quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Desabafo+revolta

Por Shin



Não gosto de falar da minha vida pessoal de forma alguma, mas hoje fiquei afim de comentar um pouco sobre ela, se tiverem paciência para lê eu os agradeço.


Vou tentar resumir o máximo possivel a estoria... Para não ficar massante.

Namoro a 4 anos e 6 meses.

Eu acordei da matrix durante esse tempo, com certas coisas que aconteceram. E desde tão sou outro homem, não bonzinho como eu era e nem cafa o que eu nunca fui, sou agora um homem justo creio eu.


O ocorrido foi essa semana, tanto eu como ela temos dias corrido... Eu estudo e trabalho... e Próxima semana, estou com serviço e provas para estudar. Bom Como é de se esperar fim de semana espero que sobre um tempo para ficarmos juntos... E coincidentemente esse sabado foi aniversário de namoro da gente (4a e 6m), o que eu esperava seria um momento só nosso, em que pudessemos nos divertir, passear.. Conversar, namorar... e etcs... Tudo depois dessa semana bem corrida. Fiquei o sabado estudando esperando dar a noite... Indo lá todo arrumado a casa dela... Descubro que vamos(eu não sabia... fui por tabela) para uma confraternização de sua turma de pesquisa da faculdade ou algo parecido, tanto faz pq isso não me importa nem um pouco. E descubro que vamos dar carona a uma colega dela que crio eu por ser boca liver levou a prima e o sobrinho... Deu vontate de falar se ela não queria levar tb a marmita... Mas tudo bem...


(Fora que eu ja estava meio puto com certas atitudes dela, por pouco tempo juntos... e questão de namoro, que só tem em casos dos acasos, de um moto ludico de falar.. quando a lua ta alinah com jupiter, as estradas verdes , as vacas voando e cagando, os carros azuis cor de fundo de piscina e etcs...)




E eu la em um ambiente estranho... Sem a minima vontade, sou um cara que gosta de conversar e me dou bem com as pessoas, n'ao tenho problema de comunicacao.

Resumindo ficamos la das 8da noite ate a meia noite, legal n'ao tivemos um momento juntos direito... e isso ja me deixou meu puto.

Hoje domingo foi o mesmo caso,churrasco e eu tendo muita coisa para estudar... e nada da gente ficar a sos ou namorar ou algo do tipo... fiquei la novamente deslocado... Blz n'ao tenho problema de ficar deslocado mas o que me irritou bastante foi o fato de ser em aniversario de namoro... E o namoro cade? Eu me pergunto... E fiquei na minha carrancudo quieto e calado, ontem e hoje ela me perguntando se eu estava bem, e eu calaod e respodia ``estou otimo`` e hj tb me perguntando, mas a minha cabe;a la do ooutro lado preocupado com outras coisas...

Resumindo, n'ao namoramos n'ao ficamos juntos, n'ao passeamos e eu deixei de fazer o que eu queria, me arrependi e estou bastante puto da vida. N'ao sou bonzinho ou cafa, sou justo entao...

Vou ficar em casa estudar, n'ao a vou ver(ela perguntou se eu ia e disse que n'ao) pq eu sou + eu e pronto... Quer assim? tudo bem eu sou justo, n'ao tou nem ai, bem... isso [e + uma forma de desabafo... Vou estudar fazer minhas coisas, e quando terminar as provas, vou acabar o namoro e vou arranjar alguem que n'ao me deize sempre em 2 plano, pois n'ao sou homem para ficar de reserva de faculdade, amigos o que seja.. Se eu conseguir uma namorada que goste de namorar quando tiver vontade e n'aop fique com essas estorias ridiculas... Bom que se foda, n'ao tou nem ai.


valeu pela atencao pessoal, e desculpa os ascentos pq meu teclado desconfigurou e n'ao queria perder a linah de raciocionio, valeu.


obs. N'ao sejam bonzinhos e nem cafa, sejam justos e deem apenas o que elas merecem e somente isso.



Mulheres

Por Guru

As minhas vivências trazem relatos que demonstram na prática o que os conceitos apregoados por Nessahan Alita mostram em seus livros. As relações, sendo conjugais ou não, sempre estarão pautadas pela troca de interesses entre os envolvidos. Nessahan Alita apenas traz à tona os verdadeiros interesses almejados pelo homem e pela mulher. Ele desmascara falsas concepções, elucida a dinâmica da relação e destrói de uma vez por todas a já combalida idéia do amor tenro e romântico.
A realidade é só uma e indefectível. O homem em sua maioria busca nas mulheres o meio de saciar sua libido e concupiscência, à medida que a mulher procura satisfazer toda sua cupidez e reafirmar o seu poder feminino de dominação. Logo as mulheres se utilizam das fraquezas afetivas e sexuais dos homens para assim conquistarem seus objetivos escusos, fazendo isso, não raro, através de estratégias calhordas, ignominiosas e deploráveis, por mais que elas neguem veementemente tais ardis a si mesmas. As mulheres não se preocupam em utilizar os sentimentos alheios quando expostas a qualquer perigo, agindo inconscientemente. Um bom exemplo disso é que muitas colocam alguns homens na reserva para que, se abandonadas por algum macho ou passem por qualquer dificuldade financeira, se usem deles como recurso de emergência com o fim de libertarem-se dos problemas que elas, por sim mesmas, não conseguiriam resolver. Essa criatura feminina que opta pelo mal, pelas licenças morais e despautério, entregando-se aos arroubos hormonais que deveriam estar sob controle da consciência e da razão, muitas vezes possui uma chance de retratação. Entretanto, aferrada aos maus hábitos, revolve as mesmas estratégias de ordem psicológica e desperdiçam notável oportunidade que culminaria em iminente progresso moral. Eis a grande realidade nua, crua e sem atavios.

Muitos poetas, músicos e escritores devanearam demasiadamente e engrandeceram o espírito feminino sem saberem que estavam a canonizar bestas feras. Oh, se o homem estivesse cônscio do impio fado que o aguarda quando ele inicia um relacionamento, jamais se envolveria em tal empreitada e sua relação não progrediria além do intróito.

Por mais valioso que o homem seja e por mais perspícuos sejam também suas virtudes, ele sempre estará sujeito a possíveis abandonos temporários, indiferença e até mesmo ao fato de ser definitivamente trocado por outro macho que quase sempre não é superior ao primeiro. Embora um homem seja bem-sucedido socialmente, financeiramente e academicamente, ele pode ser trocado por outro que possua mais “status”, mais dinheiro ou que simplesmente seja um cafajeste. O “status” é definido pelo contexto social. Não importa a natureza, complexidade e relevância da atividade que um homem possa exercer, porque seu “status” depende mais fortemente da sua representatividade social. Dessa forma um médico emérito e intelectual, que salva dezenas de vidas e é importantíssimo para o desenvolvimento do país, pode muito bem ser trocado por um “pop star” do Rock ou por um jogador de futebol muito famoso. Isso ocorre justamente pelo fato desse mesmo jogador fazer algo que está inculcado na cultura brasileira, ser orgulho nacional e ter projeção midiática, FATO. A mulher que submete um homem famoso vê nele o motivo da sua álacre conquista e, não raro, orgulha-se disso. Não é à toa que existem histeria e desmaios em “shows” de grandes bandas, pois o delírio que os artistas provocam nas mulheres procede de sua evidência, da fama e de usufruírem a uma condição de superveniência, e não pelo que eles são em si mesmos.

O homem que é trocado por outro muitas vezes cultiva a esperança de um possível arrependimento ou remorso da sua companheira. Às vezes tal arrependimento se dá, mas é um fenômeno muito excepcional e raro. A mulher não sofrerá e nem ficará choramingando pelos cantos por ter abandonado sua antiga relação, pois elas não possuem a menor parcimônia quando trocam seu companheiro pregresso por algo que lhe parece mais fúlgido. A verossimilhança das minhas frases não advém unicamente dos livros de Nessahan, mas também é promanada pela minha experiência de vida.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Será que estamos regredindo?

Por "Homem sem nome"

Recebi este email essa semana, e acho que vale a pena passar aqui para os confrades do HH.






Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.

1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.

2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbí. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.




Cenário 2:Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.

1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.

2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinque e fica preso num presídio especial para adolescentes.




Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...

1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.

2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...



Cenário 4: Disciplina escolar

1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava umas boas broncas ou, então, nos encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho ainda nos castigava sem piedade, para "enquadrar".

2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e para consolar o filho, compra uma moto para ele.




Cenário 5: Horário de Verão.

1959: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada. Acordamos cedo e vamos às aulas, ao trabalho.

2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite e, nas mulheres, aparece celulite.



Cenário 6: Fim das férias.

1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, sem qualquer tipo de proteção, chega a hora de voltar. No dia seguinte, tudo acontece bem.

2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborreia...

Fica a pergunta ....


QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE "BANDO DE BOSTAS"?


Telmo José
Professor
Agente de Defesa Civil

Mulher boa de cama tem q ser promíscua?!!

Por Hero Hua



Uma das coisas q odeio q as mulheres ditas liberais dizem, e de homens q as apoiam, é q existe uma vantagem da libertinagem feminina, pois se vc se casa com uma dessas q já deu pra meio mundo vc terá uma esposa boa de cama.




Isso é desculpa para a putaria e para q os trouxas as aceitem. Para uma mulher ser boa de cama ela não precisa ter rodado em mil picas, pra q ela seja boa de cama, independente dela ser bastante ou pouco experiente, ou até virgem, basta apenas q ela realmente goste de sexo.



Pq mulher ruim de cama não gosta de sexo de verdade. Só o faz porque convém a elas prender o homem.

Tb não concordo muito com aquela frase "mulher tem q ser uma dama na sociedade e uma puta para seu marido". Putas costumam a fazer sexo frio em troca de dinheiro, o q mais odiamos é mulheres interesseiras e jamais gostariamos de ter uma esposa assim. O correto seria dizer q a mulher deve ser uma dama na sociedade e q na cama com o seu marido goste realmente de fazer sexo.



Um grande erro da sociedade nos tempos antigos é considerar uma mulher q goste de sexo como vadia. Ela tinha relações com o marido mas não podia manifestar q estava gostando. Como conseqüencia dessa repressão, surgiram nos dias atuais esse bando de putas feministas revoltadas q trepam com tudo o q vê pela frente, até com o poste.



A mulher deve ser considerada vadia se ela sai transando com outros homens fora do casamento, e não apenas por gostar de sexo.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

[Relatos] Mulheres casadas que traem !

Relatos chocantes de mulheres que traem seus maridos, mesmo ele sendo romantico, de bem , trabalhador, tudo que uma mulher procura , lembra? rs... Atenção não vomitem e nem quebrem os computadores.

Professora, 30 anos 
Casada há nove anos, mãe de dois filhos 



"Não é que eu seja mal-amada: meu marido é um tesouro, e vivemos muito bem. Nem penso em me separar. O fato de ter pulado a cerca e de pular novamente sempre que me der vontade não é culpa dele nem minha. A gente se casa cheio de paixão, mas o romance se desgasta, acaba o olho no olho e o frio na espinha. 

Não sou vulgar, mas já tive vários casos. Esses relacionamentos são para preservar meu lar, ficar mais feliz. Transar com o marido é, às vezes, quase uma violência, como se fosse com o pai ou o irmão. Mas fazer o quê? A união não é só sexo, tem muitas outras coisas. Posso não acreditar muito no casamento, mas acredito menos ainda na separação. Se eu pegar outro marido, vai virar a mesma rotina, e o meu é melhor que todos eles. E ele jamais imaginaria que tenho casos, porque não ando por aí me expondo. É tudo muito escondido. Tenho uma história por vez, que dura um, dois anos. Algumas vezes, me apaixono e, então, me despedaço. 

Não acho errado trair, não do jeito que faço. Tomo muito cuidado, namoro por telefone ou me encontro com ele no meio do dia, e digo que fui ao Centro. Nos vemos de 15 em 15 dias, mais ou menos, e ele sempre me deixa em uma rua bem longe de casa. Não digo que seja fácil, mas não exponho meu marido nem meus filhos. Então, vou ter culpa por quê? Fico culpada, sim, quando não tenho ninguém, quando fico infeliz. Agora, estou há um ano e dois meses em uma história bem light com alguém do trabalho. É um namorado só para me dar um pouco de alegria. 

Tenho certeza de que, quando eu ficar beeeem velhinha, isso vai acabar. Aí, se eu não for feliz, vou me contentar com a minha vida e os meus netos. Mas enquanto eu for bonita e nova não vou me enterrar." 

Profissional liberal, 50 anos 
Separada, mãe de três filhos 

"Fui casada por mais de 20 anos. Casei-me virgem, aos 22 anos, para ser de um homem só. Não estava procurando ninguém, mas tinha insatisfações: falta de namoro, de diálogo. Até então, ficava me dizendo que ele era bom pai, bom marido. Tentava me contentar com aquilo que não me satisfazia, nem como mulher. 

Então, conheci uma pessoa em uma festa, alguém próximo de nós. Foi fulminante. Fiquei mais de 12 anos com ele. Parecia uma adolescente, não dominava meus sentimentos. Ele também era casado, e nós tentávamos fugir disso, mas não conseguíamos. Por mais que tentássemos encobrir, era transparente. Com o passar do tempo, conhecidos ficaram sabendo, porque nós convivíamos juntos como casais. Éramos forçosamente amigos, porque eu não tinha nada em comum com a mulher dele nem ele com meu marido. Manipulávamos encontros para estarmos perto. É algo de que hoje me envergonho, mas era mais forte que eu. 

Meu marido desconfiava, mas não tinha coragem de enfrentar. Até porque, desde que tive outra pessoa, ele nunca mais me tocou. Pensei em me separar muitas vezes, mas ele não queria e havia os filhos. Também me preocupava com o que iriam dizer. Até que meu marido me deu a entender que sabia de tudo, e aproveitei para pedir a separação. Meses depois, ele se separou também, e nós assumimos. Foi difícil com nossos filhos e é até agora. 

Muitos ficaram contra mim, me viraram a cara. É fácil julgar os outros. Sei racionalmente que não agi certo, mas o coração me impedia. Hoje, moramos separados. Sabemos que, por enquanto, tem que ser assim. Existem dificuldades a serem resolvidas e, se forem, maravilha, porque ainda me sinto a mulher mais feliz do mundo nos braços dele." 

Advogada, 49 anos 
Casada há 25 anos, mãe de dois filhos 

"Nunca tive intenção de trair, mas quando vi estava completamente envolvida por outra pessoa. Havia descoberto uma felicidade que não tinha até então, visceral. Estava casada há mais de 10 anos, e o casamento era muito diferente do que eu imaginara. Fui feliz com este outro homem por três anos em uma relação muito prazerosa. Cheguei a acreditar que tinha encontrado a metade da laranja. 

Conheci ele na faculdade, e nos encontrávamos em horário de trabalho. A emoção era tanta que eu tinha até ânsia de vômito antes. Ele também era casado e tinha filhos. Tivemos uma amostra de felicidade, porque nossa história era mais ou menos igual, de casamentos mornos, mesmos ideais, tudo fechava. Mas sabia que não iria muito longe pelo comprometimento que tínhamos com nossas famílias e nossa educação. 

Havia também a questão financeira: ele teria que deixar bem a mulher e os filhos, e eu teria de abrir mão, por estar deixando a casa, do pouco que havia amealhado. Ficaríamos sem nada em nome do nosso amor. Ele vinha de uma família de pais separados, e eu tinha perdido minha mãe, o que pesava quando pensava nos meu filhos. Diante disso tudo, a gente se acovardava. 

Ficamos mais íntimos para poder chorar as horas que ficávamos separados e cobrar a distância um do outro. A mulher dele desconfiou e começou a pressioná-lo, assim se escassearam nossos encontros. Quando vimos que a relação dava mais sofrimento que prazer, já que nem podíamos andar de mãos dadas no shopping, decidimos acabar. Nunca mais tivemos contato. 

Meu marido já desconfiava, porque eu tinha ficado mais bonita e confiante. No meio da crise, contei tudo a ele e aos meus filhos. Precisava desabafar, e eles perceberam que eu estava sofrendo e até ficaram com pena. Disse que tivera um caso e que nunca tinha sido tão feliz, mas que não dava mais para continuar. Falei ao meu marido para fazer o que quisesse, mas ele não quis ir embora, continua comigo. Não temos mais nada, nasceu uma amizade. 

Tive uma depressão profunda, que culminou com um câncer. Acho que só hoje estou me recolocando na vida. Esse relacionamento me trouxe mais prejuízo que felicidade, mas faria tudo de novo, com mais experiência. Deixaria de lado o sentimento de posse para ser feliz por mais um tempo. Na ansiedade de tê-lo, acabava cobrando demais. Não soube ser uma boa amante. 

Hoje, meu marido eu dormimos em quartos separados, mas não penso em me separar nem em ter um novo amante. Parece que a fonte secou." 

Dona de casa, 37 anos 
Casada há 20 anos, mãe de uma filha 

"Comecei a trair depois de uns quatro anos de casada. Casei-me muito jovem, aos 17 anos, tinha uma expectativa muito grande, quase surreal. Depois, vi que todos os casamentos são iguais. 

A primeira relação que tive foi com uma amiga. Era algo assustador, e contei para o meu marido. Quis me separar, mas ele não aceitou, disse que se eu conseguisse administrar a situação, tudo bem. Comi o pão que o diabo amassou. Foram 12 anos de idas e vindas com ela, mas nesse meio tempo saía com outros homens, só para me divertir. Acho que meu marido até desconfiava. 

Há três anos, tenho um relacionamento muito importante para mim. A gente se conheceu por acaso, e, dias depois, ele me ligou para dizer que não parava de pensar em mim. Aí, a história começou. Mas eu sempre falava para termos cuidado para não prejudicarmos nossas famílias. A mulher dele teve vários problemas de saúde, e eu não queria causar a infelicidade de ninguém. 

Combinamos de nos encontrar no máximo a cada 10 dias, mas nos apaixonamos e isso não era mais suficiente. Hoje, nos vemos duas vezes por semana. Antes, tinha casos por bobeira, agora é uma troca. Então, não sinto que esteja fazendo nada errado, pelo contrário: as coisas até melhoraram em casa. E nunca fico falando mal do meu marido, só bem. 

Sinto-me melhor com meu namorado do que com meu marido, mas não penso em separação. Não consigo me enxergar sozinha nem teria coragem de separar minha filha de seu pai. Ter um caso é uma coisa, conviver é outra. Meu casamento não é insatisfatório, já que tenho esse complemento e a lacuna sexual foi preenchida. E como tenho um carinho muito grande por meu marido, não chega ser um sacrifício transar com ele. 

No futuro, penso em ter uma velhice boa com meu marido. E também com essa outra pessoa, com quem tenho um pacto de nunca me separar. Digo ao meu marido que nunca me deixe. E digo o mesmo a essa outra pessoa." 



Fonte

Mulheres podem superar os homens em racionalidade?

Este, talvez, é um dos maiores nós na ideologia masculinista. Afinal, os homens foram programados para superar as mulheres em tudo: força, inteligência, criatividade, objetividade, resistência, disciplina, moralidade e coragem. A comparação entre um homem comum e uma mulher comum beira a covardia quando mensuramos qualquer uma dessas características. Somos natualmente melhores em tudo!

Mesmo assim, o questionamento persiste. Pode uma mulher superar os homens naquelas características em que eles são naturalmente melhores? A resposta é SIM! Elas podem, sim, ser mais fortes, mais inteligentes, mais criativas, mais objetivas, mais resistentes, mais disciplinadas, mais éticas e mais corajosas! Provas do que eu estou escrevendo estão por toda a parte! No seu trabalho, na sua faculdade, na sua roda de amigos, etc. sempre haverá, pelo menos, uma mulher que supere os homens em alguma dessas características!

Só que existe um porém nisso tudo: a super-habilidade feminina sempre será uma característica ARTIFICIAL. Lembre-se bem: homens são NATURALMENTE melhores em tudo! Para superar um homem, a mulher irá precisar de MUITA DISCIPLINA, MUITO ESFORÇO e, principalmente, deverá NEGAR QUASE TODA A SUA NATUREZA FEMININA! Resumindo: mulheres que superam homens perderão, fatalmente, sua feminilidade.

Na prática, significa que a mulher terá de abrir mão dos seus encantos para superar os homens. À medida que ela se torna mais racional, mais objetiva, ela se tornará MENOS ATRAENTE para os homens. Ela verá cada vez mais homens a admirando por sua "inteligência", pelo seu "destaque"; em contrapartida, cada vez menos homens irão se excitar com o corpo dela. E, o mais provável, cada vez mais os homens a tratarão como a um igual (como a um homem).

Não foi uma nem duas vezes que observei mulheres em cargos altos. O mais engraçado é que eu, como homem, não conseguia ter, por elas, a mesma atração física que sinto por meras estudantes, meras atendentes de loja, meras recepcionistas. Quando cheguei a ter alguma atração por uma destacada, eu observei melhor e percebi que ela não tinha nenhuma inteligência, nenhum destaque, nada. Ela só estava naquele cargo porque abriu as pernas para o chefe.

Este é o preço que a mulher paga por superar os homens. Depois que elas percebem a burrada que fizeram com suas próprias vidas, elas começam a se comportar de forma patética. Tentam voltar a se comportar como menininhas irresponsáveis, tentam conversar com voz fina (até a voz engrossou), tentam ser menos autoritárias com os subordinados, colocam roupas justas e saias acima do joelho (ficam horrorosas), entopem a cara de maquiagem. Ficam parecendo verdadeiros espantalhos!

Homens foram programados para proteger. Nada satisfaz mais um homem que colocar seu instinto protetor em prática. Homens chegam ao ponto de morrer felizes se souberem que o fizeram para proteger a amada. Por isso, as burras, as frágeis, as emocionais sempre fazem sucesso entre eles.  Fazem sucesso porque despertam o instinto protetor masculino. Na cabeça deles, uma criatura tão patética, tão indefesa precisa ser protegida. 

Ele não busca uma super-mulher que supera ele em tudo. O homem até admira uma mulher racional, inteligente e lógica. Ele gosta de dialogar com uma mulher inteligente; mas sem conotação sexual! A admiração do homem se limitará a uma mera admiração! Nada mais que isso! Ele, simplesmente, não quer transar com ela!
Condoleeza Rice nua! E aí? Sentiu tesão na coroa?

Outra grande verdade: mulheres tidas como "duronas" costumam adoecer mais. Repare bem no seu trabalho quem costuma adoecer mais. O preço que a mulher paga por superar os homens parece não se limitar só ao campo afetivo/sexual. Mas até a saúde dessas super-mulheres parece ser mais afetada.

Para o homem, o trabalho é gratificante. O melhor momento da vida de um homem é a hora do sexo. O segundo melhor momento é o trabalho. Enquanto isso, o trabalho parece ser degradante para elas. 

Pensava eu que as reclamações das colegas de trabalho fossem por puro vitimismo. Engano. Elas realmente sofrem com aquela atividade. Se você parar para observar, com o passar dos anos, elas vão se acabando naquele serviço. Envelhecem mais rápido que as demais. E, muitas vezes, quando finalmente chegam lá, elas estão sozinhas, criando gatos. Quem vive se queixando de doenças ocupacionais? Quem é mais afastado por problemas de saúde? Quem se estressa mais? Homens ou mulheres?

O sucesso feminino tem um preço a pagar. Disso, não tenho dúvidas.

Tímidos de hoje = Futuros CSP de amanhã

Por Conservador

Caros confrades, alguém já reparou na relação entre tímidos e CSP?

Os tímidos são homens que não enquadram no conceito de manginas, uma vez que a sua personalidade introspectiva não permite bajular mulheres em busca de uma possível chance de relacionamento. Então os tímidos passam a ser celibatários involuntários(não exite tímido destacado) e muitos vezes por isso se apegam ao desenvolvimento profissional e financeiro como forma de atrair as mulheres e facilitar o seu trabalho.

Porém o que eles conseguem atrair com isso são balzacas micareteiras, mães solteiras e todo tipo de mulher desesperada para se encostar já que o poder de barganha delas não é mais o mesmo.

Mediante a inocência dos tímidos devido a falta de contato feminino no começo de sua juventude, eles se tornam presas fáceis pois a menor demonstração de afeto feminino dessas balzacas já lhe é suficiente para se apaixonar e viver o tão esperado conto de fadas da juventude. Tornando-os assim os CSP da vez.

Tímidos não conseguem entender que são invisíveis aos olhos femininos quando as mesmas possuem poder de barganha, eles pensam que o problema é tão somente a sua timidez e precisa só de outras maneiras para compensar isso.

Se eles não forem avisados da real será só questão de tempo para a transformação de tímidos em CSP, um dos maiores inimigos da REAL pois premiam a mulher pelos seus erros quando mais novas.