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segunda-feira, 14 de março de 2011

Estudante processa prefeitura por não ter beijado

 Por Dragão Negro




Estudante processa prefeitura por não ter beijado ninguém em micareta

Revoltado por não ter conseguido beijar ninguém em um carnaval fora de época promovido pela Prefeitura de Guararapes do Norte (230 km de Rio Branco - Acre) no último mês de maio, o estudante universitário J. C. A. ajuizou uma ação judicial bastante inusitada. Ele foi à Justiça pedir indenização porque "zerou" na micareta.

JCA pediu indenização por danos morais, alegando que "após quase dez horas de curtição e bebedeira não havia conquistado a atenção de sequer uma das muitas jovens que corriam atrás de um trio elétrico". Ainda segundo o autor, que diagnosticou na falta de organização da Prefeitura a causa de sua queixa, todos os seus amigos saíram da festa com histórias para contar.

Em sua contestação, a Prefeitura de Guararapes do Norte ponderou tratar-se de "demanda inédita, sem qualquer presunção legal possível", porque não caberia a ela qualquer responsabilidade no sentido de "aliciar membros da festividade para a prática de atos lascivos, tanto mais por se tratar de comemoração de caráter familiar, na qual, se houve casos de envolvimento sexual entre os integrantes, estes ocorreram nas penumbras das ladeiras e nas encostas de casarões abandonados, quando não dentro dos mesmos, mas sempre às escondidas".

Apesar da aparente inconsistência da demanda judicial, por seus próprios méritos a ação ainda ganhou força antes de virar objeto de chacota dos moradores da cidade, em virtude do teor da réplica apresentada pelo autor, que contou com um parecer desenvolvido pelo doutrinador local Juvêncio de Farias, asseverando que "sendo objetiva a responsabilidade do Estado, mesmo que este não pudesse interferir na lascívia dos que festejavam, o estudante jamais poderia ter saído tão amuado de um evento público". 

Ao autor da demanda, no entanto, como resultado de uma "aventura jurídica" que já entrou para o folclore do município, não restaram apenas consequências nocivas. Afinal, em que pese a sentença que deu cabo ao processo ter julgado a demanda totalmente improcedente, o estudante se saiu vitorioso após ter arranjado como namorada uma funcionária do setor de aconselhamento psicológico do município, que passou a freqüentar por indicação do próprio magistrado responsável pelo encaminhamento do caso.

Segundo a própria Municipalidade, tal acontecimento afetivo ocorreu sem nenhuma participação do Estado.  

sexta-feira, 11 de março de 2011

Indústria da INFIDELIDADE

 Por Leandro



► Adultério Inc. — A indústria da infidelidade


Albert Mohler


“Monogamia, em minha opinião, é um experimento fracassado”. Essa é a declaração de Noel Biderman, um empresário de Toronto que quer lhe vender um caso de adultério. Conforme revela a atual matéria de capa da revista Bloomberg Businessweek, o sr. Biderman está fazendo muitos negócios.

A revista descreve AshleyMadison.com como “o principal site de ‘namoros’ para adúlteros aspirantes”. Biderman diz que teve a ideia depois de trabalhar como agente empresarial para atletas profissionais.

Esse emprego exigia que ele saísse negociando os casos adúlteros de seus clientes. Biderman chegou à conclusão de que dava para fazer do adultério um grande negócio.

Agora, Ashley Madison lucra por ano 60 milhões de dólares e produz 20 milhões de dólares em rendimentos anuais. O próprio Biderman está lucrando milhões de dólares por ano, e o adultério parece ser uma indústria em crescimento.

A ideia por trás de Ashley Madison é muito fácil de compreender. O plano de Biderman era criar um site que pareceria satisfazer às mulheres que buscam um parceiro de adultério, enquanto de fato ao mesmo tempo atrai homens que buscam mulheres para um caso de adultério.

Os clientes do site estabelecem um perfil pessoal, selecionam sua “condição de disponibilidade” e marcam suas preferências pessoais. O real dinheiro flui para o site quando os homens se conectam online com as mulheres e então têm de fazer pagamentos consideravelmente exorbitantes pelo privilégio de continuar a conversa. Se tudo vai de acordo com o plano, o adultério logo acontece. 

Sheelah Kolhatkar, jornalista da Businessweek, descreve Noel Biderman como “um gênio solitário — possivelmente maligno e certamente empresarial”. Ele trabalha como diretor geral de Avid Life Media, a empresa mãe da Ashley Madison.

Ele é também casado e pai de duas crianças novas. Em seu escritório o monitor do computador traz de repente a mensagem promocional de sua empresa: “A vida é curta. Tenha um caso”.

Amanda, a esposa de Biderman, parece despreocupada com o negócio de seu marido e o papel escolhido dele como o capitão da indústria do adultério. Numa declaração de evasão moral quase completa, ela diz: “A verdade é que o negócio em si não corresponde a quem ele é como pessoa — não é nosso estilo de vida ou sistema de valores ou qualquer coisa disso”.

Olha, eis uma dica: se você concebe, estabelece e administra o negócio, é o seu sistema de valores. Quando o seu lema é “A vida é curta. Tenha um caso”, o adultério é “quem você é como pessoa”, ainda que você jamais tenha tido um caso real de adultério.

Ela continuou: “O que quero dizer é, sim, eu adoraria se ele estivesse trabalhando num emprego de procurar uma cura para o câncer. Mas é só negócio, e é desse jeito que o vemos”.

Dava para se dizer a mesma coisa de uma casa de prostituição, é claro, e pelo menos alguns observadores sugerem que a prostituição é basicamente a essência de Ashley Madison. Afinal de contas, embora quase todos os homens que se registraram no site sejam casados, cerca de 20 por cento das mulheres não são.  

O que é interessante é que desde que o adultério se transformou agora num grande negócio, certos indicadores se tornaram disponíveis. A jornalista Sheelah Kolhatkar explica que entre 20 e 40 por cento dos homens heterossexuais casados e 20 e 25 por cento das mulheres heterossexuais casadas terão um caso durante sua vida.

Ela cita Bruce Elmslie, economista da Universidade de New Hampshire, que afirma que os homens e mulheres cometem adultério praticamente nos mesmos índices até as idades de 35 ou 40. Depois disso, as mulheres são mais relutantes de ter um caso, e os casos dos homens sobem repentinamente.

Biderman explica que as mulheres têm a maior probabilidade de ter um caso no lugar de trabalho com um homem casado que trabalha ou com o marido de uma amiga. Os homens cometem adultério sob uma variedade muito mais ampla de circunstâncias. Ashley Madison está “mergulhando em maridos”, relata Biderman.

Biderman lançou o site em 2010, mas fundou a empresa anos atrás, em 2002. Ele a chamou Ashley Madison combinando os dois nomes mais populares de bebês do sexo feminino daquele ano.

Ele afirma só estar satisfazendo uma necessidade e rejeita a ideia de que ele esteja realmente aumentando os números de casos. Apesar disso, a antropóloga Helen Fisher acusa Biderman de “agir como predador contra uma fragilidade humana”.

Pelo menos em termos econômicos, a ideia de Biderman está dando amplos lucros. Ashley Madison já o tornou milionário mais que várias vezes. David Evans, editor de Online Dating Insider, comentou que Biderman e sua empresa “certamente possuem o mercado dos traidores”. Ele acrescentou: “É muito lucrativo e bem-sucedido”. 

O que é de surpreender é que Biderman realmente se queixa de que seu negócio é alvo de discriminação. Afinal, a rede de televisão Fox rejeitou sua proposta de comercial para o Super Bowl, o campeonato de futebol americano.

Na realidade, Biderman parece se queixar um pouco constantemente da oposição que sua empresa causa. Por outro lado, alguns suspeitam que ele esteja também inflamando a oposição, incitando sua própria publicidade.

Sheelah Kolhatkar descreve a empresa nestes termos: "O que a Ashley Madison faz é legal. É também ilícito, em que ajuda os usuários a violar seus votos de casamento e se engajarem em farsa e sigilo.

Isso apresenta enormes desafios de estigmatização e desafios financeiros: Quantos gerentes de investimentos querem ir para casa para anunciar para suas esposas: “Querida, achei a perfeita oportunidade de investimento!”

É difícil imaginar como essa empresa e seu fundador não enfrentariam “enormes desafios de estigmatização”. Com uma declaração amenizada, Kolhatkar expressa o óbvio: “Ele está administrando um florescente império construído numa atividade que a maioria das pessoas diria que é errada”.

Essa última declaração é reveladora em mais do que um sentido. Parece realmente que a maioria das pessoas acredita que o adultério é errado. Mesmo assim, está desenfreado.

Parece que muitos seres humanos abandonarão seus princípios morais ao se depararem com a oportunidade de cometer adultério. Ashley Madison existe para criar ainda mais dessas oportunidades.

Não há dúvida alguma de que é revelador o fato de que a Bloomberg Businessweek tenha escolhido esse tópico para sua matéria de capa bem no Dia dos Namorados nos EUA. Por que eles fazem uma matéria de capa sobre um homem que declara “Monogamia, em minha opinião, é um experimento fracassado”? Isso mostra que a revista está de acordo com a sra. Biderman quando ela diz “…é só negócio, e é desse jeito que o vemos”?  

Fonte

domingo, 6 de março de 2011

Mulheres canalhas

Por Dream



Vejam a coluna abaixo, de um tal Ivan Martins, sobre um livro escrito por uma feminazi cujo título é "Canalha, substantivo feminino".

O que me deixou chocado nem foi o livro em si, pois ele é apenas a constatação de tudo o que falamos aqui.

O que me impressionou mesmo foi a postura do manginão que escreveu a coluna, que teve a real esfregada NA FUÇA por uma MULHER, e ainda fica de mimimi "será que é verdade? ai acho que isso é culpa da sociedade machista".

Pior ainda são os comentários. UMA MULHER escreve um livro contando histórias podres e nojentas de suas amigas e são OS HOMENS que defendem a raça feminina, dizendo que elas são oprimidas pela sociedade machista.









Mulheres Canalhas
Elas são muito piores que os cafajestes
Por Ivan Martins


Bem ou mal, eu sempre acreditei que homens e mulheres são essencialmente semelhantes. Ao contrário da longa tradição conservadora, que, desde a Bíblia, imputa às mulheres pensamento e sentimentos opostos aos dos homens, eu sempre defendi, de forma totalmente intuitiva, que, afora a biologia, as diferenças entre homens e mulheres são apenas culturais – nada que uma geração ou duas de igualdade não fosse capaz de varrer da face da Terra. 

Por pensar assim, eu me surpreendo profundamente com as sugestões de diferenças inconciliáveis entre sexos, sobretudo quando apresentadas pelas próprias mulheres - como acontece no livro Canalhas, substantivo feminino, escrito pela minha colega Martha Mendonça, a gentil, ferina e bem-humorada repórter da sucursal do Rio de Janeiro de ÉPOCA. 

Publicado pela Editora Record, o livro reúne contos sobre mulheres que fazem os cafajestes masculinos parecerem coroinhas. Cada uma dessas histórias é um pequeno compêndio de maldades – maldades que, pela forma e pelo conteúdo, parecem intrinsecamente femininas, ainda que muitas delas não sejam exclusivas das mulheres. 

Há uma estagiária de 20 anos, Larissa, que seduz o chefe quarentão até levá-lo a um estado de loucura, pelo prazer egoísta de testar o próprio poder. Há uma loira sensual, Ingrid, que sobe na vida sem trabalhar usando os homens friamente, como degraus da sua escalada social. Há uma arquiteta de 30 anos, Mariana, que arrasta o marido da antiga rival de colégio para um motel apenas pelo gosto de humilhar a beldade envelhecida. 

Todas essas histórias têm em comum uma perversidade que eu não vejo no universo masculino. Os homens fazem coisas torpes, mas, tanto quanto eu percebo, agem na vida privada movidos pela paixão dos sentimentos. Seus atos, vistos de fora, são impulsivos e primitivos, de tão óbvios.


Em oposição, as mulheres de Martha são racionais, calculistas, oblíquas como o olhar de Capitu. A mãe seduz o namorado da filha para sentir-se jovem e desejada. Sem hesitação e sem remorsos. A noiva entrega-se a todos os homens, menos ao seu prometido, por quem sente um mal disfarçado desprezo. A mulher planeja e leva a cabo o assassinato do marido por lento e penoso envenenamento. 



Saiba mais

»Leia outras colunas de Ivan MartinsDe onde vem isso? Em primeiro lugar vem da Martha. Como boa carioca, ela parece ter bebido nas águas turvas do Nelson Rodrigues, o grande sintetizador do universo imoral brasileiro. As personagens de Martha são pecadoras de classe média baixa, criaturas infames do repertório da família degradada que o autor de Vestido de Noiva e Beijo no Asfalto reconheceria instantaneamente. 

Mas há nelas também, como apontou uma amiga, um toque atemporal de Lolita – a adolescente sensual do livro de Vladimir Nabokov, capaz de manipular o desejo de um homem adulto até reduzi-lo ao estado (ainda servil) de trapo. Como Lolita, as mulheres de Martha são exímias manipuladoras, que usam o corpo delas e a imaginação dos homens como armas. 

Os homens, tanto quanto eu percebo, são incapazes de operar nesse universo de sutilezas, por uma razão essencial: não é fácil manipular o desejo das mulheres. 

Homens são facilmente controláveis pelo zíper. Não é preciso ser uma beldade para fazer isso. Bastar ser sensual e gostar de sentir-se assim. E ter em si um grama de maldade. O roteiro é velho e batido: quando o sujeito quer, a moça não quer. Queria ontem, mas hoje não tem certeza. Aproxima-se, mas, depois, muda de ideia e se afasta. Enquanto isso, mantém o corpo desejado a uma distância impossível de ignorar, mas difícil de tocar. É fácil e simples.


Quantos homens vocês conhecem que são capazes de manter uma mulher na rédea com esse tipo de ardil? Eu não conheço nenhum. Nas únicas situações em que vi esse tipo de coisa acontecendo, a mulher estava completamente apaixonada. Mulheres apaixonadas parecem perder o controle. Homens perdem o controle por luxúria, por lascívia, por desejo, por tesão – sentimentos muito mais corriqueiros neste mundo de meu deus. A gente vê isso acontecendo todos os dias. 

Outra coisa que distingue as mulheres da Martha dos homens reais é que elas operam numa esfera que eu chamaria de contra-poder. 

Os homens têm o dinheiro, o prestígio social e o comando, nas empresas e no mundo. As mulheres têm aspirações. Contra o óbvio poder social dos homens, elas lançam mão de estratagemas e subterfúgios, atalhos que, nos enredos de Martha, passam quase invariavelmente pelo sexo. Mesmo a quarentona gostosa que seduz o namorado adolescente da filha está marcando um tento contra o poder masculino – aquele que escolhe favorecer o corpo da mulher jovem em detrimento da mulher mais velha. Há sempre uma ponta de afirmação no poder paralelo das mulheres canalhas. 

Ao terminar o livro, que li de uma vez só, encantado, tive várias sensações. 

A primeira foi de alívio. Aos 50 anos, eu ainda não encontrei uma das mulheres más que Martha descreve. Já vi algumas inebriadas com o seu poder de seduzir e outras que ensaiaram subir na vida escalando as calças masculinas, mas eram amadoras. 

A segunda sensação com que o livro me deixou remete ao começo deste texto: mulheres, afinal, talvez sejam diferentes de nós, homens. O mundo do poder masculino criou tipos dominantes que são agressivos e toscos em seus métodos. Óbvios, enfim. O universo da submissão feminina inventou mulheres sutis e ardilosas, bem mais difíceis de mapear e entender.


Essas não são diferenças no interior do cérebro ou da alma, porém. São diferenças sociais que, de tão velhas, passaram a fazer parte de nós – até que sejam varridas da face da Terra por uma ou duas gerações criadas em igualdade. 


(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)

sábado, 5 de março de 2011

Exigências insanas

Por CONAN



Muitos aqui devem conheçer um site de relacionamentos chamado Badoo, eis aí o perfil de uma senhora.

Postei um print pra ilustrar um pouco a cabeça das mulheres. Reparem nas características dela: 51 anos, Gorda, Mãe solteira e Feia(vide Foto Original).

Apaguei as fotos e o nome pq isso nao convem.

Agora reparem só nos interesses dela, num vou nem comentar, isso eu deixo pra vcs.

É rir pra não chorar.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Os Betas só se fodem mesmo...

Por FANFARRAO MESTRE




Mulher em período fértil presta mais atenção em homem com cara mais masculina


Um novo estudo mostra que a seleção sexual feminina está diretamente relacionada ao seu período fértil.



Durante a ovulação, uma mulher com namorado cujas características não são tão masculinas assim tem a tendência de fantasiar com homens do tipo George Clooney. Mas, em contrapartida, mulheres que já têm ao lado uma versão avatar do ator não se tornam mais atraídas por seus parceiros.



A pesquisa também descobriu que a inteligência masculina não têm qualquer influência sobre as preferências femininas nesses períodos.



O dado ainda permanece um mistério, segundo o estudo publicado no jornal "Evolution and Human Behaviour", feito por Steven Gangestad e Randy Thornhill, da Universidade do Novo México, e Christine Garver-Apgar, do Instituto de Genética do Comportamento da Universidade do Colorado.



Kimihiro Hoshino/AFP



Na ovulação, mulher com namorado cujos traços não são tão masculinas fantasiam com homens como George Clooney

Segundo Gangestad, o rosto masculino tem um queixo relativamente acentuado, mandíbula forte, olhos estreitos e sobrancelha bem definida, e George Clooney se encaixa nesse perfil. A face menos masculina, por outro lado, pode incluir um maxilar menos pronunciado e olhos como os do ator Pee-wee Herman.



A equipe entrevistou 66 casais heterossexuais --sendo apenas 9 casados. Havia mulheres com idade entre 18 e 44 anos e seus relacionamentos variavam de um mês a 20 anos de convivência.



Uma série de estudos tem mostrado o interesse das mulheres por homens do tipo "macho man" ao ovular. Mas este estudo é o primeiro a confirmar que o efeito ocorre entre casais reais.



Os biólogos evolucionários têm documentado que as mulheres são mais exigentes quando em período fértil e procuram um parceiro que apresenta sinais de boa qualidade genética. Isso pode ser entendido como homens do tipo machão.



Embora não seja surpreendente o resultado, Garver-Apgar diz que a falta de um efeito semelhante.



Uma coisa que sempre se pode notar...O ser humano nunca deixou de ser como os outros animais quando se trata de sexo, elas querem os mais atraentes fisicamente, agora no que difere dos animais...Pra criar depois elas querem o mais bem sucedido, pra trepar os que tem mais aparencia de macho e força, pro resto das coisas, os que ganham mais...


È rapaziada, lendo e acompanhando esses tipos de pesquisa o que dá pra perceber é que os posts do Silvio, e os livros do NA dizem a verdade, o negócio é comer e correr, as mulheres são instintivas demais, ou seja, o beta sempre vai perder para o alfa...