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sexta-feira, 21 de junho de 2013

O poder feminino” é um mito para enganar mulheres.....

Por JasonX
“O poder feminino” é um mito para enganar mulheres que precisam de autoafirmação 

Tem-se falado muito na mulher poderosa e independente do século XXI, uma mulher decidida, confiante, poderosa. Para as feministas e simpatizantes isso pode parecer lindo! Mas, a verdade é que isso não passa de uma farsa muito bem criada pelo movimento feminista. Nesse texto, eu vou desmascarar o que a modernidade chama de poder feminino e mulher poderosa.

A chamada mulher poderosa, conforme já dito, é um mito. Por quê? A resposta é simples: a mulher em si não tem nenhum poder, todo poder que elas têm foram conquistados, inventados ou concedidos por algum homem. Vamos usar dois exemplos daquilo que a sociedade chama de mulher poderosa.

Primeiro vamos falar da mulher carreirista, com mais de 30 anos, que conquistou um cargo de executiva numa multinacional. Para que isso aconteça, pelo menos na grande maioria dos casos, ela tem de trabalhar numa empresa que foi criada por um homem. Para chegar no seu cargo, ela precisará de homens que a coloque no poder, isso só será possível se esse homem adotar uma cultura feminista dentro da empresa. Isso por que mulheres, geralmente, não são boas administradoras, é só levar em consideração que as mulheres presidentes de grandes empresas geraram 250 bilhões de dólares em prejuízos nos últimos 5 anos. Além disso, segundo pesquisas homens dentem a ajudar mulheres no mercado de trabalho. Ou talvez seja necessário que se adote cotas para mulheres em cargos de grande importância, como o governo suíço fez. Para ser uma executiva bem sucedida ela precisará de vários conceitos de administração, conceitos esses que foram inventados por homens: fordismo, toyotismo, humanismo, modelo sistemático, modelo burocrático, ISO 9000, etc. Veja que pra TUDO ela dependerá do homem.

Vamos falar agora de mulheres na política, exemplo local: presidente Dilma Rosseff. Os fatos mostram que para que haja mulher no poder é necessário uma democracia, sem isso não há mulher no poder. A democracia foi inventa e implantada por homens: filósofos gregos a inventaram e os homens a implementaram, muitas vezes através de guerras sangrentas para que se tirasse um tirano do poder. Para que a presidente continue no poder é necessário que as forças armadas (formadas em sua grande maioria por homens) estejam do lado dela, para protegê-la e garantir seu mandato, caso as forças armadas se virem contra ela, o resultado é um golpe militar como o de 64. Eu pergunto: ela tem algum poder? Não! Todo poder dela foi dado, concedido, conquistado, mantido pelos homens.

Talvez alguém diga que todo esse “poder” foi conquistado pelas mulheres através do movimento feminista. Isso seria verdade, se quem realmente mantivesse o movimento feminista fossem as mulheres, o que não é verdade. Quem financia o movimento feminista são homens, quem montou as bases ideológicas do movimento feminista foram os homens, o movimento feminista depende que homens mantenham determinada postura para que este consiga espaço (Tente implementar feminismo diante do homem islâmico para você ver o que acontece), os políticos homens é que tomam a grande maioria das decisões em prol do movimento feminista. Se não fosse a ajuda dos homens o movimento feminista não teria 10% da influência que tem hoje.

Isso significa que a mulher não tem poder? Claro que tem! O REAL poder feminino se resume numa única palavra: MATERNIDADE. Ter filhos e cuidar deles é a principal forma da mulher contribuir para o progresso da civilização humana. A maternidade foi um dom concedido às mulheres, elas costumam ter uma relação muito mais achegadas com seus filhos, afinal, são elas que os carregam no ventre durante nove meses e os amamentam. A humanidade precisa que as mulheres deem a luz e cuide de nossos filhos, mas não precisam que a mulher tenha cargos em multinacionais ou sejam chefes de estado.

Sobre este aspecto, essa mulher:

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é mais poderosa que esta:

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Finalizo o texto com a frase: O PODER FEMININO É UM MITO CRIADO PELO MOVIMENTO FEMINISTA PARA ILUDIR MULHERES QUE PRECISAM SE AUTOAFIRMAR!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Ensaio acerca das mulheres - Schopenhauer


Trazido por BodyHunter



Colocarei aqui para alguns confrades lerem. É cada metida de REAL que nao parece ser em pleno século 18!! Depois se os moderadores quiserem transferir o texto para a parte de livros. No final do respectivo texto tem o site para baixar esta obra deste grande autor. Se não me engano, um dos motivos que levou este filósofo a escrever esse texto foi por causa de sua mãe. Corrijam-me se eu estiver errado: enquanto o pai do Arthur agonizava na cama em face de uma doença terminal, sua mãe, por sua vez, flertava com outros homens. Isso tudo no século XVIII/XIX.

ENSAIO ACERCA DAS MULHERES 

O destino da mulher - Beleza passageira - Precocidade, limites da sua inteligência - Vivem mais do que os homens no presente, inclinam-se mais para a piedade do que para a justiça; a mentira é a defesa natural da sua fraqueza - As paixões das mulheres servem o interesse da espécie - A rivalidade entre elas provém da sua única vocação - No fundo esse feio sexo não tem o sentimento do belo. Se afectam gostar das artes, é únicamente pelo desejo de agradar - A 'dama' do ocidente - O casamento, uma armadilha e uma escravidão.

O simples aspecto da mulher revela que não é destinada nem aos grandes trabalhos intelectuais, nem aos grandes trabalhos materiais. Paga a sua dívida à vida não pela ação mas pelo sofrimento: as dores da maternidade, os inquietos cuidados da infância; deve obedecer ao homem, ser uma companheira paciente que o conforte. Não é feita para grandes esforços, nem para dores e prazeres excessivos; a vida para ela pode decorrer mais silenciosa, mais insignificante, mais serena que a do homem, sem que ela seja, por temperamento, melhor ou pior.

O que torna as mulheres particularmente aptas para cuidar, para dirigir a nossa primeira infância, é o fato delas mesmas se conservarem pueris, frívolas e de inteligência acanhada; conservam-se toda a vida umas crianças grandes, uma espécie de intermediárias da entre a crianças e o homem. Observe-se uma jovem brincando um dia inteiro com uma criança, dançando e cantando com ela, e imagine-se o que um homem com a melhor das vontades, poderia fazer em seu lugar.

A natureza parece ter querido fazer com as raparigas o que se chama, em estilo dramático, um lance teatral; durante alguns anos adorna-as duma beleza, duma graça e duma perfeição extraordinárias, à custa do resto da sua vida,a fim de que, durante esses rápidos anos de esplendor, possam apoderar-se fortemente da imaginação dum homem e levá-lo a encarregar-se lealmente delas, de qualquer modo que seja. Para levar a cabo semelhante empreendimento, a simples reflexão e a razão não dariam suficiente garantia. Por isso a natureza deu a mulher, como a qualquer outra criatura, armas e instrumentos necessários para lhe assegurar a existência e só durante o tempo indispensável, porque a natureza, neste caso, procedeu com sua costumada economia: assim como a formiga fêmea, depois da sua união com o macho, perde as asas que lhe seriam inúteis e até perigosas no perigo de incubação, assim também a maior parte das vezes, depois de dois ou três partos, a mulher perde a beleza, sem dúvida pela mesma razão. Daí resulta as raparigas considerarem geralmente as ocupações domésticas ou os deveres do seu estado como coisas acessórias e puras bagatelas, enquanto reconhecem a sua verdadeira vocação no amor, nas conquistas e em tudo que daí depende, a toilette a dança, etc.

Quanto mais nobre e perfeita é uma coisa, tanto mais lenta e tardiamente se desenvolve. A razão e a inteligência do homem só atingem pleno desenvolvimento aos vinte e oito anos; na mulher a maturidade do espírito dá-se aos dezoito anos. Por isso só tem uma razão de dezoito anos, estritamente medida. É esse o motivo porque as mulheres são toda a vida verdadeiras crianças. Só vêem o que têm diante dos olhos, agarram-se ao presente, tomando a aparência pela realidade e preferindo as ninharias às coisas mais importantes.

O que distingue o homem do animal é a razão; confinado no presente, lembra-se do passado e pensa no futuro: daí a sua prudência, os seus cuidados, as suas freqüentes apreensões. A razão débil da mulher não participa dessas vantagens nem desses inconvenientes; sofre de uma miopia intelectual que lhe permite, por uma espécie de intuição, ver de uma maneira penetrante as coisas próximas; mas o seu horizonte é limitado, escapa-lhe o que é distante. Daí resulta que tudo quanto não é imediato, o passado e o futuro, atuam mais fracamente na mulher do que em nós: daí também a tendência muito mais freqüente para a prodigalidade, e que por vezes toca as raias da demência.

No seu íntimo, as mulheres entendem que os homens são feitos para ganhar dinheiro e elas para o gastar; se o não podem fazer durante a vida do marido, desforramse depois da morte dele. E o que contribui para lhes confirmar esta convicção, é o marido dar-lhes dinheiro e encarregá-las de governar a casa. Tantos aspectos defeituosos são todavia, compensados por uma vantagem: a mulher mais absorvida no momento presente, por menos suportável que este seja, goza-o mais do que nós: daí a jovialidade, que lhe é própria e a torna capaz de distrair e, por vezes, de consolar o homem, acabrunhado de cuidados e inquietações.

Em circunstâncias difíceis é preciso não desdenhar recorrer, como outrora os germanos, aos conselhos das mulheres, porque elas têm uma maneira de conceber as coisas totalmente diferente da nossa. Vão direitas, ao fim, pelo caminho mais curto, porque fixam geralmente os olhares no que têm mais à mão. Nós, pelo contrário, não vemos o que nos salta aos olhos, e vamos procurar muito mais longe; precisamos que nos levem a uma maneira de ver mais simples e mais rápida. Acrescente-se ainda que as mulheres têm decididamente um espírito mais ponderado, e só vêem nas coisas o que nelas há realmente; ao passo que nós, impelidos pelas paixões excitadas, aumentamos os objetos e representamos quimeras.

As próprias aptidões naturais explicam a piedade, a humanidade, a simpatia, que as mulheres testemunham aos desgraçados, ao passo que são inferiores aos homens no que respeita à equidade, à retidão e à escrupulosa probidade. Devido à fraqueza da sua razão, tudo o que é presente, visível e imediato, exerce sobre elas um domínio contra o qual não conseguiriam prevalecer as abstrações, nem as máximas estabelecidas, nem as resoluções energéticas, nem consideração alguma do passado ou do futuro, do que está afastado ou ausente. Possuem da virtude as primeiras e principais qualidades, mas faltam-lhes as secundárias e acessórias.

Assim, a injustiça é o defeito capital dos temperamentos femininos. Isto resulta da falta de bom senso e de reflexão que apontamos; e o que agrava ainda este defeito, é que a natureza, recusando-lhes a força, deu-lhes a astúcia, para lhes proteger a fraqueza: daí a sua instintiva velhacaria e invencível tendência para a mentira. O leão tem os dentes e as garras; o elefante e o javali as presas, o touro os chifres, a siba a tinta, que lhe serve para turvar a água em volta dela; a natureza deu a mulher apenas a dissimulação para se defender e proteger; esta faculdade supre a força que o homem tira do vigor dos membros e da razão.

A dissimulação é inata na mulher, tanto na mais esperta como na mais tola. É lhe tão natural usá-la em todas as ocasiões como a um animal atacado o defender-se logo com as suas armas naturais; e, procedendo assim, tem até certo ponto consciência dos seus direitos, o que torna quase impossível encontrar uma mulher absolutamente verdadeira e sincera. É justamente por isso que ela percebe tão facilmente a dissimulação nos outros e não é prudente usá-la com ela.

Desse defeito fundamental e das suas conseqüências nascem a falsidade, a infidelidade, a traição, a ingratidão, etc. Também as mulheres juram falso perante a justiça mais frequentemente que os homens, e seria caso para tratar o saber se se deve admiti-las a prestar juramento. Sucede de tempos a tempos, que certas senhoras, a quem não falta coisa alguma, são surpreendidas nos estabelecimentos em flagrante delito de roubo.

Os homens novos, belos e robustos, são destinados pela natureza a propagar a espécie humana, para que esta não degenere. Tal é a vontade firme que a natureza exprime pelas paixões das mulheres. É certamente de todas as leias a mais antiga e poderosa. Desgraçados pois, dos interesses e dos direitos que lhes opuserem obstáculos. Serão, no momento oportuno, suceda o que suceder, implacàvelmente esmagados, porque a moral secreta, inconfessada e mesmo inconsciente, mas inata nas mulheres, é esta: 'Fundamo-nos no direito de enganar aqueles que imaginam que podem confiscar em seu proveito os direitos da espécie, pelo fato de proverem econòmicamente à nossa subsistência. É a nós que foram confiadas, é de nós que dependem a constituição e a salvação da espécie, a criação, da geração futura; é a nós que compete trabalhar nisso com toda a consciência'.

As mulheres, porém, não se interessam absolutamente nada por este principio superior in abstracto, comprendem-no apenas in concreto, e quando a ocasião se apresenta, não têm outro modo de o exprimir senão pela maneira de proceder; e sobre este assunto a consciência deixa-as muito mais em sossego do que se poderia crer, porque, no recesso mais íntimo do coração, sentem vagamente que, traindo os seus deveres para com o indivíduo, cumprem-no ainda melhor para com a espécie, que tem direitos infinitamente superiores.

Como as mulheres são criadas unicamente para a propagação da espécie e toda a sua vocação se concentra neste ponto, vivem mais para a espécie que para os indivíduos, e tomam mais a peito os interesses da espécie que os dos indivíduos. É o que dá certo a todo o seu ser e à sua conduta uma certa leviandade e opiniões opostas às dos homens: tal é a origem desta desunião tão freqüente no casamento, que já se tornou quase normal.

Os homens entre si são naturalmente indiferentes, as mulheres são, por índole, inimigas. Isto provém talvez de que o odium figulinum, a rivalidade que se restringe no homem aos que exercem a mesma profissão, abrange nas mulheres toda a espécie, porque todas elas têm a mesma profissão, o mesmo ofício. Na rua, basta que se encontrem para trocarem olhares de Guelfos e de Gibelinos. Salta aos olhos que num primeiro encontro duas mulheres têm mais embaraço, dissimulação e reserva do que teriam dois homens em idênticas condições. Pela mesma razão os cumprimentos entre as mulheres parecem mais ridículos do que entre os homens.

Note-se ainda que o homem em geral fala com certas atenções e humanidade aos mais ínfimos de seus subordinados, mas é insuportável ver com que altivez uma senhora da sociedade se dirige a uma mulher de classe inferior, que não esteja ao seu serviço. Isso é devido talvez a que entre as mulheres as diferenças de classe são muito mais precárias que entre os homens e essas diferenças podem fàcilmente ser modificadas ou suprimidas; a situação que um homem ocupa depende de mil considerações; quanto às mulheres, uma só decide tudo: o homem a quem souberem agradar. A sua única função coloca-as num pé de igualdade bem mais acentuado, e por isso procuram criar entre si diferenças de categoria.

Foi necessário que a inteligência do homem se obscurecesse pelo amor para que chamasse belo a esse sexo de pequena estatura, ombros estreitos, ancas largas, e pernas curtas; toda a sua beleza reside, com efeito, no instinto do amor. Em lugar de se lhe chamar belo, teria sido mais justo chamar-lhe inestético.

As mulheres não têm nem o sentimento nem a inteligência da música, como não têm o da poesia, ou das artes plásticas; o que há nelas é pura macaqueação, puro pretexto, pura afetação explorada pelo desejo de agradarem. São incapazes de tomar uma parte desinteressada seja em que for e pela seguinte razão: o homem esforça-se, em todas as coisas, por dominar diretamente: ou pela inteligência ou pela força; a mulher, pelo contrário, vê-se sempre em toda a parte reduzida a um domínio, absolutamente indireto, isto é, o seu poder vem-lhe do homem, e é sobre ele que ela exerce uma influência imediata. Por conseqüência, a natureza leva a mulher a procurar em todas as coisas um meio de conquistar o homem, e o interessante que parece tomar pelas coisas exteriores é sempre um fingimento, um subterfúgio, isto é, pura garridice e pura macaqueação. Disse-o Rousseau: 'As mulheres, em geral, não apreciam arte alguma, não entendem nenhuma e não têm nenhum talento." (Carta a d'alembert)

Aqueles que não se detêm nas aparências já certamente o notaram. Basta observar, por exemplo, o que as ocupa e lhes atrai a atenção num concerto, na ópera ou na comédia, notar a sem-cerimônia com que, nas mais belas passagens das maiores obras primas, continuam a sua tagarelice. Se é verdade os gregos não admitirem as mulheres nos espetáculos, tinham muita razão; nos seus teatros podia-se, pelo menos, ouvir alguma coisa. No nosso tempo, seria bom acrescentar ao mulier taceat in eclesia, um taceat mulier in theatro, ou então substituir um preceito pelo outros, e suspender este último em letras grandes no pano da cena.

Mas que melhor se pode esperar da parte das mulheres se refletirmos que no mundo inteiro esse sexo não pôde produzir um único espírito verdadeiramente grande, nem uma obra completa e original nas belas artes, nem, fosse no que fosse, uma única obra de valor durável? Isto é surpreendente na pintura; todavia elas são tão aptas como nós para lhe aprenderem o lado técnico e cultivam assiduamente esta arte, sem se poderem honrar de uma só obra prima, porque lhes falta justamente essa objetividade de espírito que é sobretudo necessária na pintura; elas não podem sair de si mesmas. As mulheres vulgares nem sequer são capazes de lhe compreenderem as belezas, porque 'natura non facit saltus'.

Huarte, na sua célebre obra Examen de ingenios para las ciencias, que data de trezentos anos, recusa às mulheres toda a capacidade superior. Exceções isoladas e parciais não alteram este estado de coisas; as mulheres são, e continuarão a ser, tomadas em conjunto, os mais completos e incuráveis filisteus. Graças à nossa organização social, absurda em último grau, que as faz partilhar o título e a situação do homem por muito elevados que eles sejam, excitam-lhe com encarniçamento as ambições menos nobres, e por uma conseqüência natural desse absurdo, o seu domínio, o tom que impõem, corrompem a sociedade moderna.

Dever-se-ia tomar como regra esta sentença de Napoleão I: 'As mulheres não têm categoria'. Chamfort diz também com muito acerto: 'São feitas para negociarem com as nossas fraquezas, com a nossa loucura, mas não com a nossa razão. Há entre elas e os homens simpatias de epiderme, e muito poucas simpatias de espírito, de alma e de caráter'. As mulheres são o sexus sequior, o sexo segundo, a todos os respeitos, feito para conservar à parte e no segundo plano. Certamente, deve-se-lhes poupar a fraqueza, mas é ridículo prestar-lhes homenagem, o que até nos avilta aos seus olhos.

A natureza, separando a espécie humana em duas categorias, não fez as partes iguais... Foi certamente o que sempre pensaram os antigos e os povos do Oriente; compreendiam melhor o papel que convém às mulheres, do que nós fazemos com nossa galantaria à antiga moda francesa e a nossa estúpida veneração, que é na verdade a mais completa expansão da tolice germano-cristã. Isto só serviu para as tornar arrogantes e impertinentes: por vezes fazem-me pensar nos macacos sagrados de Benarès, que têm tanto a consciência da sua dignidade sacrossanta e da sua inviolabilidade, que julgam que tudo lhes é permitido.

A mulher no Ocidente, o que chamam a dama, encontra-se numa posição absolutamente falsa, porque a mulher, o sexus sequior dos antigos, não foi feita de modo nenhum para inspirar veneração e receber homenagens, nem para levantar mais a cabeça que o homem, nem para ter direitos iguais aos dele. As conseqüências dessa falsa situação são demasiado evidentes. Seria para desejar que na Europa se pusesse de novo no seu lugar natural esse número dois da espécie humana e se suprimisse a dama, alvo das zombarias da Ásia inteira, da qual Roma e Grécia se teriam rido igualmente.

Esta forma seria um verdadeiro benefício no ponto de vista político e social. O princípio da lei sálica é tão evidente, tão indiscutível, que parece inútil formulá-lo. O que se chama verdadeiramente a dama européia é uma espécie de ser que não deveria existir. Só devia haver no mundo mulheres caseiras aplicando-se aos trabalhos domésticos, e raparigas que aspirassem ao mesmo fim e se educariam sem arrogância, para o trabalho e para a submissão. É precisamente por haver damas na Europa que as mulheres de classe inferior, isto é, a maior parte, são muito mais para lastimar do que no oriente.

As leis que regem o casamento na Europa supõem a mulher igual ao homem, e têm assim um ponto de partida falso. No nosso hemisfério monógamo, casar é perder metade dos direitos e duplicar os deveres. Em todo o caso, visto que as leis concederam às mulheres os mesmos direitos dos homens, também lhes deveriam ter conferido uma razão viril. Quanto mais as leis conferem às mulheres direitos e honras superiores ao seu merecimento, tanto mais restringem o número daquelas que têm realmente parte nesses favores, e tiram às outras seus direitos naturais, na mesma proporção em que os deram excepcionais a algumas privilegiadas.

A vantagem que a monogamia e as leis que daí resultam concedem à mulher, proclamando-a igual ao homem, o que ela não é sob nenhum ponto de vista, produz como conseqüência que os homens sensatos e prudentes hesitam muitas vezes em se deixarem arrastar a tão grande sacrifício, a um pacto tão desigual.

Entre os povos polígamos, todas as mulheres encontram quem se encarregue delas; entre nós, pelo contrário, o número de mulheres casadas é bem restrito e há um número infinito de mulheres que fica sem proteção, solteironas vegetando tristemente nas classes elevadas da sociedade, pobres criaturas submetidas a trabalhos rudes e penosos nas classes inferiores. Ou então tornando-se miseráveis prostitutas, arrastando uma existência vergonhosa e impelidas pela força das circunstâncias a formar uma espécie de classe pública e reconhecida, cujo fim especial é preservar dos perigos da sedução as mulheres felizes que encontram maridos ou que podem ainda encontrá-los. Só na cidade de Londres há 80.000 mulheres públicas: as verdadeiras vítimas da monogamia, cruelmente imoladas no altar do casamento. Todas essas desgraçadas são a compensação inevitável da dama européia, com a sua arrogância e as suas pretensões. Por isso a poligamia é um verdadeiro benefício para as mulheres, consideradas no seu conjunto. Demais, no ponto de vista racional, não se compreende o motivo porque, se uma mulher sofre de algum mal crônico, se não tem filhos, ou se está demasiado velha, o marido não poderá ter outra. O que fez o sucesso dos Mormões foi, justamente, a suspensão desta monstruosa monogamia.

Concedendo à mulher direitos acima da natureza, impuseram-lhe igualmente deveres acima da natureza; daí decorre para ela uma infinidade de desgraças. Essas exigências de classe e de fortuna são de tão grande peso que o homem que se casa comete uma imprudência se não contrai um casamento 'vantajoso'; e se deseja encontrar uma mulher que lhe agrade completamente, procurála-á fora do matrimônio, e contentar-se-á com assegurar a situação da amante e dos filhos. Se pode fazê-lo duma forma justa, razoável, suficiente, e a mulher cede, sem exigir rigorosamente os direitos exagerados que só o casamento lhe concede, perde então a honra, porque o casamento é a base da sociedade civil e prepara para si uma triste existência, porque é feitio do homem preocupar-se demasiadamente com a opinião dos outros. Se, pelo contrário, a mulher resiste, corre o risco de desposar um marido que lhe desagrada ou de se consumir conservando-se solteirona, porque tem poucos anos para se decidir.

Arthur Schopenhauer

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Quanto mais você conhece as mulheres, menos espera delas

Terrivel escreveu:
Confrade me responde uma pergunta, e normal depois que levamos uns tropeços com as EX ficarmos frios, de certa forma estarmos nem ai? Cara eu gosto dessa que estou agora mais não é como as outras, não sei se e por que eu não acredito em mais nada que mulheres falam mas e algo indiferente pra mim, se der merda nesse namoro e eu precisar terminar, termino sem menor remorcio, eu sei que isso e bom e é o que a galera incentiva aqui na real, mais e normal mesmo isso?


Por Joker




Sim confrade, é algo extremamente comum para homens que vão vendo que as mulheres não são as deusas que pintam por aí...
Aprenda algo: quanto mais você conhece as mulheres, menos você espera delas.



Hoje mesmo eu estava discutindo isso com meu irmão mais velho, que está namorando há 6 meses, essa é sua terceira namorada. Com o tempo, por mais bitolado na matrix que você seja, você vai aprendendo que certas atitudes não te assegurarão um namoro feliz como a mídia prega. É aquele velho ponto: mulher NUNCA está satisfeita.



Ontem eu e meu irmão estávamos conversando com dois instrutores da academia onde malhamos sobre o que eles iam dar de presente pras namoradas.
O instrutor 1 disse que, além do presente, ia pagar um jantar pra namorada, que no meio do jantar tinha acertado já com um dos garçons pra levar um buquê de rosas pra garota dele e de lá iam pra algum motel. Esse instrutor 1, apesar de não ser um cara muito alto (deve ter 1,68), é um cara bonito, poderia facilmente pegar várias meninas top's aqui, até mesmo na própria academia, mas não, ele namora uma menina que, nos níveis da minha cidade, é mediana.



O instrutor 2 disse que ia fazer um vídeo, deixando pistas pela casa dela com chocolates, só que algumas pistas propositalmente falsas e bla bla bla um monte de viadagem até chegar na certa que era o presente e uma caixa de coração cheia de chocolate... depois ainda ia jantar e motel. Esse instrutor eu até zoei ele "pô... quando eu tinha uns 3 anos minha mãe fez parecido na páscoa comigo, deixando pegadinhas do coelho kkkkk ele ficou meio sem graça



Meu irmão disse que ia presentear a menina com uma bolsa que ele comprou aqui em uma loja da nike que abriu, lá os artigos estão a praticamente os mesmo preço que nos EUA, pegou uns R$ 80,00 e que ia ir pra casa dela, mais nada.



Os caras ficaram assim: :o "mas só isso? nossa, eu vou fazer esse lance do vídeo porque a menina pira demais" e eu respondi pra ele "a noite do meu irmão vai render sexo do mesmo jeito, e essa "alegria" que a namorada de vocês vai ficar não dura nem uma semana, depois disso nem lembrarão..." eles falaram que eu disse isso porque tô solteiro e bla bla bla... kkkkkk



"Entendo" eles, os dois são novos, da sua idade, 21... primeira namorada... estão deslumbrados, atolados na matrix até os olhos. Eu ainda tentei explicar pra eles algo bem simples: mulher inflaciona presente mais do que qualquer país do mundo inflaciona economia. Se você no primeiro dia dos namorados faz A+B+C, no ano seguinte vai ter que fazer pelo menos o mesmo, ou então A+B+C+D, e só vai piorando... Se você não faz nada, ou faz somente A no primeiro ano, no ano seguinte ela não vai esperar muita coisa.



Mulher não vai ter peninha da sua situação ou da sua dificuldade em bolar algo diferente, ela sempre quer mais e mais, e quando o cara tá na matrix, ele faz, e sabe o que é o pior? Ganha só sexo, mais nada. Não espere gratidão nem o mesmo empenho por parte dela em retribuir o seu agrado.



Infelizmente isso só o tempo ensina, ou a REAL. Considere-se privilegiado em ter acesso a tais informações tão novo e já ter essa maturidade também. Te digo uma coisa: mulher tá cagando pro quanto você se sacrificou em uma relação na hora que ela quer terminar. Se você mantém sempre a REAL em mente dificilmente cairá nos joguinhos que elas fazem, você verá que atualmente a maioria das mulheres tem seu lado obscuro muito mais destacado que o seu lado divino, tudo graças aos manginões que inflam os egos dessas princesas nas nuvens, é por isso que você fica mais "desprendido", você sabe que esse negócio de "mulher única" ou "amor da minha vida" é tudo balela de filminho e novela.



Eu tive duas ex namoradas que diziam que eu era o amor da vida delas, que sem mim não saberiam viver, etc etc etc... Terminei com as duas após muita lenga lenga e arrasto, ambas diziam que iam se matar e coisas do gênero quando eu tocava no assunto "terminar", e com as duas, enquanto eu chafurdava na matrix, eu levei a sério a ameaça delas e prorroguei o término. Chegou uma hora, em ambos os relacionamentos que eu não quis saber, meti o pé... As duas estão aí vivinhas da silva, a primeira inclusive tá até noiva de um babacão, deve casar logo logo (quando a gente namorava ela com 16/17 anos já me pressionava pra ficar noiva, tem noção? Certeza que ela botou pressão nesse babaca até conseguir). A ex mais recente até hoje fica falando comigo, dando moral, só não como mais porque não quero.



Eu estou de tal nível que não acho mulher nenhuma nesse mundo mais "deslumbrante", nenhuma exerce mais "fascínio" sobre mim, talvez me despertem até um certo interesse, que por sinal cai bastante da feita que como a primeira vez. Mais uma vez digo: não incentivo a cafajestagem, mas é que realmente não encontrei nenhuma que valha a pena eu demandar o esforço de namorar e abrir mão de toda a liberdade que tenho e tempo disponível para investir em mim mesmo.



Enfim, já estou me delongando muito... rs forte abraço e boa sorte.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Os 3 tipos de mulher

Por Alexander
De acordo com a mentalidade, eu vou separar as mulheres em 3 tipos: A burra, a esperta e a inteligente.


A Burra

Ela age segundo seus instintos.

É o tipo de mulher mais encaixada na frase: "Ele não presta mais eu amo ele."

Você pode acabar namorando com ela, carinho e sexo não vão faltar, ela quando começa a transar comete alguns excessos. Normalmente ouve-se dela a famosa frase "Me arrependo de ter feito isso". Ela não tem autocontrole, vai te trocar por qualquer cafa que segundo ela é superior a você, é normalmente as mulheres mais rodadas, mais fáceis de serem conquistadas.

Ela vai terminar sozinha ou com um corno manso, infeliz pq a beleza dela não atrai mais os cafas. 


A Esperta

Ela age mais pela razão, liberando os instintos quando convêm.

É o tipo de mulher mais encaixada na frase:"Sou independente, livre e dona do meu destino."

No relacionamento ela é sempre recatada, demora para transar, parece bem inteligente, mas não demonstra claramente, no começo sempre deixa o homem ser o "comandante da relação". Ela gosta de presentes caros, de status social, de homens ricos, ouve-se dela a famosa frase "Beleza masculina não conta tanto". Ela olha os cafas sempre disfarçadamente, prefere homens que a dê muita liberdade, sempre procura formas de viajar para algum lugar no emprego, são difíceis de serem conquistadas, mas normalmente aguentam erros masculinos quando o homem possui muito dinheiro. Somente é identificada por não ter senso de honra e se sacrificar por status social.

Ela vai terminar com um cara feio e rico, os instintos serão para satisfazer o cafa, para aumentar mais o ego dela. Se tudo dá errado, ela comete suicídio.


A Inteligente

A razão predomina, os instintos são demonstrados nos momentos intímos.

É o tipo de mulher mais encaixada na frase:"Quero ser feliz, mas não sozinha."

Ela é difícil, respeita muito os pais e o companheiro, não baixa a cabeça para outras pessoas, é uma pessoa boa, mas não deixa com que abusem dela. Ela gosta de homens honrados, de ter o espaço dela dentro da relação, mas sendo o homem o cabeça dessa relação. Normalmente gosta de um emprego que não precise ficar longe do marido por mais de 1 dia, ela se ofende com cantadas externas e evita relações sociais com cafas. Identifica-se por ser boa filha, gostar de ser respeitada, não perdoar graves erros do conjugue, ser responsável e inteligente.

Ela terminar com um homem honrado do lado, ambos conseguem conviver bem com seus defeitos e com a luta do cotidiano.


O problema da equação

Mulheres burras: São 70% das mulheres.

Mulheres espertas: São 20% das mulheres.

Mulheres inteligentes: São 10% das mulheres e os homens inteligentes pedem logo em casamento quando as conhecem, dificilmente tem mais de 3 namorados na vida.

Espero ter contribuído em algo, fiquem à vontade para acrescentar ou criticar, creio que poderemos construir um bom esquema para ajudar os que estão buscando a real.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

[Reflexão] Punir ou Observar?

Por Libertador




Aliados, a meu ver, existem duas formas completamente contrarias de se lidar com as mulheres. Vou explicar aqui como funciona cada uma, e quero saber a opinião de voces sobre qual acham melhor.

1° Opção: 

Observar a mulher, as atitudes dela, dando liberdade dela agir como melhor lhe proceder. Ao mesmo tempo em que observa atento e se (provavelmente "quando") ela revelar o seu lado obscuro e querer sacanear, voce simplesmente termina o relacionamento. Esse metodo o N.A. fala em seus livros, como naquele exemplo de que se a mulher está olhando para outros caras, voce a incentiva a ir falar com eles, numa boa, para observar a atitude dela, se ela for, voce sabe que está namorando com uma vadia, e faz como melhor lhe parecer, se ela se recusar mesmo assim, voce continua com ela, pois o lado obscuro dela ainda está sobre controle. Mas a idéia é sempre que tiver oportunidade dar oportunidade para ela escolher livremente a opção que ela quiser, parecendo que voce não se importa enquanto se observa atento as atitudes dela.


Vantagem: 

- Vai minimizar bastante a chande dela parecer uma pessoa na sua frente para corresponder as suas expectativas, e agir diferente pelas costas. Porque mulheres normalmente tentam manter a imagem de castas se o parceiro as veem assim, mesmo que sejam extremamente vadias. E agirem como vadias se nós incentivamos e fingimos gostar.
- Mas se voce já da liberdade e oportunidade pra ela, ela não vai ter medo de ser ela mesma, ainda mais se o cara sempre incentivar um pouco. Assim dá para se conhecer o verdadeiro lado dela com facilidade. E evitar ter uma visão falsa do relacionamento. Assim se voce descobrir que está namorando uma vadia, voce já a trata como tal, e fica mais facil de se desapegar.

Desvantagem: 

- É a mesma coisa que dar oportunidade ao ladrão. Porque as mulheres são naturalmente hipergamicas e tem o lado obscuro, uma hora isso vem a tona de qualquer jeito.
- Inviavel fazer isso em um relacionamento estavel como casamento. 
- Voce terá relacionamentos descartáveis, usando mulheres enquanto forem uteis, e as descartando quando não te servirem mais.


2° Opção: 

Sempre que ela agir de forma errada, punir-la. Mesmo que em condições pequenas, se agir com frieza, punir ela com frieza, se tiver chata pra caralho, se afastar até ela ficar legal de novo, ou seja punir ela de forma proporcional, se sair com as amigas sem avisar, já punir de forma proporcional tambem. Se trair, aí terminar com ela sem questionamentos, sem discussões, sem dar brecha para desentendimento. Ou seja, punir-la, sem discutir, apenas devolvendo as consequencias dos seus maus atos. Ao mesmo tempo recompensar as boas atitudes dela tambem. O que significa que se ela está carinhosa, dando sexo de qualidade, recompensar-la proporcionalmente tambem, e aproveitar o tempo bom. Então se ela te trata bem, trate-a bem, se ela te tratar muito bem, aproveita e trata ela muito bem, quando ela tiver tratando mal, tratar mal tambem. De acordo com a proporção correta.

Vantagem: 

- Voce aprende a doutrinar-la. E isso é útil para varias areas, pode ser feito tanto para mulheres, quanto para filhos e até funcionários. Aprende atravez da pratica a ser mais justo, punindo e recompensando de forma sistematica e consistente.
- E baseando-se do principio que as mulheres são como crianças imaturas e dependetes de alguem que as indique o caminho certo, esse seria o melhor metodo, porque voce vai conseguir incentivar-la a andar o bom caminho ao premiar-la pelas boas atitudes. E a afastar-la do mal caminho ao punir-la pelas más atitudes. O importante é só manter a consistencia na recompensa e punição. 
- É mais indicado para ser feito em relacionamentos estaveis.
- Voce trata a mulher bem enquanto ela for legal com voce, e se ela agir de forma ruim e injusta, será punida automaticamente, e dependendo do nivel, voce estará ensinando ela a se tornar uma pessoa melhor ao punir-la de forma adequada. Como fazemos com os filhos. Que tentamos corrigir-los enquanto pudermos, ao invéz de descartar-los quando reprovamos as suas atitudes.

Desvantagem: 

- Não é útil para ficantes e relacionamentos rapidos, a não ser que queira doutrinar alguem que só está de passagem. 
- E outra coisa, é muito importante estar desapegado, para conseguir punir de forma correta. Porque a tendencia hoje é o amor permissivo, a pessoa só recompensa mas nunca pune quando precisa. E ao se estar desapegado voce não exagera na punição, como por exemplo se ela te trair, a punição correta é terminar o relacionamento sem acordos, mas tem uns que perdoam, deixando de punir e achando que vão ser reconhecidos por isso, e outros que querem matar-la e ao amante, aí estão punindo em excesso porque estão apegados, e tudo o que querem fazer é a vingança ao ego ferido. Aì por causa de um momento de ira, passam anos presos pagando por minutos de impulso. Então tem que aprender a não deixar seu ego comandar voce na hora de punir. O que pode dar trabalho até aprender.
- Corre um sério risco dela evitar contar e evitar mostrar os maus comportamentos por medo de ser punida. Fazendo ela criar o habito de esconder isso de voce.


Atualmente eu uso a 2° opção, porque acho mais util. E venho conseguindo bons resultados.

E vocês, qual metodos voces estão usando na parceira atual? Tem mais alguma sugestão além desses 2 metodos, que vale a pena testar?

Aceito críticas a vontade.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Amor platônico e a divinização da mulher

Por Shy Guy
O amor platônico pode ser definido como o amor sem aproximação, à distância, no qual o objeto de admiração é idealizado como um ser perfeito e admirado por sua qualidades, inteligência e bom comportamento, ou seja, é uma forma de amor sem conotação sexual ou então, com uma sexualidade romântica, não carnal.

Quando se está neste estado, o cara vê qualidades diversas que supostamente os outros não veem nela e o seu encanto não é tão focado pela beleza ou pelos atributos sexuais, mas sim por um comportamento considerado ideal, e normalmente este é bem feminino, como calma, meiguice, delicadeza, etc.

É basicamente, a exteriorização do perfil ideal de mulher em uma que está bem longe disso, é somente uma fantasia, uma ilusão, mas quem está nesse estado, não se dá conta disto, pois está inebriado nesse sentimento de amar sem que o alvo saiba disso (é o que ele acha, pois mulheres são mais atentas a isto do que imaginamos).

Isto torna o homem débil e desligado da realidade, ao divinizar um ser imperfeito e falho, como são as mulheres, fora que, o cara nesse estado, não consegue se interessar em sair com outras garotas que tem algum interesse por ele, por supostamente elas não serem nem perto de quem ele "ama" escondido.

Ele sabota o homem, ao fazê-lo recusar mulheres que provavelmente teriam mais interesse e poderiam ser melhores do que a mulher que o cara tão idealiza e superestima, o que impede ele de ganhar experiência e lida com elas.

Também torna-o mais emasculado, pois como ele diviniza a mulher, ele tem um tratamento bem servil e tímido, procurando agir sutilmente e com uma certa vergonha, esperando que a garota note a nobreza de seus sentimentos, o que normalmente não ocorre.

O amor platônico, normalmente acaba quando o cara toma coragem de dizer o que sente e é jogado na friendzone, como aquele não sutil, de só amizade ou no pior dos casos, quando ele ver a mulher que tanto idealiza, com outro, e isto se torna pior caso este seja um traste.

Por fim, ele começa a acabar aos poucos, porém leva um bom tempo e nisto rola um ressentimento, uma grande melancolia, um sentimento de vazio existencial, de que o mundo é muito injusto, de que o amor não presta, e depois de um tempo, acaba-se esquecendo daquela pessoa.

Porém, caso não crie uma blindagem e um certo ceticismo sobre esse sentimento fútil (já que dificilmente quem está nesse estado consegue ter o alvo de seu amor, por considerá-la tão perfeita que se sente muito intimidado em abordá-la, se contentando em adorá-la escondido), quando ele menos imaginar, verá uma garota que aparenta se encaixar no seu perfil de garota perfeita e logo o ciclo irá se repetir.

terça-feira, 11 de junho de 2013

"Pode e não pode" feminista

Por Doutrinador
O que não pode:

- Não pode escolher a posição sexual (ficar de quatro é machismo ok)
- Não pode gostar de sexo ("Sexo é o refúgio dos tolos. E quanto mais tola é a mulher, mais sexual ela é" - Valerie Solanas)
- Não pode ser delicada (sinal de fraqueza)
- Não pode ser dócil (submissão)
- Não pode mijar sentada (imposição da cultura machista)
- Não pode engravidar (é melhor assassin... ops, abortar)
- Não pode amamentar ("mulheres não são chimpanzés" - Elisabeth Badinter)
- Não pode tirar licença-maternidade ("cuidar dos filhos é uma privação" - Simone de Beauvoir)
- Não pode se depilar ou usar maquiagem (ditadura da beleza)
- Não pode ser magra tipo modelo (machismo padrão Marisa)
- Não pode comprar roupa em lojas que usem modelos magras como garota-propaganda (traidora do movimento)
- Não pode cuidar da casa e filhos enquanto o marido trabalha (coisa de amélia)
- Não pode obedecer aos homens (só obedeça as feministas)
- Não pode aceitar padrões impostos pela sociedade (só os impostos por feministas)
- Não pode se objetificar (mas pode fazer um 'nu artístico' valendo dinheiro)
- Não pode ter empatia ou simpatizar com os homens (Valerie Solanas)
- Não pode ter uma família tradicional (Valerie Solanas)
- Não pode seguir uma religião ("religião ajuda os homens a manter as mulheres atadas a eles" - Valerie Solanas)
- Não pode obedecer ao pai (abaixo o patriarcado)
- Não pode viver satisfeita e tranquila (o sistema é machista, logo, mantenha-se em estado de permanente revolta)

O que pode:

- Pode aceitar que o homem pague seu jantar (faça vistas grossas aqui)
- Pode aceitar pagar meia-entrada por ser mulher (só é discriminação se me prejudicar, senão eu ignoro)
- Pode aceitar entrar VIP em baladas e casas noturnas até meia-noite 
- Pode aceitar qualquer outro privilégio apenas por ser mulher (deixe essa conversa de igualdade pra depois)
- Pode pregar a violência e até morte contra o homem (fique tranquila, isso é coisa de mulher poderosa e corajosa)
- Pode assassin... ops, abortar
- Pode ser manipulad... ops, acatar conselhos de feministas
- Pode posar nua (é só uma exceção, não somos objetos ok)
- Pode ser violenta e agressiva (manifesto SCUM)
- Pode criticar os homens na internet (mas denuncie na Safernet e Polícia Federal se for criticada)

domingo, 9 de junho de 2013

“Você está sozinho? Tenho uma pessoa pra te apresentar!”

Por Sacerdote John Preston


Esses dias eu estava relendo o texto originado pelo meu relato, texto que fala que, se os pais da mulher te acham um bom partido, eles te vêem como um beta provedor. Lembrei-me de uma situação análoga à descrita no texto, tema deste atual tópico.

Praticamente todo mundo já passou pela seguinte situação: uma parente, uma amiga ou colega de trabalho (sim, 99,9% das vezes é uma mulher que faz isso) fica sabendo que você está solteiro e fala “Você está sozinho? Tenho uma pessoa pra te apresentar!”. 

Quando você finalmente conhece a tal “pessoa”, é uma mulher mediana/feia, ou é sem sal, ou é esquisita, ou tem personalidade inadequada (infantil, mal-humorada, psiquiátrica, etc), ou ainda uma combinação dessas características. Enfim, roubada!



Esse tipo de situação tem dois principais motivadores, a meu ver:




- Como pano de fundo, está aquela velha idéia de que “estar solteiro é mau, estar relacionado é bom”, amplamente propagada na matrix;

- “Corporativismo feminino”. Na grande maioria dos casos, quem fala em casamento é a mulher. Aquelas que manifestam esse desejo encontram apoio nas outras mulheres. Já o papel do homem no casamento é o de provedor, ou de troféu. Aqueles que não querem casar são vistos como “traidores da ordem natural das coisas”. Juntem isso e temos o seguinte raciocínio: “Vamos nos ajudar como grupo (feminazi), mantendo uma ordem natural que nos é conveniente (casamento/união estável)”.





Sabemos muito bem que, na Natureza, a fêmea é quem escolhe o macho. Logo, se uma mulher não consegue atrair homens, a ponto de necessitar do “corporativismo feminino” para isso, é porque há alguma coisa muito errada com essa mulher. 

Por mais que essas “empurradoras” digam que estão com boas intenções, que apenas querem juntar duas pessoas solteiras, esse tipo de situação só ocorre pra quem elas consideram como beta! Pra provar isso, imaginemos a seguinte situação: um cara com dinheiro e/ou status e considerado bonito, no nosso meio (muitos conhecem alguém assim) aparecendo com uma mulher como aquelas que são “empurradas” para os betas. A grande maioria das outras mulheres diria: “Ela é feia pra ele!” Elas não servem pros alfas, mas servem pros “amigos solteiros”? Ah vá pra PQP!

Moral da história: Se você está solteiro e tentam te empurrar uma “pessoa legal”, VOCÊ É CONSIDERADO UM BETA!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nelson Gonçalves e a Real

A Flor do Meu Bairro
Nelson Gonçalves

A minha historia é vulgar
mas algo fica provado
nem sempre o primeiro amor
é o primeiro namorado

A flor do meu bairro
Tinha o lirismo da lua
Morava na minha rua
Num chalé fronteiro ao meu
Eu conheci
O seu primeiro amor
A sua primeira dor
E o primeiro erro seu
Lembro-me ainda
O bairro inteiro sentiu
A flor ingênua sumiu
Com seu amor, o seu rei
E eu que era
Seu primeiro namorado
De tão triste e apaixonado
Nunca mais me enamorei
Hoje depois de alguns anos
Eu encontrei-me com ela
Na rua dos desenganos
Menos ingênua e mais bela
Ela fingindo desejo
A boca me ofereceu
E eu paguei por um beijo
Que no passado foi meu
A minha história é vulgar
Mas algo fica provado
Nem sempre o primeiro amor
É o primeiro namorado

A minha história é vulgar
Mas algo fica provado
Nem sempre o primeiro amor
É o primeiro namorado