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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Até os 21 anos não pegava ninguem

Por Predador


Felipe andrioli (CQC) diz que até os 21 anos não pegava ninguem.

Repórter do programa “CQC” (Band), Felipe Andreoli afirmou, em entrevista à revista "TPM" de junho, que até pouco tempo não fazia sucesso com as mulheres. Com receio de levar um fora, eram raras as vezes em que ele investia numa paquera. “Até os 21 anos não pegava ninguém, não gosto de ouvir ‘não’, então investia pouco. Depois melhorei e me relacionei com mulheres bacanas”, contou Felipe.Segundo ele, a aparição na televisão ajudou a atrair mulheres, mas nem sempre a experiência é positiva. “Não dá para negar que ficou mais fácil depois do 'CQC'. Mas uma hora não sabia mais se a mulher me olhava porque tinha gostado de mim ou porque sou ‘celebridade’. Aí é chato”, ponderou. Dizendo-se mais confiante com a aparência – ele passou a jogar futebol e tênis – Felipe afirmou que não pensa em ficar sarado, mas que já perdeu a barriga. “A genética não favorece, tem um monte de gordinhos na família. Mas acho que estou bem”, disse.Atualmente ele está noivo de Rafa Brites, a quem conheceu através do Facebook.fonte: http://br.omg.yahoo.com/noticias/%E2%80 ... reoli.htmlTem um comentario que achei legal de postar aqui tambem, de um usuario que comentou a matéria.E quando vc tenta? Tenta muito e não consegue nada? 

É engraçado alguém falar que não pegava nada porque não tentava! Ai é problema da pessoa! Esses sim eu posso chamar de inseguros. Porque nem tentam. E quando se tenta e toma na cara?!?! 

Hoje eu estou casado, minha esposa é maravilhosa comigo e a respeito muito, respeito-a muito mais por ela também me respeitar, mas não foi o que aconteceu até 2003. Dai para trás foi uma sucessão de foras cinematrográficos, e o interessante é que quando alguém pergunta que tipo de mulher eu investia, pois tenho 1,58 e até 2003 pesava 58 quilos, pode pensar que eu só queria gatinha! 

Tomei fora de uma garota de 123 quilos!!! Tomei fora de uma garota cheia de espinhas!! Tomei fora de umas baixinhas zuadas!! É impressionante como as pessoas gostam de jogar a culpa em quem se dá mal, mas não é bem assim não!!!!!!!!!!!!! 

As mulheres são preconceituosas SIM! Mas sabe, já estou com minha esposa há 8 anos, casado há 6, tenho casa própria e estou fazendo faculdade, então pouco me importa a grande maioria das mulheres @#$%rem sonhando com delírios de grandeza, com artistas, ou até mesmo determinarem um tipo específico mínimo para namorarem. 

Achei uma mulher que me respeita, depois de tomar uns 100 foras pessoalmente e uns 600 foras pela internet. 

O Brasil tem 4 milhões de mulheres a mais do que homens, e só entre os 20 e os 40 anos são 1 milhão e 600 mil, portanto se a grande maioria que está solteira esperando um cara com um tipo físico, intelectual ou financeiro mínimo aparecer, eu não tenho nada mais a ver com isso. 

Acho que a mulher moderna tem que educar melhor seus filhos para que pelo menos eles se tornem homens melhores para as mulheres das gerações futuras.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O homem escravizado, doente e atolado na Matrix

Por Dr. Mandrake




Workaholic é um fenômeno comportamental, ou melhor, uma faceta da matrix profissional que está cada vez mais crescente na sociedade, tendo maior incidência em organizações que possuem uma cultura extremamente competitiva.

Estar absorvido de maneira intensa com o trabalho, com longas jornadas diárias, carga horária de trabalho descomedida, ritmo veloz de se trabalhar e busca desenfreada de resultados são fortes indícios que podem contribuir para que o homem se torne workaholic.

É importante não confundir “trabalhar demais” com ser “viciado em trabalho”. Quem trabalha demais e distingue as fronteiras entre a vida profissional e a pessoal, consegue viver normalmente, quando não está trabalhando. Enquanto os viciados em trabalho, na maior parte dos casos, não têm vida pessoal e não conseguem viver tranqüilamente fora do trabalho.

Este tipo de pessoa sofre por trazer para si uma qualidade de vida muito ruim, pois as pressões do dia-a-dia e a auto-estima exagerada fazem com que este tipo de profissional tenha insonia, surto de mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão ou desconformidade teste (com os resultados que ele esperava) e pode chegar a causar depressão, entre outros efeitos nocivos.

Quem primeiro abordou o fenômeno workaholic como um tema de estudo foi o psicólogo americano Wayne Oates, em 1968, num artigo intitulado “On being a ‘workaholic’”, no qual relatava sua própria experiência e, ao se comparar a um alcoólatra, o autor afirmava ser também um viciado. Oates (1971) definiu workaholism como um vício para trabalhar, compulsão ou a necessidade incontrolável para trabalhar incessantemente.

Os workaholics são os “viciados respeitáveis” do nosso século e, portanto, não causa mais estranheza aos nossos olhos alguém que trabalhe 10, 12 ou 14 horas por dia. É um indivíduo que, numa tentativa de ser aceito, respeitado e aprovado por conseqüência do processo de seleção natural, faz do trabalho um meio de alcançar tal aprovação e sucesso.


O avanço tecnológico aparece como um forte colaborador para o surgimento do workaholism. E-mails, mensagens instantâneas, fax e telefones celulares contribuem para que o indivíduo não consiga realmente se distanciar de seu trabalho.


Os workaholics são pessoas dependentes do seu trabalho. Praticamente, não conseguem fazer nada na vida a não ser trabalhar e, quando estão com a família, ou no lazer e na vida social, podem se mostrar irritados e até mesmo, desenvolver manifestações depressivas, pois são pessoas incapacitadas para usufruir seu tempo livre, em geral porque levam dentro de si um nível de ansiedade muito intenso e se acostumaram a conviver com o estresse utilizando o trabalho como válvula de escape.

Sua pior característica é o medo de fracassar. Este medo condiciona e impulsiona o viciado a estar tentando sempre mais e cada vez mais forte e mais concentrado na busca por resultados.

Devido ao excesso de trabalho, o workaholic acaba se privando de conviver com sua família, amigos e a natureza, tornando-se um solitário cercado de pessoas, pois sua obsessão pelo trabalho o impede de ser livre e aproveitar a vida.


É preciso ter ambição, querer crescer, desenvolver e prosperar, mas na dose certa. A ambição na dose certa funciona como algo propulsor, mas exageradamente pode levar a um comportamento compulsivo, exagerado. Deixará o homem cego. E com isso, o homem vai se encaminhando para outra Matrix. A Matrix Profissional.

Todos querem ter uma história de sucesso, mas muitos dedicam mais de 12, 14 horas por dia com este objetivo, e acabam não aproveitando o fruto do seu trabalho. Os resultados que aparecem servem de degrau para se querer ir além, sem ao menos desfrutar do que já se conseguiu.

Essa Matrix vira uma areia movediça, que te puxa cada vez mais para baixo. Quem é viciado em trabalho acaba perdendo os amigos, que já não o procura, porque sabem que ele não tem tempo. A família acaba criando outro ritmo de vida alheio ao mundo do viciado. Brigas e discussões acabam ocorrendo. O pior é que a tendência como em qualquer vício, é dilatar as doses do veneno.

É como alguém que começa a fumar, no começo fuma um, dois, cinco, depois de algum tempo já esta fumando uma carteira, em casos extremo pode chegar a três carteiras por dia ou mais. O fim do homem atolado nessa areia movediça. Nesse buraco negro sem fim. Nessa Matrix, seria o desenvolvimento de doenças psicossomáticas graves e fobia social.


Por isso, saiba entender os motivos que o leva a trabalhar. Aprenda a desfrutar daquilo que já conquistou.


Não podemos trabalhar ao ponto de perdermos de vista nossos desejos, anseios e necessidades. Não seja escravo do trabalho, não vá aos extremos. Busque o ponto intermediário.

Estude, se desenvolva, trabalhe, aprimore, faça investimentos, mas primordial, desfrute de suas conquistas. Ela veio com muito sacrifício seu e, portanto, merece ser desfrutada. Em outras palavras, vá viajar e contemplar a natureza.


Busque o equilíbrio, goze a natureza e viva com harmonia.




Retirado do forum HomensHonrados.com

domingo, 15 de maio de 2011

O sexo privilegiado

Introdução do livro "o sexo privilegiado", de Martin Van Creveld


Como muitos outros, este livro nasceu da curiosidade. Muito tempo atrás, ao ler Simone de Beauvoir, fiquei impressionado quando ela disse que o mundo sempre pertencera aos homens, mas ninguém sabia explicar por quê. Achei que eu poderia; eu, um historiador do sexo masculino, resolveria o enigma proposto por ela, uma mulher de letras.

Como nasci em 1946, atingi a maturidade num mundo construído em torno do mito da opressão das mulheres. Segundo essa mitologia, era uma vez uma era dourada em que as pessoas viviam em famílias ampliadas. Homens e mulheres adoravam deusas da fertilidade e da vegetação, alegremente alheios à paternidade. As mulheres governavam, e os homens viviam contentes sob – ou com, de qualquer forma – esse governo. Mais tarde, no entanto, o Jardim do Eden foi destruído. O controle benevolente das mulheres chegou ao fim e foi substituído pelo domínio perverso dos homens. À derrota das mulheres seguiram-se o materialismo, a competição, a hierarquia, a guerra e um sem-número de coisas ruins, da banalização do sexo ao estupro, do consumo de carne à destruição do meio ambiente. Por milênios a fio, as mulheres sofreram sob o patriarcado. Então a represa cedeu e a torrente extravasou. O movimento feminista surgiu em toda a sua glória, e o mundo foi transformado para sempre. Vive La revolution!

Se essa história é verdadeira, precisamente quando, onde e porque o matriarcado foi deposto? Como teve início a opressão das mulheres e como ela cresceu e se desenvolveu? Como os homens, que são 50% da humanidade, conseguiram impor sua vontade sobre os outros 50% e continuar a fazê-lo em todas as épocas e lugares que conhecemos? Pesquisando a literatura existente, logo descobri que não havia respostas. Quase todos os autores dão a opressão das mulheres como certa e se contentam em explicar os detalhes, empilhando exemplos terríveis e competindo entre si para mostrar como o patriarcado está disseminado. Apenas alguns questionam quando e onde ele nasceu; e, o que é ainda mais notável, como ele conseguiu se perpetuar dos primórdios até os nossos dias.
Entre os que o fizeram, destacam-se dois pensadores do século XIX, John Stuart Mill e Frederick Engels. Para Mill, a “submissão” das mulheres foi o resultado de sua “inferioridade no quesito força muscular”, que se traduziu em costumes e leis que as discriminam. Para Engels, ela resultou da invenção da agricultura e da propriedade privada, que tiraram as mulheres do trabalho produtivo, confinaram-nas em casa e levaram à monogamia, de modo que elas pudessem gerar herdeiros legítimos. Nenhum dos dois filósofos conseguiu de fato provar sua teoria, e Mill nen sequer chegou a empreender um esforço sério nesse sentido. Até o presente, a despeito das tentativas de estabelecer uma ligação entre essa mudança e a chamada “revolução do mesolítico”, ninguém foi capaz de explicar como o matriarcado, na suposição de que ele tenha existido, foi deposto e como o patriarcado se estabeleceu; muito menos testemunhou o acontecimento.

 Patriarcado cruel, me obriga a tirar a roupa em público para ganhar míseros milhões!

E mais, essas respostas fogem à verdadeira questão. No passado, costumava-se postular a inferioridade mental e intelectual das mulheres em relação aos homens, dizendo-se que elas eram menos racionais, menos equilibradas, mais emocionais e mais dependentes. Vários desses postulados foram invalidados por trabalhos recentes; pesquisas em laboratórios com grupos de homens e mulheres cuidadosamente escolhidos mostram que, ou dizem mostrar, que há pouco fundamento para eles. Alguns autores chegam a classificar a “fragilidade” das mulheres como um “mito”, afirmando que, se os homens lhes tivessem permitido o treinamento adequado, os membros do sexo feminino teriam desenvolvido músculos e força equivalente aos deles. Além de não responderem à questão levantada por Beauvoir, essas explicações a tornam ainda mais desconcertante. Se é verdade que as mulheres são física, espiritual, emocional e intelectualmente iguais aos homens, como esses puderam oprimi-las por tanto tempo? Ou talvez se possa concluir, na suposição de que as mulheres vivem oprimidas, que elas não são iguais?



Começando por Karen Horney, nos anos 1920, alguns tentaram o impossível ao comparar a posição das mulheres com a de uma minoria subalterna que, mesmo discriminada, anseia pelos benefícios desfrutados por seu opressor. Ainda que se ignore o fato de que as mulheres formam a única minoria majoritária, a analogia é equivocada por duas razões. Primeiro, sabe-se muito bem que os integrantes de uma minoria costumam sobrepujar a maioria, como no caso dos judeus alemães, que tinham muito mais representantes nas áreas de medicina, do direito, dos bancos e da cultura. Portanto, a discriminação, em si, supondo que ela exista, não explica o pequeno número de membros de uma minoria nos altos círculos do poder, do dinheiro e da fama; a menos, é claro, que se admita que os alemães discriminavam a si mesmos! Segundo, a relação entre os sexos é, em grande medida, governada pela lei da oferta e da procura. Ora, não há nenhuma dúvida de que os homens desejam as mulheres e não podem viver sem elas. Portanto, se as mulheres fossem uma minoria, seu status deveria ser alto e não baixo; ao ponto de cada uma poder desposar – e dominar – vários homens!

Se o sexo feminino é oprimido e se a rebelião contra o patriarcado é a resposta, então por que tantas mulheres condescendem com as “ilusões do pós-feminismo” e tão poucas atendem ao chamado às armas feito pelas feministas? Por que apenas uma entre três mulheres norte-americanas se auto-intitula feminista e muitas são hostis à idéia? Por que, de Florence Nightingale a Simone de Beauvoir, várias mulheres famosas disseram que nunca sentiram as desvantagens supostamente associadas ao seu sexo? Por que as pesquisas realizadas com mulheres das mais diferentes nacionalidades mostram que a maioria acha que não é discriminada? Por que apenas 20% das mulheres européias que não têm filhos – e somente 10% das que têm – acham que é melhor ter uma carreira? E, acima de tudo, talvez tendo em vista a dimensão da rebelião feminista, por que essa não leva a lugar algum e por que não se vê uma admirável sociedade nova?

Na verdade, a ampla maioria das feministas modernas considera que o feminismo .não atingiu seus objetivos (isso é uma piada!). Algumas ativistas se referem a ele como uma “gaiola dourada” e se perguntam por que tantas mulheres e seu movimento tomaram caminhos distintos. Outras se queixam de sua “morte”. Mesmo nos países mais avançados do Ocidente, o máximo que se pode dizer é que a igualdade de oportunidade entre os sexos foi formalmente estabelecida e que a maior parte dos obstáculos legais à participação das mulheres nas questões públicas foi removida. Mas mesmo nesses países, tão logo uma instituição, uma profissão ou um campo são invadidos pelas mulheres, pessoas de ambos os sexos começam a considerá-la menos prestigiosa e sua remuneração começa a cair. Nem a opressão nem a discriminação explicam esses fatos; aparentemente, outros mecanismos estão envolvidos.

Depois de meses de trabalho, eram tantas perguntas e contradições que meu equilíbrio mental começou a ficar seriamente afetado; nesse ponto, minha mulher me aconselhou a fazer uma caminhada. Mal chegara à rua quando percebi que estivera fazendo as perguntas erradas; que todos os problemas desapareceriam se eu estivesse pronto a admitir que minhas pressuposições estavam erradas. A hipótese de as mulheres não serem oprimidas explicaria por que nunca se produzira uma explicação convincente das origens e da perpetuação da sua opressão. A hipótese de as mulheres serem, na verdade, o sexo privilegiado explicaria por que a maioria parece estar mais ou menos satisfeita com sua condição; e por que mais mulheres passaram a não abandonar os cosméticos, a queimar os sutiãs, a vestir macacões e a engajar-se em trabalhos masculinos, como recolher lixo. Essa reviravolta explicaria, acima de tudo, por que a vasta maioria das mulheres, em vez de combater seus opressores, continua a fazer o que pode para aproximar-se deles; para atrai-los, casar, fazer amor (não necessariamente nessa ordem) e ter filhos com eles.

Certamente, a proposição de que as mulheres estão satisfeitas com seus privilégios é mais convincente do que a alegação de que gerações delas foram enganadas quanto à verdade, à moralidade e até aos próprios interesses; essa é provavelmente a maior calúnia que alguém – homem ou mulher – já dirigiu ao sexo feminino.
Falar sobre o “sexo privilegiado” não significa negar que a natureza, ao dar às mulheres um corpo menos robusto e mais fraco, além de obrigá-las a carregar o fardo da menstruação, da gravidez, do parto e da amamentação, algumas vezes tornou seu caminho mais difícil do que o dos homens. Nem significa que a sociedade tenha sempre feito o melhor para ajudá-las a carregar esse fardo; e muito menos que tenha transformado sua vida num mar de rosas. O que este trabalho pretende mostrar é que a questão tem outro lado – que, para cada desvantagem das mulheres, a sociedade lhes proporcionou um privilégio igual ou mais importante. Intelectuais de ambos os sexos raramente mencionam esses privilégios; no caso das mulheres, por que estão determinadas a enxergar opressão em todos os cantos; no caso dos homens, por que as colegas do sexo feminino os fazem sentir-se culpados. No entanto, sem esses privilégios, grande parte da vida social se torna incompreensível.

Ao embarcar neste projeto, minha primeira grande preocupação era que a tarefa de encontrar provas dos privilégios femininos fosse tão difícil quanto extrair alguns gramas de ouro de toneladas de rochas. No entanto, meus medos se mostraram infundados. Logo ficou claro que a dificuldade não estaria na falta de provas, mas em seu quase inacreditável excesso. Teria sido necessária a vida de uma centena de Matusaléns para juntar, peneirar, indexar, avaliar, sintetizar, organizar e escrever todo esse material – sem falar na resposta para cada objeção que poderia ser levantada. Porém, eu estava sozinho e não queria que o público esperasse 96.900 anos. Assim posso apenas pedir a indulgência dos leitores por ter empreendido a tarefa. E esperar que as muitas lacunas que sobraram sejam preenchidas em breve por pessoas mais qualificadas do que eu.
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Sr. X: o livro escancara o preconceito que os homens sofreram e ainda sofrem em todos os tempos, em todas as sociedades, em todos os aspectos da vida.

Em todas as sociedades, desde as mais tribais, as mais primitivas, até as mais desenvolvidas, o homem sofre discriminação e preconceito. Até mesmo em sociedades ultra-machistas!

Somos discriminados desde a infância, seja em casa, seja entre os amigos, seja na escola. Na adolescência, a discriminação continua.

Na vida adulta, sofremos discriminação se estamos solteiros. Como casados, somos discriminados em relação ao tratamento concedido pela sociedade a nós e à esposa. Somos discriminados no momento do divórcio.

Somos discriminados no mercado de trabalho. Seja quando estamos tentando nos inserir, seja quando já estamos inseridos.

Somos discriminados pelo sistema de saúde. E a discriminação passa de todos os limites em momentos de guerra.

Até os alfas sofrem discriminação, e a discriminação que eles sofrem é especialmente dura, o que não diminui a discriminação do beta.

O livro é grande, mais de 400 páginas, mas eu recomendo a leitura atenta!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Aqui mostro o fundamento legal para que os trabalhos domésticos sejam realizados apenas pela mulher

Golgo 13 trouxe o fundamento de que precisávamos para provar, de uma vez por todas, que o trabalho doméstico deve ser realizado pelas mulheres. E isso, com respaldo LEGAL!!! Segue o texto:

Constituição Federal
Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.
III - voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes condições:
a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher;
b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.




Decreto nº 3.048, DE 6 DE MAIO DE 1999.
Art. 56. A aposentadoria por tempo de contribuição será devida ao segurado após trinta e cinco anos de contribuição, se homem, ou trinta anos, se mulher, observado o disposto no art. 199-A
.




deputada Rita de Cássia Paste Camata membro da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados explica :


Esse direito surgiu da necessidade de compensar as mulheres pelos efeitos da dupla jornada de trabalho. Ao ingressarem no mercado de trabalho, elas continuaram com a responsabilidade sobre a casa e os filhos e com tantas outras atribuições ainda não compartilhadas integralmente com seus companheiros.




se do sexo masculino, nunca mais realize um serviço doméstico, a legislação está do seu lado.

domingo, 8 de maio de 2011

Bullying: Reação das pessoas (Menino x Menina)

Lembro-me de uma reportagem internacional que alguém postou (me parece que o Silvio) numa praça com o homem apanhando de sua namorada e vice-versa no intuito de conhecer o comportamento das pessoas. O resultado sabemos: quando foi o homem a vítima, ninguém interveio (e até acharam graça).

Ontem passou essa reportagem nesse programa ímbecil.

Ela mostra um teste de Bullying, parece com aquele, ao qual meninos e meninas praticam esse ato nefasto, em uma praça razoavelmente movimentada, para observar a atitude das pessoas.


Resultado:

Meninos praticando bully contra menino = só parou porque um guarda interveio;
Meninas praticando bully contra menina = ninguém veio (não estava tão pesado como o do menino)
Meninas praticando bully contra menino = ninguém interveio*****
Meninos praticando bully contra menina = quase houve uma linchação. Tinha até um cara puto gravando para colocar na Internet, um grandão agressivo, etc.

**** E quando perguntada uma senhora disse: "Homem tem que saber se defender, né?".

Mais uma constatação que o homem, para a sociedade, foi feito para sofrer mais do que a mulher. E quando apanha humilhantemente, é mais um motivo de ser achincalhado ao invés de ser assistido. Feminazis, onde estão vocês?

Nelson Piquet

Por C.O.B.R.A.

Dizem que Ayrton Senna foi definitivamente um dos maiores corredores da história da Fórmula 1. Raçudo, impetuoso, com instintos e reflexos precisos além do ponderavelmente humano. Tirava de carros inferiores uma potência inimaginável. É considerado o maior ídolo do esporte brasileiro depois de Pelé. Dizem.

E é na passagem “definitivamente” que se inicia o problema entre o mito Ayrton Senna e uma pessoa de carne e osso que sacudiu e levantou muita poeira nas pistas. Senna é lembrado como o melhor piloto de todos os tempos. A Globo já o tratava dessa forma, em seus últimos anos. Há algo curioso nisso: entre 1981 e 1991, 6 dos 10 campeonatos mundiais foram conquistados por brasileiros: três por Senna, três por Piquet. Basicamente houve o (então) tricampeonato de Prost e um título de Niki Lauda nos entreatos.

Há uma explicação simples. Senna, que foi para a Fórmula 1 quando Piquet já era bicampeão, soube se entrosar com os jornalistas esportivos da maior formadora de opinião do Brasil, a Rede Globo (com a licença para se chamar alguém da Globo de “jornalista esportivo”). Piquet, o oposto de Senna em tudo (Piquet era carioca, Senna era paulista; Piquet era cerebral, Senna impulsivo), era famoso pelo mau humor com que tratava a ignorância dos entrevistadores da Globo, sem nenhum apelo e nenhuma mensagem bonitinha para o público.

Piquet não apenas ficou marcado como alguém “menor” do que Senna. Piquet não é lembrado sequer como um “segundo lugar” na Fórmula 1 na década de 80.

É uma injustiça muito grande. Piquet era mecânico do próprio carro! Cursou 3 anos de Engenharia Mecânica. Criou de cunho próprio técnicas que são usadas até hoje na F1, como aquecer os pneus antes da corrida. Senna viveu às turras com os engenheiros, e sua petulância como “promessa” o tornou persona non grata por onde quer que passasse.

Piquet detestava a demagogia de Senna. Sua mania de “defender o Brasil”, num patriotismo bem xarope, dosado bem ao gosto dos telespectadores da Globo.

Os fãs de Senna até hoje têm dessas. Não seria preciso. Piquet também é brasileiro, e fez a melhor ultrapassagem da história da Fórmula 1, em 1986, estreando o circuito da Hungria. Tentou passar seu adversário, sem sucesso. Na segunda tentativa, chega aos limites das leis da Física, pega o vácuo do carro em um retão. O piloto da frente não se preocupou em fechá-lo, pois estava com o lado “limpo” da pista, que os pilotos usam quando estão sozinhos. Dessa vez, Piquet o ultrapassa pelo lado de fora de uma curva fechada a mais de 300 km/h, e para não ser ultrapassado de novo, desse mesmo lado, faz o carro andar com as quatro rodas de lado por alguns metros para impedir a passagem. Ainda arruma tempo de mandar tchauzinho – talvez com apenas um dedo, mas enfim, um tchauzinho. O seu adversário se chamava Ayrton Senna.

Senna era desonesto como qualquer piloto e só se fazia de santo pra imprensa. Não há razões muito humanitárias para se esconder isso. Veja-se aqui o lado esportista de Senna: na corrida do Pacifico de 94 ele foi tocado pelo então rookie Mika Hakkinnen (o principal rival de Schumacher nos anos seguintes). Atente-se a um detalhe, Senna marcou MAL nessa prova, e por isso ficou pertinho de Hakkinnen.

Senna chegara em San Marino com 0 pontos contra 20 de Schumacher. É politicamente incorreto no Brasil dizer que Senna não foi o melhor piloto da Fórmula 1. Como o mundo inteiro considera que os irmãos Wright criaram o avião, e só o Brasil acredita em Santos Dumont. Mas cabe uma pergunta final: quem Senna estava tentando fechar em Ímola em 94, quando de seu acidente fatal? Se Schumacher conseguiu a fama de “Dick Vigarista”, por que não pechar da mesma forma quem já fazia isso quase uma década antes? Só por ser brasileiro?

As Melhores de Piquet

“Para quem você dedica esse título?” “Para Nelson Piquet”, em entrevista à revista Grid em 1987.

“Vai dar pra ganhar hoje?”, pergunta o repórter. “Eu não sou mago, sou piloto”, responde Piquet."

Repórter: “Vai ser campeão esse ano?” Piquet: “Não, na F1 isso é decidido no inicio do ano com a FIA”

“Piquet não reabastece. Ele mija no tanque.”

“Você vai correr para vencer, Piquet??” “Não, vou correr para chegar em 16º!”

“Vai correr de Truck? Mas e a sua reputação?” Nelson Piquet: “Tô cagando pra minha reputação. Quero ganhar dinheiro” - rilitrosdessa

"Se o Romário fosse piloto de F1 se chamaria Nelson Piquet"

Marcelo Taz, na época repórter, pergunta: “Nelson, atrás de quê vocês ficam correndo?” Piquet responde: “Atrás de dinheiro, pô!”

“O Mansell é um idiota veloz. O Prost é um babaca. O Arnoux tem QI 12. Como posso ser amigo de gente assim?”, em 1986.

Melhores Vídeos

O que Nelson Piquet acha de...



Nelson Piquet dá uma Porrada em Eliseo Salazar pois não quiz abrir pra ele passar (Vê se aprende Barrichello).


Nelson Piquet e Galvão Bueno



Piquet pilotava muito melhor que Senna. Mais é claro a lavágem cerebral da Globo é implacável. Considerada a maior ultrapassagem da F1.

Travis complementou

AS 5 MAIORES MALANDRAGENS DE PIQUET

 
 O inglês Nigel Mansell, companheiro de Piquet entre 1986 e 1987, sempre foi uma das vítimas preferidas do brasileiro... (Foto: Autoracing.com.br/sem crédito divulgado)

O tricampeão Nelson Piquet completa 56 anos de idade no próximo domingo. Para comemorar a data, a seção "Os 5+ do Pit Stop" faz uma pequena homenagem ao grande Nelsão, contando algumas de suas principais estripulias. Vamos conhecer algumas delas:

5. Tudo para evitar o bisturi

Em 1992, durante os treinos das 500 milhas de Indianapolis, Piquet sofreu o pior acidente da carreira e precisou ser levado ao hospital com graves fraturas nos pés. Os médicos não tiveram dúvidas e prepararam o brasileiro para um procedimento cirúrgico de emergência. Mas na hora marcada, já dentro da sala de cirurgia, um problema inesperado: ninguém achava o bisturi. No fim das contas, a explicação: Piquet não estava querendo enfrentar a cirurgia e, num momento de distração dos médicos, surrupiou o objeto e escondeu dentro do travesseiro...

4. Malandragem na loja de sapatos

O acidente em Indianapolis deixou Piquet com uma leve deformação nos pés, de modo que passou a calçar tamanhos diferentes em cada um deles. A partir daí, o tricampeão começou a aplicar um simples golpe quando ia comprar sapatos novos: pedia para o vendedor trazer calçados de vários tamanhos e, no meio da confusão, misturava tudo e levava apenas os tamanhos que o interessavam. Piquet garante que nenhum vendedor jamais percebeu a leve malandragem.

3. Na volta do Carnaval, o golpe nos frentistas

Em 1970, muito antes da fama, Piquet foi passar o Carnaval em Recife. Foi sozinho, de Brasília a Pernambuco, dirigindo um Fusca. Na volta, uma quebra no pistão fez Piquet gastar nove horas para consertar o carro e perder todo o dinheiro para a gasolina. A solução, como o próprio admite, foi 'partir para a contravenção": de tempos em tempos, enchia o tanque num lugar qualquer, pedia para o frentista pegar "aquela lata de óleo, logo ali, na parede do fundo do posto" e partia em disparada quando a pobre vítima ficava de costas.

Piquet conta que realizou o golpe três vezes. Azar dele que o pai - ninguém menos do que Estácio Gonçalves de Souto Maior, ministro da saúde durante o governo João Goulart - ficou sabendo da história e mandou o filho malandro repetir todo o trajeto, pedindo desculpas e pagando os frentistas que haviam ficado no prejuízo.

2. Super Bonder nos carros de Ron Dennis

Piquet e o chefão da McLaren, Ron Dennis, nunca se deram bem. Tudo teve início na época de Fórmula 3. Certa vez, contrariado por não ter sido cumprimentado pelo sisudo Dennis, Piquet resolveu aplicar um pequeno golpe no inglês. Escondido, pegou um tubo de Super Bonder e encheu de cola a fechadura do carro de Dennis, que ficou horas para desfazer o estrago. Como não poderia deixar de ser, Piquet adorou a brincadeira e repetiu outras três vezes, sem que Dennis descobrisse quem era o responsável.

Anos depois, Dennis chegou num fim de semana da Fórmula 1 acompanhado de vários milionários árabes, num carro esportivo de alguns milhões de dólares. Piquet repetiu o golpe e Dennis pagou um dos maiores micos de sua vida, perdendo horas para conseguir sair dali com seus ricos parceiros da Arábia. A solução foi contratar um segurança para ficar de olho no carro para descobrir quem era o "espertinho". O sujeito pegou Piquet no flagrante e, como primeira reação, pediu um autógrafo. Mas contou tudo para Dennis, que desde então sempre vai ao GP Brasil acompanhado de vigias para seus carros.

Para quem quiser conhecer melhor esta história, basta clicar aqui.

1. O maior de todos os golpes sobre Nigel Mansell

Ferrenhos rivais, Nigel Mansell e Nelson Piquet dividiram a equipe Williams entre 1986 e 1987. Nesse período, o brasileiro nem sempre conseguiu bater o inglês dentro da pista, mas nunca deixou de levar vantagem nos bastidores. Talvez o maior de todos os golpes de Piquet tenha sido aquele que ele aplicou em Mansell durante o GP do México de 1986. A corrida era a penúltima do campeonato daquele ano. Mansell era o líder e poderia fechar a fatura já naquele fim de semana.

Mas exagerou na comida mexicana e se deu mal. Piquet, percebendo as constantes visitas de Mansell ao banheiro do autódromo, bolou um plano impiedoso. Sem que ninguém notasse, sumiu com todos os rolos de papel higiênico. E o "Leão", coitado, não teve o que fazer. Conta-se que os mecânicos da Williams não entenderam nada quando ouviram urros de fúria vindos do banheiro e deram de cara com Piquet rindo de se acabar no fundo dos boxes. Dizem que Mansell não gostou nada da brincadeira...

TITULOS DA F1

Michael Schumacher (Alemanha) - 7 títulos (94,95,00,01,02,03,04)
Juan Manuel Fangio (Argentina) - 5 títulos (51, 54, 55, 56, 57)
Alain Prost (França) - 4 títulos (85, 86, 89, 93)
Nélson Piquet (Brasil) - 3 títulos (81, 83, 87)
Ayrton Senna (Brasil) - 3 títulos (88, 90, 91)

Jackie Stewart (Escócia) - 3 títulos (69, 71, 73)
Niki Lauda (Áustria) - 3 títulos (75, 77 , 84)
Jack Brabham (Austrália) - 3 títulos (59, 60, 66)
Emerson Fittipaldi (Brasil) - 2 títulos (72, 74)
Alberto Ascari (Itália) - 2 títulos (52, 53)
Mika Hakkinen (Finlândia) 2 títulos (98, 99)
Graham Hill (Inglaterra) - 2 títulos (62, 68)
Jim Clark (Escócia) - 2 títulos (63, 65)
Fernando Alonso (Espanha) - 2 títulos (2005, 2006)
Damon Hill (Inglaterra) - 1 título (96)
Jody Scheckter (África do Sul) - 1 título (79)
Denny Hulme (Nova Zelândia) - 1 título (67)
Alan Jones (Austrália) - 1 título (80)
Jacques Villeneuve (Canadá) - 1 título (97)
John Surtees (Inglaterra) - 1 título (64)
Mário Andretti (Estados Unidos) - 1 título (78)
James Hunt (Inglaterra) - 1 título (76)
Keijo "Keke" Rosberg (Finlândia) - 1 título (82)
Mike Hawthorn (Inglaterra) - 1 título (58)
Giuseppe Farina (Itália) - 1 título (50)
Jochen Rindt (Áustria) - 1 título (70)
Phil Hill (Estados Unidos) - 1 título (61)
Nigel Mansell (Inglaterra) - 1 título (92)
Kimi Raikkönen (Finlândia) - 1 título (2007)
Lewis Hamilton (Inglaterra) - 1 título (2008)
Jenson Button (Inglaterra) - 1 título (2009)
Sebastian Vettel (Alemanha) - 1 título (2010) 


Conclusão

Nelson Piquet, foi o piloto mais HONRADO e VIRIL da HISTÓRIA do Automobilismo Brasileiro! Nunca puxou saco, foi falso ou babou ovo de ninguém pra conseguir fama e fortuna sem abrir mão de sua Honra e princípios. Dá até Nojo de ver essa atual geração de Pilotos frouxos e Viúvas Homosexuais do Ayrton Senna.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Por vingança, elas pulam mais a cerca

Por Sócio




24/02/2011 - 00h14 - Atualizado em 24/02/2011 - 00h14



A Gazeta




Por vingança, elas pulam mais a cerca

Em dez anos, número de mulheres que admitem já ter traído o parceiro aumentou de 7% para 12%



Homens, tremei. As mulheres estão traindo mais, e o principal motivo, alegam, é vingança por uma traição ou para provocar ciúmes.



Uma pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo sobre a sexualidade feminina apontou que o número de mulheres que já tiveram relacionamentos extraconjugais aumentou de 7% para 12% na última década. E uma mudança importante: em 2001, as poucas "puladas de cerca" femininas aconteciam apenas uma vez, agora, começaram a ser rotineiras.



A vida sexual das mulheres



Ao todo, 35% das mulheres que já traíram afirmam que foi por vingança, depois de saber que o marido ou namorado tinha uma amante, ou para provocar ciúmes. O segundo motivo mais alegado (22%) é de que foi para melhorar a autoestima, porque elas se sentiam desprezadas pelo parceiro.



Explicação



Provavelmente, a escapada do marido deixa as mulheres menos culpadas na hora de variar. Para a psicanalista Regina Navarro Lins, as desculpas escondem a verdade. "Desde a invenção da pílula, as mulheres começam a descobrir que gostam sim de sexo, e que ele não tem que estar ligado a um compromisso. Mas ainda é difícil para a maioria delas assumir isso em público", destaca.



Para Regina - que acha a palavra traição muito pesada - a tendência é de que as relações percam cada vez mais a exclusividade. "O amor romântico, em que um só tinha olhos para o outro, não satisfaz mais as necessidades da sociedade atual, que preza pela individualidade. O amor é uma construção social, ninguém se casava por amor há 200 anos, e as relações do futuro devem ser pautadas mais no companheirismo, sem exclusividade", aponta.


Para você, homem ou mulher, que foi vítima de uma traição, a especialista, autora de diversos livros sobre sexualidade, dá a dica: "Um relacionamento extraconjugal pode acontecer mesmo no melhor dos casamentos, e isso não quer dizer que haja algo errado. Afinal, todo mundo gosta de variar", polemiza.


esse é o mundo que nos espera...


a tendência é piorar.



o feminismo e a liberação da mulher nos levarão à degradação total.

domingo, 17 de abril de 2011

Aumenta o número de japoneses sem interesse por sexo

Por Railanderson

Publicado em 16/01/2011 11:26
Aumenta o número de japoneses sem interesse por sexo
Segundo uma pesquisa, 58% das jovens japonesas não têm apetite sexual
Japão , Tokyo - ipcdigital.com / Ministério do Trabalho, Saúde e Bem-estar Social



O Ministério do Trabalho, Saúde e Bem-estar Social (MTSBS) divulgou na quarta-feira (12), que o número de pessoas não interessadas em sexo no país vem aumentando.

Segundo a pesquisa, cerca de 40% dos casais japoneses

O estudo sobre a vida e atitude de homens e mulheres - realizada a cada dois anos - foi feita em setembro de 2010 e entrevistou três mil homens e mulheres com idade entre 16 e 49 anos.

O MTSBS considera a vida sem sexo diretamente ligada ao problema da baixa taxa de natalidade da população japonesa. "Precisamos melhorar a comunicação entre homens e mulheres e repensar sobre a carga horária de trabalho", disse o diretor da Associação de Planejamento Familiar, Kunio Kitamura.

A porcentagem de homens que respondeu não ter interesse por sexo ou que tem algum tipo de aversão é de 18%, um aumento de 8% em relação a pesquisa de 2008. Entre as mulheres o índice chegou a 48%. Aumentos consideráveis foram notados entre as pessoas quem têm entre 16 e 19 anos de idade, onde a porcentagem de mulheres que disseram não ter apetite sexual aumentou de 46,9%, em 2008, para 58,5% em 2010. Entre os homens, o índice aumentou de 17,5% para 36,1%.

Enquanto isso, o número de casais que convivem sem sexo - aqueles que não praticam sexo em período equivalente a um mês ou mais - ultrapassou, pela primeira vez, a marca dos 40%. Entre os casais que têm mais de 40 anos de idade a taxa chegou perto dos 50%.

Para os homens casados, a principal razão por não levar uma vida sexualmente ativa é o cansaço causado pelo trabalho. Já as esposas justificaram o sexo como "trabalhoso". Se consideradas as respostas de maridos e esposas juntos, 20,9% dos casais acham que "de alguma forma" o desinteresse pelo sexo veio após o nascimento dos filhos. convivem sem se relacionar sexualmente.

Dank respondeu:

Isso ae é um négocio fodido ae...

Tenho vários amigos japoneses e tenho também várias niponicas que conheço.

Japonês é um povo tarado!
Mas a razão deles é outra. È abstinência.

Vejam, no Japão, as mulheres são muito mais paparicadas do que aqui. A manginesse lá é um absurdo. To falando isso por relatos de amigos meus.

Te digo uma coisa..., lá é pau a pau com aqueles casos absurdos do Estados Unidos.

Colega meu me disse, que lá existem casas de acompanhantes.
"Blz, Dank. Puteiro?"

Não brothers, é uma casa, onde tu paga por um tempo com uma mulher gostosa, apenas, APENAS pra conversar e PAGAR bebidas PRA ela.

Os caras trabalham que nem uns desgraçados, e por solidão e desprezo das mulheres, eles pagam pra alguém conversar com eles. È digno de pena.

Mulher lá tu só consegue se for rico ou marginal.

O resto(a maioria da população) vive pagando pra conversar e uma vez em tempos pagando pra dar uma metida(porque o preço lá é um absurdo).

E AINDA, tem casos de que o cara trabalha que nem um filha da puta pra bancar a mulher, e ela vai e larga ele e dá pros traficantes e caras de gangue.

Não é atoa que é um dos países que mais tem suicídios,

Hentai e outras coisas eróticas são um refugo dos caras ae.

Uma forma que descobriram de aliviar as tensões e não cometer crimes de estupro. Porque lá também tem essas vagabundas e diferentemente da maioria da japonesas daqui elas são peitudas pra caraio.

John Junior finalizou o tópico:

Engraçada e estranha mesmo essa situação do hentai servir de válvula de escape pras taradices dos japoneses... Porque se há uma coisa totalmente louca, é o tal do Hentai !

Se alguém já leu vários (como eu), percebe que quase sempre os hentais se dividem em alguns estilos bem definidos e os protagonistas quase sempre são as mulheres (mesmo no material produzido pra homens, porque também existe hentai voltado pro público feminino):

- Hentai comum: seria o equivalente das HQ's pornô ocidentais, mas com bem mais humor/drama. Podem acontecer enormes orgias, mas com as coisas acontecendo dentro de uma normalidade aceitável. Tem uma forte tendência a apresentar mulheres taradas mas submissas e homens infantilizados, quase sempre inferiores a elas no aspecto físico. Também são comuns histórias de evolução do mangina pra cafa e de santinha pra vagabunda. Este estilo me parece estar em extinção, pela crescente pressão por histórias mais agressivas/violentas/orgiásticas (opinião pessoal, claro).
- Harém: um único cara, geralmente um bocó que vira um alfa-destacado depois, come várias mulheres fazendo orgias o tempo todo. Elas em geral são amigas de infância, colegas de sala ou vizinhas;
- Harém inverso: uma mulher transa com homens em quantidades industriais. Ela é inteligente, linda e os homens que transam com ela são absolutamente idiotas. Normalmente ela termina a história feliz-para-sempre, com um macho-alfa destacado que assume o papel de Capitão-salva-puta, que a ama apesar de tudo;
- Estupro: um cara sozinho ou um pequeno grupo estupra mulheres ou fazem BDSM com extrema violência. Curiosamente, as estupradas acabam gostando dessa situação e convidam outras amiguinhas pra serem abusadas também. Em várias histórias, as mulheres são estupradas por tentáculos demoníacos/monstruosos/alienígenas;
- Futanari: aqualas bizarras histórias de mulheres com pau. Futanati , nesse contexto, quer dizer hermafrodita e deve ter público cativo entre homens que procuram travestis Twisted Evil ;
- Bizarrices: nessa categoria genérica, eu englobaria as histórias de sexo com animais em forma de gente (Furry); sexo em meio a mutilações, sangue e membros decepados (Guro); mulheres com peitos gigantescos (Bakunyuu) e as três categorias que TODOS DEVEM EVITAR, que são Lolicon, Shotacon e Toddlercon, que envolve abuso de crianças e bebês (!!!). Não acessem sites nem guardem material com essas porcarias porque a Polícia Federal monitora o acesso a esse tipo de material na internet.

No fim das contas, a mensagem é a clara: os homens japoneses estão com sua sexualidade reprimida em um nível abusivo, e estão refletindo esse abuso psicológico nos quadrinhos de maneira explícita. Sonham com mulheres lindíssimas, submissas e que façam sexo em quantidades colossais, mas tem à disposição apenas mulheres excessivamente exigentes e feminazistas. Só podia dar nisso...

sábado, 16 de abril de 2011

Mulheres Barbarizam nas respostas.

Por the truth



Um cara chocado com a promiscuidade feminina pergunta no yahoo resposta quantos parceiros sexuais elas tiveram! Eis as respostas:

1.

Amor não se conta nem se justifica por
quantas pessoas vc já teve na vida,mas
sim por uma especial que te toca de um jeito diferente.
Já transei com 18 pessoas e acho completamente normal.
Não digo que sou uma pessoa feliz por ter transado com tantas pessoas,
mas por ter uma ao meu lado que sempre diz que eu sou só dele,que
meu passado não importa e saber que ele me completa mais que todos
os outros juntos...isso sim me faz feliz!!!
Bjinhos!

2.

na cama 14 homens mais fora bjei horrores penso assim como os homens podem ter por que as mulheres não podem? hj em dia não tem essa temos o livre arbitriu para dar para quem quizer assim como o homem também direitos iguais para todos..

Para quem estár solteira e um comportamento normal sim agora já e vulgar se sair por ai tando com um e ficando com vários ao mesmo tempo ai e ser PUt4

3.

Acho q na cama foram uns 13.. e beijar... beijeii muitos...
esse negocioo de julgar mulheres q ja foram pra cama com muitos homens... é super machista... pq os homens podem sair se deitando com quem querem e nós nao podemos??
acho q meu comportamento é normal.. afinal.. quando vc curte uma pessoa.. e ela te curte.. qual o problema de vcs irem ate o fim?
E amar.. com certeza é possivel.. quando agente encontra alguem q nos complete... nao temos mais vontade de ficar com mais ninguem...

4.

BOm dia...
Não tive tantOos homens nao,12 ...
levando em conta que os homens com 24 anos(minha idade) ja tiveram
100 mulheres no minimo.
Amar?
sim claro....namoro a 3 anos e sou fiel...amo demais.
isso nao influencia em nada...AMOR e SEXO andam separados,muitas vezes....homem q frequenta buates...transam com muitass prostitutas,mas amam elas?NAO ! é so sexo mesmo.
Eu me sinto feliz, e realizada....
nao axo nada de anormal nisso....todo mundo diz que hj em dia tudo é normal,mas na realidade,sempre ro-la esse tipo de "preconceito".

5.

Na cama uns 20, beijei uns 70, mas amei mesmo somente 1, temos os mesmos direitos dos homens, foi o tempo que o homem aproveitava com várias e a mulher tinha que casar virgem, dai casava com um cara de pau pequeno, com ejaculação precoce, nunca chegava ao orgasmo porque o infeliz não se importava com o prazer da mulher, ele gozando bastava e ela tendo vários filhos sem saber o que era uma trepada boa de verdade, mas tudo isto passou hoje o homem que não fizer o serviço correto dança e ela arruma outro. Homem é como roupa se comprar sem experimentar provavelmente vai ter que trocar. 

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100121212809AA0D72S

Comentário. Elas zoaram todas na juventude e transaram com os mais destacados e depois chamarão os homens de machistas porque eles não as aceitam. Na hora de dar de graça para os destacados, elas não reclamavam dos homens, mas quando envelhecem, aí é outra história!

Por isso que eu digo, todas as mulheres possuem muito mais parceiros sexuais do que elas dizem, muito mais. Aceitar uma mulher promíscua, é aceitar todas as trapaças dela. As mesmas que zoaram todas e humilharam todos os bons vão querer casar um dia e quem elas vão escolher, o cafa que a usou ou um beta inseguro e carente?

Melhorem de vida, mas não cometam o erro de salvar essas mulheres. Sem mais.

domingo, 10 de abril de 2011

O sexo oprimido

Historiador diz que os discriminados são os homens e que eles têm menos direitos que as mulheres





O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.

Veja – O senhor é conhecido como historiador militar. Como se interessou pelo tema da discriminação contra os homens?

Van Creveld – Tudo começou alguns anos atrás, quando escrevi um livro sobre as mulheres e as guerras. Achei esse tema tão interessante que decidi fazer outro livro sobre o assunto. Como todo mundo, eu achava que os homens realmente oprimiam as mulheres e queria descobrir como era possível que essa situação pudesse persistir por milênios. Só depois de meses de pesquisa descobri que as evidências não davam suporte a minha tese e que, na realidade, são as mulheres o verdadeiro sexo privilegiado.

Veja – E por que isso acontece?

Van Creveld – Simples. Os homens não podem existir sem as mulheres. Já as mulheres, enquanto houver um único doador de sêmen, podem existir perfeitamente sem os homens. Essa condição natural condenou o sexo masculino a trabalhar mais pesado para sustentar o sexo feminino. Também teve como resultado o fato de que os homens são tratados com mais rigidez na educação infantil e perante a Justiça, além de estarem sempre prontos a morrer pelas mulheres em tempos de guerra ou de paz.  

Veja – Por outro lado, no passado as mulheres eram condenadas a ficar em casa, não tinham a opção de trabalhar. Em muitas sociedades, isso ainda acontece. Tal fato não prova que as mulheres é que são oprimidas pelo homem?

Van Creveld – Não. Salvo raríssimos casos, o homem também não pode escolher se vai trabalhar ou não. Trabalhar, para o homem, é obrigação. Segundo a Bíblia, o trabalho foi um castigo dado para Adão, não para Eva. Além disso, as donas-de-casa são privilegiadas. De todos os grupos da população, elas são as que detêm a maior segurança e tempo disponível para dedicar a si próprias. Mesmo nas sociedades modernas, em que as mulheres já estão espalhadas no mercado de trabalho, as funções mais pesadas e sujas são realizadas por homens. Nos Estados Unidos, 93% dos mortos em acidentes de trabalho são homens. Isso ajuda a explicar outro indício de que as mulheres são privilegiadas: os homens vivem, em média, menos que elas. Por fim, poucas mulheres estão dispostas a sustentar o companheiro. Nos Estados Unidos, apenas 10% das mulheres ganham mais que o marido, e as estatísticas mostram que o índice de divórcio nesses casos é muito alto.

Veja – E quanto às mulheres terem garantido o direito ao voto apenas recentemente?

Van Creveld – As mulheres são, em média, menos criativas. Isso explica por que são os homens os responsáveis por praticamente todas as grandes invenções, descobertas e inovações humanas. Os homens quase sempre iniciam algo; as mulheres quase sempre os imitam. Os homens inventaram o impressionismo e, depois, uma ou duas pintoras os imitaram. Os homens construíram e dirigiram carros, depois as mulheres quiseram dirigir também. Os homens inventaram os computadores e as mulheres aprenderam a usá-los. Os homens lutaram para ter direito ao voto. As mulheres ficaram com inveja e fizeram a mesma reivindicação. 

Veja – Se as mulheres é que sempre concentraram os privilégios, por que elas lutam, através do feminismo, para mudar sua situação?

Van Creveld – Como os homens, elas também querem ter mais privilégios. Como são, em média, mais fracas fisicamente que os homens, sua estratégia preferida para fazer isso é reclamar. Isso significa que, se todos os homens fossem enjaulados e todas as mulheres fossem declaradas donas de cada homem, elas continuariam reclamando. Para elas, reclamar funciona. Desde criança elas são criadas para acreditar nisso. Quando um garoto chora, ele é desprezado. Já as meninas, quando choram, são consoladas. O que é o feminismo se não uma eterna lamentação?

Veja – O senhor acredita que no mundo moderno as mulheres são ainda mais privilegiadas que no passado?
Van Creveld – Em meu livro eu mostro que a sociedade sempre fez a vida dos homens ser mais difícil que a das mulheres. Desde o início dos tempos os homens foram criados para produzir e dar e as mulheres sempre para receber e reproduzir. Os homens sempre tentaram dar à companheira uma vida mais fácil, mais segura e mais confortável. Recentemente, o feminismo ajudou as mulheres a ter privilégios adicionais. Portanto, elas são, realmente, ainda mais privilegiadas que no passado e os homens, ainda mais oprimidos.

Veja – Em tempo de guerra, crianças e mulheres formam a parcela da população que mais sofre. É verdade?

Van Creveld – Não. Em quase todas as formas de conflito armado os homens morrem em muito maior número que as mulheres. Há outras formas de sofrimento, mas eu não acredito que alguma possa ser pior do que morrer. A impressão de que as mulheres sofrem mais vem do fato de que os mortos (os homens), ao contrário dos vivos (as mulheres), não podem reclamar.  

Veja – Os homens concentram mais riqueza e poder que as mulheres. Isso o senhor não contesta?

Van Creveld – Não. Mas isso não serve de prova de discriminação contra as mulheres. Sabe-se que, por liberarem mais testosterona, os homens são mais agressivos e portanto mais competitivos que as mulheres. São também mais fortes fisicamente, o que permite que exerçam funções de liderança com menos esforço. Além disso, eles abandonam com menos freqüência uma carreira; as mulheres costumam sair do mercado de trabalho para satisfazer seu desejo de ter filhos e criá-los. Para completar, os estudos mostram que, se na média homens e mulheres são igualmente inteligentes, no grupo de pessoas com QI mais elevado, acima de 180, a proporção é de sete homens para cada mulher. Tudo isso explica por que os homens tendem a ocupar mais cargos de chefia e a ter mais facilidade para ganhar dinheiro.

Veja – Em sua vida pessoal, o senhor também se sente discriminado?

Van Creveld – Como homem, eu sou constantemente discriminado em todas as formas de benefícios sociais. Por exemplo, minha esposa tem direito à licença-maternidade, eu não. O plano de saúde de minha universidade é mais benevolente na cobertura de doenças femininas, como o câncer de mama, que de doenças masculinas, como o câncer de próstata. Além disso, em Israel, como em muitos outros países, existe a crença de que as mulheres amam seus filhos mais do que os pais são capazes de amar. Não existe nada que prove que isso é verdade. No entanto, as leis tornam praticamente impossível para um pai divorciado obter a custódia dos filhos. Eu passei por um divórcio. A dor de não ter conseguido a guarda de meus filhos vai me acompanhar até meu último dia de vida.

Veja – As feministas têm um arsenal de estatísticas para provar que são oprimidas. Elas apontam, por exemplo, o fato de que, em alguns países, todo dia 6.000 meninas sofrem dolorosas cirurgias nos órgãos genitais para não ter mais prazer com o sexo.

Van Creveld – A clitoridectomia, como é chamada essa operação, é algo que velhas mulheres, agindo como suas ancestrais, impõem a jovens mulheres. Os homens dificilmente estão envolvidos nisso. Além disso, simplesmente não é verdade que a operação priva a mulher de prazer no sexo. Na maioria dos casos, isso não acontece. É um mito. Não esqueça também que o número de garotas que passam por isso não se compara ao número de garotos que passam pelo processo de circuncisão. Por que ninguém se levanta contra esse hábito? A resposta é simples: nós, homens, somos feitos para aceitar a dor.

Veja – No passado, as mulheres não eram mandadas para a guerra. Agora, vemos cada vez com mais freqüência garotas cometendo ataques suicidas em Israel e na Rússia, por exemplo. As mulheres perderam o privilégio de ser defendidas em tempo de guerra?

Van Creveld – A resposta está na palavra "mandadas". No passado, e em muitos países até hoje em dia, um número incontável de homens é recrutado e "mandado" para a guerra. Isso nunca aconteceu com as mulheres. Mesmo em Israel, as poucas combatentes mulheres que temos são voluntárias. O mesmo acontece com as palestinas suicidas. Como em muitos outros terrenos da vida, as mulheres têm o direito de escolher, enquanto os homens têm de agir contra a vontade própria. 

Veja – As feministas dizem que as mulheres são mais diplomáticas e menos violentas quando estão em funções de liderança ou que requeiram o uso da força. Nesse sentido, é interessante ter mulheres em corporações como a polícia e as Forças Armadas?

Van Creveld – Os machos são, em média, mais violentos que as fêmeas. Mas a história mostra que as líderes femininas estão fora do padrão médio das mulheres. Lembre-se de Indira Gandhi e Margaret Thatcher. Elas eram tão agressivas e belicosas quantos os homens, ou até mais. Mulheres que escolhem atuar na polícia, por exemplo, talvez tenham a mesma característica. Por outro lado, o corpo feminino é muito menos adequado para se envolver em situações de violência. No Exército americano, as recrutas têm só 55% de força na parte superior do corpo e 72% na parte inferior, em comparação aos homens. Ou seja, como os homens possuem maior capacidade de ganhar musculatura, em vez de o treinamento intensivo diminuir as diferenças entre os sexos, tende a aumentá-las ainda mais.

Veja – As mulheres, por questões físicas, são mais propensas a ser vítimas de abuso sexual que os homens. As feministas dizem que todo homem é um estuprador em potencial. O que o senhor acha disso?
Van Creveld – As mulheres, talvez por passarem mais tempo com os filhos, matam mais crianças que os homens. Alguém diz que toda mulher é uma assassina de crianças em potencial?

Veja – As estatísticas sobre agressões contra mulheres não colaboram com as teses feministas?

Van Creveld – Não as estatísticas que eu cito em meu livro. Pesquisas americanas e canadenses mostram que o número de agressões entre homens e mulheres é igual, 25% para cada sexo. Nos outros 50% dos casos, os ataques são mútuos. Além disso, 20% mais mulheres cometem danos graves aos seus parceiros. Mais: as mulheres cometem três vezes mais agressões com uso de armas do que os homens. Por fim, os homens, com medo de serem ridicularizados ou presos, costumam não dar queixa quando apanham de uma mulher.  

Veja – A Justiça é mais branda com as mulheres?

Van Creveld – Sem dúvida. Em todas as sociedades modernas, as mulheres recebem menos condenações que os homens. E, quando são condenadas, cumprem penas menores do que outros homens que cometeram o mesmo crime. Na Inglaterra, entre 1984 e 1992, 23% das mulheres acusadas de homicídio foram absolvidas, enquanto apenas 4% dos homens foram considerados inocentes. Na Califórnia, nos Estados Unidos, em todo o século XX foram condenados à morte 468 criminosos. Apenas quatro eram do sexo feminino.
Veja – A discriminação contra o homem, da forma como o senhor a descreve, é um fato inalterável da natureza?

Van Creveld – Em muitos países, já existem movimentos para melhorar as condições de vida dos homens. Seu propósito é defender o sexo forte nas situações em que há mais discriminação, como nos divórcios e nas falsas acusações de abuso sexual ou de violência doméstica. Mas as coisas não tendem a mudar muito. O homem, como diz o provérbio árabe, é o jumento da casa. A natureza nos fez maiores, mais fortes e, nos casos extremos, até mais inteligentes. Tudo para sustentar e alimentar as mulheres. Afinal, antes disso uma mulher – nossa mãe – também nos carregou, nos alimentou e cuidou de nós.
http://veja.abril.com.br/011003/p_070.html

terça-feira, 5 de abril de 2011

Analise - Vai dar Namoro

Por Smith

Vamos analisar.

Mulheres naturalmente feias vão para o programa e a produção faz uma certa transformação nas moças de forma que pareçam bonitas e fodonas (ou aceitáveis, pelo menos). Depois ficam sentadas com aquele jeito arrogante escolhendo qual cara entrar devido a uma parte do corpo que o imbecil mostrar.

Entra o primeiro mangina.

Como é o comportamento deste? Vem com aquele jeito "largadão" correndo. Puta que o pariu. Pra que entrar no palco correndo?? Aí já vai dando uma cool guy com as repetidas falas:
- Boa noite meninas, boa noite platéia, sou cool e extrovertido.
Ao cumprimentar o apresentador, tentam parecer "viris" visto que estão próximos a outro macho:
- Pô, fala ae Rodrigão tudo em cima brow? (engrossa a voz nesse momento)
Apresentador: Fala aí cara, o que vc faz da vida?
- Eu sou x (coloque algum emprego mediano ou curso de faculdade aqui - absolutamente nada contra, mas é foda o jeito que os caras se embabacam falando com o quê trabalham)
Apresentador: olha, mas vc tá todo arrumadão cara (Isso quer dizer o típico visual que os manginas usam)

Como é o visual destes? É simplesmente uma bichisse. Todos, ou a maioria obrigatoriamente usam camisas golas V imbecis, calças escrotas mas que eles acham cool, cabelinho espetado, mesmo que o cara não tenha um cabelo bom para isso, piercings até no CU, e aquele jeito ESCROTO de cafa bombado (geralmente os caras ficam forçando os músculos para aparecerem ainda mais, uma vergonha), enfim, uma manginisse só.

Apresentador fala: E aí cara, como é a mulher que você quer?
Aqui, o mangina começa a soltar aquelas falas ridículas tentando parecer 'diferente' e 'criativo'. Logo depois disso, eles cismam de querer mostrar alguma coisa que têm no corpo ou alguma habilidade que eles tenham.

Isso me lembra do livro do NA, na parte que diz que não devemos sair mostrando nossas habilidades pras mulheres, só usarmo-nas em situações necessárias. Mas os manginas lambe-salto fazem questão de mostrá-las explicitamente assim mesmo. Isso molha a calcinha delas na cabeça deles.

"Cupido eletrônico" diz para elas decidirem se vão ficar com o cara ou não.

Como elas se comportam? Se a primeira disser não, todas as outras dirão não também, mesmo se alguma delas estiver a fim. Porém, se alguma diz que gostou do cara e que quer conversar com ele, as outras já ficam atentas para escolher o macho antes das outras. É o típico comportamento de grupo. Elas só ligam pela imagem que passam em rede nacional. No final do programa, quando veem que vão ficar pra titia, tentam "resgatar" algum otário do "toco", e o imbecil aceita, mesmo tendo sido rejeitado antes.

Na hora do beijo eles tentam parecer fodões e descolados, fazendo aquelas danças idiotas antes de beijar.

Enfim, é um programa para matrixianos, manginas e vadias de ego fraco que estão encalhadas e precisam dar uma infalada no ego e no final descolar algum machinho pra elas. Geralmente não se encontra mulheres honradas lá. Alguns homens de valor vão porque são matrixianos. Cafas por mais cafas que possam ser não conseguem impor sua postura lá, é um lugar onde só as mulheres têm o poder.

Não é o lugar ideal para encontrar uma mulher decente.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dinheiro e Orgasmo caminham juntos...


Pesquisa Científica mostra que riqueza do parceiro influencia capacidade da Mulher chegar ao orgasmo



Quem nunca ouviu essa frase ?

– Quem gosta de homem são gays, mulheres gostam mesmo é de dinheiro!

Bom agora tem fundamento científico.

Um grupo de pesquisadores britânicos da Universidade de Newcastle determinou que homens considerados ricos por suas parceiras proporcionam mais prazer às mulheres durante relações sexuais.
Você queria um bom motivo pra jogar na Mega-Sena? Se você for um mangina que só se preocupa com isso Taí.

Da pesquisa:


De acordo com a BBC Brasil, a pesquisa revelou que a percepção da mulher do nível de riqueza do parceiro influencia sua capacidade de chegar ao orgasmo, e o prazer seria maior em relações mantidas com homens de maior renda. Em suma, quanto mais rico for o sujeito, maior a tendência a ter um orgasmo múltiplo. Não sei se isso é verdade, mas que mulher adora um presente caro, jóias e perfumes (a expressão delas quando ganham um “presentinho” desses é bem semelhante a um orgasmo), isso é incontestável. As feministas devem falar que não, que elas estão mais preocupadas com o caráter do cara. É tudo uma questão de fé.
Agora, isso tem uma certa explicação: Isso é culpa de Darwin (como sempre).
Os autores da pesquisa acreditam que esse resultado seja condicionado por uma “adaptação evolucionária” que faria com que as mulheres instintivamente selecionassem seus parceiros de acordo com a sua percepção de qualidade. Isso significa dizer que elas escolhem aquele que, em síntese, teria condições de prover sustento melhor aos filhos (se bem que os diamantes sempre foram considerados os melhores amigos das mulheres, e pra amigo devemos o melhor tratamento).
Thomas Pollet e Daniel Nettles usaram informações de uma pesquisa chinesa (não riam, por favor) que contém a maior base de dados já coletada sobre estilo de vida, saúde e família e o motivo vocês devem imaginar qual é. Segundo tal pesquisa, as informações pessoais e detalhes sobre a vida sexual de mais de 5 mil pessoas em várias partes da China, baseadas em entrevistas e questionários ilustram a proposição, mas eu fico imaginando o quanto deve-se levar em conta, considerando um país com quase doi BILHÕES de pessoas.
Dentre as 1.534 mulheres com maridos ou namorados que responderam à pesquisa, 121 delas disseram sempre ter orgasmos durante suas relações sexuais, 408 disseram ter orgasmos com freqüência, 762 tinham orgasmos “às vezes” e 243 raramente tinham orgasmos. Esses resultados seguiriam um padrão semelhante ao verificado em países ocidentais, segundo os autores do estudo.
Entre os fatores identificados como influências na freqüência dos orgasmos relatada pelas mulheres, a riqueza do parceiro foi o mais determinante, segundo os pesquisadores.
“O resultado da pesquisa parece consistente com a idéia de que o orgasmo feminino evoluiu a partir de uma função evolutiva”, afirma o psicólogo Thomas Pollet, um dos autores do estudo, publicado na revista especializada Evolution and Human Behaviour(resumo AQUI).
“O orgasmo serve para selecionar entre os machos com base em sua qualidade. Assim, deve ser mais freqüente nas fêmeas unidas a machos de alta qualidade. Parceiros mais desejáveis levam as mulheres a ter mais orgasmos”, afirma Pollet. Segundo Pollet, a influência do nível de renda sobre a freqüência de orgasmos parece ser ainda maior que outros fatores, como simetria corporal ou atratividade, apontados em estudos anteriores, isto é, você pode ter cara torta, feio, chato, falar besteiras, rude etc. Mas, se tiver um American Express, o mundo está em suas mãos

sábado, 19 de março de 2011

Chico Bento metendo a real

Por Jeremias

Esse tópico nada tem a ver com o de quadrinhos abaixo, apesar de ser o mesmo tema. Tenho um passatempo desde pequeno que é o de colecionar gibis. Principalmente os do Maurício, sendo Chico Bento e Cascão meus personagens favoritos. Devo ter quase 500 revistas guardadas a sete chaves.

Hoje, onde eu trabalho, achei num canto do armário um almanaque do Chico Bento, de 2005 que fui logo ler na minha hora de folga. E pra minha surpresa dei de cara com uma historinha muito interessante, que pelo menos de leve, dá uma metida de real e passa uma verdade interessante. Postarei a seguir as páginas, não estão em qualidade boa, pois ñ consegui escanear, por isso tirei fotos msm, rs:

FIM

O final é meio manginista e ainda prega aquele ar de "exceção", mas achei interessante demais a parte em que todas as meninas vão pra cima do Chico achando ser ele o filho do fazendeiro rico, kkkkkkkk