O Pedigree é um atestado oucertificado de pureza que o criador emite em relação ao animal que ele vende. Tem todo aquele histórico tradicional, a linhagem, nobreza e a pureza o quevaloriza o filhote. Utilizando a analogia, posso dizer que a mulher modernaperdeu o “pedigree”. O feminismo destruiu os valores de atração que os machos têmpor elas. São promiscuas e gastam a juventude nesse sistema.
As fêmeas humanas, por volta de trinta anos, sofrem a crise do "pedigree": não ostentam valores sagrados e naturais apreciados pelos machos humanos (juventude, beleza e pureza). Elas precisam mentir, e a midia feminista as ajudam com a falsa propaganda da ditadura romântica e do vitimismo. Argumentos falaciosos que auxiliam na prisão emocional e conquista do macho.
Essas fêmeas são mulheresque tiveram uma vida sexual rica, cheia de emoções. Praticaram bastante, masbastante mesmo o esporte da promiscuidade emoção e sexo com diversos tipos demachos de playboys a delinqüentes; superiores hierárquicos do ambiente detrabalho; quarentões e cinqüentões casados; gringos; e por aí vai. Mas chega ummomento que precisam se aposentar e serem mamães.

A mídia feminista então, vendo esse perigo de rejeição e desvalorização, criou elementos de retificação erecuperação de valor e atração para as fêmeas conquistarem machos românticos e bem sucedidos financeiramente com a finalidade monogamica. A mulher por volta de seus trinta anos e solteira, já perdeu apureza, juventude, a beleza começa a escapar, perdeu também parte do equilíbriopsíquico, moral e ético.
O que as jornalistas feministascasadas e com família que incentivam todo tipo de promiscuidade e insanidadelucrando com a publicidade associada às mulheres fizeram? Vamos ensiná-las aserem sérias, elegantes e castas no discurso padrão vitimista sobre o passadosexual que tiveram. Elas declaram sempre um número reduzido de parceiros. É óbvio quementem são atrizes, hábeis fingidas. Nenhuma confessará seus 40 a 50 parceirosem média até aquele momento.
O materialismo e oconsumismo para essas mulheres criaram a falsa ilusão de recuperação e resgatedo “pedigree” perdido ao longo do tempo. Geralmente, elas têm por volta de vinteoito a trinta e dois anos, gostam de freqüentar lugares badalados, sabem sevestir, ostentam elegância e um pouco de etiqueta. Viajam duas vezes por ano aoexterior e saem aos pares pelos locais mais bem freqüentados da cidade. São as predadorashipergâmicas, frias, insensíveis, megeras; e tal característica pode serobservada a distância e o reconhecimento é fácil. As paulistanas são as piores:frias e arrogantes.
Essa autoridade arrogantesexista se baseia na exibição de apetrechos e acessórios de moda comprados embazares de Miami e Orlando, todos fabricados na China com mão de obra escrava. Esseé o padrão de renovação de valor artificial que infla o ego delas e garante asuperioridade imutável. Querem compensar a natureza perdida com signos e simbolos de moda, um status de bem sucedida, como se dissessem: estou envelhecendo mas tenho minha independencia financeira e não preciso de vocês homens...(mentir faz parte da natureza feminina).
Essa autoridade arrogantesexista se baseia na exibição de apetrechos e acessórios de moda comprados embazares de Miami e Orlando, todos fabricados na China com mão de obra escrava. Esseé o padrão de renovação de valor artificial que infla o ego delas e garante asuperioridade imutável. Querem compensar a natureza perdida com signos e simbolos de moda, um status de bem sucedida, como se dissessem: estou envelhecendo mas tenho minha independencia financeira e não preciso de vocês homens...(mentir faz parte da natureza feminina).

Essa postagem terá a 2ª parte. Depois, eu direi como elascaçam os machos ricos ou futuros provedores, dentre outras coisas.



