Tópico resgatado por Lobo Mau
por Ruslan
"Fale com calma, fale devagar e não diga muita coisa"
(John Wayne)
"Um homem precisa ser muito forte para chorar em público. Assim, será preciso um homem ainda mais forte para rir dele"
(Jack Handey, humorista americano)
"Perdoar, sim. Esquecer, nunca"
(John F. Kennedy)
"Sexo é uma das nove razões para a reencarnação. As outras oito não têm importância"
(Henry Miller)
"O melhor movimento feminino ainda é o dos quadris"
(Millôr Fernandes)
"Se não puder convencê-los, confunda-os"
(Harry S. Truman)
"Todas as mulheres deviam ter 14 anos"
(Nelson Rodrigues)
"Quem gosta de mulher feia é salão de beleza"
(Frase de pára-choque de caminhão)
"Nós, os machões, não passamos de uns sentimentais"
(Raymond Chandler)
"Do sublime ao ridículo é só um passo"
(Napoleão Bonaparte)
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
Baladas
Tópico resgatado por Lobo Mau
Damas na noite
Elas pagam menos para entrar e sempre conseguem descolar uma bebida de graça. Conheça as vantagens de ser mulher na balada
Uma boa produção, horas a fio no cabeleireiro, roupas da moda e uma maquiagem caprichada não são em vão quando o assunto é ir para a balada. A mulherada pode ter o maior trabalho para se arrumar, mas todo esse "sacrifício" é recompensado na hora de frequentar as casas noturnas e festas mais badaladas da cidade. Isso por que, em geral, quem é do sexo feminino recebe uma série de regalias e vantagens. A começar pelo preço da entrada, que é bem mais barato ou até gratuito para as damas.
O belo atrai o belo
Os preços para homens e mulheres variam, em média, cerca de 50%. Mas, os empresários da noite garantem que existe uma boa explicação para tamanha diferença. "Quando a balada tem mais mulheres, os homens preferem. Inclusive as próprias mulheres. Os caras também ficam suscetíveis a gastar mais, e o lucro da casa é sempre maior", explica Donico Novaes, diretor de marketing e comercial do grupo Sirena.
No final das contas o resultado dá certo. "Prefiro mil vezes que as mulheres paguem menos para entrar. Assim, o ambiente fica muito mais agradável. Não dá para o lugar ficar cheio de cueca suado", apóia Gabriel Menezes, estudante de Direito. E não são só os homens que compartilham dessa opinião: "Lugar que tem mais mulher é muito mais divertido. Sem falar que não fica aquele monte de cara chato tentando te xavecar", diz a publicitária Luciana Amarantes.
Vai uma bebidinha aí?
Algumas baladeiras até conseguem passar a noite se divertindo muito sem gastar nenhum centavo. Isso porque muitos estão dispostos a agradar e tentar conseguir algo a mais. "Uma boa arma de sedução é pagar um drinque e bater um papo. Esse é um dos jeitos mais fáceis de conseguir manter uma conversa com uma menina. Fora que é a maior presença", afirma Juliano, gerente de marketing.
Há, também, as que preferem ir direto à fonte e conseguir bebidas jogando charme para o barman, que muitas vezes não resiste às investidas e acaba cedendo. "Essa é uma tática maravilhosa: dá uma piscadinha para o cara, joga o cabelo para o lado e capricha no olhar 43. Já consegui muitas bebidas assim", confessa Luciana. Para os que trabalham atrás dos balcões, os donos das casas noturnas mandam um recado: "Isso até acontece, mas se a gente pega, com certeza, é justa causa", alerta Donico.
O outro lado da moeda
Mas nem tudo são flores para as apaixonadas pela noite. Muitos inconvenientes podem rondar a vida dessas mulheres. "O pior de todos são aqueles caras que não se tocam, ficam insistindo e até abusam, pegando e passando a mão. Isso é nojento", protesta a estudante de gastronomia Vera Lucia.
http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paul ... x?id=55552
Essa reportagem faz o matrixiano acreditar que balada boa é a cheia de mulher porque é mais divertida e que com toda a certeza elas irão se abrir por uma lata de cerveja. Além do mais tenta passar que mulheres só vão para balada pra se divertir, faz me rir.
O otário vai pra lá e acha que está fazendo presença dando uma de provedor de drinks pra vagabunda. Parabéns OTÁRIO!!!
Elas pagam menos para entrar e sempre conseguem descolar uma bebida de graça. Conheça as vantagens de ser mulher na balada
Uma boa produção, horas a fio no cabeleireiro, roupas da moda e uma maquiagem caprichada não são em vão quando o assunto é ir para a balada. A mulherada pode ter o maior trabalho para se arrumar, mas todo esse "sacrifício" é recompensado na hora de frequentar as casas noturnas e festas mais badaladas da cidade. Isso por que, em geral, quem é do sexo feminino recebe uma série de regalias e vantagens. A começar pelo preço da entrada, que é bem mais barato ou até gratuito para as damas.
O belo atrai o belo
Os preços para homens e mulheres variam, em média, cerca de 50%. Mas, os empresários da noite garantem que existe uma boa explicação para tamanha diferença. "Quando a balada tem mais mulheres, os homens preferem. Inclusive as próprias mulheres. Os caras também ficam suscetíveis a gastar mais, e o lucro da casa é sempre maior", explica Donico Novaes, diretor de marketing e comercial do grupo Sirena.
No final das contas o resultado dá certo. "Prefiro mil vezes que as mulheres paguem menos para entrar. Assim, o ambiente fica muito mais agradável. Não dá para o lugar ficar cheio de cueca suado", apóia Gabriel Menezes, estudante de Direito. E não são só os homens que compartilham dessa opinião: "Lugar que tem mais mulher é muito mais divertido. Sem falar que não fica aquele monte de cara chato tentando te xavecar", diz a publicitária Luciana Amarantes.
Vai uma bebidinha aí?
Algumas baladeiras até conseguem passar a noite se divertindo muito sem gastar nenhum centavo. Isso porque muitos estão dispostos a agradar e tentar conseguir algo a mais. "Uma boa arma de sedução é pagar um drinque e bater um papo. Esse é um dos jeitos mais fáceis de conseguir manter uma conversa com uma menina. Fora que é a maior presença", afirma Juliano, gerente de marketing.
Há, também, as que preferem ir direto à fonte e conseguir bebidas jogando charme para o barman, que muitas vezes não resiste às investidas e acaba cedendo. "Essa é uma tática maravilhosa: dá uma piscadinha para o cara, joga o cabelo para o lado e capricha no olhar 43. Já consegui muitas bebidas assim", confessa Luciana. Para os que trabalham atrás dos balcões, os donos das casas noturnas mandam um recado: "Isso até acontece, mas se a gente pega, com certeza, é justa causa", alerta Donico.
O outro lado da moeda
Mas nem tudo são flores para as apaixonadas pela noite. Muitos inconvenientes podem rondar a vida dessas mulheres. "O pior de todos são aqueles caras que não se tocam, ficam insistindo e até abusam, pegando e passando a mão. Isso é nojento", protesta a estudante de gastronomia Vera Lucia.
http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paul ... x?id=55552
Essa reportagem faz o matrixiano acreditar que balada boa é a cheia de mulher porque é mais divertida e que com toda a certeza elas irão se abrir por uma lata de cerveja. Além do mais tenta passar que mulheres só vão para balada pra se divertir, faz me rir.
O otário vai pra lá e acha que está fazendo presença dando uma de provedor de drinks pra vagabunda. Parabéns OTÁRIO!!!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
História de Terror PUA
Por Lobo Mau
Esse também merecia um gibi do Robson:
É o fim da linha...
Sinceridade: não sou do tipo que chama atenção pelo porte físico ou coisa parecida. Já passei dos quarenta, meus cabelos me abandonaram há uns 07 ou 08 verões e minha protuberante barriga denotam o grande sucesso que tive na arte de comer e beber. Minhas rugas procedem da total falta de credibilidade em protetor solar (esse troço não é coisa de homem sério!) aliada a centenas de noites que fiquei se dormir na expectativa de não ir para casa sozinho.
Bom. Esse sou eu. Ainda bem que para caras como eu (porra! Tem um monte desses pôr ai) existem os desmanches. O que é um desmanche?
Sinceridade: Na mesma proporção de caras como eu, existem mulheres com características semelhantes. Se não são carecas, tem cabelos mal cuidados,
se a barriga não é tão grande quanto a minha, tem lá aquela coisa instalada ali na frente. Ruga então?! Puta que pariu! Não quero falar disso.
Voltando ao assunto, um desmanche é um local onde se tem música, bebida, um globo vagabundo rodando no teto, banheiro mal cuidado, etc. O local tem que ser escuro porque, sinceridade: Com muita luz acho que ninguém "pegaria" ninguém.
A balada que sempre vou (não vou chamar de desmanche, as mulheres se ofendem pois há quem diga que estes locais tem estes nomes porque as "princesas" que freqüentam o local desmancham em um toque) fica perto da minha casa, pois não tenho carro e, se arrumo alguma coisa dá para ir a pé até o meu apartamento.
Coloquei minha roupa de passeio, quinzão no bolso (cinco para entrar e o resto para beber e comer um cachorro quente na hora de ir embora) e fui para a caçada.
Dancei forró, pagode, lenta (não sei nem como se chama hoje em dia estas músicas de se dançar juntos eu falo lenta e acabou!) como umas dez mulheres diferentes. Já passava das quatro da madruga, eu já num prego do cacete, achando que ia ter de acabar mais uma noite sozinho, deparei-me com uma gata.
Esse também merecia um gibi do Robson:
É o fim da linha...
Sinceridade: não sou do tipo que chama atenção pelo porte físico ou coisa parecida. Já passei dos quarenta, meus cabelos me abandonaram há uns 07 ou 08 verões e minha protuberante barriga denotam o grande sucesso que tive na arte de comer e beber. Minhas rugas procedem da total falta de credibilidade em protetor solar (esse troço não é coisa de homem sério!) aliada a centenas de noites que fiquei se dormir na expectativa de não ir para casa sozinho.
Bom. Esse sou eu. Ainda bem que para caras como eu (porra! Tem um monte desses pôr ai) existem os desmanches. O que é um desmanche?
Sinceridade: Na mesma proporção de caras como eu, existem mulheres com características semelhantes. Se não são carecas, tem cabelos mal cuidados,
se a barriga não é tão grande quanto a minha, tem lá aquela coisa instalada ali na frente. Ruga então?! Puta que pariu! Não quero falar disso.
Voltando ao assunto, um desmanche é um local onde se tem música, bebida, um globo vagabundo rodando no teto, banheiro mal cuidado, etc. O local tem que ser escuro porque, sinceridade: Com muita luz acho que ninguém "pegaria" ninguém.
A balada que sempre vou (não vou chamar de desmanche, as mulheres se ofendem pois há quem diga que estes locais tem estes nomes porque as "princesas" que freqüentam o local desmancham em um toque) fica perto da minha casa, pois não tenho carro e, se arrumo alguma coisa dá para ir a pé até o meu apartamento.
Coloquei minha roupa de passeio, quinzão no bolso (cinco para entrar e o resto para beber e comer um cachorro quente na hora de ir embora) e fui para a caçada.
Dancei forró, pagode, lenta (não sei nem como se chama hoje em dia estas músicas de se dançar juntos eu falo lenta e acabou!) como umas dez mulheres diferentes. Já passava das quatro da madruga, eu já num prego do cacete, achando que ia ter de acabar mais uma noite sozinho, deparei-me com uma gata.
Aproximei -me. Era um loira com uma calça preta com listas amarelas (estas calças de ir em academia) uma bota que imitava coro de cobra, um salto bem alto, o cano da bota ia até os joelhos o que dificultava um pouco os movimentos da "mocinha". Sua blusa era toda cheia de umas coisas brilhantes (não sei o nome destes troços) bem vermelha. Não sei se é moda, mas, tudo bem, eu não tava procurando ninguém para ser modelo e sim tirar o meu atraso.
Encostei do lado e comecei a jogar meu charme.
Sinceridade: Nem precisei conversar muito. Cinco minutos de conversa e já aceitou ir até minha casa. Eu também aceitaria no lugar dela pois, o primeiro ônibus que ia até a direção da sua casa só passaria a partir das sete horas.
Fomos caminhando até meu apartamento. Quando passávamos por luzes fortes podia ver com mais clareza seu rosto. Amigos: Se você tem menos de dezesseis anos e/ou estômago fraco aconselho interromper a leitura a partir deste momento pois daqui para frente a coisa começa a ficar quente.
Tinha mais rugas que meu saco, já não sabia se era loira ou morena. Quero dizer era morena pois o cabelo estava do ombro para baixo loiro e para cima moreno. Segundo ela, a próxima grana que ganhar de diarista vai dar um jeito no cabelo.
Sinceridade: A dona era até gostosa mas feia pra caralho mas, porra! Eu não queria ela para bater foto, além do mais não aguentava mais ficar só na punheta. Precisava comer uma mulher, nem que fosse ela.
Abri a porta do meu apartamento e já fui beijando e socando a mão em tudo quanto é lugar, aí, como toda mulher faz, começou - Para com isso! Que é que vocë tá pensando!? - Tudo bem. Todos nós passamos por isso, até as feias tem direito àquelas frescuras do início. Dei mais um beijão e já coloquei a mão no bolso e peguei umas balas pra ela. Compreensível: Quatro horas da manhã, fumando, bebendo, qualquer um fica com bafo na boca.
Encostei do lado e comecei a jogar meu charme.
Sinceridade: Nem precisei conversar muito. Cinco minutos de conversa e já aceitou ir até minha casa. Eu também aceitaria no lugar dela pois, o primeiro ônibus que ia até a direção da sua casa só passaria a partir das sete horas.
Fomos caminhando até meu apartamento. Quando passávamos por luzes fortes podia ver com mais clareza seu rosto. Amigos: Se você tem menos de dezesseis anos e/ou estômago fraco aconselho interromper a leitura a partir deste momento pois daqui para frente a coisa começa a ficar quente.
Tinha mais rugas que meu saco, já não sabia se era loira ou morena. Quero dizer era morena pois o cabelo estava do ombro para baixo loiro e para cima moreno. Segundo ela, a próxima grana que ganhar de diarista vai dar um jeito no cabelo.
Sinceridade: A dona era até gostosa mas feia pra caralho mas, porra! Eu não queria ela para bater foto, além do mais não aguentava mais ficar só na punheta. Precisava comer uma mulher, nem que fosse ela.
Abri a porta do meu apartamento e já fui beijando e socando a mão em tudo quanto é lugar, aí, como toda mulher faz, começou - Para com isso! Que é que vocë tá pensando!? - Tudo bem. Todos nós passamos por isso, até as feias tem direito àquelas frescuras do início. Dei mais um beijão e já coloquei a mão no bolso e peguei umas balas pra ela. Compreensível: Quatro horas da manhã, fumando, bebendo, qualquer um fica com bafo na boca.
Como toda mulher que você põe no carro ou leva para seu apartamento (até as feias são assim!!) já começou com aquele papinho - Acho que está na hora de ir embora - Puta que pariu, a gente tem que passar por isso.
Tudo bem, tô ali de pau duro prontinho e tem que ter esta fase!! Bom, fiz minha parte: Conversava um pouco, beijava um pouco, passava a mão, pegava a mão dela e colocava em cima da minha calça, sabe como é, todo aquele ritual básico. Passados longos dez minutos desta interminável lenga lenga, a Marta (este não é o nome real mas vamos deixar como se fosse), deixou eu tirar sua blusa.
Quando tirei a blusa encontrei um enorme obstáculo: estas cintas que apertam o corpo para tampar um pouco a gordura. Tirei aquele troço. Meu Deus!! Sinceridade: O cheiro que saiu dali de baixo, se minha tara não fosse do tamanho do Pão de Açúcar, eu teria brochado, mas achei até compreensível afinal, ficar a noite toda dançando com aquele negócio quente enrolado no corpo, não podia dar em outra coisa.
Passados uns cinco minutos meu nariz já havia se acostumado com o cheiro. Pra quem já tinha beijado a boca fedendo a cigarro, um CC não ia matar.
Tirei o corpete (foi assim que ela chamou o negócio) e comecei a chupar os peitos. Tava meio salgado, quero dizer, tava bem salgado, mas, vamo lá, era para comer mesmo! Que mal tinha estar temperado?!? !
Fiquei ali chupando aquela coisa flácida por uns cinco minutos até que finalmente a Marta pegou no meu pau. Tinha, finalmente, quebrado a barreira entre o - acho que vou embora e o acho que vou te dar. Começamos então a fase final. Ela com a mão no meu pau e eu com a mão na sua xoxota (fica bonitinho este nome!!). Não deu dois minutos de dedinho e já veio com aquela outra famosa - Eu quero! Eu quero! - como se não quisesse desde o começo mas, tudo bem, respeito. Se não respeita, fica com fama de insensível e...bom, deixa para lá, vamos ao que interessa.
Como todo bom cavalheiro, tirei a mão de lá e coloquei no nariz para "reconhecer o gramado". Sinceridade: Minha sorte que meu pinto não tem nariz, se tivesse acho que não encararia a parada.
Começamos a nos despir. Fui abaixar sua calça e me deparei com as botas: Preciso comentar do cheiro que saiu de dentro das botas??? Se tivesse lugar, poderia jurar que ela escondeu um gato morto em cada pé. Pensei em dar a primeira tomando um banho, talvez melhorasse um pouco as condições. Fomos até o banheiro e, para variar, estava sem água. Sinceridade: Tava louco para dar uma trepada. Meu pau já tava ardendo, as bolas começando a doer...Comi ali mesmo dentro do banheiro (Sim. Usei camisinha!!! ).
Tudo bem, tô ali de pau duro prontinho e tem que ter esta fase!! Bom, fiz minha parte: Conversava um pouco, beijava um pouco, passava a mão, pegava a mão dela e colocava em cima da minha calça, sabe como é, todo aquele ritual básico. Passados longos dez minutos desta interminável lenga lenga, a Marta (este não é o nome real mas vamos deixar como se fosse), deixou eu tirar sua blusa.
Quando tirei a blusa encontrei um enorme obstáculo: estas cintas que apertam o corpo para tampar um pouco a gordura. Tirei aquele troço. Meu Deus!! Sinceridade: O cheiro que saiu dali de baixo, se minha tara não fosse do tamanho do Pão de Açúcar, eu teria brochado, mas achei até compreensível afinal, ficar a noite toda dançando com aquele negócio quente enrolado no corpo, não podia dar em outra coisa.
Passados uns cinco minutos meu nariz já havia se acostumado com o cheiro. Pra quem já tinha beijado a boca fedendo a cigarro, um CC não ia matar.
Tirei o corpete (foi assim que ela chamou o negócio) e comecei a chupar os peitos. Tava meio salgado, quero dizer, tava bem salgado, mas, vamo lá, era para comer mesmo! Que mal tinha estar temperado?!? !
Fiquei ali chupando aquela coisa flácida por uns cinco minutos até que finalmente a Marta pegou no meu pau. Tinha, finalmente, quebrado a barreira entre o - acho que vou embora e o acho que vou te dar. Começamos então a fase final. Ela com a mão no meu pau e eu com a mão na sua xoxota (fica bonitinho este nome!!). Não deu dois minutos de dedinho e já veio com aquela outra famosa - Eu quero! Eu quero! - como se não quisesse desde o começo mas, tudo bem, respeito. Se não respeita, fica com fama de insensível e...bom, deixa para lá, vamos ao que interessa.
Como todo bom cavalheiro, tirei a mão de lá e coloquei no nariz para "reconhecer o gramado". Sinceridade: Minha sorte que meu pinto não tem nariz, se tivesse acho que não encararia a parada.
Começamos a nos despir. Fui abaixar sua calça e me deparei com as botas: Preciso comentar do cheiro que saiu de dentro das botas??? Se tivesse lugar, poderia jurar que ela escondeu um gato morto em cada pé. Pensei em dar a primeira tomando um banho, talvez melhorasse um pouco as condições. Fomos até o banheiro e, para variar, estava sem água. Sinceridade: Tava louco para dar uma trepada. Meu pau já tava ardendo, as bolas começando a doer...Comi ali mesmo dentro do banheiro (Sim. Usei camisinha!!! ).
Comecei sentado na privada, depois encostei a Marta na parede do banheiro e peguei ela por traz. Pra não gozar muito rápido, fiquei contando quantas bolas de celulite ela tinha na bunda. Quando chegou na vinte e cinco, ela pediu para mudar de posição, eu estava tão empolgado com a minha estatística que nem percebi que ela batia a cabeça na parede com força e acho que já tava machucando.
Fomos para o corredor do apartamento (no banheiro não tem espaço para ficar deitado). Dei umas bombadas ali e fomos terminar na cama. Dei aquelas gozadas de arder o canal. A Marta disse que gozou três vezes!!! (quem será que está mentindo eu ou a Marta???) Depois que gozei, tirei a camisinha, dei aquela confirida para ver se estavam todos ali, amarrei a ponta e joguei no lixo. Entrei então naquela parte conhecida pelos homens como o cúmulo da eternidade (Cúmulo da Eternidade: Os minutos entre depois que você goza e a hora em que você leva a mulher embora).
Sinceridade: Com pinto mole não há a menor possibilidade de encarar a Marta!!! Já nos preparativos finais para ir embora disse que estava com fome. Meus quinzão já tinham ido para o espaço (As balas não foram de graça!!).
Perguntou se não podia pedir uma pizza ou comer um cachorro quente. Para não ficar feio para minha cara, ofereci-lhe para fazer algo para comermos. - Nossa que romântico!!!- Pronto! Só faltava a baranga achar que gostei dela!!!
Fucei os armários e achei um Miojo. Na geladeira tinha uma destas latas de molho pronto de tomate que fazia uma semana que estava lá. Fiz a gororoba. Tinha uns dois ou três tomates que só parti em quatro e coloquei junto para tirar aquele ar de anemia do prato. Sentamos e comemos. Comi pouco, a Marta acho que fazia uma semana que não comia. Não deveria Ter colocado aquele molho. A Marta comeu um monte e começou a passar mal. Ficou com dor de barriga. Fiquei com um pouco de dó dela. Dar uma cagão na casa de alguém que você acaba de conhecer, não é o "sonho" de nenhuma mulher.
Lá foi a Marta . Quase seis horas da manhã, nenhum barulho na rua, a porta do banheiro não fecha direito.
Sinceridade: Nunca uma mulher tinha ido ao banheiro perto de mim (para cagar!) e logo na estréia tive direito a show de efeitos sonoros.
Aquele barulho de quando você acelera uma motoca velha, denunciava e forma "lïquida" que a coisa tava vindo. Minha TV queimada, o rádio meu irmão havia pego emprestado.
Minha TV queimada, o rádio meu irmão havia pego emprestado. Tive que ouvir a sinfonia do começo ao fim. Ouvi quando ela tentou puxar a descarga (estava sem água, lembra???), quando tentou abrir a torneira para lavar a mão, ambos sem sucesso. Veio então nossa heroína daquela batalha que achei não Ter mais fim. Foram quinze minutos de barulhos de motoca e de água escorrendo.
Fomos para o corredor do apartamento (no banheiro não tem espaço para ficar deitado). Dei umas bombadas ali e fomos terminar na cama. Dei aquelas gozadas de arder o canal. A Marta disse que gozou três vezes!!! (quem será que está mentindo eu ou a Marta???) Depois que gozei, tirei a camisinha, dei aquela confirida para ver se estavam todos ali, amarrei a ponta e joguei no lixo. Entrei então naquela parte conhecida pelos homens como o cúmulo da eternidade (Cúmulo da Eternidade: Os minutos entre depois que você goza e a hora em que você leva a mulher embora).
Sinceridade: Com pinto mole não há a menor possibilidade de encarar a Marta!!! Já nos preparativos finais para ir embora disse que estava com fome. Meus quinzão já tinham ido para o espaço (As balas não foram de graça!!).
Perguntou se não podia pedir uma pizza ou comer um cachorro quente. Para não ficar feio para minha cara, ofereci-lhe para fazer algo para comermos. - Nossa que romântico!!!- Pronto! Só faltava a baranga achar que gostei dela!!!
Fucei os armários e achei um Miojo. Na geladeira tinha uma destas latas de molho pronto de tomate que fazia uma semana que estava lá. Fiz a gororoba. Tinha uns dois ou três tomates que só parti em quatro e coloquei junto para tirar aquele ar de anemia do prato. Sentamos e comemos. Comi pouco, a Marta acho que fazia uma semana que não comia. Não deveria Ter colocado aquele molho. A Marta comeu um monte e começou a passar mal. Ficou com dor de barriga. Fiquei com um pouco de dó dela. Dar uma cagão na casa de alguém que você acaba de conhecer, não é o "sonho" de nenhuma mulher.
Lá foi a Marta . Quase seis horas da manhã, nenhum barulho na rua, a porta do banheiro não fecha direito.
Sinceridade: Nunca uma mulher tinha ido ao banheiro perto de mim (para cagar!) e logo na estréia tive direito a show de efeitos sonoros.
Aquele barulho de quando você acelera uma motoca velha, denunciava e forma "lïquida" que a coisa tava vindo. Minha TV queimada, o rádio meu irmão havia pego emprestado.
Minha TV queimada, o rádio meu irmão havia pego emprestado. Tive que ouvir a sinfonia do começo ao fim. Ouvi quando ela tentou puxar a descarga (estava sem água, lembra???), quando tentou abrir a torneira para lavar a mão, ambos sem sucesso. Veio então nossa heroína daquela batalha que achei não Ter mais fim. Foram quinze minutos de barulhos de motoca e de água escorrendo.
Ela saiu do banheiro deixando lá toda a sua obra, deu uma cheirada na mão, esfregou-as e me abraçou. Eu sabia que o cheiro que eu estava sentindo era do banheiro mas, eu tinha a sensação de que vinha da sua boca. Dei-lhe minhas últimas balas. Aquelas mãos passando em meu rosto como quem quer fazer um carinho, não sabem quanto tempo poderia aguentar. Pegou no meu pau de novo, viu que estava mole e disse:
- Vou levantar o bebê de novo. (bebê???)
Abaixou minha calça e começou a me chupar. Sinceridade: Uma boquete é sempre uma boquete. O danado mesmo com todo aquele cheiro de enxofre no ar (ele não tem nariz, lembra???) ficou em pé de novo. A moça então resolveu escancarar:
Começou a fazer um streap (nem sei escrever isso!!). Preferia a boquete mas, tudo bem, vamos respeitar o ritual, para não parecer insensível. A sala estava meio escura e ela, achando que estava realmente me agradando com aquelas incontáveis bolas de celulite (tinha parado na 25 lembra???),acendeu a luz.
Quando tudo ficou mais claro olhei para aquela bunda e pensei: Puta que pariu, a gorda tem um monte de espinha na bunda para ajudar. Na verdade para meu espanto ou alívio (já não sabia mais o que pensar) não eram espinhas. Eram algumas sementes do tomate que coloquei na macarronada.
A desinteria deve Ter escorrido por toda sua bunda e papel higiênico não limpou tudo que podia e elas ficaram por ali grudadinhas. Peguei minha cueca, dei uma cuspida, limpei em volta e comi a Marta de novo. Sete horas da manhã a Marta pegou o ônibus e foi embora.
A água voltou as dez horas. Não quero mais tocar neste assunto.
Autor desconhecido (claro, filho feio não tem pai)
- Vou levantar o bebê de novo. (bebê???)
Abaixou minha calça e começou a me chupar. Sinceridade: Uma boquete é sempre uma boquete. O danado mesmo com todo aquele cheiro de enxofre no ar (ele não tem nariz, lembra???) ficou em pé de novo. A moça então resolveu escancarar:
Começou a fazer um streap (nem sei escrever isso!!). Preferia a boquete mas, tudo bem, vamos respeitar o ritual, para não parecer insensível. A sala estava meio escura e ela, achando que estava realmente me agradando com aquelas incontáveis bolas de celulite (tinha parado na 25 lembra???),acendeu a luz.
Quando tudo ficou mais claro olhei para aquela bunda e pensei: Puta que pariu, a gorda tem um monte de espinha na bunda para ajudar. Na verdade para meu espanto ou alívio (já não sabia mais o que pensar) não eram espinhas. Eram algumas sementes do tomate que coloquei na macarronada.
A desinteria deve Ter escorrido por toda sua bunda e papel higiênico não limpou tudo que podia e elas ficaram por ali grudadinhas. Peguei minha cueca, dei uma cuspida, limpei em volta e comi a Marta de novo. Sete horas da manhã a Marta pegou o ônibus e foi embora.
A água voltou as dez horas. Não quero mais tocar neste assunto.
Autor desconhecido (claro, filho feio não tem pai)
quinta-feira, 30 de junho de 2011
A verdade sobre as baladas ll
Por Lobo Mau
Damas na noite
Elas pagam menos para entrar e sempre conseguem descolar uma bebida de graça. Conheça as vantagens de ser mulher na balada
Uma boa produção, horas a fio no cabeleireiro, roupas da moda e uma maquiagem caprichada não são em vão quando o assunto é ir para a balada. A mulherada pode ter o maior trabalho para se arrumar, mas todo esse "sacrifício" é recompensado na hora de frequentar as casas noturnas e festas mais badaladas da cidade. Isso por que, em geral, quem é do sexo feminino recebe uma série de regalias e vantagens. A começar pelo preço da entrada, que é bem mais barato ou até gratuito para as damas.
O belo atrai o belo
Os preços para homens e mulheres variam, em média, cerca de 50%. Mas, os empresários da noite garantem que existe uma boa explicação para tamanha diferença. "Quando a balada tem mais mulheres, os homens preferem. Inclusive as próprias mulheres. Os caras também ficam suscetíveis a gastar mais, e o lucro da casa é sempre maior", explica Donico Novaes, diretor de marketing e comercial do grupo Sirena.
No final das contas o resultado dá certo. "Prefiro mil vezes que as mulheres paguem menos para entrar. Assim, o ambiente fica muito mais agradável. Não dá para o lugar ficar cheio de cueca suado", apóia Gabriel Menezes, estudante de Direito. E não são só os homens que compartilham dessa opinião: "Lugar que tem mais mulher é muito mais divertido. Sem falar que não fica aquele monte de cara chato tentando te xavecar", diz a publicitária Luciana Amarantes.
Vai uma bebidinha aí?
Algumas baladeiras até conseguem passar a noite se divertindo muito sem gastar nenhum centavo. Isso porque muitos estão dispostos a agradar e tentar conseguir algo a mais. "Uma boa arma de sedução é pagar um drinque e bater um papo. Esse é um dos jeitos mais fáceis de conseguir manter uma conversa com uma menina. Fora que é a maior presença", afirma Juliano, gerente de marketing.
Há, também, as que preferem ir direto à fonte e conseguir bebidas jogando charme para o barman, que muitas vezes não resiste às investidas e acaba cedendo. "Essa é uma tática maravilhosa: dá uma piscadinha para o cara, joga o cabelo para o lado e capricha no olhar 43. Já consegui muitas bebidas assim", confessa Luciana. Para os que trabalham atrás dos balcões, os donos das casas noturnas mandam um recado: "Isso até acontece, mas se a gente pega, com certeza, é justa causa", alerta Donico.
O outro lado da moeda
Mas nem tudo são flores para as apaixonadas pela noite. Muitos inconvenientes podem rondar a vida dessas mulheres. "O pior de todos são aqueles caras que não se tocam, ficam insistindo e até abusam, pegando e passando a mão. Isso é nojento", protesta a estudante de gastronomia Vera Lucia.
http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paul ... x?id=55552
Essa reportagem faz o matrixiano acreditar que balada boa é a cheia de mulher porque é mais divertida e que com toda a certeza elas irão se abrir por uma lata de cerveja. Além do mais tenta passar que mulheres só vão para balada pra se divertir, faz me rir.
O otário vai pra lá e acha que está fazendo presença dando uma de provedor de drinks pra vagabunda. Parabéns OTÁRIO!!!
Elas pagam menos para entrar e sempre conseguem descolar uma bebida de graça. Conheça as vantagens de ser mulher na balada
Uma boa produção, horas a fio no cabeleireiro, roupas da moda e uma maquiagem caprichada não são em vão quando o assunto é ir para a balada. A mulherada pode ter o maior trabalho para se arrumar, mas todo esse "sacrifício" é recompensado na hora de frequentar as casas noturnas e festas mais badaladas da cidade. Isso por que, em geral, quem é do sexo feminino recebe uma série de regalias e vantagens. A começar pelo preço da entrada, que é bem mais barato ou até gratuito para as damas.
O belo atrai o belo
Os preços para homens e mulheres variam, em média, cerca de 50%. Mas, os empresários da noite garantem que existe uma boa explicação para tamanha diferença. "Quando a balada tem mais mulheres, os homens preferem. Inclusive as próprias mulheres. Os caras também ficam suscetíveis a gastar mais, e o lucro da casa é sempre maior", explica Donico Novaes, diretor de marketing e comercial do grupo Sirena.
No final das contas o resultado dá certo. "Prefiro mil vezes que as mulheres paguem menos para entrar. Assim, o ambiente fica muito mais agradável. Não dá para o lugar ficar cheio de cueca suado", apóia Gabriel Menezes, estudante de Direito. E não são só os homens que compartilham dessa opinião: "Lugar que tem mais mulher é muito mais divertido. Sem falar que não fica aquele monte de cara chato tentando te xavecar", diz a publicitária Luciana Amarantes.
Vai uma bebidinha aí?
Algumas baladeiras até conseguem passar a noite se divertindo muito sem gastar nenhum centavo. Isso porque muitos estão dispostos a agradar e tentar conseguir algo a mais. "Uma boa arma de sedução é pagar um drinque e bater um papo. Esse é um dos jeitos mais fáceis de conseguir manter uma conversa com uma menina. Fora que é a maior presença", afirma Juliano, gerente de marketing.
Há, também, as que preferem ir direto à fonte e conseguir bebidas jogando charme para o barman, que muitas vezes não resiste às investidas e acaba cedendo. "Essa é uma tática maravilhosa: dá uma piscadinha para o cara, joga o cabelo para o lado e capricha no olhar 43. Já consegui muitas bebidas assim", confessa Luciana. Para os que trabalham atrás dos balcões, os donos das casas noturnas mandam um recado: "Isso até acontece, mas se a gente pega, com certeza, é justa causa", alerta Donico.
O outro lado da moeda
Mas nem tudo são flores para as apaixonadas pela noite. Muitos inconvenientes podem rondar a vida dessas mulheres. "O pior de todos são aqueles caras que não se tocam, ficam insistindo e até abusam, pegando e passando a mão. Isso é nojento", protesta a estudante de gastronomia Vera Lucia.
http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paul ... x?id=55552
Essa reportagem faz o matrixiano acreditar que balada boa é a cheia de mulher porque é mais divertida e que com toda a certeza elas irão se abrir por uma lata de cerveja. Além do mais tenta passar que mulheres só vão para balada pra se divertir, faz me rir.
O otário vai pra lá e acha que está fazendo presença dando uma de provedor de drinks pra vagabunda. Parabéns OTÁRIO!!!
Um perfil da mulher comum brasileira do início do século XXI
Por Lobo Mau
O que está acontecendo atualmente é que o foco do amor numa grande parte das mulheres desse Brasil é mais a regalia (pois dela se obtém o prazer) do que o próprio homem. Eu conheço muitos amigos e até eu mesmo já fui esnobado por várias mulheres não por ser feio, não ter uma personalidade carismática, mas pelo simples fato de não ser um grande provedor de regalias. Vejamos algumas das características mais marcantes da mulher moderna brasileira:
Superficialidade: Quando não se trata do trabalho, o hobby é novelas e conversas fúteis. Sobretudo disputas idiotas com parentes e "amigas". A mulher olha as aparências tanto quanto o homem (há um mito de que as mulheres não olham pra aparência da pessoa, a verdade é que elas olham dos pés à cabeça o seu companheiro em potencial); a escolha de pessoas bonitas para relacionamento afetivo não é injusta por que é algo do instinto do ser humano. só seria injusto quando essa escolha do instinto é aplicada a escolher pessoas em outras áreas como por exemplo numa empresa que esta precisando de profissionais habilidosos. Há muitas mulheres que se interessam primeiramente por onde você mora, o que você possui, o que você veste ou mesmo se tem aquele carro impressionante que as deixam babando. A sociedade consumista transformou a donzela do dote da idade média em uma interesseira que se você não a leva para o shopping ou não dá a ela um presente caro, ela simplesmente te ignora ou te dá um fora.
Incoerência: Exemplificando, houve uma época que precisei trabalhar muito. Nessa fase ouvi muitas reclamações por não dar atenção a minha mulher, oras, como daria atenção tendo que trabalhar muito? Existe até literatura escrita a respeito do fato de que mulher gosta de reclamar muito, é algo intrínseco a elas, se a gente se deixar levar pelas exigências delas a gente enlouquece, pois elas nunca ficam satisfeitas, são como crianças soltas numa grande loja de brinquedos, querem tudo ao mesmo tempo, não possuem mais nenhum freio moral, e se acham no direito de exigir tudo apenas por serem mulheres (graças ao endeusamento feminino da mídia).
Impulsividade: Por agirem impulsivamente, mesmo gostando do parceiro acabam sendo mal-educadas e grossas em alguns momentos. A mulher por ser mais estimulada a botar pra fora o que sente que o homem, muitas vezes se acha no direito de soltar os cachorros e depois agir como se nada tivesse acontecido.
Influência ideológica do feminismo: Procuram se completar com carreira, trabalho e estudos, quando na verdade o que permanece é um vazio. Por serem vazias, estão sempre aumentando as exigências em cima dos parceiros, descarregam frustrações nele, se tornam irritadiças, consumistas, etc., fator que acaba com a relação no médio prazo.
Aí está traçado o perfil da mulher média brasileira do início do século XXI. É impressionante como todas parecem iguais e agem da mesma forma, como se fossem um rebanho, levadas completamente pela emoção e ingerindo diariamente sua dose terapêutica de ilusão em forma de filmes, novelas e outras babaquices que a mídia feminista despeja na cabeça delas. Até mesmo dentro das igrejas elas se alimentam de ilusões numa verdadeira matrix feminina, enquanto as do mundo vivem de balada (que possui sua indústria própria, extremamente perniciosa) as crentes ficam nos cultos tendo seus egos inflados gratuitamente, fazendo suas panelinhas e metendo o pau nos monstros machistas que só existem na imaginação delas.
Superficialidade: Quando não se trata do trabalho, o hobby é novelas e conversas fúteis. Sobretudo disputas idiotas com parentes e "amigas". A mulher olha as aparências tanto quanto o homem (há um mito de que as mulheres não olham pra aparência da pessoa, a verdade é que elas olham dos pés à cabeça o seu companheiro em potencial); a escolha de pessoas bonitas para relacionamento afetivo não é injusta por que é algo do instinto do ser humano. só seria injusto quando essa escolha do instinto é aplicada a escolher pessoas em outras áreas como por exemplo numa empresa que esta precisando de profissionais habilidosos. Há muitas mulheres que se interessam primeiramente por onde você mora, o que você possui, o que você veste ou mesmo se tem aquele carro impressionante que as deixam babando. A sociedade consumista transformou a donzela do dote da idade média em uma interesseira que se você não a leva para o shopping ou não dá a ela um presente caro, ela simplesmente te ignora ou te dá um fora.
Incoerência: Exemplificando, houve uma época que precisei trabalhar muito. Nessa fase ouvi muitas reclamações por não dar atenção a minha mulher, oras, como daria atenção tendo que trabalhar muito? Existe até literatura escrita a respeito do fato de que mulher gosta de reclamar muito, é algo intrínseco a elas, se a gente se deixar levar pelas exigências delas a gente enlouquece, pois elas nunca ficam satisfeitas, são como crianças soltas numa grande loja de brinquedos, querem tudo ao mesmo tempo, não possuem mais nenhum freio moral, e se acham no direito de exigir tudo apenas por serem mulheres (graças ao endeusamento feminino da mídia).
Impulsividade: Por agirem impulsivamente, mesmo gostando do parceiro acabam sendo mal-educadas e grossas em alguns momentos. A mulher por ser mais estimulada a botar pra fora o que sente que o homem, muitas vezes se acha no direito de soltar os cachorros e depois agir como se nada tivesse acontecido.
Influência ideológica do feminismo: Procuram se completar com carreira, trabalho e estudos, quando na verdade o que permanece é um vazio. Por serem vazias, estão sempre aumentando as exigências em cima dos parceiros, descarregam frustrações nele, se tornam irritadiças, consumistas, etc., fator que acaba com a relação no médio prazo.
Aí está traçado o perfil da mulher média brasileira do início do século XXI. É impressionante como todas parecem iguais e agem da mesma forma, como se fossem um rebanho, levadas completamente pela emoção e ingerindo diariamente sua dose terapêutica de ilusão em forma de filmes, novelas e outras babaquices que a mídia feminista despeja na cabeça delas. Até mesmo dentro das igrejas elas se alimentam de ilusões numa verdadeira matrix feminina, enquanto as do mundo vivem de balada (que possui sua indústria própria, extremamente perniciosa) as crentes ficam nos cultos tendo seus egos inflados gratuitamente, fazendo suas panelinhas e metendo o pau nos monstros machistas que só existem na imaginação delas.
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