sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Resposta a uma misândrica

Por Augusto


Pessoal, recebi um scrap em meu perfil de uma pessoa chamada Laura. Eis, na íntegra, o que ela escreveu:

"A mulher tb contribui com uma merda chamada cromossomo X que todo macho, mesmo que não queira, tem.Além de ter que aguentar por 9 meses um ser desse na barriga e a merda da dor do parto, pra no fim, virarem homens escrotos que nem Vcs, que só servem pra criar comunidades escrotas que nem essas e falar merda sobre nós."




E aqui está o que eu respondi para ela.

Laura, obrigado pelo scrap. É sempre bom obter um feedback daquilo que escrevo. No entanto, creio que você escreveu algumas inverdades, de modo que tomei a liberdade de analisar algumas coisas que você disse. Aguardo sua resposta para continuarmos a dialogar. Abraços.

“A mulher tb contribui com uma merda chamada cromossomo X” – primeiramente, em nenhum momento me referi ao cromossomo X como sendo uma, em suas palavras, ‘merda’.

Apenas procurei citá-lo de modo a levantar a questão de que, não fosse esse cromossomo oriundo de origem paterna, não haveria o ser denominado mulher. Ou seja Laura, a meu ver você pode até odiar os homens, mas não pode negar que sem esse cromossomo você nem sequer existiria.



Fatality





Outra coisa: se o cromossomo X é, em suas palavras, “...uma merda...”, e você, que é mulher, possui dois deles formando todo o seu material genético, o que isso faria de você?

“...que todo macho, mesmo que não queira, tem.” – verdade Laura. Todo homem possui, em seu genoma, um cromossomo X, algo que, entre outras coisas, determina o lado feminino da natureza masculina, ou na linguagem dos psicólogos Junginianos, a porção anima do homem que complementa a porção animus deste.







Creio que você tenha compreendido mal meu argumento. Em nenhum momento fiz citação ao fato de não apreciar este cromossomo X que faz parte de meu DNA, bem como referências ao fato de que “machos se recusem a admitir a existência de um cromossomo X em suas células.” Talvez isso seja verdade para muitos misóginos/machistas, mas te asseguro que este não é, nem será, o meu caso.

“Além de ter que aguentar por 9 meses um ser desse na barriga e a merda da dor do parto...” – Grifei estas partes por dois motivos:

1- Pode ser que para você a gravidez resuma-se a “ter que agüentar” e “a merda da dor do parto”, mas leve em consideração, quando você realizar os seus argumentos, o fato de que existem pessoas que pensam de forma diferente.

2- Os termos que você utilizou: “ter que agüentar”, “um ser desse”, deram, ao meu ver, um sentido de peso à sua sentença, beirando ao preconceito (discriminação) sexual. Afinal, “ter que agüentar... um ser desse”, beira a algo que se faz com extremo desgosto. Logo, você poderia facilmente ser processada por preconceito de sua parte para com o meu sexo: misandria.

Pode ficar tranqüila que não tenho interesse em processos ou quaisquer outras questões legais voltadas para essa área. Apenas certifique-se em escolher as palavras com mais cuidado quando estiver fazendo uso do Ethos, Pathos eLogos.



“... pra no fim, virarem homens escrotos que nem Vcs...” – Aqui, ao meu ver, você cometeu o erro da generalização, ao afirmar que, “no frigir dos ovos” (popularmente falando), todos os homens possuem apenas um destino: tornarem-se, em suas palavras, escrotos (um termo bem pejorativo, diga-se de passagem).

“... que só servem pra criar comunidades escrotas que nem essas e falar merda sobre nós.” – novamente, a generalização em suas palavras. Porém, te asseguro de que nós homens fizemos e fazemos mais do que procurar, supostamente, difamar o sexo feminino. Somos responsáveis sim, por fatos dos quais não devemos nos orgulhar, mas te asseguro de que estamos aquém destes hábitos.

Por último Laura, espero sinceramente que o ódio que você sente de nós homens possa um dia deixar de existir, uma vez que homens e mulheres não surgiram para serem adversários ou para odiarem-se, mas sim no intuito de, ao perceberem as suas próprias limitações, tenham a consciência e a maturidade necessárias para admitirem a si mesmos que só estarão completos ao se unirem.

Agradeço a atenção.

Atte,

Augusto.

[Relato] Reflexões pós-primeira vez.

Por VermeInsolente

Olá amigos.

Há tempos atrás decidi perdir a virginidade com uma puta , já que não tava afim de ficar esperando "a hora". E também pra adquirir mais experiência...

Estava nas últimas já. Tendo ereções no ônibus, pensando em sexo selvagem com toda mulher que passava na minha frente, dando muita atenção para vadias de meu convivio, olhando toda vadia que passava ( discretamente pra n inflar o ego ).

Fui lá fiz sexo pronto. Mas o mais interessante veio depois: Comecei a pensar e refletir sobre várias coisas ... 

Apesar de ser virgem, sabia que sexo não era lá essas coisas todas, mas quando fiz sexo achei menos ainda. Ou seja, mesmo ACHANDO que sexo não era lá essas coisas todas, só fazendo pra realmente ver que NÃO É LÁ ESSAS COISAS MESMO. Ficou meio confuso essa porra n foi? 

Fiquei meio revoltado depois.
Bem depois que trepei lá comecei a pensar: " É só por causa disso que eu faço tratamentos caros pra espinha" " É por causa disso que eu me mato de treinar pesado na academia " ( Não que eu só faça academia pra conseguir sexo, pq se fosse assim depois de ter feito sexo pela primeira vez eu teria largado academia imediatamente pq o meu esforço na academia seria muito maior em relação ao suposto brinde:sexo. ) "É por causa disso que eu perdia meu tempo em merdas de balada?"

Depois comecei a analisar as meninas ao meu redor, E eu comecei a pensar: Puta que pariu, essas meninas bem medianas de corpo, magras, são uma frescura do cacete, se acham as fodas desejadas... "eu não acredito que ficava gastando meu tempo tentando conseguir algum rolo com essas meninas... ( estava pensando isso pq a puta era superior a todas meninas de meu convivio, em corpo, gostosura, beleza )

Daí do dia que trepei até uns 7 dias depois aconteceram coisas "incriveis", parei de pensar em mulher o tempo todo por 1 semana, parei de ficar tendo ereções o tempo todo, me concentrei mais em minhas atividades ( estudos, treinos ), passava alguma gostosa meus amigos diziam "eita porra q gostosa olha olha" e eu nem tinha notado a presença dela, quando vinha alguma vadia com joguinhos cortava logo sem dó e ela achando que "eu que estaria perdendo", talvez até tivesse, mas eu não tava é nem aí, sentia não precisar de mulher nenhuma pra nada naqueles momentos

Via alguma vadia mais nova que eu magra, com shorts atolados, olhava pra ela e log pensava ( kkk comi uma melhor que tu, te fode ai! ). Talvez isso fosse coisa do ego, mas de certa forma me deixaria + desapegado em relação a isso.

Essas sensações duraram 1 semana, quando minha testosterona voltava ao normal, e logo já voltava a me sentir dependente de vadias ( sexo ) de meu convivio. E voltou tudo ao normal, voltou a necessidade de sair pra pagar de social, voltou a vontade de ir em balada, ficava admirando vadias na rua ( sem inflar o ego ).

Agora fico eu pensando se pudesse ter sexo 1 vez por semana ( seria melhor com uma top, mas pra ser top teria que ser uma GP, pq medianos nao saem comendo tops por ae ), como seria minha vida? Como seria ter essa sensação de independencia do sexo feminino, eternamente?

:adeus:

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Mulheres , inteligência e emoções

Por Lemmy

A história da modelo britânica Katie Piper revoltou o mundo em 2008. Ela foi atacada por um homem, pago pelo seu ex-namorado para jogar ácido em seu rosto. A modelo ficou desfigurada, perdeu a visão no olho esquerdo e passou 12 dias em coma. Pouco mais de três anos depois do ataque e após 80 cirurgias para recuperar suas feições, Katie fez uma aparição surpreendente esta semana em uma cerimônia de premiação da TV britânica (foto ao lado).

O “namorado” de Katie, Daniel Lynch, já havia praticado uma agressão semelhante antes, ao jogar água fervendo em um homem. A violência contra Katie foi inexplicável. Duas semanas após se conhecerem pelo Facebook, Lynch estuprou e espancou Katie em um quarto de hotel. Dois dias depois, pediu que ela se encontrasse com ele para ler uma mensagem que ele teria escrito para ela. Na saída do encontro, o homem pago por Lynch atacou a modelo. Nas fotos no fim do post, como Katie ficou e como ela era antes da agressão.

Prestes a completar 28 anos, Katie agora está à frente de sua própria fundação, dedicada a pessoas que sofreram desfiguração. Estrelou um documentário sobre sua história e escreveu uma biografia. O namorado e o sujeito pago por ele para atacar Katie estão presos e devem cumprir no mínimo 16 anos e 12 anos de prisão, respectivamente. 

Foto atual da modelo . 



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Foto do cara 

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Nobres guerreiros da real , como uma mulher dessas fica com um cara desses ? 
O cara conheceu ela pelo facebook , chegou , já comeu de cara , meteu a porrada , fez de tudo e mesmo assim ela topa se reencontrar com o malucão ... 

Essa não pode reclamar que ele é ''esquecível'' , mas não pode dizer que ele era imprevisível pois era claro que ele ia fazer algo do tipo ... 

Enquanto isso vários homens de bem foram taxados de frouxos , de fracos , de chatos e etc ... MESMO SENDO MAIS RICOS , BONITOS E HONESTOS DO QUE ESSE CARA ... 
E a mídia mundial não responsabiliza a modelo por nada ...

Em breve os libertos serão milhões .
Continuemos a espalhar a a real , que é triste e fria mas ao menos existe .

Leiam O Blog. http://guerreirodareal.blogspot.com/

Participem da Comunidade:
Movimento Masculinista Da Real: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=111859803

Lemmy Kilmister

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Síndrome de Sherlock Holmes e o extremismo.

Assim como nos acontecimentos sociais, a real possui o seu lugar no ditado “Muda o local, mudam os personagens, mas o contexto ou a história continua a mesma”. Cada um tem a sua por aqui. Uns reagem de forma agressiva, outros ficam indignados. Outros até fazem cara de quem chupou limão e não gostou. Essa é tão falada “fase da revolta”. Hoje vou tratar de um comportamento derivado dessa fase bem mais comum do que parece. Denominarei esse fenômeno de “Síndrome de Sherlock Holmes”.

Conhecer a real é um processo doloroso. Não existe NINGUÉM que tenha passado pelo processo de leitura de Nessahan Alita sem ficar baqueado. Assim como também está para existir seres que tenham absorvido a real em três dias ou uma semana. Não diferente destes anteriores, são mitos aqueles homens que jamais cometeram erros mesmo após a real. Afinal, sejamos honestos, você pega a sua vida e joga pela janela. O seu muro das lamentações, conquistas, pensamentos, DESMORONA na sua frente sem o menor tempo para agregar tudo aquilo. É tudo de uma vez só. TODOS, sem exceção, passaram pela “fase da revolta”, tão bem frisada pelos membros mais antigos.

Essa “fase da revolta” tem suas controvérsias. Alguns, por pura imbecilidade, terminam por virar misóginos. Esses daqui eu nem perco meu tempo, pois bom-senso é um dom e estes não foram agraciados. Já os seres humanos sensatos e comuns ficam indignados, pois fizeram papel de palhaço por um tempo considerável e descobriram isso há pouco tempo, a revolta é compreensível e razoável. E por fim, existe um terceiro grupo a ser discutido, os Neo-Sherlock-Holmes-extremistas da real. Nome extenso, cheio de graça e todo pomposo. Quem é leigo até acha que estamos falando de profetas. Muito pelo contrário, esses daqui por receio de voltar à condição de palhaço, entram na síndrome que já mencionei acima.

Aí vocês me perguntam:

“Afinal, o que é essa PORRA de Síndrome de Sherlock Holmes? fale logo caralho!”

A definição é simples. É ser extremista ao extremo (é, pleonasmo mesmo) e tentar ver a real até na merda que ele caga todo dia depois do almoço. Sim, a real está presente em tudo e eu concordo. Só que, sem extremismos. O cara interpreta um “Arruma seu quarto muleque!” vindo da própria mãe, como uma forma de se subjugar ao sexo feminino e assim financiar o feminismo. Ou até mesmo no processo de conquistar uma mulher como ser mangina por entreter alguém ou coisa parecida. Além desses dois, vem o pior deles. O camarada passa a se trancar no quarto e então a fazer análises profundas sobre as teorias do caos, conspiração contra TODOS os comportamentos femininos, masculinos, caninos, felinos e por fim, marcianos. QUALQUER COISA é motivo para indignação e reclamação.

"Usou o adjetivo diferenciada logo após o substantivo mulher... MANGINA SAFADO!"

"Saiu com os amigos. Local: Balada. É UM IMBECIL!"

A polarização, assim como manginas e feministas, é combatida sem dó pois ela é feita de forma irracional. Nunca é considerado o contexto. É uma simples decisão binária. Tudo bem, é claro que é razoável se abster de relações sociais mais intensas por um determinado período. É uma autodefesa compreensível e até recomendada. Contudo, o guerreiro da real não pode ficar preso nessa etapa por 10 anos. A proposta é LIDAR com as mulheres, os homens, enfim a sociedade. Não FUGIR deles. Não existe argumentação razoável para justificar esse tipo de comportamento. É como assinar um atestado de “sou um bundão e não agüento viver em sociedade”. É isso mesmo que você, neo-shelock-holmes-extremista da real quer para o seu futuro? Pesar 200 kgs, feder a merda e não se relacionar com ninguém? Acho que não.

Lembre-se, a real te dá poderes. Não adianta querer mais voltar atrás. As relações sociais passam a ter uma análise mais profunda mesmo. Adapte-se a isso. Porém, seja sensato e use-os para seu benefício. Virar um monstro no porão não é a solução. Saia da cadeira do computador e desenvolva-se. A real é o artifício do homem sensato, digno, honrado e acima de tudo, vencedor. É esse o verdadeiro sentido do “guerreiro da real”. E não um zé roela que fica teorizando tudo e não coloca nada em prática.

Um agradecimento a REAL.

Por Slocum

Galera, to meio sem inspiração pra escrever hoje, mais amanha vou estar sem net então, vou escrever hoje mesmo.

Fiquei por alguns dias ausente do forum.


Mais não foi atoa, nesse tempo consegui finalmente um emprego na area que me formei, o salario é otimo e a carga horaria tambem, o unico problema é que vou ter que me mudar, consegui trabalho em uma cidade a 240 Km da minha ... ou seja, vou me mudar pra uma republica, fazer minha propria comida, lavar minha propria roupa, e andar quase 1 hora entre ida e volta pro trabalho.


E isso é necessário porque na cidade onde moro é muito pequena e não tem emprego na minha área de Atuação. 
Antes de conhecer a REAL, eu tenho certeza que não teria o pscologico masculo que tenho hj, e não toparia essa nova etapa da minha vida.


Sempre fui muito mimado e por isso na hora de alguma dificuldade eu sempre recuava.


Mais depois que conheci a REAL me tornei um HOMEM de verdade, consegui absorver toda a masculinidade e virilidade dos Livros, Blogs, e o forum, e por isso hoje tenho "peito" pra enfrentar essa nova etapa em minha vida.


A partir de amanha vou estar me mudando de vez, e la eu vou ficar um bom tempo sem internet, pelo menos até eu me estabilizar, mais com certeza, vou levar todos os ensinamentos másculos que aprendi com a REAL pro resto da minha VIDA! 


Depois de todos os ensinamentos que apendi aqui, me sinto Viril e pronto pra qualquer desafio que eu posso vir a enfrentar.

Quero agradecer a todos mais principalmente ao Silvio, Doutrinador, Cobra, Travis, Mó Humirde, War, kenshiro, Don Vito Corleone, Sr X, Ulysses .. Enfim, desculpe aos que eu esqueci, esse sabado foi muita correria, e estou muito cansado, queria poder ter escrito isso aqui em um hora melhor. Enfim.

Muito Obrigado a todos.
Cuidem muito bem desse nosso forum, nós temos um trunfo aqui, espero que consigam resgatar mais e mais EGOS MASCULINOS assim como fizeram comigo.

Valeu galera, Até outrora.
Fiquem com DEUS!

[Relato] Meti a real nas mães solteiras

Por Don Vito Corleone


Confrades, estava conversando com um colaga de sala e ele me disse que terminou com a 'ficante', ele disse que ela não queria beijar ele e nem nada disso, queria apenas ficar de mãozinha dada e conversando, então disse que ele estava totalmente certo, e que com 18 anos elas querem dar a buceta apenas para cafajestes maconheiros, mas quando a idade chega elas vão atrás dos trouxas bonzinhos.

Nisso 2 mães solteiras se envolvem na conversa, uma delas tem 30 anos e é extremamente arrogante e já chegou dizendo :

Tá certa mesmo, quando eu era jovem eu dei muito, dava cada dia pra um diferente e bla bla bla tem que aproveitar a vida! E a outra mãe solteira gorda concordando com tudo (detalhe: essa conversa foi em voz alta, a sala inteira ouvindo)

Eu já sem paciencia mandei : Sim, Mulher quando é jovem aproveita a vida mesmo ... Mas quando a idade chega viram todas umas solteironas com um filho pra criar! 

Nisso uma delas falou : Eiiii, eu estou solteira por opção! Arranjo um homem a hora que eu quiser 

E eu só fiz aquela cara de ' Aham, eu acredito' 

Dai pro fim da aula, uma das mães solteiras ficou roendo as unhas e com cara de depressiva HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Mãe solteira de cu é rola, o raça arrogante!
Sai de tua infância amigo, acorda!

Competitividade move o mundo

Eu já li algumas teorias mirabolantes sobre o verdadeiro sentido da vida. Alguns dizem que o objetivo de nossas vidas é ficar rico. Outros dizem que o objetivo é "lutar para construir um mundo melhor". Tem, também, os que defendem que o nosso objetivo de vida é gerar filhos, e tem até os que defendem que, na verdade, o nosso objetivo de vida é obter sexo. Para os religiosos, nosso objetivo de vida é a "salvação eterna", ou algum tipo de "prêmio divino pós-morte".

Embora cada uma dessas teorias tenham lá a sua razão (eu sou religioso), eu acredito que, na verdade, o nosso principal objetivo é competir. Sim, enquanto há competição, a vida tem algum sentido. Acabou a competição, acabou o sentido da vida.


Você já parou para analisar que os momentos de sua vida que você se sentiu mais "vivo", mais "empolgado", foram justamente aqueles em que você estava competindo? Desde uma simples partida de futebol até uma vaga de emprego em uma multinacional, a competição, em si, é o que nos dá força para continuar seguindo em frente. É a competição que nos impele a melhorar, a nos superar, enfim: a competição é tudo para nós!

Quando eu era mais novo e morava em uma cidadezinha do interior, de frente para a minha casa, tinha um boteco. No tal boteco, sempre tinham alguns velhinhos sentados em uma mesa jogando xadrez. Eles jogavam dia e noite, e chamavam a atenção de todo mundo por causa das disputas. Eu, mesmo, uma vez arrisquei desafiar um deles. Não preciso dizer que perdi feio para eles! Lição que tiramos: mesmo pessoas de idade, que, supostamente, já fizeram a "sua parte" e que só querem descansar, precisam estar competindo de alguma forma.

A competição está em todos os lugares. Crianças competem entre si nas suas brincadeiras. Alunos sérios competem entre si para ver quem "termina a prova mais rápido", ou quem "tira a maior nota". Os eventos que fazem maior sucesso são justamente aqueles em que há algum tipo de competição, onde o vencedor receberá um excelente prêmio. 

Mesmo onde ocorre trabalho em grupo, existe competição. Sempre tem aquele que quer se destacar entre os companheiros, o jogador que quer receber os méritos sozinho, o empregado que quer ver seu trabalho visto a despeito dos demais.


Uma vez, li no site do William Craig que ele dá palestras, escreve livros, faz vídeos, mas nada traz mais audiência para o trabalho dele que os famosos DEBATES COM ATEUS! Nesses debates, a disputa de argumentos é feroz, e um tenta, a todo custo, desmoralizar o outro. As pessoas de ambos os lados vibram com os debates, e alguns (como eu) só chegaram a conhecer o trabalho dele justamente através desses debates ferozes.

Como já dito, no mercado de trabalho (tanto faz se falamos de empresários e trabalhadores), a competição é constante. Por causa da competição, a tecnologia avança a uma velocidade inacreditável. As empresas, no afã de engolirem as concorrentes, elaboram aparelhos cada vez mais sofisticados e que trazem maior comodidade aos consumidores, pelo melhor preço. Empresas sem espírito de competitividade estão fadadas a desaparecerem do mercado, enquanto as empresas competitivas se tornam mega-corporações.

Até mesmo no lazer estamos acostumados a competir. Esportes, video-games (o que é mais emocionante: uma partida contra jogadores humanos ou contra o PC?), enfim, qualquer brincadeira se torna mais divertida se houver competição no meio.

Na minha infância, eu adorava esmagar outros jogadores no Mortal Kombat.

Muito embora a competição esteja impregnada nos nossos instintos, o marxismo parece ter a clara intenção de eliminá-la. Os movimentos sociais, ao invés de apontar o dedo na cara das pessoas e dizer: "Vá lá e derrote-o, se quiser conquistar alguma coisa"; eles dizem: "Tadinho de você. Sofre preconceito por causa do sexo, da cor, da religião/ateísmo, da orientação sexual. Pode deixar, que eu vou lá facilitar tudo para que você vença aquele opressor infeliz!". De outra forma, o que você me diz a respeito de cotas para mulheres, para negros, gays, etc? Por acaso, eles não teriam competência suficiente para disputar com o homem branco e heterossexual por melhores condições de vida? Porque é a impressão que passa: se eles precisam de ajuda para vencer na vida, é porque são fracos demais para conseguirem sozinhos, e, aí, precisam de um empurrão. Ou, em outras palavras: precisam fazer uma "trapaçazinha" para vencerem, já que são inferiores...

As pessoas que se envolvem com esses movimentos não percebem que, ao se meterem nessas questões, eles estão tolhendo o espírito competitivo, ao passar a imagem de que, se fulano é negro, gay ou mulher, só poderá vencer na vida se for ajudado pelo movimento social. Sabemos que as coisas não funcionam assim. Se fulano ou ciclano não atingiu seus objetivos de vida, a culpa é dele e somente dele! Faltou competência, faltou força de vontade, sei lá!

Eu não sei você. Mas, para mim, receber qualquer tipo de ajuda é humilhante! Qualquer tipo de ajuda! Se eu estou competindo com alguém melhor ou mais forte que eu e percebo que ele facilitou para que eu vencesse, cara, eu me sinto profundamente ofendido! Chego a brigar com o sujeito por ter facilitado as coisas para mim! Nada dá mais gosto de vitória do que você saber que venceu sem precisar de ajuda do seu adversário! É gratificante saber que ele usou todos os recursos, toda a sua habilidade e perdeu para você mesmo assim!

Mulheres discordam de mim, rs

Ok, perder também é humilhante. Aquela história de que "o importante é competir" é uma mentira do politicamente correto. O importante é VENCER, não competir! Outra mentira pregada por aí é que nós devemos aprender com nossas derrotas. Cara, ninguém aprende nada com derrota. A única lição que tiramos da derrota é que "perder é ruim!". Se você vai entrar em uma competição qualquer, pode até ser que você perca lá na frente. Mas não é por isso que você vai ficar considerando essa possibilidade. Você deve entrar na competição com a intenção clara de vencer seu adversário!


Mesmo assim, é preferível perder a ter uma vitória facilitada. 

Essa, provavelmente, é a maior diferença entre o movimento da Real e os demais movimentos sociais. Aqui, nós não queremos facilitar a vida de ninguém. Não queremos criar bloqueios jurídicos e culturais (assim como feministas e gayzistas fazem) para que nossa vitória seja facilitada. Ao contrário: ensinamos os homens a serem mais competitivos para que eles vençam por si só. Sem ajuda, sem facilitações, sem trapaças: apenas ele e seus próprios desafios!