terça-feira, 16 de julho de 2013

Empreendedorismo e liberdade financeira


Por Petulante


Empreendedorismo e liberdade financeira.
Pessoal,

Dado alguns acontecimentos estou reescrevendo o meu plano de vida. Portanto o momento é bem propício para: de posse do vasto material estudado e reflexões que têm me acometido, abrir aqui uma discussão sobre o assunto empreendedorismo e liberdade financeira.

Vamos lá.

Primeiro, o que é que o Petulante entende por Liberdade Financeira:
Não ter que se preocupar em pagar contas no próximo mês. Isso quer dizer, deitar a cabeça no travesseiro e dizer, mês que vem meu aluguel/prestação da casa estão pagos, meu carro terá gasolina, minhas contas estarão pagas, e não faltará comida.

O que não entendo como Liberdade Financeira.
Ficar o dia todo vendo TV, e recebendo uma aposentadoria mixuruca do INSS.
Abrir uma banca de jornal e ficar o dia todo sentado nela pra ganhar 100 reais por mês.
Prestar um concurso público e ligar o foda-se.

Porque o empreendedorismo?
Porque ao meu ver, é a única maneira de fazer o seu trabalho render, sem precisar se matar. As pessoas querem segurança, você, sendo empreendedor vai dar isso a elas, uma carteira assinada, férias de 30 dias, e um computador com internet pra trabalho, que eles vão usar pra acessar o "Feice" assim que você virar as costas.
Por outro lado, parte daquilo que eles produzirem é seu lucro. Essa será a parcela que um empregado "paga" pra poder ter a segurança e não precisar tomar decisões. Segundo marx, é o pagamento pelo "aluguel" do capital investido pelo empreendedor.

Exemplo: Eu tenho um monte de máquina de fazer panelas. Mas não posso operar elas todas ao mesmo tempo, o que eu faço? cHamo um de vocês prsa operar essa máquina pra mim. A única coisa que vou pedir é que a cada 10 panelas que produzir, me dê 4, pois com uma eu fico, e as outras 3 eu vou dar pro governo na forma de impostos.
Você que não tem uma máquina de fazer panelas, fica feliz da vida, pois poderia estar em casa assistindo TV, mas agora está produzindo.

Porque a liberdade financeira está no empreendedorismo. Porque o seu limite de ganho não está no seu tempo disponível, e sim no número de "máquinas de panela" que você consegue colocar no mercado. Um empregado tem esse limite no seu tempo, porque ele só consegue operar uma máquina por vez.

"Belezinha Petulas, bora empreender nessa porra então!"

Desculpe, mas não é bem assim! Pra empreender você precisa de CAPITAL INICIAL. Além disso CAPITAL de GIRO. E obviamente, esse fórum não é lotado de Playboy que tem papai abonado que adora jogar dinheiro a fundo perdido. Todo mundo aqui sua pra caraleo!

"Então tá vou aportar que nem um louco, economizar que nem o barão, e depois pegar toda a grana e investir em alguma coisa."

Cuidado, eu já fiz isso, quebrei umas 2 vezes e cheguei a ficar sem comida em casa. Tive que levar a família pra ir comer na minha mãe, e quase fui despejado. Eu imagino o que seria a pessoa abrir uma empresa, usando o dinheiro que economizou por 15 anos, e perder tudo em apenas um ano. Se fosse comigo eu iria ficar muito deprimido.

O que eu fiz que deu certo!: Abri a minha empresa enquanto eu era empregado.

Meses antes do eu usava do meu salário pra poder fazer o investimento inicial, e dias antes do start-up, eu pedi as contas, consegui ser mandado embora, e com o dinheiro dos meus direitos trabalhistas fui sobrevivendo até que a empresa atingisse altitude de cruzeiro.

Boa Petulas, agora tu é um empreendedor de sucesso....

Não, não sou e não me considero, tanto que a saída pra mim agora é um concurso público... Mas pra ficar mais interessante vou postar o resto depois, bem no estilo John Reese, pra ficar mais interessante....

Mesmo depois de conhecer a Real, eu era esbanjador pra caramba, ia viajar ao exterior pra simplesmente "fazer compras", e pra mim a Real era só sobre "mulher". Deixava meu desenvolvimento pessoal de lado e só recorria aos fóruns da época se fosse pelo assunto mulher.

Resultado, eu cavei um buraco enorme, não criei um colchão e na primeira dificuldade, BUMMM, cadê a grana de reserva? Eu, não tinha.... Nesse momento, minhas garrafas de vinho caríssimas não tinham valor algum e não podiam me ajudar.

Meu terno Armani, não valia bosta alguma... Tudo supérfluo....

Sendo assim, resolvi focar a minha empresa no que dá mais receita: consultoria e auditoria. Mas peraí quem tem conhecimento pra fazer isso? Eu sozinho... Ninguém mais? Não, na minha realidade.

Pelo menos foi aí que no fim do ano passado comecei a ler a parte de grana, e economias, e investimentos da real. Só que era tarde demais.

Tive que voltar quase que na condição de empregado, somente podendo fechar um cliente por vez, não consigo prospectar mais clientes, e sou como um capitalista que possui somente uma máquina de panelas. Sem poder comprar uma segunda máquina.

Pra ajudar ainda mais, além da minha empresa consumir 100% do meu tempo, o país encontra-se em uma crise fudida, (só não vê quem não quer), e as empresas estão trabalhando pra não fechar, nem mandar funcionário embora. Imagina quem vai querer terceirizar serviços puramente ligados a investimentos e melhorias. (vejo nuvens negras no horizonte)

Hoje o tipo de serviço que presto depende muito do humor do mercado. A única saída que tenho é arriscar mudar um pouco o tipo de serviço prestado atualmente, ou rezar pras exportações crescerem, novas rodovias e ferrovias serem construídas e talz.

Só que nosso governo PTralha tá cagando e andando pra segunda opção, e a primeira exigiria capital, coisa que não tenho por conta da cagada que fiz em não ter sido sovina no passado.


"Beleza então Petulante, vai virar empregado de novo?"

Não de forma alguma, pois as empresas (em crise, lembra?) estão sugando seus funcionários ao máximo. Muitos amigos meus estão proibidos de lançar horas extras e JÁ perderam os bônus programados para o fim de 2013. Além disso a chave é ser empreendedor correto?

"Ok, o que você vislumbra então?"

Um concurso público, pois acho que essa é a única saída pra ter segurança de um empregado, e ainda por cima poder fazer seu trabalho sem ser incomodado em casa ou fazendo horas extras que nunca serão pagas. Esse concurso será um meio e não um fim, é uma maneira de eu começar a "fazer o aporte do tempo livre". E nessa expressão que eu inventei é onde eu acho que está a chave de tudo.

Sobre o "Aporte de Tempo livre"

Confrades, qual é o bem mais precioso na vida do ser humano? O tempo!!! Não é o dinheiro, nem imóveis, nem nada, é o tempo!

Porque Petulas? - Porque o rico e o pobre, o mais poderoso e o menos poderoso possuem esse bem em mesma quantidade. Não é possível comprar tempo. Seu dia tem 24 hs e acabou... Ponto final. Você pode até comprar o tempo de outras pessoas, mas nunca o SEU PROPRIO TEMPO!!!!

Conforme eu falei no post anterior aprendi a importância da palavra "aporte" na marra a menos de um ano. (graças ao fórum do bufálo tb)

Portanto se o tempo é um bem, esse bem deve ser bem aproveitado, e portanto todo tempo em que a pessoa investe em "projetos pessoais" deveria ser considerado como um aporte.

Se não há a disciplina de uma pessoa no sentido: Vou investir 3hs do meu tempo para projetos pessoais, ela está perdendo a oportunidade de aportar o seu bem mais precioso. O seu tempo!


Voltando a minha situação:

Hoje em dia eu gasto 10hs/dia em cliente, mais umas 2-3hs/dia pra atividades administrativas, mais umas 2hs procrastinando, mais 2hs com atividades físicas, e o que sobra é com família, higiene, alimentação, e sono.(muito pouco)

O erro está ali no primeiro bloco, são mais de 50% do dia gastando com um único cliente, no máximo dois. Mas sempre são estes poucos clientes, que ainda por cima se acham no direito de sugar o máximo, pagando o mínimo. Reduzir essa carga de 13hs para 8hs me dá 5hs para "Aportar".

Ou seja, quase um período de trabalho inteiro que eu poderia me dedicar a atividades melhores relacionadas ao empreendedorismo. Investindo em MIM. E se eu fizer isso sendo Funcionário público, posso me dedicar a este tempo sem precisar me preocupar se vai faltar feijão no final do mês ou não.

Acredite, não ter esta preocupação faz uma diferença enorme! Quem me ensinou isso foi um médico, que trabalha na prefeitura e em paralelo ele tem o consultório dele. Ele sabe que se um dia cair uma bomba em seu consultório, ele não morre de fome, pois apesar de ganhar na prefeitura 20% do que ganha fora. Ele sabe que não estará desamparado financeiramente.

"Ok, Petulante mas e se sua empresa por fora der muito certo? Você vai largar o funcionalismo público?"

Não, não precisa, e isso é um benefício que a iniciativa privada não te dá. Você pode pedir licença de 3 anos renováveis por mais 3, se já estiver passado o período probatório. E quando voltar, seu emprego estara ali, te esperando, protegido por uma lei. Quer coisa melhor do que isso?

Bolsa esmola e seus reais efeitos





Criar um programa social com o objetivo de ajudar os mais pobres é algo que atrai muitos votos, além de tranquilizar a consciência dos mais ricos (fiz a minha parte, ui). É muito fácil montar todo um esquema para, simplesmente, tomar dinheiro de algumas pessoas, segurar uma parte para si e depositar o resto na conta de outras e dizer que, no final das contas, houve "justiça social". Afinal, como eles dizem, tudo foi feito com "a melhor das intenções": DIMINUIR A POBREZA.

Só que, de boas intenções, O INFERNO ESTÁ CHEIO. Não interessa se o seu coração está cheio de amor para dar, se você sente pena daquele papeleiro que cata lixo de porta em porta, ou daquele vendedor ambulante que sai para a rua de chinelo de dedo de sol a sol (coitadinho dele); o que importa, mesmo, é QUAL O RESULTADO que suas ações provocaram na vida dele e de toda a sociedade. O resultado, e não a intenção, é o que conta. Não vivemos de intenções; vivemos de comida, roupas, moradia, transporte e lazer.

Considerando este fato, de que o resultado, e não a intenção, é o que importa, podemos analisar com mais calma e realismo os programas sociais do tipo bolsa-esmola, para ver se são realmente úteis à sociedade, ou se são só mais uma forma de se ganhar votos, mantendo tudo como sempre esteve.



E qual é o resultado do bolsa-esmola?




Bem, o primeiro resultado é premiar pessoas que não estão produzindo nada; ou, pelo menos, que estão produzindo algo que a sociedade não considera útil! Quando o governo paga uma bolsa esmola a alguém, em outras palavras, ele está pagando àquela pessoa para continuar naquela situação, sem produzir algo que a sociedade precisa naquele momento.


Significa dizer que menos pessoas estarão produzindo itens necessários e urgentes, como roupas, calçados, comida, limpeza, material escolar e outros. Enquanto uma legião de pessoas, sustentadas por bolsa esmola, produzem apenas LIXO INÚTIL, outras pessoas tentam se virar para produzir bens necessários a todo mundo.

Resultado disso? Nós já vimos no texto das maçãs. Se a quantidade de arroz disponível cai, o seu preço SOBE, exatamente porque NÃO TEM ARROZ PRA TODO MUNDO! ALGUÉM VAI TER QUE FICAR SEM ARROZ; e a única forma de selecionar quem vai ficar sem arroz é AUMENTANDO O PREÇO! Os mais pobres, claro, é que irão pagar o pato!

O mesmo se aplica ao feijão, carne, roupas, limpeza, e todo o resto!

De uma vez por todas, vê se aprende: quando o preço de qualquer produto está alto, é porque este produto está com estoque baixo; não tem quantidade suficiente deste produto pra todo mundo. Esta regra vale pra absolutamente tudo! Claro que existe a influência dos impostos; mas o que realmente joga o preço de qualquer coisa para cima é sua falta no mercado!

E o que faz com que a quantidade de um produto qualquer diminua? Existem várias razões menores; mas o motivo principal é que tem POUCAS PESSOAS PRODUZINDO AQUELE PRODUTO. A quantidade de pessoas produzindo é insuficiente pra atender a todos. Se tivesse muita gente produzindo, aí teríamos aquele produto em quantidade suficiente pra todo mundo, o que jogaria o preço lá embaixo.

É justamente aí que o bolsa esmola entra pra ferrar com o processo. Por causa dele, as pessoas continuarão a produzir lixo, ao invés de produzir aquilo que realmente está fazendo falta. Elas perderam o incentivo para migrar para atividades urgentes, e se acomodarão na dependência do bolsa esmola.



Resultado disso: preços da cesta básica mais altos. Preços do vestuário mais altos. Preços de absolutamente tudo mais alto! 



Agora, pense comigo: imaginemos que a cesta básica esteja em R$400,00 por mês, só pra exemplificar. Para um sujeito que ganha R$10 mil mensais, R$400,00 não fazem lá muita diferença. Até mais ou menos R$6 mil, R$400 de cesta básica ainda quebra o galho.

O problema da cesta básica de R$400,00 é justamente para quem está ganhando R$600,00; R$800,00; R$1,2 mil por mês. Para estes fulanos, R$400,00 só de comida é um verdadeiro rombo no orçamento!

Se a cesta básica aumentar para, digamos, R$550,00, aí veremos muita gente sair da pobreza para entrar na classe dos MISERÁVEIS. São exatamente estes (os mais pobres) quem irão se fuder de verde e amarelo com o aumento dos preços. Os mais ricos vão segurar o tranco, porque têm "gordura pra queimar".





Resumindo: o bolsa esmola é uma tentativa imbecil de diminuir a pobreza. O resultado do bolsa esmola é exatamente PREÇOS MAIS ALTOS E MAIS POBREZA!










E como se combate a pobreza, espertalhão?










Não te parece óbvio? Pobreza se combate BAIXANDO OS PREÇOS DOS PRODUTOS! É a única forma eficaz de se fazer com que um país realmente prospere.

E preços só baixam se houver MAIS PESSOAS PRODUZINDO AQUILO QUE A SOCIEDADE PRECISA. Quanto mais pessoas produzirem bens necessários, menores serão os preços.

E as pessoas só produzirão bens necessários se, entre outras coisas, o governo NÃO ATRAPALHAR quem já está produzindo, e NÃO INCENTIVAR as pessoas a continuarem produzindo lixo! Menos burocracia para se abrir empresas, menos impostos, menos leis estúpidas, menos populismo!







Porém, este tipo de discurso não ganha votos, não é mesmo? Explicar economia para gente ignorante significa ganhar inimigos gratuitos, dor de cabeça e encheção de saco. Bonito é pregar "justiça social" tomando dinheiro dos outros. Bonito é dizer que está agindo "com a melhor das intenções" e "dormir com a consciência tranquila". Bonito é falar mal de gente rica, como se a pessoa que está falando não daria tudo para estar no lugar deles. Isso tudo me deixa puto e acaba com a minha vida; arrombados!

Não curto gordas


segunda-feira, 15 de julho de 2013

[Prozac] Vadias se frustram na balada

Postado por C.O.B.R.A. e comentado por Conde de Monte Cristo



Em busca de relacionamento sério, paulistanas se frustram na balada

ROBERTO DE OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

De caça a caçadora, a mulherada anda frustrada com o que vem encontrando nesta selva de fauna tão diversificada chamada São Paulo.

"Talvez a estratégia seja investir no mercadinho da esquina ou na corrida no parque", sugere a empresária Michele Vanzella, de 37 anos, sete deles sem um "homem para chamar de seu". "Porque na balada, desista, meu bem."

Do clube moderninho do Itaim ao boteco pé-encardido no centro, a noite paulistana não é mais, nas palavras das entrevistadas, terreno fértil para encontrar "bofes" com pretensões de engatar um relacionamento sério.

"Quando o cara é hétero, vem com aquele discurso de playboy, de só falar do carro, do apê modernoso ou de uma viagem para os EUA", reclama a agente literária Poliana Mattos, 29. "Na boa, cansei."

Mas ainda não desistiu: ela circula pela praça Roosevelt e no Baixo Augusta. Será que está "caçando" em lugar errado? "Pode ser", diz. "Já pensei em mudar de área. Ir para a Vila Madalena ou Pinheiros. Mas acabo ficando no centro por pura comodidade", reconhece Poliana.

Há um ano e meio sem namorado, estuda agora mudar de estratégia: quer transferir a comodidade da rua para a do sofá e navegar por outros mares. "A internet pode ser uma boa saída", aposta.

CIDADE DAS MULHERES

Pelo censo de 2010 do IBGE, o sexo feminino representa 52,65% da população paulistana, com 5.924.871 mulheres. Homens? São quase 600 mil... A menos.

A mulherada domina no Jardim Paulista (55,71%). Marsilac --nos extremos da zona sul-- é um distrito masculino: 51,07%, o maior percentual da metrópole. Em seguida, República (50,49%), região com bastante homem --e mais ainda gays.

Quando se depara com um (hétero, vale frisar), a publicitária Rafaella Vella, 27, diz que não tem paciência para engatar uma conversa.

"Os caras só querem um lance passageiro", conta a publicitária, três anos sem um namorado. Diz ela: "Só aparece aquele tipo, o bofe vira-lata: que abana o rabo, faz carinha de apaixonado, mas vai com qualquer uma".

E onde pensa encontrar um "gato"? "É a pergunta que me faço. Quem sabe numa festa de amigos ou numa viagem."

Viajar pode ser um bom "negócio", avalia Mariana Yamada, gerente da agência de relacionamentos Lunch 42, "especializada em aproximar pessoas com objetivo de um relacionamento estável".

Reconhece certa vulgarização das mulheres. "Ela se coloca como fácil, moderna ou disposta a 'ficar' sem compromisso. Faz de tudo e toma a iniciativa e até aborda os homens. No entanto, no decorrer do tempo, ela se transforma e volta ao papel de 'mulher das antigas'", conta.

O cara deve telefonar ou pagar a conta. "Ou esperam um comportamento de um príncipe encantado. Na prática, isso não existe", diz Mariana.

Para a psicóloga Lúcia Petri, a "necessidade" de encontrar alguém leva algumas mulheres a um comportamento "desesperado, apressado, que, em muitas vezes, quebra o encanto e o desejo de um novo encontro". "As mulheres reclamam de que ninguém quer nada sério, mas elas querem? Se querem, precisam repensar suas ações."

Na balada paulistana, conta Michele Vanzella, é comum ir ao toalete e, quando voltar, encontrar o cara beijando outra. "Tem muito homem por aí que não vale o rímel que eu passo", desabafa.

A consultora Mariana recita um mantra para lidar com essas intempéries: "Não idealize. Porque, quanto mais alto sonhar, maior o tombo".

Em Marsilac, na República ou no Jardim Paulistano.

A empresária Michele Vanzella, 37, divorciada, que reclama da falta de homens

:facepalm: 






Comentário: foi como o War disse SP é o lugar onde se tem mais mediana ególatra por m². Além disso balzacas carreiristas desesperadas por um macho que as leve a sério.

A vida de putaria e ataques ao sexo masculino, homens héteros, cristianismo, cansou. Agora querem arrumar um namorado e terem um companheiro.

Meio tarde pra isso já que homem nenhum querem mulheres velhas e inférteis. Como um mulher de 37 anos vai dar filhos a ele? Pois é, agora que acordou pra vida será mais uma feminista amargurada.









CONDE



As mesmas baladas que elas se cansam de desprezar inúmeros homens e inflar seus egos fúteis são as mesmas que as frustam?

Mas que contraditório, não?


"Quando o cara é hétero, vem com aquele discurso de playboy, de só falar do carro, do apê modernoso ou de uma viagem para os EUA", reclama a agente literária Poliana Mattos, 29. "Na boa, cansei."



Isso é consequência das exigências insanas e absurdas que elas mesmas fazem para que um homem tenha a "honra" de estar ao lado delas. 

E o que afinal essa imbecil retardada queria que o cara falasse para impressioná-la? Que ele é um pobretão, fudido, que anda de busão e a melhor viagem que fez na vida foi para a Praia Grande e de Van do Jabaquara? 

Ela reclama do mal que as próprias mulheres criaram. Ao dar sempre preferência para Cafas/Playboys/Marginais fez com que os homens que não fossem assim acabassem por se enquadrar nesse tipo de perfil masculino para que sobrevivessem dentro do mercado bucetístico e não morressem na punheta.

Criaram o monstro? Aprendam a lidar com ele agora. :fuckyou: 


Há um ano e meio sem namorado, estuda agora mudar de estratégia: quer transferir a comodidade da rua para a do sofá e navegar por outros mares. "A internet pode ser uma boa saída", aposta.



É, como não consegue enganar mais nenhum homem com sua beleza cansada e decadente agora vai apelar para a internet onde pode posar de santinha e postar fotos mais antigas quando tinha uma beleza um pouco melhor. E com isso tentar arrumar algum otário que caia no golpe dela. Se fodeu! :fuckyou: 


"Os caras só querem um lance passageiro", conta a publicitária, três anos sem um namorado. Diz ela: "Só aparece aquele tipo, o bofe vira-lata: que abana o rabo, faz carinha de apaixonado, mas vai com qualquer uma".



Nada mais óbvio, que homem vai querer uma picanha ou filé mignon e se contentar com carne de pescoço? Só se for para saciar a fome mesmo, mas não será um prato que será apreciado e repetido.

Sobre a definição do "bofe vira-lata" ela esquece que quando era mais nova ela era a vadia cadela no cio no qual fazia tipinho de romântica, certinha, amiga mas dava para os piores vira-latas que aparecia. 

Quero mais é que se foda.


Reconhece certa vulgarização das mulheres. "Ela se coloca como fácil, moderna ou disposta a 'ficar' sem compromisso. Faz de tudo e toma a iniciativa e até aborda os homens. No entanto, no decorrer do tempo, ela se transforma e volta ao papel de 'mulher das antigas'", conta.



Ela apenas age conforme lhe convém. Quando tem a barganha alta, está novinha ela posa de fodona, moderna, descolada, pra frente. Mas quando chega a idade e ela cai na Maldição de Chronos coloca o rabinho entre as pernas e fica posando de coitadinha, caseira, santinha. O pior é que tem muito otário que cai nesse golpe.


Para a psicóloga Lúcia Petri, a "necessidade" de encontrar alguém leva algumas mulheres a um comportamento "desesperado, apressado, que, em muitas vezes, quebra o encanto e o desejo de um novo encontro". "As mulheres reclamam de que ninguém quer nada sério, mas elas querem? Se querem, precisam repensar suas ações."



Detesto psicólogos e correlatos mas não tem como negar que essa daí meteu a real nas balzacas vadias choronas. Um belo chute nas bundas flácidas e celulíticas. Ela está certíssima, de que adianta ficar agindo como piriguete e reclamar que não é tratada como uma dama honrada? Vão se foder, muita ilogicidade e hipocrisia.

Enfim, resumindo em miúdos, por que faltam homens se tem tantos que as rodeiam e ficam lhes babando ovos, inflando egos em todos os lugares que elas frequentam?

Na verdade é como estamos cansados de saber por aqui, quando uma mulher reclama que faltam homens no mercado ela quer dizer que faltam homens destacados, fodões para que lhes proporcione segurança financeira e que seja um troféu para se exibir para as demais mulheres.

Se o problema fosse apenas medo de ficar sozinha e arrumar um companheiro para viverem juntos bastaria para qualquer uma delas aceitar o flerte de um dos inúmeros homens que a corteja, mesmo que ele fosse pobre, mediano.

Querem moleza? Vão sentar no pudim, vadias! :fuckyou:

Os mais bonitos são favorecidos na vida, diz pesquisa

Ciência mostra que os mais bonitos são favorecidos mesmo em áreas que nada têm a ver com a aparência, como dar aulas, praticar esportes e até ser absolvidos em crimes

por Alexandre de Santi

Editora Globo
Uma pessoa muito atraente se apresenta em uma entrevista de emprego e mostra sua experiência profissional, idêntica à do candidato anterior, que é feio. Não há outros atributos importantes para a função que os diferenciem mas, numa comparação fria entre os currículos, o entrevistador deverá escolher o mais bonito — e terá certeza de que a opção não foi influenciada pela aparência. Situações como essa, antes apenas uma impressão, foram comprovadas pela ciência. Pesquisadores têm mostrado que, estatisticamente, as pessoas consideradas mais belas são favorecidas em situações que nada têm a ver com o seu visual. 


Ter uma boa aparência, de acordo com diversos estudos, faz com que um criminoso receba penas menores, um professor seja melhor avaliado entre os alunos e um atleta ganhe salários mais altos. Esses e outros benefícios são dissecados pelo economista americano Daniel Hamermesh em seu recém-lançado livro Beauty Pays: Why Atractive People are More Successful (A beleza rende: por que as pessoas atraentes têm mais sucesso, sem previsão para chegar ao Brasil).

Pelos cálculos do especialista, o favorecimento identificado nas pesquisas faz com que um trabalhador de ótima aparência receba, ao longo da vida, até US$ 230 mil a mais que um funcionário considerado feio com o mesmo grau de instrução e inteligência. Hamermesh é um dos maiores expoentes de uma área que se dedica a entender o que está por trás dessa tendência em favorecer os belos, já apelidada de lookism (algo como visualismo) e pulcronomia (economia da beleza). Seus novos estudos tentam fugir da explicação fácil do evolucionismo. "Pode ter sido seleção natural que favoreceu a beleza há alguns milhares de anos. Mas, agora, ser bonito não é uma garantia maior de capacidade de reprodução."
Medida certa
O primeiro desafio para os pesquisadores foi pensar em como medir algo tão subjetivo quanto a beleza. Cientistas descobriram que, ao vermos a mesma série de rostos, tendemos em concordar sobre quem é bonito ou não (entenda melhor na página ao lado). Ou seja, não é tão subjetivo assim. A partir dessa constatação, começaram a chamar grupos para avaliar imagens dos participantes de seus estudos, classificando seu grau de beleza. Um dos estudos que aproveitou a técnica foi feito em 2005 pelos economistas Markus Mobius e Tanya S. Rosenblat, das universidades americanas de Harvard e Wesleyan. Os especialistas simularam uma entrevista de emprego, pedindo que os candidatos solucionassem labirintos. Avaliadores tinham que, com algumas informações dos participantes, adivinhar a competência deles em resolver os enigmas. Ao olhar um currículo com a foto dos participantes, os "empregadores" tendiam a depositar mais expectativas naqueles considerados mais bonitos — que, no fim dos testes, não se saíam melhor. Quando era mostrado apenas o currículo, sem o rosto do candidato, esse favorecimento não aconteceu.


Outros dois dados chamam a atenção no estudo. Primeiro, os bonitos tendiam a ser mais otimistas quanto ao número de labirintos que conseguiriam solucionar. Depois, em uma das situações propostas, os belos receberam uma avaliação melhor que os outros após conversarem com os entrevistadores — mesmo que, nessa situação, os avaliadores não tivessem visto a foto deles. O resultado levou os estudiosos à conclusão de que há um aumento de autoconfiança relacionado à beleza e que os bonitos desenvolvem habilidades de comunicação mais aprimoradas, o suficiente para encantar o interlocutor. Essas características estão entre o que eles chamam de "prêmio de beleza" e poderiam explicar por que, mesmo que os recrutadores tentem não usar o critério de aparência, acabam atribuindo injustamente uma competência maior a quem tem maiores dotes estéticos.



Esse prêmio da beleza tem sido identificado nas mais diversas áreas, por diferentes estudos. Em 2009, pesquisadores da Southern Utah University, nos Estados Unidos, constataram que os arremessadores de futebol americano mais bonitos ganhavam 12% a mais que colegas feios com os mesmos índices de desempenho. Um estudo de 2010 da Universidade de Carleton, no Canadá, mostrou que, entre os professores universitários iniciantes, os classificados como atraentes ganhavam 6% mais. Outra pesquisa, de 1978, feita na Universidade da Carolina do Norte, afirma que até mesmo na hora de punir há diferença. Numa simulação de julgamento, homens davam pena de 12 meses para mulheres bonitas condenadas por roubar US$ 10 mil. Criminosas feias receberam, em média, 6 meses e meio a mais (veja mais exemplos de distorções abaixo).



Discriminação das feias



Para Hamermesh, esse favorecimento aos bonitos, quando nada indica que sejam melhores que os outros, significa preconceito. "As desvantagens de ser feio não são realmente diferentes das desvantagens de se ter uma incapacidade física", diz. "É muito difícil mudar o visual, o tratamento dado a pessoas feias é pura discriminação." O preconceito é sentido no bolso. De acordo com as pesquisas do economista, mulheres acima da média de beleza ganham 8% a mais que as medianas; para os homens, a diferença é de 4%. No entanto, são eles que sofrem mais com a feiúra: há desconto de 13% na renda dos considerados abaixo da média estética, contra 4% no caso das mulheres. A punição contra a feiúra é maior que o prêmio da beleza.



No Brasil, há relatos de ações vencidas na justiça por pessoas que se sentiram discriminadas pela aparência, embora não exista uma legislação específica para proteger os feios. O Ministério Público do Trabalho (MPT) atua contra empresas que exigem currículo com foto ou "boa aparência". Nos últimos anos, alguns jornais foram proibidos de publicar anúncios de emprego com essa expressão. Segundo o subprocurador-geral do MPT, Otávio Brito Lopes, a Constituição garante o direito a quem é demitido por usar barba, cabelo afro ou ser gordo. "Ainda há uma falha grande no que chamamos de discriminação indireta", diz Lopes. "Ninguém diz que pessoas não foram selecionadas porque são feias, mas a gente vê que existe um padrão estético."



A discriminação indireta afeta principalmente a mulher, na opinião da professora Deborah Rhode, da Universidade de Stanford. "De todas as questões que o movimento feminista focou, essa é a que teve o menor progresso. E, pelo crescimento de cirurgias plásticas e problemas alimentares, a coisa está piorando", afirma a autora do livro The Beauty Bias — the Injustice of Appearance in Life and Law (O preconceito da beleza — a injustiça da aparência na vida e na lei, não lançado no Brasil). Na obra, Deborah cita Sarah Palin, a candidata à vice-presidência dos Estados Unidos em 2008. Durante as eleições, jornais descobriram que ela gastava mais em cabelo e maquiagem do que com o pagamento de consultores de política externa. "Não devemos ser contra a beleza ou contra esforços razoáveis para alcançá-la. Mas pagamos um preço financeiro e psicológico substancial por uma preocupação indevida sobre o visual."



Capitalizando a aparência



A socióloga britânica Catherine Hakim, da London School of Economics, defende que os mais belos aproveitem seu poder de encantar. Em seu novo livro, Honey Money: the Power of Erotic Capital (Dinheiro doce, o poder do capital erótico, previsto para chegar ao Brasil em 2012), Catherine lança o conceito de "capital erótico". Na falta de dinheiro, conhecimento ou contatos, ela sugere que as pessoas não sintam vergonha em utilizar o poder de sedução para crescer na vida. A polêmica ideia coloca esse poder no mesmo patamar de atributos como a educação. Para ela, investir no seu corpo para ascender socialmente seria tão válido quanto estudar. A beleza, no entanto, é apenas um dos elementos do "capital erótico". A autora propõe mais 5 dimensões: sensualidade, habilidades sociais (como charme e interação), vivacidade, apresentação e sexualidade.



Esse modo de pensar tem adeptos por aqui. "Defendo que no Brasil o corpo é um capital maior que em outras culturas. É investindo nele que você vai se inserir socialmente", diz Mirian Goldenberg, da UFRJ, que pesquisa a relação da mulher com o corpo há mais de 20 anos. Depois de entrevistar alemãs, suecas, espanholas e argentinas, a antropóloga concluiu que a valorização do corpo no país do samba não tem precedentes. Se há discriminação, a brasileira reage indo para a academia e marcando hora no cabeleireiro. "Em 23 anos de pesquisa, ninguém me pediu proteção legal contra isso", diz Mirian. O que acontece é que elas até se sentem discriminadas, mas buscam outras soluções. "Existe um prazer associado ao corpo."



Mais que vaidade, o que está por trás das ideias de Catherine e Mirian é a defesa de que o privilégio de ser bonito não seja visto como injustiça, mas que seja usado contra ela. Seria uma oportunidade para quem não nasceu inteligente nem rico não ficar para trás. E para quem é feio? Bom, a resposta para essa questão seria a mesma dada a quem nasceu pobre ou com baixo intelecto.



Veja em quais áreas há pesquisas mostrando o favorecimento dos belos 



EMPRÉSTIMOS

Estudo da Universidade de Columbia, nos EUA, mostra que os atraentes têm mais chance de conseguir um empréstimo e, quando o financiamento é aprovado, os juros são 0,81 ponto porcentual menores. No entanto, os bonitos são piores pagadores, com 5 vezes mais chances de se tornarem inadimplentes. 
SALÁRIOS 
Mulheres com beleza acima da média ganham 8% a mais que as julgadas como medianas; os homens, 4% a mais, mostra estudo do economista americano Daniel Hamermesh. Já as mulheres abaixo da média recebem 4% menos e os homens feios têm um salário 13% inferior àqueles considerados medianos. 


ESPORTE 
Arremessadores de futebol americano mais bonitos ganham cerca de 12% a mais do que colegas com os mesmos índices de desempenho (acerto de passes e anos de carreira), mostra estudo da Southern Utah University, dos EUA. Neste caso, a beleza foi medida por um programa de computador que levou em conta a simetria dos atletas. 


CRIMINALIDADE 
Levantamentos mostram que pessoas mais bonitas têm menores chances de serem pegas em um crime. Além disso, estudo da Universidade da Carolina do Norte afirma que homens dão pena de 12 meses para mulheres bonitas condenadas por roubar US$ 10 mil em julgamentos simulados. Criminosas feias pegam 18 meses e meio. 


EDUCAÇÃO 
Professores universitários classificados como atraentes ganham 6% a mais por ano de acordo com pesquisa de 2010 da Universidade de Carleton, no Canadá. Em outro estudo com professores universitários iniciantes, os mais atraentes ganharam notas 22% maiores nas avaliações de alunos sobre suas performances em sala. 

Fonte: Revista Galileu

[BALZAQUEOLOGIA] As coroas que querem viver como novinhas

Por Shy Guy



Nos últimos anos, há um comportamento que está ganhando cada vez mais força, que é a coroa que quer imitar e viver como uma moça jovem.

Normalmente, essas mulheres, tem acima de trinta anos, separadas do marido (ou viúvas de marido vivo, segundo elas :lol:), usam roupas destinadas a garotas mais novas, se comportam igual adolescentes, querendo pegar muito e frequentam baladas destinadas aos jovens.

Essas balzacas adoram arrotar dizeres como: "novinhas são vazias e nós somos cheias de conteúdo", "panela velha é que faz comida boa", "homem gosta de mulher madura e vivída", entre outros falas que buscam exaltar a balzaquice/velhice e depreciar a jovialidade das adolescentes/jovens.

São mulheres que quando saem para a balada, dão em cima dos rapazes mais novos e quando pegam algum, acham que são mais gostosas e fodonas do que as novas, porém, estes no geral, só querem usá-las, já que são mulheres fáceis e sem tanta frescura no sexo.

Mesmo sabendo que são só lanchinhos, ainda veem lucro nisso, pois ao conseguiram pegar rapazes mais novos que elas, consideram que ainda estão podendo e no alto de sua falta de bom senso e de ridículo, se acham superiores as moças mais novas, o que é uma grande auto ilusão.

Nota-se que, normalmente, elas começam a extravasar, por terem um passado no qual era mais seguras em casa, não podendo vadiar na adolescência e na juventude e ao entrar no casamento, nada era o esperado para ela, porém não aprontava muito e explicitamente, para evitar problemas.

Mas depois que se separam do marido, aí elas querem recuperar o "tempo perdido", se entregando a promiscuidade e a vadiagem em baladas, bares e outros recintos, o que denota uma grande irresponsabilidade e imaturidade, ao considerar que a vida é só prazer e que a proibição das coisas erradas, é opressão e para se livrar disso, é necessário extravasar tudo de errado que tem vontade de fazer.

O pior problema desse comportamento, é quando ela possui a guarda dos filhos e eles veem ela trazendo caras diferentes na casa ou então, se envergonham ao ver a mãe querendo imitar uma adolescente, com roupas nada condizentes com a idade atual da mesma.

Isto traz diversos traumas e vexames para os filhos, pois ter uma mãe que se comporta de forma mais irresponsável do que os filhos, não é algo que dê orgulho para ninguém.

Ou seja, este comportamento irresponsável não é prejudicial só a mulher, por ser usada e aumentar a sua rodagem e devastar a sua reputação, mas também aos filhos, que passarão por muita vergonha e problemas diversos oriundos dessa postura imbecil delas.

Chega de internet por hoje