20 centavos
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Feminista declara que gosta de ser torturada no sexo
Quando conheci Doug em um site de relacionamentos, em 2005, nós tínhamos 26 anos e vivíamos em Washington, D.C. Os dois recém-saídos de relacionamentos sérios, os dois com uma jornada de trabalho longa em empregos que amávamos. Em nosso primeiro encontro, embora tivéssemos apenas nos beijado, ele disse que eu não seria mais a mesma quando ele fizesse sexo comigo. Eu sabia que ele estava certo – eu só não sabia o que aquilo significava. Nenhum de nós sabia.
Doug era alto, tinha olhos e cabelos escuros, mas não foi a aparência dele que me conquistou. Ele era esperto, confiante e engraçado. Nós namoramos por alguns meses e tivemos sexo intenso do tipo “baunilha” (termo usado pelo personagem Christian Grey, de “Cinquenta Tons” para descrever o sexo tradicional).Existia um magnetismo entre nós, uma atração que me consumia. Eu passei a sentir uma entranha necessidade de tê-lo, e isso o afastou de mim.
Muitos meses se passaram depois que terminamos, mas eu não conseguia tirar Doug da cabeça. Passei a ter fantasias como nunca tinha tido com outro homem: eu queria que ele me dominasse. Já tinha ouvido falar sobreBDSM — bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo, mas não sabia muito sobre o assunto. Curiosa sobre meus novos sentimentos, fiz algumas pesquisas na internet. Em um site encontrei imagens de mulheres amarradas e chicoteadas, em outro, uma menina deitada no chão respondia para um homem, de pé sobre ela, a quem ela pertencia. A resposta: ele! Tudo ficou claro, mas eu ainda me sentia confusa. Não era bizarro eu, orgulhosamente feminista, gostar de uma coisa tão degradante? Eu jamais ficaria com um homem que me maltratasse. Como podia gostar disso, então? Ainda sim, eu continuei pesquisando. Entre alguns cliques, encontrei, sem querer, o perfil de Doug. No começo, fiquei muito chocada, mas depois fez todo sentido: essa era a nossa conexão. Mandei uma mensagem: “Não sabia desse seu lado”.
“ELE ME PEGOU POR UMA MECHA DE CABELO E ME MANDOU FAZER SEXO ORAL. E EU ADOREI"
No começo, nós nos escrevemos de forma casual, nos atualizando sobre as vidas um do outro. Nosso interesse mútuo em BDSM surgiu devagar, durante trocas de e-mails e telefonemas. Ele fez uma brincadeira sobre um jeito de me fazer gritar e eu disse, confiante: “Me mostre!”.
No começo, nós nos escrevemos de forma casual, nos atualizando sobre as vidas um do outro. Nosso interesse mútuo em BDSM surgiu devagar, durante trocas de e-mails e telefonemas. Ele fez uma brincadeira sobre um jeito de me fazer gritar e eu disse, confiante: “Me mostre!”.
Eu aprendi que o BDSM é mais do que sexo violento. Em um relacionamento D/s (dominante/submisso), você tem que confiar um no outro - emocionalmente, mentalmente, espiritualmente.Um Dominante, ou "Dom", tem o "poder", e ele só pode ir tão longe quanto sua submissa, ou "sub", permitir. Não é abuso, é consensual. Doug deveria escrever, "Como você se sente sobre um cinto? Confia em mim para fazer qualquer coisa com você?"

Ele veio até em casa para tentar uma sessão de BDSM. Sentamos em sofás diferentes, um de frente para o outro, e eu estava inquieta e nervosa. Pensava: “E se eu não gostar da dor tanto quanto da ideia de sentir dor?” Então Doug levantou-se, elevando-se sobre mim, e me pegou por uma mecha de cabelo. Ele me mandou fazer sexo oral, mas só queria descobrir se eu era obediente. Ele usou um cinto, deixou vergões nas minhas costas, coxas e parte inferior. Doeu muito, mas eu estava completamente ligada. Eu não tinha controle. E eu adorei.
Depois disso, chorei, esmagada pela forma crua e repentina como tudo tinha acontecido. Nós nos encontramos mais algumas vezes para sessões semelhantes, mas Doug se afastou. Eu estava apavorada. Não pela dor, mas pela forma intensa de como eu dirigia meus sentimentos a ele.
“ELE DISSE PARA EU TIRAR MINHAS CALÇAS. E EU OBEDECI”
Quase dois anos se passaram antes de eu vê-lo novamente. Nós tínhamos casado com outras pessoas, seguido com nossas vidas. Quando Doug mandou uma mensagem contando que estava se mudando para Boston, eu concordei em encontrá-lo para uma bebida. Disse a verdade ao meu marido, com quem partilhava uma relação muito honesta. Assim que vi Doug, senti que aquela nossa conexão obscura ainda existia. No fim do encontro, ele me acompanhou até o carro e nos beijamos. Ele disse para eu tirar minhas calças. Eu obedeci. E nós voltamos para a mesma situação de quando havíamos nos visto a última vez. Ele partiu para Boston com sua mulher na manhã seguinte. E assim, mesmo com a longa distância, a nossa relação D/s extraconjugal começou.
Quase dois anos se passaram antes de eu vê-lo novamente. Nós tínhamos casado com outras pessoas, seguido com nossas vidas. Quando Doug mandou uma mensagem contando que estava se mudando para Boston, eu concordei em encontrá-lo para uma bebida. Disse a verdade ao meu marido, com quem partilhava uma relação muito honesta. Assim que vi Doug, senti que aquela nossa conexão obscura ainda existia. No fim do encontro, ele me acompanhou até o carro e nos beijamos. Ele disse para eu tirar minhas calças. Eu obedeci. E nós voltamos para a mesma situação de quando havíamos nos visto a última vez. Ele partiu para Boston com sua mulher na manhã seguinte. E assim, mesmo com a longa distância, a nossa relação D/s extraconjugal começou.
Com 500 quilômetros entre nós, mantivemos contato por e-mail, mensagens e Skype. Como o BDSM é muito mais que apenas sexo, Doug pode ainda ser meu Dom, mesmo de longe, concentrando-se mais no controle psicológico. Eu escrevo que estou saindo para correr, e ele me diz que não vou. Via Skype, ele me vê chegar perto de ter um orgasmo e me faz parar. Ou ele não fala comigo porque, com a distância, esse é um dos únicos jeitos de eu sentir a dor de sua decisão sobre mim.
Nós sabemos que o que estamos fazendo não é justo com nossos cônjuges, mas, felizmente, sou capaz de ser honesto com meu marido. Tivemos uma conversa há anos e concordamos em ter um casamento aberto. Eu amo meu marido - e eu adoro fazer sexo com ele, mas de uma forma totalmente diferente. Doug é o meu lado escuro e meu marido é minha luz. Para Doug que não é tão fácil. Sua mulher não tem ideia sobre esse lado dele.
Recentemente, fui até Boston para um longo fim de semana, quando a mulher de Doug estava fora da cidade. Ele chegou no meu hotel e me fez sentar nos meus joelhos, enquanto me batia com o cinto. Em um relacionamento D/s, você precisa confiar em outro ser humano de uma forma rara. Um dominador é intoxicado por alguém que está disposto a confiar muito dele. Uma submissa é intoxicada pela rendição - e não porque é fraca. Sobreviver, resistir, é uma proeza. Eu sei que é estranho, mas sinto que se posso fazer isso, consigo fazer qualquer coisa.

“SUBMISSAS NÃO SÃO CAPACHOS. ESTAMOS APENAS EXPRESSANDO UM FETICHE QUE MUITAS PESSOAS TÊM MEDO DE COMPARTILHAR”
Doug é agora um empresário completamente conservador. Ele vive em uma casa enorme em um subúrbio de Boston, joga golfe, pilota aviões e corre maratonas (é embaraçoso e difícil admitir, mas Doug se parece muito com Christian Grey). Mas a verdade é que me sinto mal por ele. Não poderia imaginar uma vida dupla como ele faz. E eu me sinto culpada por sua mulher. No entanto, de forma egoísta, a minha principal preocupação é proteger a nós e o nosso relacionamento.
Doug é agora um empresário completamente conservador. Ele vive em uma casa enorme em um subúrbio de Boston, joga golfe, pilota aviões e corre maratonas (é embaraçoso e difícil admitir, mas Doug se parece muito com Christian Grey). Mas a verdade é que me sinto mal por ele. Não poderia imaginar uma vida dupla como ele faz. E eu me sinto culpada por sua mulher. No entanto, de forma egoísta, a minha principal preocupação é proteger a nós e o nosso relacionamento.
Eu amo que “Cinquenta Tons de Cinza” fez as mulheres falarem mais honestamente sobre suas fantasias, mas eu odeio que o livro perpetua a noção de que um dominador deve ser um cara confuso e misterioso para fazer esse tipo de sexo. As pessoas que não estão no mundo BDSM pensam que dominadores e submissas são pessoas vazias, sem espinha dorsal, que têm problemas com os pais.
Sou completamente alfa em casa e no trabalho. Tenho dois funcionários em tempo integral e sou uma chefe mandona. Subs não são capachos. Estamos apenas expressando lados mais escuros de nós mesmos, assim como todas as outras pessoas provavelmente têm algum fetiche, mas têm medo de compartilhar.
Você é um produto que está sendo vendido para as mulheres.
Muitas vezes, nos meus largos passos dentro a fundo da internet, ainda me deparo com pobres jovens em sites de namoro, pua e etc, se perguntando e batendo na mesma tecla, sobre a INCRÍVEL busca para entender o cérebro feminino e finalmente, "do que elas gostam mais", ou, o que as fazem escolher cara X ao invés de cara Y, e assim por diante.
Só quem ainda é muito juvenil no assunto, teima em dizer que "entender" as mulheres é algo impossível, quando na verdade, é fácil pra quem reflete um pouco mais, o no mínimo, busca estudar o assunto, o conhecimento, esses grande parte que compõem este fórum.
Pra quem ainda não entende, tenha em mente isso de uma vez por todas. Sabe quando você vê na rua aquela mulher bonita e gostosa namorando um cara mediano, ou gordo, e etc? Pois é, ele foi ESCOLHIDO. Já é de praxe que o homem mediano é escolhido, e, enquanto não possui nada que o destaque dos demais medianos, continuará sendo escolhido.
Porém, a tal da "ARTE DA CONQUISTA" nada mais é do que um produto que está sendo vendido. Quando você se apresenta a uma garota nova, e tem intenções de tê-la, você não está fazendo nada mais nada menos do que SE VENDENDO PARA ELA.
E ela, como uma compradora, analisará o produto, as vantagens, e decidirá se ficará com você ou não. E quando a questão se trata de um produto, ele tem milhares de valores e vantagens, dos quais compõem o aprecio feminino "na hora da compra". Por isso, quando você vê um cara esquisito com uma boa mulher, alguma "vantagem" ela viu nele que a fez decidir "comprá-lo", seja essa vantagem EMOCIONAL, FINANCEIRA entre outras. Do mesmo jeito, que, OBVIAMENTE, um cara muito bonito é escolhido em 95% das vezes por essa única vantagem, SER BONITO. Faça você mesmo uma tour através de facebook's de caras cobiçados pela beleza. Repare justamente nos que possuem namorada. Vai ver que provavelmente, metade das fotos, as posições que a mulher se posta a tirar foto é literalmente EXIBINDO aquilo que ela possui que as outras não possuem. Chega a ser trágico para pobres jovens humildes que nascem muito bonitos, QUANDO HUMILDES.
Portanto, é por isso que em geral, as pessoas presentes neste fórum, batem muito na tecla do auto-desenvolvimento. Pois justamente, ele, e unicamente só ele, te trará a certeza de benefícios para você e aumentará suas vantagens diante do "mercado". Te fará um produto de melhor VALOR, mais cobiçado.
É só imaginar a situação, hoje você é um cara provavelmente muito pobre, e seu sucesso com as mulheres é falho, diga-se de passagem, NÃO É COMO VOCÊ QUERIA. Isso se dá pelo motivo de que VOCÊ não é muito vantajoso e não vale a pena ser comprado. Agora, pense na situação, se daqui a 1 ano, você se tornar bem estudioso, ganhar muito dinheiro, ter roupas de marca, carrão do ano, ter um físico "rasgado" e finalmente por a prova esses valores. Automaticamente, você se torna muito vantajoso às mulheres, você se tornará UM GRANDE PRODUTO a ser comprado, e finalmente entenderá, que na mentalidade das mulheres de hoje em dia, come mais o cara que consegue ser "melhor do que os outros" (sem demonstrar arrogância e "auto-achismo") em tudo o que for possível, beleza, fisico, ideias, dinheiro, inteligencia e por ai vai.
Portanto, tenha em mente sempre, VOCÊ É UM PRODUTO QUE ESTÁ SENDO VENDIDO PARA AS MULHERES.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Homens das cavernas não puxavam o cabelo das mulheres
A situação é apenas uma piada: veja um exemplo do estereótipo nessa charge
© Autor desconhecido
Você sabia que os homens das cavernas não puxavam suas mulheres pelo cabelo? Há um mito a respeito disso muito popular na mídia, tanto em livros de ficção, desenhos animados, filmes, principalmente com tom de comédia. O "fato" seria o de que os homens da caverna bateriam na cabeça das mulheres da caverna com um tacape, para atordoá-la, quando queriam acasalar. Depois agarrariam a fêmea pelo cabelo e levariam-na arrastando até onde desejassem, como prova de masculinidade. Vejam mais sobre isso no resto da postagem!
Mas isso não passa de mito, isso mesmo MITO criado pela ficção.Segundo o site "Teoricamente Falando", o mito surgiu no século 19 em livros de ficção sobre a vida dos homens pré-históricos, sendo que um exemplo desse gênero é o livro francês “Etudes antédeluviennes? avant les hommes Paris. L’Homme fósseis” por Boitard Pierre de 1861.
Na verdade pouco sabemos do comportamento dos homens pré-históricos. Sabemos que algumas espécies mais evoluídas usavam instrumentos porque encontramos os instrumentos. Sabemos que alguns viveram em cavernas e caçavam por suas pinturas deixadas nas rochas. Mas um comportamento deste tipo, como bater na fêmea e arrastá-la não só é estranho como absurdo.
Não estou falando que deviam ser civilizados, tratar a fêmea com carinho, mas penso pelo ponto de vista da saúde mesmo, quem iria querer ferir a fêmea com que acasalará em seguida, podendo comprometer a saúde da prole, pois pancadas na cabeça poderiam causar sérios ferimentos, não tanto externos, mas sim internos? Enfim, não há muito sobre esse mito na internet a não ser a reprodução incansável dele, mas convenhamos que a mídia sempre acaba por estereotipar pessoas e animais.
Homens PRECISAM olhar para outras mulheres continuamente
- Homens sentem mais atração sexual por DESCONHECIDAS do que por mulheres familiares;
- Mulheres, ao contrário, sentem mais atração por homens familiares (exceto se o desconhecido for alfa);
- A preferência sexual do homem por desconhecidas garante uma prole farta;
Se você pegar um homem olhando para uma mulher bonita, não o culpe - é apenas parte da evolução.
Um estudo afirma que mulheres são atraídas por homens conhecidos, enquanto homens são atraídos por desconhecidas. Um rosto feminino nunca visto antes causa mais desejo sexual no homem que um rosto visto pela 4ª vez.
Psicólogos chegaram a esta conclusão depois de mostrar dezenas de fotos a homens e mulheres várias vezes. Quanto mais vezes um rosto masculino era exibido às mulheres, mais atraídas elas se sentiam por ele. Enquanto isso, os homens achavam a mulher menos atraente depois de ver o rosto pela 2ª vez.
Os pesquisadores concluíram que a causa disso pode estar no fato de os homens terem evoluído para maximizar seu sucesso reprodutivo por meio de cruzamento com o maior número possível de mulheres.
Os resultados da pesquisa das universidades de Stirling e Glasgow trazem uma nova luz sobre a forma que os sexos enxergam a familiaridade facial.
Pesquisas anteriores sugeriam que as pessoas, independente do sexo, se sentiam atraídas por pessoas familiares, como parentes ou amigos. Porém, esta nova pesquisa nos leva a crer que homens e mulheres sentem níveis diferentes de atração inicial.
A PESQUISA
Os pesquisadores realizaram uma série de estudos para medir mudanças na atratividade.
Em um deles, 83 mulheres e 65 homens viram fotos de cinco homens e cinco mulheres, uma de cada vez.
Eles foram instruídos a marcar pontuação nas fotos, de acordo com a atração que sentiam.
Depois, foram apresentadas fotos das mesmas pessoas em situações diferentes, para atrasar a identificação dos rostos com as fotos anteriores.
Os resultados, publicados na revista Archives of Sexual Behaviour, mostraram que elas se sentiram mais atraídas pelos rostos dos homens quando os viram pela segunda vez, porque já estavam familiarizadas.
Enquanto isso, os homens diminuiram as notas quando viram as fotos pela segunda vez.
Em outro estudo, foram mostradas imagens faciais e pediram para atribuir às pessoas da foto níveis de confiabilidade e sensualidade.
Quando o experimento se repetiu, de novo, elas atribuíram sensualidade superior aos homens vistos na segunda vez, enquanto eles diminuiram a avaliação de sensualidade delas.
COOLIDGE
Os pesquisadores dizem que os resultados podem ser parcialmente explicados pelo chamado efeito Coolidge - onde os homens são despertados pela novidade de um novo parceiro sexual, mais do que as mulheres.
O termo é uma zombaria atribuída ao 30º presidente dos EUA, Calvin Coolidge.
Durante a visita a uma fazenda, quando sua esposa foi informada que havia apenas um galo e muitas galinhas, porque o galo iria acasalar várias vezes ao dia, ela teria dito: "Diga isso ao Sr. Coolidge".
Quando o presidente perguntou se o galo iria acasalar com uma galinha apenas, responderam que não; ele, então, teria dito: "Diga isso à Sra. Coolidge".
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Sr. X naoqueroversuacarafeiadenovovadia: a ciência comprova, mais uma vez, o que o Sr. X já havia declarado no blog: Casamento é uma agressão à natureza do homem! É um sacrifício ao homem ter de encarar a mesma mulher pelo resto da vida, caralho!
Agora, se você, homem, quer impor a si mesmo este autoflagelo, pelo menos, exija que a candidata a esposa preencha ao menos os requisitos básicos de alguém que almeja o posto de esposa. Modernetes não merecem o sacrifício masculino! Modernetes merecem apenas gatos e prozac.
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