.

A mulher no Ocidente, o que chamam a dama, encontra-se numa posição absolutamente falsa, porque a mulher, o sexus sequior dos antigos, não foi feita de modo nenhum para inspirar veneração e receber homenagens, nem para levantar mais a cabeça que o homem, nem para ter direitos iguais aos dele. As conseqüências dessa falsa situação são demasiado evidentes. Seria para desejar que na Europa se pusesse de novo no seu lugar natural esse número dois da espécie humana e se suprimisse a dama, alvo das zombarias da Ásia inteira, da qual Roma e Grécia se teriam rido igualmente.

Esta forma seria um verdadeiro benefício no ponto de vista político e social. O princípio da lei sálica é tão evidente, tão indiscutível, que parece inútil formulá-lo. O que se chama verdadeiramente a dama européia é uma espécie de ser que não deveria existir. Só devia haver no mundo mulheres caseiras aplicando-se aos trabalhos domésticos, e raparigas que aspirassem ao mesmo fim e se educariam sem arrogância, para o trabalho e para a submissão. É precisamente por haver damas na Europa que as mulheres de classe inferior, isto é, a maior parte, são muito mais para lastimar do que no oriente.

As leis que regem o casamento na Europa supõem a mulher igual ao homem, e têm assim um ponto de partida falso. No nosso hemisfério monógamo, casar é perder metade dos direitos e duplicar os deveres. Em todo o caso, visto que as leis concederam às mulheres os mesmos direitos dos homens, também lhes deveriam ter conferido uma razão viril. Quanto mais as leis conferem às mulheres direitos e honras superiores ao seu merecimento, tanto mais restringem o número daquelas que têm realmente parte nesses favores, e tiram às outras seus direitos naturais, na mesma proporção em que os deram excepcionais a algumas privilegiadas.

A vantagem que a monogamia e as leis que daí resultam concedem à mulher, proclamando-a igual ao homem, o que ela não é sob nenhum ponto de vista, produz como conseqüência que os homens sensatos e prudentes hesitam muitas vezes em se deixarem arrastar a tão grande sacrifício, a um pacto tão desigual.

Entre os povos polígamos, todas as mulheres encontram quem se encarregue delas; entre nós, pelo contrário, o número de mulheres casadas é bem restrito e há um número infinito de mulheres que fica sem proteção, solteironas vegetando tristemente nas classes elevadas da sociedade, pobres criaturas submetidas a trabalhos rudes e penosos nas classes inferiores. Ou então tornando-se miseráveis prostitutas, arrastando uma existência vergonhosa e impelidas pela força das circunstâncias a formar uma espécie de classe pública e reconhecida, cujo fim especial é preservar dos perigos da sedução as mulheres felizes que encontram maridos ou que podem ainda encontrá-los. Só na cidade de Londres há 80.000 mulheres públicas: as verdadeiras vítimas da monogamia, cruelmente imoladas no altar do casamento. Todas essas desgraçadas são a compensação inevitável da dama européia, com a sua arrogância e as suas pretensões. Por isso a poligamia é um verdadeiro benefício para as mulheres, consideradas no seu conjunto. Demais, no ponto de vista racional, não se compreende o motivo porque, se uma mulher sofre de algum mal crônico, se não tem filhos, ou se está demasiado velha, o marido não poderá ter outra. O que fez o sucesso dos Mormões foi, justamente, a suspensão desta monstruosa monogamia.

Concedendo à mulher direitos acima da natureza, impuseram-lhe igualmente deveres acima da natureza; daí decorre para ela uma infinidade de desgraças. Essas exigências de classe e de fortuna são de tão grande peso que o homem que se casa comete uma imprudência se não contrai um casamento 'vantajoso'; e se deseja encontrar uma mulher que lhe agrade completamente, procurála-á fora do matrimônio, e contentar-se-á com assegurar a situação da amante e dos filhos. Se pode fazê-lo duma forma justa, razoável, suficiente, e a mulher cede, sem exigir rigorosamente os direitos exagerados que só o casamento lhe concede, perde então a honra, porque o casamento é a base da sociedade civil e prepara para si uma triste existência, porque é feitio do homem preocupar-se demasiadamente com a opinião dos outros. Se, pelo contrário, a mulher resiste, corre o risco de desposar um marido que lhe desagrada ou de se consumir conservando-se solteirona, porque tem poucos anos para se decidir.

Arthur Schopenhauer

Buscar sexo estando na matrix é como enxergar uma miragem no deserto
A água parece estar ali, mas não passa de um delírio

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Minha situação

Dúvida respondida por Sombra Ghost



Sei que alguns aqui vão dizer coisas do tipo"seja frio, pare de se lamentar" entre outras coisas, mas isso é algo que vivo desde que me conheço por gente e já tentei de todas as formas resolver, no entanto continua a mesma coisa, por isso estou criando esse tópico, receber ajuda, que sejam críticas, conselhos, o que for, desde que ajude.

cresci de uma maneira meio largada, sem mãe e com meu pai não ligando muito para mim, vivi a maior parte da minha infância sem amigos, o que fez com que eu fosse tímido durante algum tempo, não sou feio, no momento estou cuidando de algumas coisas da minha aparencia para melhorar, não sou pobre, estou estudando também, mas de uma forma que não consigo render muito, o que piora meu emocional, é muita pressão e a porra toda.
enfim, indo ao ponto, desde sempre tenho insegurança e frustração, não tenho sucesso com mulheres, não tenho sucesso nos estudos e nem em nada do tipo, estou piorando bastante agora, me tornando alguém mais triste e não sei o que fazer. me sinto feio, sem jeito, estranho.

já li nessahan alita, trocentos livros, mas ainda continuo frustrado não sabendo como aplicar, já tentei tudo, mas continuo me sentindo um fracassso e não vejo luz no fim do túnel. minha vida está caminhando em direção a ruína e não sei o que fazer, sei que essa não é a maneira como um homem deve agir, mas honestamente estou criando esse tópico porque não sei mais o que fazer. tudo na minha vida esta errado.



RESPOSTA



Problema emocional?

O mundo está cagando pros seus sentimentos de fraqueza!

Ao contrário do que em regra ocorre com as mulheres, não aparecerá uma mulher disposta a estender a mão e te puxar da lama, pelo contrário, usarão vc como um tapete para limpar seus pés.

Não adianta só vc pode se levantar, quando vc tá na merda o mundo está se lichando pra vc, ninguém tá nem aí. Nenhum herói tornou-se conhecido por achar que o mundo é injusto ou porque os problemas eram maior que suas forças e sim porque foram lá e enfrentaram o inimigo ainda que tenha morrido.

Tenho quase certeza que a raiz de todos os seus problemas está no fato de vc não ter uma namoradinha, enquanto seus amigos ficam contando vantagens, tente olhar pro seu subconsciente e verá que isso te afeta e quanto mais os loroteiros percebem seu complexo de inferioridade, mais contam orgias a lá brasileirinhas, que acontecem usualmente até mesmo no ponto de onibus, no supermercado e vc se pergunta; por que não acontece comigo... será que é porque eles são fodões? nao nao... fazem isso porque o ser humano em regra gosta de ver os outros pra baixo, quanto mais no fundo do buraco vc tiver, mais diversão terão as suas custas.

Uma dica de outro: identifique o(s) parasita(s) que está bem próximo de vc e se diverte o tempo todo com seu complexo de inferioridade.



Se vc nasceu homem, honre essa porra!!!!!!! Imagine quantos homens em várias partes do mundo tiveram suas vidas interrompidas ainda em sua juventude por terem que cumprir seu dever, indo pra guerras, exercendo funções que só nós homens fazemos. E vc tá aí com uma vida pela frente e achando que não é capaz de nada. 

Vi um documentário no youtube sobre a segunda guerra (e recomendo a todos) "Filmes perdidos da segunda guerra mundial" vi os 15 videos. Teve uma parte de um relato de um sobrevivente japonês que relata o que ele viu na força aérea imperial. Diz ele que; 
viu um de seus amigos pilotos ao saber que a missão seria o ataque suicida "kamikase", dirigiu-se ao comandante do esquadrão e indagou seu comandante: "Senhor! se eu conseguir explodir os americanos e sobreviver, posso voltar? - o comandante friamente responde: Não! você terá que morrer!" 

Reflita no que homens já tiveram que passar por seus ideais e vc aí choramingando porque tá tristinho e frustrado consigo mesmo? Pode ter certeza que um antepassado seu lutou até a morte para que vc exista hoje, essa é a essencia do homem, um guerreiro. Não seja pros seus antepassados uma vergonha assim como os "Herbs" no dias de hj envergonham os honrados guerreiros kamikases que idependentemente de suas ideologias sucumbiram suas vidas por um ideal.

Se vc é homem, acredite em Deus tbm, mas terá que lutar com suas próprias forças.

Quanto mais você conhece as mulheres, menos espera delas

Terrivel escreveu:
Confrade me responde uma pergunta, e normal depois que levamos uns tropeços com as EX ficarmos frios, de certa forma estarmos nem ai? Cara eu gosto dessa que estou agora mais não é como as outras, não sei se e por que eu não acredito em mais nada que mulheres falam mas e algo indiferente pra mim, se der merda nesse namoro e eu precisar terminar, termino sem menor remorcio, eu sei que isso e bom e é o que a galera incentiva aqui na real, mais e normal mesmo isso?


Por Joker




Sim confrade, é algo extremamente comum para homens que vão vendo que as mulheres não são as deusas que pintam por aí...
Aprenda algo: quanto mais você conhece as mulheres, menos você espera delas.



Hoje mesmo eu estava discutindo isso com meu irmão mais velho, que está namorando há 6 meses, essa é sua terceira namorada. Com o tempo, por mais bitolado na matrix que você seja, você vai aprendendo que certas atitudes não te assegurarão um namoro feliz como a mídia prega. É aquele velho ponto: mulher NUNCA está satisfeita.



Ontem eu e meu irmão estávamos conversando com dois instrutores da academia onde malhamos sobre o que eles iam dar de presente pras namoradas.
O instrutor 1 disse que, além do presente, ia pagar um jantar pra namorada, que no meio do jantar tinha acertado já com um dos garçons pra levar um buquê de rosas pra garota dele e de lá iam pra algum motel. Esse instrutor 1, apesar de não ser um cara muito alto (deve ter 1,68), é um cara bonito, poderia facilmente pegar várias meninas top's aqui, até mesmo na própria academia, mas não, ele namora uma menina que, nos níveis da minha cidade, é mediana.



O instrutor 2 disse que ia fazer um vídeo, deixando pistas pela casa dela com chocolates, só que algumas pistas propositalmente falsas e bla bla bla um monte de viadagem até chegar na certa que era o presente e uma caixa de coração cheia de chocolate... depois ainda ia jantar e motel. Esse instrutor eu até zoei ele "pô... quando eu tinha uns 3 anos minha mãe fez parecido na páscoa comigo, deixando pegadinhas do coelho kkkkk ele ficou meio sem graça



Meu irmão disse que ia presentear a menina com uma bolsa que ele comprou aqui em uma loja da nike que abriu, lá os artigos estão a praticamente os mesmo preço que nos EUA, pegou uns R$ 80,00 e que ia ir pra casa dela, mais nada.



Os caras ficaram assim: :o "mas só isso? nossa, eu vou fazer esse lance do vídeo porque a menina pira demais" e eu respondi pra ele "a noite do meu irmão vai render sexo do mesmo jeito, e essa "alegria" que a namorada de vocês vai ficar não dura nem uma semana, depois disso nem lembrarão..." eles falaram que eu disse isso porque tô solteiro e bla bla bla... kkkkkk



"Entendo" eles, os dois são novos, da sua idade, 21... primeira namorada... estão deslumbrados, atolados na matrix até os olhos. Eu ainda tentei explicar pra eles algo bem simples: mulher inflaciona presente mais do que qualquer país do mundo inflaciona economia. Se você no primeiro dia dos namorados faz A+B+C, no ano seguinte vai ter que fazer pelo menos o mesmo, ou então A+B+C+D, e só vai piorando... Se você não faz nada, ou faz somente A no primeiro ano, no ano seguinte ela não vai esperar muita coisa.



Mulher não vai ter peninha da sua situação ou da sua dificuldade em bolar algo diferente, ela sempre quer mais e mais, e quando o cara tá na matrix, ele faz, e sabe o que é o pior? Ganha só sexo, mais nada. Não espere gratidão nem o mesmo empenho por parte dela em retribuir o seu agrado.



Infelizmente isso só o tempo ensina, ou a REAL. Considere-se privilegiado em ter acesso a tais informações tão novo e já ter essa maturidade também. Te digo uma coisa: mulher tá cagando pro quanto você se sacrificou em uma relação na hora que ela quer terminar. Se você mantém sempre a REAL em mente dificilmente cairá nos joguinhos que elas fazem, você verá que atualmente a maioria das mulheres tem seu lado obscuro muito mais destacado que o seu lado divino, tudo graças aos manginões que inflam os egos dessas princesas nas nuvens, é por isso que você fica mais "desprendido", você sabe que esse negócio de "mulher única" ou "amor da minha vida" é tudo balela de filminho e novela.



Eu tive duas ex namoradas que diziam que eu era o amor da vida delas, que sem mim não saberiam viver, etc etc etc... Terminei com as duas após muita lenga lenga e arrasto, ambas diziam que iam se matar e coisas do gênero quando eu tocava no assunto "terminar", e com as duas, enquanto eu chafurdava na matrix, eu levei a sério a ameaça delas e prorroguei o término. Chegou uma hora, em ambos os relacionamentos que eu não quis saber, meti o pé... As duas estão aí vivinhas da silva, a primeira inclusive tá até noiva de um babacão, deve casar logo logo (quando a gente namorava ela com 16/17 anos já me pressionava pra ficar noiva, tem noção? Certeza que ela botou pressão nesse babaca até conseguir). A ex mais recente até hoje fica falando comigo, dando moral, só não como mais porque não quero.



Eu estou de tal nível que não acho mulher nenhuma nesse mundo mais "deslumbrante", nenhuma exerce mais "fascínio" sobre mim, talvez me despertem até um certo interesse, que por sinal cai bastante da feita que como a primeira vez. Mais uma vez digo: não incentivo a cafajestagem, mas é que realmente não encontrei nenhuma que valha a pena eu demandar o esforço de namorar e abrir mão de toda a liberdade que tenho e tempo disponível para investir em mim mesmo.



Enfim, já estou me delongando muito... rs forte abraço e boa sorte.

Desabafo de um homem casado

Tradução livre de artigo do Roissy


Um leitor me enviou o seguinte email:



Serei breve.

Sou seu fã! Seus conselhos salvaram o meu casamento; agradeço a você e à sua comunidade pela ajuda que me deram!

No entanto, gostaria de fazer um "serviço de utilidade pública", para que outros homens não cometam o erro que cometi. Faça o que quiser, mas me sentiria honrado se você publicasse:






Tenho 35 anos, sou bonito, bem sucedido, em forma (estou melhor que muito homem da minha idade).

Se você me olhasse na rua, iria pensar que estou muito bem, com minha linda esposa, vestida como uma diva, e dois filhos lindos.

Você iria pensar que sou um homem feliz (ou, ao menos, que eu deveria estar feliz).




Ledo engano!




Estou aprisionado no meu casamento. Puta que pariu! Quantas mulheres eu poderia foder todo ano!

Ao invés disso, estou lamentando meu casamento de bosta, junto com meus amigos e seus casamentos de bosta. Já pensei em divórcio várias vezes; mas as pressões sociais e as expectativas familiares me seguraram todos esses anos ("sexo não é importante"; "sua família é muito importante").

Fiquei depressivo por anos, até que um amigo me apresentou o Chateau Heartiste (link disponível na página inicial do blog). Puta que pariu! É como se tivesse nascido de novo! (os leitores da Central também costumam fazer esse tipo de comentário).





Devorei todo o conteúdo que aparecia na minha frente, como uma criança faminta. Cada texto do caralho, um melhor que o outro! E cheguei a algumas conclusões surpreendentes.

Não quero me estender ainda mais. O "serviço de utilidade pública" que eu queria fazer é um recado a todos os homens:




CUIDADO QUANDO UMA MULHER APONTAR UMA "ARMA" NA SUA CABEÇA EXIGINDO CASAMENTO. QUANDO ELA TE PRESSIONA EXIGINDO CASAMENTO, SÓ ESTÁ TE APLICANDO O TESTE FEMININO MAIS CRUEL DE TODOS: FALHAR NESSE TESTE SIGNIFICA QUE SUA VIDA ESTARÁ ARRUINADA... PARA SEMPRE!





Para quem nunca passou por isso, vou explicar como funciona:




Você conhece uma garota. Ela vai fazer de tudo para que você pense que ela é uma mulher diferente das outras. Vai te deixar sair com os amigos, se divertir, e até vai te incentivar a fazer isso. E ela também vai tocar a vida dela, e sair com os amigos.

Vocês vão foder como coelhos sujos, em qualquer lugar. Banheiros públicos, carros, tanto faz! Ela vai engolir a sua porra olhando nos seus olhos! Não existirá limites para sua criatividade sexual! Ela vai acordar todos os vizinhos à noite com os gritos de tesão do seu pau penetrando as entranhas dela.

Ela vai assistir ao futebol com você, e vai virar torcedora do seu time. Vai assistir filmes com você, mesmo ela não gostando; e vai fazer isso sem reclamar. Vai cozinhar refeições especiais, comprará presentes, e será perfeita! É provável até que ela pague a conta do restaurante; vai atender a todos os seus pedidos de carinho e afeto, e vai dar um "sentido" à sua vida.



Então, um belo dia... as coisas mudam!



É difícil descrever o que ocorre a partir daqui. Será que foi algum amigo? A família? O fato é que ela começa a se perguntar o porquê de você não tê-la pedido ainda em casamento. Porque diabos você, um porco egoísta, ainda não atendeu ao desejo de menina dela! Ela vai começar a achar que é um desperdício de tempo ficar ao seu lado. Porque você não dá a ela uma mísera festa de R$50 mil? Só porque é queimar dinheiro? Só porque não te rende nenhum benefício?

Ela vai começar a ficar fria. Choros inexplicáveis, em horas inapropriadas. Sexo vai esfriar... puf! Fim dos boquetes! Todos os assuntos vão mudar para dicas de casamento que ela ouviu ou viu em algum lugar. Se você protestar, ela vai esbravejar, gritar, chorar e fazer acusações infundadas, do tipo "você não me ama".




Este é o começo do fim, meu amigo. E você deve ceder, porra!




Não há como vencer essa luta. Eu tentei, e não consegui. Não há vitória, só os despojos - para ela, claro!

Você deve estar pensando: "eu não quero terminar com ela. Talvez, se eu der a ela o casamento, ela vai voltar a fazer sexo comigo". Você olha para as crianças na rua e pensa: "Eu poderia ser um pai legal". "Eu já não sou tão jovem, preciso pensar em me casar". Vai cair na armadilha de pensar que as coisas melhoram quando se casa.

Ouça-me: as coisas não vão melhorar! Eu não entendia o porquê; mas, agora que eu conheço a Real, entendo perfeitamente como funciona. As coisas não melhoram; ao contrário, pioram! PIORAM MUITO, CARALHO! Para graus absurdos, inimagináveis!

Acha mesmo que vai voltar a ter sexo depois de casar? Rs, vai ter sorte se voltar a ter sexo após seu aniversário. Qualquer coisa legal que já ocorreu em seu quarto será apenas uma memória perdida.




Acha que ela vai voltar a cozinhar pra você? Se fodeu! Vai entupir esse seu cu de fast food e comida congelada. Talvez você goste de cozinhar, ou cozinha só para se manter saudável - bem vindo ao papel de dona de casa beta com buceta. E ai de você se protestar: vai ser colocado no gancho!




Se prepare para ser sabotado. Verifique se o óleo do carro não foi alterado. Verifique se os pneus estão cheios. Quer sentar no sofá e assistir o jogo? Se fudeu! A grama está alta: corte-a!




Lembre-se de manter todas as contas (suas e dela) em dia! A mamãe precisa ir às compras com as meninas! De vez em quando (leia-se o tempo todo), ela precisa comprar coisas boas (leia-se caras pra caralho). Talvez, comprando coisas caras, ela se sinta feliz, certo?

Errado! Ela quer coisas cada vez mais caras! E você entrou em uma armadilha que vai foder sua vida (e o seu bolso) para sempre!




Se você falhar nesse teste, então todos os princípios da Real se tornaram inúteis para você de uma só vez! E sua esposa vai assistir de camarote ao colapso total de sua masculinidade. Vai ser como um espécie de filme de terror em câmera lenta, onde o vilão multila a mulher aos poucos, em um espetáculo de horror e de degradação humana. Seu pau será tão atraente a ela como a merda líquida de uma criança doente. E seu valor sexual baterá vários dígitos negativos.

Temos aqui um triste efeito de bola de neve, onde você vai se tornando cada vez mais carinhoso, sensível e compassivo, e ela vai tomando cada vez mais nojo de sua cara. Cada vez mais ela sentirá ódio de você!

Então, quando for submetido ao teste "case-se ou terminamos tudo", lembre-se de dizer apenas "não". Lembre-se de que, na verdade, é como se estivessem te convidando para uma prisão fria, e te convidando alegremente para você entrar. E, enquanto você estiver lá, trancado, ela vai levantar a saia para vários badboys melhores que você; e você assistirá a tudo sem poder fazer nada!


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Já fui submetido ao teste da pressão pra casar. O que fiz? Caguei e andei! E vou cagar e andar quantas vezes forem necessárias! Se alguma amante me disser "case-se comigo ou então", eu vou escolher o "então". Ultimatos não funcionam comigo.

Apenas homens fracos cedem à pressão. São medrosos; têm medo de ficar sozinhos e sem sexo pra sempre. Mas esse medo é só um fantasma. Ignore o ultimato e continue andando. Exerça o seu direito de andar. E perceba que ela vem correndo atrás de você, pedindo mil desculpas.
A mulher deseja mudar o homem
Mas ele nunca muda
Já o homem não deseja mudar a mulher
Mas ela muda