quinta-feira, 4 de abril de 2013

A REAL tira da Matrix mas te joga aonde?


Reflexão e relato do usuário Superman

Este tópico não é bem um relato, mas usarei minha história como base pra tentar entender aonde todos nós vamos parar depois que saímos da Matrix. 



Pra começo de conversa, meus pais, desde que me conheço por gente, brigam. Casamento sempre foi ruim, talvez desde meus 5-6 anos de idade. Meu pai, cafa, sempre trabalhando até tarde e deixando minha mãe de cabelo em pé durante todos esses anos.



A arma dela era vitimismos, dissimulações, joguinhos e o pior, me usava para tentar atingir meu pai. 
Me fazia, desde pequeno, ficar fazendo perguntas pra ele, pra tentar descobrir o que ele fazia na rua, e isso sempre me emasculou. Meu pai, sempre egoísta, viveu a vida pra si, nunca pra família, ninguém até HOJE sabe quanto ele ganha, e isso em todos os empregos que ele teve. Na verdade eu descobri, o que provou que ele sempre gastou por fora em coisas que eu não faço ideia. 



Cresci tendo em casa uma mãe neurótica, controladora e doente mental, que por não conseguir controlar meu pai, me controlava e me destruía psicologicamente todos os dias da minha vida. 



Meu pai por outro lado, sempre cagou e andou pra me educar, nunca brincou comigo, nunca me deu atenção e carinho de pai. Sempre viveu a vida dele e parecia vir pra casa apenas pra dormir. 



Entrei no colégio e pasmem, mais um menino com fobia social jogado num mar de bonitos, mini-cafinhas, falastrões, princesinhas ególatras e professoras escrotas que favoreciam puxa-sacos, acham uma "gracinha" os baderneiros do colégio e ficavam de tititi com as patyzinhas ególatras, que desde pequenas já sabiam com maestria isolar e hostilizar os machos betas/manginas.

Ao longo da minha jornada no colégio vi os bagunceiros da turma, que explodiam bombinhas no banheiro, jogavam coisas no ventilador de teto, e implicavam com as garotinhas, serem os pop stars do colégio, atraindo a atenção e recebendo estranhamente amor, carinho e atenção de professoras, patyzinhas ególatras e causando inveja e raiva nos machos beta/manginas. 

Cada série que eu passava as garotinhas queriam os marginais de 2 ou 3 séries à frente. Claro. Tudo normal aí. Mini-cafinhas e marginais envolvidos com drogas, que roubavam coisas da cantina e faziam cada vez merdas mais sérias, recebiam proporcionalmente à sua psicopatia, amor, ternura e "ouunnn" de todas as mulheres, incluindo as professoras, que reclamavam deles como algumas donas de cachorros levados reclamam, mas sempre falam "ele é impossível mas é muito fofooo". 

Cresci não recebendo atenção alguma do meu pai, somente alguns bens materiais, não nego, mas que nunca supriram a real necessidade que um garoto tem de ter a presença do pai na sua vida. E claro, minha mãe cada vez mais neurótica e doente mental, jogando em mim toda sua frustração ao não conseguir nunca domar o seu macho.

Sempre que tinha alguma festinha, ou ficava no zero a zero me sentindo extremamente deslocado e o pior dos seres, ou sempre sobrava alguma garota... que era a sobra. As gatas, olhos azuis, rabudas, peitudas, usando calça da gangue, sempre pros projetos de bandido, drogados e marginais.


Teve uma época em que no meu grupo de amigos, todas, sem exceção, se apaixonavam perdidamente por apenas um dos caras do grupo. Pasmem, o cafa destacado, desapegado e que colecionava bucetinhas (hoje ele colou numa mediana e virou capacho, mas isso é outra história). Era lindo pra cá, engraçadinho pra lá, e o tal amigo meu recebia 100% da atenção de todas as mulheres do grupo e as que entravam posteriormente.



O que aprendi com isso? Não importa se tem 10 mulheres e 3 homens, se 2 homens forem betas e manginas, esse 1 destacado vai pegar as 10. Multiplique isso pelo número de mulheres que quiser. Numa ilha deserta com MIL mulheres, se tiver 10 homens, apenas UM cafinha, os outros 9 passarão FOME. Desde cedo eu já "captava" a hipergamia violenta feminina. 

Mais tarde, no segundo grau, continuei invisível, vendo os falastrões, alphas fodões e mini-bandidinhos, que se envolviam cada vez mais com paradas bem obscuras, receberem TODO o amor e carinho da ala feminina. Certa vez um dos cafinhas levou uma foto segurando uma arma. Ao contrário do que o bom senso diria, ao invés de ser tratado como lixo, pseudo-bandido e escória da sociedade, a criatura arrecadou ainda mais seguidoras. O "perigosão" me mostrava cada vez mais que quanto mais podre, imundo, sem escrúpulos e sem sentimentos, mais o mundão se abria pra esse tipo de pessoa. 

Certa vez um amigo meu, gordo, beta e mangina, precisou de ponto pra passar numa matéria, e a professora, gente boa, botou ele de recuperação. Enquanto isso um cafinha precisando de o triplo da pontuação dele, passou. A professora alegou que o "coitado" estava "sofrendo alguns problemas que faziam ele ser do jeito que era, logo, ela fez o que pode pra ajudar". 
Meu amigo gordo, com baixa auto-estima, repudiado pelas patyzinhas e que sofria bullying por ser gordo, não precisava da ajuda dela, pelo visto.

Mais tarde na faculdade, tudo isso ai se potencializou exponencialmente, de forma assustadora. O mundo era grande demais. Bombados fodões metidos à violentos, jiu-jiteiros, drogados andando em bando, gays, lésbicas, esquerdistas em geral (que se encaixam em outros grupos também), uma quantidade enorme de "grupos" que cada vez mais mostravam pra mim como a vida era fácil. Pra eles.

Por ODIAR o curso que fazia na época, tranquei a faculdade e fui fazer, um tempo depois, o curso que eu realmente queria, em outra faculdade. 

Nisso, CONHECI a REAL. Através do blog do silvio (o verdadeiro, duh), vi o mundo como se tivesse poder pra enxergar através das paredes. TUDO BATIA, TUDO explicado. Tudo que vivi até aquele momento detalhadamente explicado e fazendo sentido. 


Enquanto eu nunca havia sequer acordado pro fato de que se eu quisesse ter um corpo melhor, era só entrar na academia. Nunca tinha pensado que se eu quisesse ser mais sociável era só... falar com pessoas. Nunca tinha percebido até então que TUDO fazia sentido. 
Enquanto eu vivi a vida revoltado por me achar um derrotado, nunca tinha acordado pro fato de que podia trabalhar meus pontos fracos e me TRANSFORMAR. ME DESENVOLVER.

O texto até agora parece que fui um parasita macho beta extremamente introvertido. Não era bem assim. Sempre tive alguns amigos, não era tão bobalhão assim, mas era sem dúvida da ala dos machos betas matrixianos sem destaque social ALGUM e ignorado fortemente por pessoas "legais", patyzinhas tops e todas essas pessoas que vivem no topo da cadeia alimentar da Matrix. 

Sempre fui bom aluno, mas jamais havia me esforçado pra nada seriamente. Resolvi chegar com pé na porta e tapa na cara estudando na faculdade. Comecei a tirar as notas mais altas da turma na maioria das matérias, mas sem ficar bitolado, que era o caso de alguns. Sempre passando direto, raramente fazendo provas finais, sempre fui considerado como um dos mais "inteligentes" da turma do curso que hoje faço. 

Cheguei pesado no desenvolvimento físico, passando claro, pela matrix inicial das academias, falando merda e fazendo merda em relação à alimentação, descanso, suplementação, falando mal dos que usavam anabolizantes e fui levando. Até que aos poucos comecei a ver resultado. 

Nesse tempo comecei a namorar com a minha namorada atual, que era virgem e sabia porra nenhuma de relacionamentos. Passou algum tempo, eu já começava a ficar mais "famoso", pois faço um curso que a proporção é 1 homem pra cada, sei lá, 5 mulheres. Ou mais. 

De todos, 80% é mulher, os 20% que sobraram são homens. Desdes 20%, mais da metade são gays. Faço Odontologia, pra não começarem a achar que faço enfermagem ou nutrição, rs.

Como um dos poucos héteros da parada, com físico cada vez melhor, comecei a perceber os olhares femininos. Nunca fui feio, mas era beta, exalava cheiro de matrixiano e "bonzinho". Após algumas brigas com minha mina, demos um tempo. Depois de anos somente com ela, resolvi atacar as vadias da faculdade. 

Peguei uma, que mais tarde percebi que era extremamente vagabunda e algumas amigas até levantaram a hipótese dela ter sido GP. Era uma trintona rodada extremamente safada. A merda vem agora, me """apaixonei""" pela safada. Depois de um relacionamento com uma virgenzinha extremamente inexperiente, uma rodada deu-lhe um chá de buceta e apesar de eu saber que ela não valia NADA, vivia no constante pensamento de enraba-la, outra vez. E assim foi por algum tempo. Por algum motivo bizarro, talvez por eu ser ainda um pouco bobalhão, ela resolveu inventar que eu a comi "forçado". 




Mesmo sendo mentira, isso mancharia minha reputação, como provavelmente fez, mas atualmente nenhum sinal de que isso sequer jamais foi falado. Percebi isso recebendo tratamento diferente de dois professores manginas. Olhavam pra mim com cara estranha e evitavam falar comigo. Pasmem, a trintona rodada ficava de papinho com eles, sempre. Óbvio que ela deve ter dado pra eles também. Resumindo, eu ainda carregava em mim algumas características de betão, e quase me fudi grandão por causa de uma vadia que quis me foder, sabe-se lá por que. No fim ela se fodeu sozinha devido a vadiagem e inúmeras armações com outras pessoas que ela armou. 

Acabei então começando a sair com outra menina da faculdade. A princípio parecia quietinha, santinha e pura. Aham. Como eu havia acabado de quase me foder com uma trintona rodada, resolvi garimpar o passado da santinha. Após sair com quase todos os héteros do meu curso, ela quis sossegar com um cara legal. Eu. Brigas começaram quando percebi que ela me queria pra namoradinho e que pretendia se comportar como aquelas mulherzinhas modernetes, que dão balão em namorado em viagens, saidas noturnas e todo aqueles esquemas que o pessoal daqui tá cansado de saber. Numa tentativa de criar um vortex violento pra matrix, testou meu apego dizendo que ia viajar com amigas e uns amigos pra uma casa de praia. Sem mim. Avisou até, enfaticamente, que eu não poderia ir. 



Fui sondar as pessoas que iam. 5 mulheres. 15 homens. Aham. Terminei, joguei na cara todas as putarias, e bola pra frente.

Detalhe, antes de ficar com essa segunda colega de faculdade, eu mandei meu primeiro ciclo com anabolizantes. A mudança foi absurda. Voz engrossando, 10kgs à mais, camisa apertada, peito pra fora e personalidade de fanfarrão que só uma quantidade ABSURDA de testosterona pode te proporcionar. Sempre fui alto (1,87), pronto. Fudeu. TODAS as mulheres do meu curso, incluindo professoras, dando mole, falando que eu tava forte, segurando no meu braço, e todo aquele protocolo que as vadias seguem quando vêem um bombado. Até me pedir pra carregar no colo uma pediu uma vez, alegando que eu era muito forte e ela estava com a perna doendo. 

Nessa época, essa segunda colega de classe me "notou", mesmo estudando comigo desde o começo da faculdade e sequer sabia meu nome. Passou a me dar mole e pimba. Ai rolou o que eu falei acima terminando com eu dando um pé na bunda pelas vadiagens.

Agora, no meu segundo ciclo, mais forte ainda, com carro zero, extremamente seguro e sendo notado por todos, voltei com uma outra ex namorada (a que era virgem). Ela faz tudo por mim, puxa meu saco, acha que sou fortão, paga as saídas (tudo, mesmo), e está violentamente lutando pra me segurar. É mulher pra casar, passado extremamente limpo, tenho certeza absoluta que não ficou com ninguém além de mim (100% acreditar nisso seria falar que ela é mulher exceção, e eu não acredito nisso, mas sempre tive todas as senhas de email, facebook e sempre falavam pra mim que ela era perdidamente apaixonada por mim e nunca ficou com ninguém. E isso é algo que somente eu sei, por mais que os confrades falem que ela deve ter rodado pra caralho e tal. É algo que só eu tenho conhecimento dela o suficiente pra crer que tem mais chance de ser verdade do que não ser. Enfim.

Agora, mesmo depois de alguns tropeços já após conhecer a REAL, eu estou sofrendo uma crise de identidade incrível. Sempre fui betão, fudido, invisível e etc. Agora eu tenho um corpo acima da média, tenho carro, e no meu círculo social principal, que é a faculdade, represento uma espécie em extinção no ambiente, um homem hétero. 

Agora, com poder de barganha 1000x maior do que na época do colégio, sinto uma pressão, minha mesmo, de ser phodão alpha dominador e destruidor da concorrência. Tenho vontade de encher de porrada os cafas falastrões, alphas cafinhas e toda essa classe aí que foi beneficiada pela seleção natural que fode os medianos machos beta do caralho. Óbvio que eu sei que isso é inveja.

Agora sou bombado, com carro, com poder de barganha alto, raridade num ambiente cheio de putas e gays, e algo dentro de mim quer sei lá, DOMINAR a porra toda. Ser o phodão alpha comedor falastrão e adorado por todos.

Parece que baixou uma megalomania fuderosa em mim devido à sempre ter sido invisível e paunocu. O problema é que eu não tenho a psicopatia necessária pra fazer o que alguns aí fazem. Alguns se aproveitam de situações em que qualquer um com senso de ridículo e escrúpulos não se aproveitaria. Tudo em prol de ficar famosinho e arrecadar cada vez mais popularidade e status, e consequentemente, buças. Pra mim cafas são manginas com traquejo social e psicopatas sem emoção.

O problema é que eu não sou adepto à esse lance de Macho Zeta. Pra mim o jogo tá lá, vc querendo ou não participar, vc participa. Mas voltando ao meu problema, tenho plena ciência que essa babaquice que bateu em mim é algo que eu devo combater e voltar a me focar em desenvolvimento social e parar de querer bancar o falastrão phodão alpha. Querendo ou não, não sou cafa, é algo que eu tenho que aceitar. 



Na minha faculdade tem um cafa que já pegou todas, se droga, é envolvido com uns bandidinhos ai, sabidamente por todos, sempre arma pra se dar bem, e sempre consegue. Outro lá se esforça ao máximo pra passar a imagem de bom moço, mas é pilantra até dizer chega, um artista, que se aproveita de todas as oportunidades pra aumentar seu status e popularidade. Claro, tudo em prol de bucetinhas. 

Minha realidade atual é que eu poderia marmitar várias vadias por ai, mas tô fielzão no meu namoro, mas por outro lado fico lembrando dos ensinamentos da real (e sei que tem ala anti e pró-amantes aqui) e percebi que "mereço" ter um harém. O problema é que minha mina é honrada e não tá dando motivos pra eu pular a cerca. Mas o desejo com as vadias aumenta a cada dia que meu tempo de namoro aumenta. 

Falei isso tudo pra tentarem entender que eu sempre fui betão, totalmente perdido nesse mundão e só agora, pós-REAL que tive de fato algum desenvolvimento pessoal e tenho essa vontade de ser tudo que nunca fui. Vejo por aqui muitos só falando que colecionam marmitas, que entram em metidas de real violentas com o pessoal do trabalho, esnobam vadias do trabalho e outros ambientes e etc. Alguns lançaram o marriage strike, outros até o relationship strike, se valendo de GPs (e lançando aqui argumentos fortes para tal, apesar de eu ser contra o cara eliminar as civis da vida). 

No fundo o cara que conhece a REAL, sabe que hoje em dia relacionamentos, seja namoro ou casamento, são um tiro no pé do homem, devido à sociedade misândrica de merda, sabe que se ele não se focar, estudar ele vai ser um fudido sem dinheiro até pra comer e será visto, no geral, como lixo pela sociedade (matrix). 



Não só por mulheres, mas por homens, familiares em geral, o homem betão fudido sem dinheiro é visto como um DERROTADO.

Aí que o cara que conhece a REAL acaba saindo da matrix e entrando em outra dimensão paralela. As Matrix do dinheiro, aonde o cara foca toda sua força pra fazer dinheiro, achando que assim vai ter poder de barganha foda e todos os seus problemas serão resolvidos, principalmente com mulheres (aham, O bombeiro lá discorda dessa Onipotência do dinheiro do Eike Batista). 



Aí tem os que caem numa de ficar bombados ao extremo, trabalham como frentistas de posto de gasolina e gastam todo o dinheiro em cordões de ouro ou prata que custam 3x o salário deles (ou mais). 
Tem os que passam a ter "relacionamentos" apenas com GPs, outros que arrumam uma fixa e marmitam mil por fora. Enfim.

O que eu quero dizer é que parece que a REAL é tão fudida que a maioria de nós aqui acaba de certa forma virando "extremista" em algum aspecto. Poucos aqui parecem não carregar o crachá de alguma "ala". 

Eu queria entender como eu devo me comportar com esse problema que eu estou passando. Algo dentro de mim fica querendo que eu seja phodão alpha falastrão e etc, pra suprir tudo que eu não fui no passado, só que é algo extremamente cansativo e algo que eu sei na real que não vai me trazer NADA de bom. 

Vocês acham que ter essa vontade de "conquistar" o mundo é normal ou que eu acabei polarizando esse lado? Esse sentimento de que "venci" a matrix e saber como o jogo funciona, pode estar fazendo com que eu adora queira me "vingar" da própria matrix, me tornando o meu próprio bicho-papão, mas que é o que consegue TUDO com facilidade e recebe TUDO de bom e de mão beijada desse mundão. Eu não estou negligenciando meu desenvolvimento pessoal, mas estou começando a querer usar ele para o "mal".

Eu sei que o texto ficou extremamente grande, mas coloquei tudo que veio na cabeça na hora de escrever.

A real sobre o país do futebol

Humor: banana com sprite

Os cafajestes são criados e mantidos pelas mulheres (parte 1 de 2)

O mercado, assim como todos os indivíduos, não possuem personalidade própria. Pelo menos, 99% da sua personalidade não é própria; é influenciada. Você é aquilo que as pessoas buscam que você seja. Se você tem um perfil, é porque é esse o perfil que as pessoas ao seu redor buscam, inconscientemente, em pessoas do seu sexo, idade e posição social.


Mesmo que as pessoas neguem veementemente valorizar um aspecto do seu caráter, como o egoísmo; ou um aspecto físico, como um rosto bonito, ou corpo bombado; se elas buscam essas características, ainda que de forma inconsciente, será assim o perfil da maioria das pessoas.


Esse é o fluxo natural das coisas. A sociedade valoriza um determinado perfil de forma inconsciente, e as pessoas fazem o possível para se adequar a esse perfil. Quem não quiser se adequar, ou não conseguir se adequar, independente do motivo, estará fora do jogo, e terá que fazer um esforço brutamente maior que os outros para conseguir ser aceito.

Se você não quiser se adequar às exigências inconscientes das pessoas, você irá sofrer. Irá arrumar milhões de inimigos; e conhecerá apenas o que há de pior no caráter humano. As pessoas não terão pudor em revelar, a você, o seu lado mais negro, mais perverso. Vão fazer crueldades com você, vão debochar de sua cara, vão tentar, a todo custo, te atrapalhar, te ofuscar, e irão te isolar.

Em contrapartida, se você for capaz de atender às exigências inconscientes das pessoas, elas próprias se esforçarão para que você receba benefícios, farão de tudo para te inserir no círculo social delas. Ajudarão você a ser bem sucedido nos seus projetos, e irão revelar, a você, o seu lado mais bondoso, mais altruísta e mais agradável que elas conseguirem mostrar.

Agora, vamos falar um pouco de exigências inconscientes dos homens e mulheres.


Se homens gostam de mulheres novas, magras, gostosas e com rosto bonito, as mulheres farão tratamento de beleza, irão para a academia, mudarão a dieta e torrarão uma grana violenta em cosméticos. Aquelas que fizerem isso terão acesso aos melhores homens, enquanto as outras terão de se contentar com o que vier.

Ao mesmo tempo, se as mulheres valorizam homens bonitos, altos, fortes, ricos e com desenvoltura social, os homens irão para a academia, trabalharão para ficar ricos, e treinarão sua desenvoltura social. Aqueles que não atendem, por exemplo, o quesito "altura", sofrerão mais que os outros, já que não tem como ficar mais alto. Os que nasceram muito feios sofrerão mais que os outros, a menos que consigam, por meio cirúrgico ou outro meio, ficar mais apresentáveis.



Se caráter, inteligência e responsabilidade não são valorizados pelas mulheres, esses aspectos não serão desenvolvidos. Os homens não se importarão em tratar mulheres como coisas; não irão querer compromisso sério; não se esforçarão para melhorar como seres humanos; não serão bons pais; se tornarão, cada vez, mais "desumanos"; cada vez, terão um comportamento mais próximo dos animais!

Por isso, se existem cafajestes, apesar de toda a demonização que fazem em cima deles, é porque é esse o perfil que as mulheres desejam de forma inconsciente. Se homens de caráter ruim não fossem valorizados, eles não existiriam; seriam como uma vitrola, uma máquina de escrever, ou qualquer outro aparelho ultrapassado: por não haver demanda, estariam fadados à extinção e ao esquecimento!

O homem mau, egoísta, agressivo, que não aceita ficar para trás e que se vale até de meios escusos, se necessário; e, ao mesmo tempo, é rico, bonito, alto e forte; é exatamente o homem que consegue mexer com os instintos femininos mais inconscientes. São esses os homens que conseguem fazer as mulheres abrirem as portas (e as pernas) para o melhor que elas têm a oferecer.

Os homens que não se adequam a esse perfil, ou não se adequam a, pelo menos, 70%, terão problemas na lida com as mulheres. Serão repelidos violentamente; terão de fazer um esforço sobrehumano para conseguir uma mulher de nível razoável; ou terão de se contentar com o resto que aparecer. E, quando conseguirem uma, terão de se contentar com sexo de baixa qualidade, automático e rápido. Sofrerão infernos emocionais constantes e cada vez mais violentos. Correrão risco constante de traição. Isso porque são incapazes de mexer com os instintos femininos mais inconscientes.

Por isso, as exigências inconscientes das mulheres tendem a tornar os homens cada vez mais frios, egoístas e concentrados unicamente em desenvolver a si próprios. É um caminho sem volta. Não há incentivos reais para os homens se comportarem de outra forma; apenas discurso oficial não embasado na realidade. 

Aqueles que se recusarem a trilhar esse caminho, repito, sofrerão! Conhecerão o que há de pior no sexo feminino, e andarão em círculos. Elas farão de tudo para enterrar o sujeito na merda; ou, no mínimo, farão de tudo para excluí-lo de seu círculo social.

Se você, homem, acha errado ser egoísta (o que é diferente do cara que diz que acha errado, mas é egoísta de fato), seu destino com as mulheres está selado. Meus pêsames!

Essa realidade é indigesta. As mulheres negam veementemente que as coisas sejam assim. Mas, como já dito, pouco importa o que elas digam; vale, apenas, o que elas buscam de forma inconsciente. E essa exigência inconsciente é que irá decidir como os homens serão.

Continua...

A matrix da musculação

Estão lembrados do texto Anabolizantes: a diferença é monstruosa ?

Sobre esse tema, trouxe um comentário do usuário Punisher, muito pertinente.

Na verdade existe uma grande matrix por trás de tudo que se fala e vende hoje sobre o tema musculação e fitness.

Antes de sequer existir indústria de suplementos, caras como Arnold e Mike Mentzer tinham físicos excelentes, sem whey, sem nem mesmo albumina, mas claro, fazendo uso de esteróides, aqueles que todos conhecem: testosterona, deca, dianabol, primobolam e etc.


No começo da década de 80, os investidores perceberam que esse filão poderia render, e começaram a surgir os primeiros suplementos.


Nessa mesma época convenientemente surgiram "pesquisas" dizendo que os praticantes de musculação deveriam se alimentar a cada 3 horas, ou até mesmo a cada 2 horas. Logicamente, quem trabalha e estuda não tem tempo de ficar comendo frequentemente, ou tem que ficar preparando um monte de comida e ficar carregando pra cima e pra baixo, enfim, tem que passar boa parte do tempo preocupado e ocupado com isso.

Aí é que entram os suplementos. Praticidade. Acontece que os interessados usaram a velha tática de criar um problema pra vender a solução. Suplementos não são imprescindíveis, ninguém deixa de obter ganhos musculares se não usar whey ou aminoácidos ou outra coisa qualquer.

Lembro de um treinador das antigas que me falou o seguinte: "essas academias de hoje passam um monte de exercícios e séries, um monte de isoladores, acabam queimando o cara ("queimar" era o termo para se referir ao overtraining), e depois vem vender produtos". Demorei um bom tempo, mas percebi que é verdade.

Tudo hoje se baseia nisso: criar demanda para os suplementos, usando atletas para vender resultados conseguidos com MUITOS esteróides, GH e insulina. Vocês não fazem ideia de quanta droga os atletas que vivem disso usam.



As revistas, e toda a mídia especializada no assunto, "prescrevem" treinos excessivos, volumosos, e principalmente muito intensos. As academias fazem o mesmo. Aí temos moleques que nem sequer se alimentam ou dormem direito se matando com repetições forçadas, drop-sets, séries duplas ou triplas, rest pauses, quatro ou até cinco exercícios para grupos musculares grandes e três ou quatro para músculos pequenos, além de um monte de merdas que nem os fisiculturistas profissionais fazem.

Dizem que Dorian Yates treinava de forma tão intensa que poucos conseguiam acompanhá-lo. Assistam o famoso vídeo dele "Blood and Guts" e vejam se ele faz sequer UMA repetição forçada, drop-set ou rest-pause. Assistam treinos do Branch Warren ou do Coleman e vejam se usam algumas dessas técnicas. Até mesmo o Arnold. Assistam Pumping Iron e notem que ele não faz nada disso. Ele pega o peso, faz até onde aguenta e pronto. E isso que ele mesmo escreveu sobre essas técnicas de intensidade em sua famosa enciclopédia.

O próprio Dorian falou em uma palestra certa vez (pena que não tenho o link) que quem está "off drugs" deve treinar no máximo 4 vezes por semana, e se dedicar principalmente aos exercícios básicos, como agachamento, supino, levantamento terra, remada com barra, desenvolvimento de ombros com barra e etc.

Isso em falar no tema periodização, que ninguém entende porra nenhuma. A maioria acha que periodização se refere às fases de cutting e bulk. Pode ser verdade para fisiculturistas, entupidos de drogas, mas para o cara comum, que frequenta academia para ter um corpo legal, não é nada disso. Esses caras normais, que não usam toneladas de esteróides, GH e insulina (a esmagadora maioria de nós), não suporta treinos desgastantes indefinidamente. É preciso um período de "descanso ativo", com menos esforço e intensidade. Aliás, qualquer atleta faz isso.

Vocês acham que Michael Felps, por exemplo, treina forte seis horas por dia, 365 dias por ano? Claro que não. Ele programa as estratégias de preparação de acordo com o calendário de competições, assim como qualquer atleta, pois ninguém é o exterminador do futuro, nem tem esqueleto de adamantium mais fator de cura para aguentar treinos puxados indefinidamente.

A cultura do "no pain no gain" tem levado muita gente a um estado próximo do overtraining, causando queda de rendimento, insônia, diminuição do apetite e até da libido, por conta do excesso de cortisol e baixa da testosterona, causado por uma condição de constante e excessivo estresse. Quem mais sofre com isso são aqueles com biotipo ectomorfo.

E a quem isso interessa? Adivinhem. O cidadão lá cansado, estafado, depois de assistir um monte de vídeos motivacionais de musculação, fica se achando um bosta, pensa que a culpa é dele. Aí ele vê uma propaganda do "megaultra NO extreme pumping pica das galáxias xplode", com a promessa de muita disposição, força e "pumps incríveis". Lixo. Nada mais que isso. Mas ele acha que precisa dessas merdas e compra. Mal sabe ele que se treinasse de forma racional, na medida necessária para estimular o fortalecimento e o crescimento muscular, ao invés de se destruir todos os dias, não torraria um monte de grana com essas porcarias.

Enfim, tem muito mais coisa pra escrever, mas por enquanto chega.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

RELATO - 05 ANOS em 05 dias

Relato do usuário Vingador

Venho aqui compartilhar meu relato com vocês do meu último relacionamento.

Foram 05 anos, sou de Goiânia, Body é o meu melhor amigo, junto com o irmão dele. Meu pai tinha negócios no Amazonas, e desde moleque passava minhas férias lá, para ver os negócios que meu pai tinha, numa dessas idas e vindas eis que encontrei minha ex lá, "NEIDE", ela era melhor amiga da atual "esposa" do meu primo, encontrei-a em um churrasco no dia da final da copa américa, e eu estava no interior do Amazonas e vinha passando o rodo em geral, porque tinha saído do meu primeiro relacionamento há 07 meses (detalhe namorei primeira vez por 04 anos, uma mulher de outro estado, pra variá).

Meu primo perguntou e a Neide? Daí eu falei se ela vacilar eu pego... beleza.. nisso, peguei o telefone dela com meu primo (porque ele namorava a amiga dela) e a liguei para sair (detalhe chamei para um rodízio, sempre fui meio bruto, body sabe disso, nunca tive muito meio termo). Ela prontamente aceitou, afinal, mulher quando quer faz o diabo.

Peguei ela, fui pegando, adiei minha passagem para voltar para goiânia, nisso ela marcou uma viagem comigo para uma cidade do interior do Amazonas, onde tinha cachoeiras, fomos no carro dela, ela reservou hotel, pagou tudo. Rolou sexo nervoso (óbvio).

Nessa época ela já estava para formar-se em medicina e eu era acadêmico de direito, afinal ela era 2 anos e 7 meses mais velha que eu, logo, as coisas para ela vieram mais rapidamente, afinal, a cronologia do tempo (ser mais velha) facilitava.

Como ela morava em outro estado, conciliávamos entre idas e vindas, eu ia pra la, ela vinha pra gyn, nisso ela se formou e foi trabalhar em uma cidade do interior do AM, fui lá ajudei ela com a mudança, em tudo, era quase um marido nessa época, afinal mulher não sabe fazer nada por ela própria, a não ser infernizar.
Até que um dia ela passou em residência médica em especialidade X em Manaus.
Me formei, tirei a carteira da OAB, era advogado.

Sempre fiquei muito indeciso entre concurso, e advogar, todos que fazem direito sabe da triste realidade do curso quando se forma, primeiro que voce é um MERDALHÃO, quando se forma nem ter uma profissão você tem, precisa passar pelo crivo da OAB que reprova 90% por exame.

Já Medicina não é bem assim, já forma, é médico e ganha-se VALORES ABSURDOS (experiência pessoal).

Quanto a Residência o serviço era precário ela tomava radiação e daí como já era advogado, resolvi usar da profissão, primeiramente fui ao MEC e tentei descredenciar o serviço de modo que ela pudesse ser realocada em outro local, CONSEGUI, ela se realocou para Brasília (agora seria mais fácil afinal Brasília é um pulo de Goiânia) e entrei com uma ação para ela para reaver o dinheiro da bolsa de residência médica, que o hospital de origem deixou de pagar porque ela prestaria serviços em Brasília e não mais Manaus.

Até aí tudo bem, contudo, ela não tinha parentes, nada em brasília e onde ela ficou? Na casa da minha tia, porque eu era o único que tinha, foram isso durante 03 anos, minha tia dando assistência e eu indo lá eventualmente, até que em um dado tempo eu me mudei para lá para fazer um curso para tentar o concurso do procon, de modo que ficaria la e finalmente "viveríamos como casalzinho bonitinho", nesse meio tempo recebi uma proposta para trabalhar em goiania em um escritório como advogado, mas neguei.

Graças a Deus, ela nunca foi ciumenta, nem tinha joguinhos, a não ser a encheção de saco para eu ir pra lá constantemente... e como a carne é fraca, e ela lá e eu aqui, comecei a pegar várias durante o meu namoro, e, não distanciei dos principais amigos, até ia para boate e ela sabia (sempre joguei aberto), sempre tentei doutrinar ela a meu jeito, afinal se tu começa dando filé, mulher comerá filé, se um dia tu der um contra-filé ela se emputece, a minha acostumei no osso.

Entretanto, a cobrança do tempo de namoro e do cronos (ela ser mais velha) ficaram mais constantes para que eu pudesse ter um sucesso profissional como ela (o que era impossível) ela ganharia 25 a 35 mil LÍQUIDO, que concurso me daria isso como bacharel em direito? Nenhum, e advocacia então iria requerer tempo, perdi várias oportunidades por tentar conciliar meu futuro junto ao dela (meu principal erro), No 5o. ano de namoro a ação que tinha entrado foi procedente e ela ganhara 40 mil pila (dessa grana só vi 04 mil, não pagou nem a porra da gasolina que gastei para resolver os pepinos na Justiça Federal de Brasília).


A mãe e as irmãs da mãe desenvolveram depressão, ajudei a mãe dela quando ela veio aqui, doença foda (creio eu que a Neide acabará tendo a mesma coisa, pelo fator familiar e pelo nervosismo peculiar), fiz o meu melhor.

Depois de um tempo, resolvemos viajar para os EUA em março do ano passado, ficamos 15 dias lá, FOI FODA, PAÍS FODA, cultura foda, coisas baratas, enfim, muito bom, meu tio pediu para que trouxéssemos um IPAD, e como era primeira vez ficamos com medo de trazer muitos eletronicos e sermos taxados, a partir daí começou o inferno na casa dos meus tios entre eles e ela (dado a história do IPAD e acredito pelo longo tempo que ela ainda estava lá), fui pra lá e mais uma vez ajudei em tudo peguei as coisas dela e em uma manhã uma mudança de 03 anos botei em dois carros, carregando livros, achei um flat fantástico para ela ficar.

Nisso mudei para lá com ela, ajeitei tudo, deixei a casa em ordem, mais uma vez, daí quando tive que voltar para minha cidade, isso depois de 02 semanas lá direto, ela ficou emputecida, pois, não era para eu voltar e deveria ter ficado com ela e dado um rumo na minha vida (advogava, e estudava para concurso, mas minha carreira estava bem estagnada, pois, perdi muito tempo a ajudando e me deixei de lado).

Beleza um dia fomos num sábado a leroy merlin comprar armários para casa dela, preguei aquelas porras tudo na mão sem instrumentos apropriados, fiquei com calo pra caralho, no domingo ela com cara de cu pro meu lado e eu perguntei o que era, e ela não queria dizer, beleza, insisti até que ela falou que queria terminar e bla bla bla que eu não decidia minha vida e tal, daí cheguei nela depois de muita discussão e falei é o seguinte: Vou lá tentar entrar no escritório daquele amigo que tinha me convidado para trabalhar e eu não aceitei, pois, tentei estudar para ficar aqui com você e se ele aceitar você vai para lá comigo assim que acabar sua sub-especialização, daí alugamos um canto e ficamos lá? Daí ela sim, tá certo, daí fiz novamente a mesma indagação e afirmei que eu tinha uma palavra a cumprir e que se ele me chamasse não poderia dizer não, e ela novamente aceitou a proposta.

Eis que vim para cá e já tinha uma ideia em mente de abrir meu escritório, junto com um colega para afinal resolver minha vida com a Neide, eis que, 3 dias depois, ela me liga dizendo que estava trazendo minhas coisas para terminar nosso namoro (detalhe ela tinha ligado na minha mae antes de mim e disse a mesma coisa pra ela, porque nao conseguira falar comigo) e minha mae comecou a me ligar perguntando se estava tudo bem (porque eu estava arrumando o carro da Neide, que eu sempre trazia para goiania, para fazer revisões, por ser mais barato), cheguei em casa ela foi dura e firme na decisão e terminou.

Beleza, sofri pra caralho 2 dias, sou católico e espírita (se é que é possível), pedi para meu avô me ajudar e ele foi me dando vários sinais e fui tocando minha vida. Naquele dia lembro de um amigo falando: cara vai encher tua cara e pegar mulher, resolvi optar diferentemente, afinal, eu vinha perdendo meu espaço por causa de mulher, aí que surgiu a ideia de fazer meu site para divulgar meu trabalho, comecei a estudar como fazer um site, programar, tudo novo, e ocupei minha mente pelo término do meu namoro, com esse site profissional.

A partir daí comecei a fazer vários clientes, algo que não surgira em 03 anos, me profissionalizei, fiz altos cursos gratuitos na OAB, curso de oratória, comecei a dar palestras sobre Direito do Consumidor, até que após um mês de conclusão do site (que levaram 03 meses para ser feito), fui convidado a dar entrevista a folha de SP, sobre um caso aéreo.

Enfim, meu lado profissional decolava, algo jamais visto por mim mesmo, desde que estava com ela. E como a vingança de um homem é o sucesso profissional e a minha vingança estava sendo feita, faltava o pequeno detalhe para coroar o bolo com uma cereja: uma mulher mais bonita.

Fiquei 06 meses solteiro, peguei mais de 70 mulheres comi umas 40 nesse tempo, tinha certeza de que eu saíria na rua e pegaria uma vagabunda, bastava querer sair, comecei a malhar pesado, o dinheiro que eu tinha juntado para ficar com Neide e noivar/casar, investi em mim fiz uma lipo e comecei a malhar pesado e alimentar decentemente, as mulheres já me achavam muito atraente fisicamente.

Depois de 06 meses encontrei uma moça, que não gosta de sair, que fica comigo aos fds, não bebe/fuma, é muito mais bonita, resolvi namorar, e como disse o Body, de tudo isso tiro a conclusão: aproveite sua vida por você próprio, e as fases, se o namoro estiver bom, continue namorando, se está ruim, simplesmente largue.

obs.: Nunca namore mulher mais velha, afinal o tempo acaba com elas primeiro que a gente, essa minha 3a. namorada é 06 anos e 6 meses mais nova, dá pra doutrinar melhor, mais fácil de entender as coisas, e acima de tudo não perca oportunidade, acredito que se eu não tivesse pegando outras enquanto estava namorando talvez teria sofrido muito mais, e jamais deixe de tocar seu lado profissional por agradar uma mulher, elas não valorizarão.

Hoje continuo malhando pesado, tô com um corpo massa estava com 29% de gordura corporal estou com 16%, sou membro de uma Comissão da OAB, e presidente de uma subcomissão, dou palestras em universidades, e a Neide, ah a Neide continua bem na carreira dela (como não poderia ser), mas quanto ao lado pessoal (no último reveillon, que eu já estava com a outra) ela pediu para passar com meu tio que havia brigado com ele ao sair de casa, tamanha era solidão, e, eventualmente liga aqui em casa para pedir conselhos a mim (raramente) e ao meu pai, e ainda afirmou: "Sua namorada é linda", dor de cotovelo é mato.
"Toda mulher é interesseira, inclusive sua mãe foi com o seu pai"

Comercial da Axe mostrando a Real

Por berimbolo

Tava ouvindo umas músicas no youtube e quando antes de carregar o vídeo aparece essa propaganda da marca de desodorantes AXE.





Pra muitos isso é batido mas é a real sendo mostrada implicitamente e que alguns novatos talvez não perceberiam.

No comercial mostra um salva vidas que por si só ja é uma profissão de status fazendo grandes feitos como espancar um tubarão debaixo d'agua e salvar a donzela que tava se afogando.

Até ai tudo bem, o cara com os famosos 'traços finos' e um shape fitness ia beijar a moça quando... aparece um Astronauta !

Isso vai diretamente com o que já foi discutido aqui, não importa o quão foda voce seja sempre vai aparecer alguem superior e a sua tão 'honrada' companheira vai te deixar na mão.

Se voce é alto, elas querem o alto e rico, se é alto e rico, elas querem o alto rico e famoso, se é alto rico e famoso e anda de bmw, elas querem o alto rico e famoso com bmw e um iate e assim o ciclo nunca termina.
Dêem uma olhada.