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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Mulher ganha mais que homem em 7 profissões


Para analista de marketing, remuneração delas é 31% maior


As mulheres estão se dedicando mais ao mercado de trabalho e conseguindo cargos e salários ainda melhores. Apesar disso, grande parte da oportunidades, 57,7%, ainda é predominantemente masculina. Eles ainda possuem uma remuneração maior, mas em sete profissões, especificamente, ficam atrás nos ganhos em relação ao sexo feminino.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o salário médio masculino em 2011 era de R$ 1.962,97, enquanto o feminino batia os R$ 1.561,12. Mas esse valor já vem mudando, conforme dados do SalárioBR – serviço de pesquisa de cargos e salários. O estudo apontou que em algumas profissões as trabalhadoras ficam à frente dos homens nos ganhos salariais. De acordo com a gerente responsável por cargos e salários do SalárioBR, Fabiana Zandroski, no geral, elas ainda ganham menos do que os homens percentualmente. O estudo foi feito baseado no banco de dados da empresa.

“O resultado mostra que as mulheres não atuam mais apenas como dona de casa e passaram a agregar renda familiar. Elas estão cada vez mais dedicadas à educação continuada, além de estudarem mais. As profissionais passaram a se dedicar mais e, com isso, conseguem cargos e salários maiores”, avaliou.

Conforme a pesquisa, a menor variação salarial com predominância feminina está entre os assistentes de comunicação. Os dados mostram que elas ganham 1,17% mais do que eles. Já a maior diferença está entre os analistas de marketing. Enquanto os homens ganham R$ 2.300,97, as mulheres recebem R$ 3.005,01, ou seja, 31% a maior. Os valores se referem a uma média nacional.

“Alguns cargos demandam atividades mais detalhistas e sensíveis. Para ocupá-los, precisa também de uma qualificação maior. Os homens costumam desenvolver atividades mais autônomas, como advocacia e construção civil. Já as mulheres trabalham mais com carteira assinada”, disse.

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Fabiana Zandroski ressaltou que a diferença ocorre pelo fato de os cargos mais bem remunerados exigirem maior nível de conhecimento técnico, e as mulheres dispostas a conquistar o mercado de trabalho estão se dedicando mais à preparação profissional por meio de cursos e estudo.

“As mulheres também estudam mais e possuem uma qualificação profissional melhor. Também observamos que os homens dominam as áreas mais operacionais”, avaliou.

O que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a diferença salarial do cargo de gerente de agricultura e pecuária. Apesar da variação ser de apenas 3%, o fato chamou atenção porque há alguns anos essa carreira era dominada por homens.

“As mulheres passaram a explorar também áreas dominantemente masculinas, como as profissões de exatas. A tendência é que elas passem a ganhar mais. É provável também que as trabalhadoras consigam reverter a diferença salarial que ainda existe”, concluiu.

Sonhos

A consultora de gente e gestão do Shopping Mestre Álvaro, Vanessa Ferrari, de 30 anos, formou-se em Administração Hoteleira, mas após dois anos, se apaixonou pela área de Recursos Humanos. Atuou como consultora na Michael Page, consultoria especializada no recrutamento de executivos, na Catho e está há dois anos na atual empresa.

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“Fiz diversos cursos e agora estou terminando o MBA em Gestão de Pessoas na FGV. Quero continuar estudando, enfrentando desafios e conseguindo cargos melhores e com isso, maiores remunerações. Preciso de tempo para me desenvolver”, contou. A meta de Vanessa é continuar estudando, para que consiga chegar a um cargo sênior.

Fonte: A GAZETA 

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Comentário do Major: cadê agora as feministas gritando por direitos iguais? Vamos acabar com a desigualdade entre os sexos ou não? Essas aí só querem o venha a nós, enquanto não dominarem totalmente o mercado não vão parar de chorar. Só que se o sonho delas se concretizasse o mercado vinha abaixo...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Vejam quanto custa namorar!


Namoro exige planejamento financeiro



A decisão de namorar, em geral, passa longe de questões financeiras. Mas a vida a dois envolve despesas que precisam ser planejadas e feitas com racionalidade.

Um simulador interativo feito pelo professor da FGV Samy Dana para a Folha permite calcular o gasto total de um namoro no ano. (verifique no site, link abaixo do texto)

Em um exemplo em que o casal sai para jantar quatro vezes por mês, vai ao cinema três vezes e faz uma viagem anual, entre outros gastos, o total chega a R$ 12.670 no ano (veja quadro).

Para organizar as finanças do namoro, os especialistas recomendam tocar no assunto "dinheiro" assim que o relacionamento começar a ficar sério. Uma forma é comentar sobre um show gratuito ou sobre a cotação do seguro do carro e prestar atenção na resposta do parceiro.

"Pode vir algo do tipo 'o que é isso' ou 'vou te indicar meu corretor'. Então você vê a relação da pessoa com dinheiro'", diz o educador financeiro Mauro Calil.

"Se cerca de 50% dos casamentos terminam por divergências relacionadas ao dinheiro, há que se sondar como o outro o trata, se gosta de se planejar ou se é obsessivo", afirma a educadora financeira Cássia D'Aquino. 



METAS

Depois de iniciado o tema, a orientação é estabelecer metas conjuntas, como uma viagem. Assim, fica mais fácil definir quanto é necessário guardar por mês e onde será preciso investir para atingir o objetivo.

"Trocar o consumo imediato simplesmente para ter dinheiro no banco não me atrai, mas trocar pela viagem ou pela pós-graduação sim", afirma o planejador financeiro Valter Police.

Feito isso, é hora do controle das metas. O casal deve colocar na ponta do lápis tudo o que gasta em conjunto, sem esquecer dos pequenos mimos --como um sorvete na rua aos finais de semana ou um pequeno presente semanal para o parceiro-- que, muitas vezes, são esquecidos.

Com uma planilha dos dois em mãos, fica mais fácil visualizar se há excessos e onde é possível cortar para alcançar o objetivo conjunto.

Um jantar em casa feito pelo casal pode ser uma opção mais barata --e um programa até mais romântico-- do que ir a um restaurante.

Ir ao cinema na quarta-feira --quando o ingresso é mais barato--, fazer um piquenique no parque, frequentar eventos gratuitos, museus e participar de promoções são outras alternativas para ajudar a poupar e atingir os objetivo do casal.

Police recomenda, no entanto, não dividir todas as informações financeiras com o parceiro e ter também um orçamento próprio. Assim, é possível fazer surpresas e manter a individualidade e os objetivos de cada um.

"Se você quer fazer uma surpresa ou comprar algo que seja só seu, é melhor não dividir tudo", diz. 



Paul:

E AINDA TEM UM BANDO DE FILHOS DA PUTA FALANDO QUE NAMORANDO SE TEM SEXO DE GRAÇA... :facepalm: EU GASTO BEM MENOS QUE ESSE VALOR FREQUENTANDO PUTEIROS E COMENDO UMAS CIVIS E GARANT QUE FAÇO MAIS SEXO DO UE A MAIORIA DOS MANGINAS ATOLADOS NA MATRIX QUE SE GABAM POR TER UMA NAMORADA QUE MANDA NELES E OS CONTROLA ATRAVÉS DO SEXO!!!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Homem tenta pagar prostituta com cartão do Bolsa Família

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Um homem tentou pagar uma prostituta com um cartão do principal programa social do governo federal, o Bolsa Família, segundo a central de polícia da cidade de Itapetinga, a cerca de 560 km de Salvador.

O homem foi identificado apenas com o prenome de João, porque o caso não chegou a ser registrado quando ocorreu, na madrugada de 27 de junho. De acordo com o policial Tiago Bottino, que trabalhou na noite do incidente, João criou confusão ao levar a prostituta ao motel Mirage, às margens da rodovia BA-263, sem dinheiro para pagar os R$ 50 do programa e o valor do quarto do estabelecimento.

Bottino não explicou qual "tática" seria usada por João com o cartão do Bolsa Família, que funciona apenas para saque em agências da Caixa Econômica Federal.

Em contato com a Folha, o recepcionista do motel, que não quis revelar seu nome, disse que a garota pediu ajuda porque estava sofrendo um "golpe".

"Depois que chamamos a polícia, o cara apresentou um som do seu carro para colocar como empenho à dívida. Ele tentou usar até o Cartão Cidadão [ligado a questões previdenciárias do INSS]", disse.

O recepcionista ainda afirmou que a situação pode ter ocorrido porque o motel não aceita cartão de crédito.

"O pessoal sempre entra sem olhar a placa [da proibição] e depois precisa tentar resolver com a gente como é que fica [o pagamento]".

O caso só passou a ser investigado agora pelo delegado do município, Roberto Júnior.

"Estamos apurando a conduta dos policiais militares chamados ao local, que não fizeram o registro da ocorrência e resolveram por lá, mesmo, além de saber o que efetivamente aconteceu", diz Júnior.

O Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pelo Bolsa Família, informou que não pode se manifestar sobre algo que não foi oficialmente registrado.

Embora a titularidade do cartão quase sempre seja da mulher das famílias atendidas pelo programa, há casos como de viúvos em que o homem passa a ser dono do benefício.

Pesquisas divulgadas pelo ministério dizem que o dinheiro dos saques é usado preferencialmente para compra de material escolar e alimentação.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Mulheres preferem homens bonitos a ricos?

Um estudo da Universidade de Saint Andrews, da Escócia, diz que as mulheres estão se importando mais com a aparência física dos homens do que com a conta bancária. Mas será que o resultado dessa pesquisa vale para as brasileiras? Será que elas preferem os bonitos aos ricos?

De acordo com o psicólogo Mauro Godoy - psicólogo clínico licenciado pelo Border do Estado da Flórida, EUA, epecializado em psicologia analítica (Jung), mitologia e antropologia -, houve uma mudança no padrão de comportamento feminino e masculino. Segundo ele, as mulheres, antigamente, eram criadas para dependerem financeiramente dos homens, e os homens, para dependerem emocionalmente das mulheres.

"Eles buscavam duas pessoas: os homens procuravam uma mulher bonita e atraente, e também uma espécie de mãe protetora que soubesse cozinhar, lavar e etc. E as mulheres procuravam um homem bonito, mas que também fosse uma espécie de pai, rico e responsável", explica.

Segundo Godoy, hoje em dia os homens e as mulheres aprenderam a se cuidar sozinhos. "A mulher não precisa mais do tutor para sustentá-la e nem o homem depende da mulher enquanto mãe. Com isso houve uma valorização da beleza, que é relativa e depende de cada cultura", diz.

Para o psicanalista Wanderley Paes - especialista em comportamento e metafísica - com a autosuficiência financeira, as mulheres passaram a buscar beleza, inteligência e charme nos homens, em vez de uma situação financeira estável. "Muitas vezes um indivíduo rico pode representar para a mulher a possibilidade de controle de sua vida, uma interferência em sua independência", argumenta.

Já a psicóloga Virginia Marchini,- hipnoterapeuta, especialista em psicologia analítica, docente em universidade e fundadora do Centro de Desenvolvimento do Potencial Intuitivo - essa pesquisa realizada na Escócia não é adequada ao Brasil. Ela diz que ainda existem muitas mulheres que sonham em ser sustentadas pelos homens. No entanto, as mulheres que se libertam desse padrão do 'homem bem estabelecido financeiramente', atualmente não estão em busca da beleza, mas sim de maturidade.

"Observo em meu consultório que a maioria das mulheres bonitas e independentes está em busca de companheirismo, de um homem com maturidade, com comprometimento, e não estão encontrando isso", conta.

De acordo com a jornalista Raquel Marangoni, 31, os homens ainda têm que exercer o papel de provedor. "É claro que a mulher pode ajudar no sustento, mas têm coisas que é o homem que tem que cuidar", diz. Para ela, o quesito beleza não é o primordial no sexo masculino, mas sim inteligência, por exemplo.

Já a auxiliar de enfermagem Fabíola Monteiro, 23, se importa mais com a beleza do que com a situação financeira. "Prefiro morar de baixo de uma ponte com alguém que eu ame e que seja do meu gosto a ficar com um velho só porque ele tem dinheiro", salienta.

A recepcionista Flavia Pereira Alves, 26, discorda do resultado da pesquisa e diz que a maioria das pessoas é movida pelo interesse. Segundo ela, mesmo com a independência financeira das mulheres, o status do parceiro ainda é levado em consideração.

"Se o homem não tiver uma vida estável ou um carro do ano uma conta razoável, isso acaba se tornando uma barreira e fica mais difícil o relacionamento acontecer. Para mim isso é uma coisa completamente boba e sem sentido, mas para muitas é uma espécie de vantagem poder mostrar para família e amigos que tem um namorado que tem grana", justifica.

Fonte: Terra

Idiocracia

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Para quem já viu esse filme, vou colocar aqui uma noticia que vi hoje, me fez lembrar desse filme.....

Mulher é baleada e compartilha momento da morte no Facebook

15 Jul 2013 . 21:28 h . Com informações de agências . portal@d24am.com
Um assaltante invadiu a casa de Edna e a matou com um tiro no peito e outro na cabeça

Espírito Santo - A internauta Edna Célia, 41, usuária assídua da rede social, morreu minutos após compartilhar um status dizendo que havia sido baleada.

"Acabei de levar um tiro aqui dento de casa", escreveu Edna, por volta das 23h do domingo (14).

O "Jornal de Tucuruí e Região", do Espírito Santo, onde ela vivia, confirmou a morte.

Segundo a publicação, um assaltante invadiu a casa de Edna e a matou com um tiro no peito e outro na cabeça.

O socorro chegou a ser enviado ao local, mas Edna morreu antes de ser atendida.

O status foi apagado da rede social.

http://www.d24am.com/noticias/brasil/mu ... book/91284






segunda-feira, 15 de julho de 2013

[Prozac] Vadias se frustram na balada

Postado por C.O.B.R.A. e comentado por Conde de Monte Cristo



Em busca de relacionamento sério, paulistanas se frustram na balada

ROBERTO DE OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

De caça a caçadora, a mulherada anda frustrada com o que vem encontrando nesta selva de fauna tão diversificada chamada São Paulo.

"Talvez a estratégia seja investir no mercadinho da esquina ou na corrida no parque", sugere a empresária Michele Vanzella, de 37 anos, sete deles sem um "homem para chamar de seu". "Porque na balada, desista, meu bem."

Do clube moderninho do Itaim ao boteco pé-encardido no centro, a noite paulistana não é mais, nas palavras das entrevistadas, terreno fértil para encontrar "bofes" com pretensões de engatar um relacionamento sério.

"Quando o cara é hétero, vem com aquele discurso de playboy, de só falar do carro, do apê modernoso ou de uma viagem para os EUA", reclama a agente literária Poliana Mattos, 29. "Na boa, cansei."

Mas ainda não desistiu: ela circula pela praça Roosevelt e no Baixo Augusta. Será que está "caçando" em lugar errado? "Pode ser", diz. "Já pensei em mudar de área. Ir para a Vila Madalena ou Pinheiros. Mas acabo ficando no centro por pura comodidade", reconhece Poliana.

Há um ano e meio sem namorado, estuda agora mudar de estratégia: quer transferir a comodidade da rua para a do sofá e navegar por outros mares. "A internet pode ser uma boa saída", aposta.

CIDADE DAS MULHERES

Pelo censo de 2010 do IBGE, o sexo feminino representa 52,65% da população paulistana, com 5.924.871 mulheres. Homens? São quase 600 mil... A menos.

A mulherada domina no Jardim Paulista (55,71%). Marsilac --nos extremos da zona sul-- é um distrito masculino: 51,07%, o maior percentual da metrópole. Em seguida, República (50,49%), região com bastante homem --e mais ainda gays.

Quando se depara com um (hétero, vale frisar), a publicitária Rafaella Vella, 27, diz que não tem paciência para engatar uma conversa.

"Os caras só querem um lance passageiro", conta a publicitária, três anos sem um namorado. Diz ela: "Só aparece aquele tipo, o bofe vira-lata: que abana o rabo, faz carinha de apaixonado, mas vai com qualquer uma".

E onde pensa encontrar um "gato"? "É a pergunta que me faço. Quem sabe numa festa de amigos ou numa viagem."

Viajar pode ser um bom "negócio", avalia Mariana Yamada, gerente da agência de relacionamentos Lunch 42, "especializada em aproximar pessoas com objetivo de um relacionamento estável".

Reconhece certa vulgarização das mulheres. "Ela se coloca como fácil, moderna ou disposta a 'ficar' sem compromisso. Faz de tudo e toma a iniciativa e até aborda os homens. No entanto, no decorrer do tempo, ela se transforma e volta ao papel de 'mulher das antigas'", conta.

O cara deve telefonar ou pagar a conta. "Ou esperam um comportamento de um príncipe encantado. Na prática, isso não existe", diz Mariana.

Para a psicóloga Lúcia Petri, a "necessidade" de encontrar alguém leva algumas mulheres a um comportamento "desesperado, apressado, que, em muitas vezes, quebra o encanto e o desejo de um novo encontro". "As mulheres reclamam de que ninguém quer nada sério, mas elas querem? Se querem, precisam repensar suas ações."

Na balada paulistana, conta Michele Vanzella, é comum ir ao toalete e, quando voltar, encontrar o cara beijando outra. "Tem muito homem por aí que não vale o rímel que eu passo", desabafa.

A consultora Mariana recita um mantra para lidar com essas intempéries: "Não idealize. Porque, quanto mais alto sonhar, maior o tombo".

Em Marsilac, na República ou no Jardim Paulistano.

A empresária Michele Vanzella, 37, divorciada, que reclama da falta de homens

:facepalm: 






Comentário: foi como o War disse SP é o lugar onde se tem mais mediana ególatra por m². Além disso balzacas carreiristas desesperadas por um macho que as leve a sério.

A vida de putaria e ataques ao sexo masculino, homens héteros, cristianismo, cansou. Agora querem arrumar um namorado e terem um companheiro.

Meio tarde pra isso já que homem nenhum querem mulheres velhas e inférteis. Como um mulher de 37 anos vai dar filhos a ele? Pois é, agora que acordou pra vida será mais uma feminista amargurada.









CONDE



As mesmas baladas que elas se cansam de desprezar inúmeros homens e inflar seus egos fúteis são as mesmas que as frustam?

Mas que contraditório, não?


"Quando o cara é hétero, vem com aquele discurso de playboy, de só falar do carro, do apê modernoso ou de uma viagem para os EUA", reclama a agente literária Poliana Mattos, 29. "Na boa, cansei."



Isso é consequência das exigências insanas e absurdas que elas mesmas fazem para que um homem tenha a "honra" de estar ao lado delas. 

E o que afinal essa imbecil retardada queria que o cara falasse para impressioná-la? Que ele é um pobretão, fudido, que anda de busão e a melhor viagem que fez na vida foi para a Praia Grande e de Van do Jabaquara? 

Ela reclama do mal que as próprias mulheres criaram. Ao dar sempre preferência para Cafas/Playboys/Marginais fez com que os homens que não fossem assim acabassem por se enquadrar nesse tipo de perfil masculino para que sobrevivessem dentro do mercado bucetístico e não morressem na punheta.

Criaram o monstro? Aprendam a lidar com ele agora. :fuckyou: 


Há um ano e meio sem namorado, estuda agora mudar de estratégia: quer transferir a comodidade da rua para a do sofá e navegar por outros mares. "A internet pode ser uma boa saída", aposta.



É, como não consegue enganar mais nenhum homem com sua beleza cansada e decadente agora vai apelar para a internet onde pode posar de santinha e postar fotos mais antigas quando tinha uma beleza um pouco melhor. E com isso tentar arrumar algum otário que caia no golpe dela. Se fodeu! :fuckyou: 


"Os caras só querem um lance passageiro", conta a publicitária, três anos sem um namorado. Diz ela: "Só aparece aquele tipo, o bofe vira-lata: que abana o rabo, faz carinha de apaixonado, mas vai com qualquer uma".



Nada mais óbvio, que homem vai querer uma picanha ou filé mignon e se contentar com carne de pescoço? Só se for para saciar a fome mesmo, mas não será um prato que será apreciado e repetido.

Sobre a definição do "bofe vira-lata" ela esquece que quando era mais nova ela era a vadia cadela no cio no qual fazia tipinho de romântica, certinha, amiga mas dava para os piores vira-latas que aparecia. 

Quero mais é que se foda.


Reconhece certa vulgarização das mulheres. "Ela se coloca como fácil, moderna ou disposta a 'ficar' sem compromisso. Faz de tudo e toma a iniciativa e até aborda os homens. No entanto, no decorrer do tempo, ela se transforma e volta ao papel de 'mulher das antigas'", conta.



Ela apenas age conforme lhe convém. Quando tem a barganha alta, está novinha ela posa de fodona, moderna, descolada, pra frente. Mas quando chega a idade e ela cai na Maldição de Chronos coloca o rabinho entre as pernas e fica posando de coitadinha, caseira, santinha. O pior é que tem muito otário que cai nesse golpe.


Para a psicóloga Lúcia Petri, a "necessidade" de encontrar alguém leva algumas mulheres a um comportamento "desesperado, apressado, que, em muitas vezes, quebra o encanto e o desejo de um novo encontro". "As mulheres reclamam de que ninguém quer nada sério, mas elas querem? Se querem, precisam repensar suas ações."



Detesto psicólogos e correlatos mas não tem como negar que essa daí meteu a real nas balzacas vadias choronas. Um belo chute nas bundas flácidas e celulíticas. Ela está certíssima, de que adianta ficar agindo como piriguete e reclamar que não é tratada como uma dama honrada? Vão se foder, muita ilogicidade e hipocrisia.

Enfim, resumindo em miúdos, por que faltam homens se tem tantos que as rodeiam e ficam lhes babando ovos, inflando egos em todos os lugares que elas frequentam?

Na verdade é como estamos cansados de saber por aqui, quando uma mulher reclama que faltam homens no mercado ela quer dizer que faltam homens destacados, fodões para que lhes proporcione segurança financeira e que seja um troféu para se exibir para as demais mulheres.

Se o problema fosse apenas medo de ficar sozinha e arrumar um companheiro para viverem juntos bastaria para qualquer uma delas aceitar o flerte de um dos inúmeros homens que a corteja, mesmo que ele fosse pobre, mediano.

Querem moleza? Vão sentar no pudim, vadias! :fuckyou:

Os mais bonitos são favorecidos na vida, diz pesquisa

Ciência mostra que os mais bonitos são favorecidos mesmo em áreas que nada têm a ver com a aparência, como dar aulas, praticar esportes e até ser absolvidos em crimes

por Alexandre de Santi

Editora Globo
Uma pessoa muito atraente se apresenta em uma entrevista de emprego e mostra sua experiência profissional, idêntica à do candidato anterior, que é feio. Não há outros atributos importantes para a função que os diferenciem mas, numa comparação fria entre os currículos, o entrevistador deverá escolher o mais bonito — e terá certeza de que a opção não foi influenciada pela aparência. Situações como essa, antes apenas uma impressão, foram comprovadas pela ciência. Pesquisadores têm mostrado que, estatisticamente, as pessoas consideradas mais belas são favorecidas em situações que nada têm a ver com o seu visual. 


Ter uma boa aparência, de acordo com diversos estudos, faz com que um criminoso receba penas menores, um professor seja melhor avaliado entre os alunos e um atleta ganhe salários mais altos. Esses e outros benefícios são dissecados pelo economista americano Daniel Hamermesh em seu recém-lançado livro Beauty Pays: Why Atractive People are More Successful (A beleza rende: por que as pessoas atraentes têm mais sucesso, sem previsão para chegar ao Brasil).

Pelos cálculos do especialista, o favorecimento identificado nas pesquisas faz com que um trabalhador de ótima aparência receba, ao longo da vida, até US$ 230 mil a mais que um funcionário considerado feio com o mesmo grau de instrução e inteligência. Hamermesh é um dos maiores expoentes de uma área que se dedica a entender o que está por trás dessa tendência em favorecer os belos, já apelidada de lookism (algo como visualismo) e pulcronomia (economia da beleza). Seus novos estudos tentam fugir da explicação fácil do evolucionismo. "Pode ter sido seleção natural que favoreceu a beleza há alguns milhares de anos. Mas, agora, ser bonito não é uma garantia maior de capacidade de reprodução."
Medida certa
O primeiro desafio para os pesquisadores foi pensar em como medir algo tão subjetivo quanto a beleza. Cientistas descobriram que, ao vermos a mesma série de rostos, tendemos em concordar sobre quem é bonito ou não (entenda melhor na página ao lado). Ou seja, não é tão subjetivo assim. A partir dessa constatação, começaram a chamar grupos para avaliar imagens dos participantes de seus estudos, classificando seu grau de beleza. Um dos estudos que aproveitou a técnica foi feito em 2005 pelos economistas Markus Mobius e Tanya S. Rosenblat, das universidades americanas de Harvard e Wesleyan. Os especialistas simularam uma entrevista de emprego, pedindo que os candidatos solucionassem labirintos. Avaliadores tinham que, com algumas informações dos participantes, adivinhar a competência deles em resolver os enigmas. Ao olhar um currículo com a foto dos participantes, os "empregadores" tendiam a depositar mais expectativas naqueles considerados mais bonitos — que, no fim dos testes, não se saíam melhor. Quando era mostrado apenas o currículo, sem o rosto do candidato, esse favorecimento não aconteceu.


Outros dois dados chamam a atenção no estudo. Primeiro, os bonitos tendiam a ser mais otimistas quanto ao número de labirintos que conseguiriam solucionar. Depois, em uma das situações propostas, os belos receberam uma avaliação melhor que os outros após conversarem com os entrevistadores — mesmo que, nessa situação, os avaliadores não tivessem visto a foto deles. O resultado levou os estudiosos à conclusão de que há um aumento de autoconfiança relacionado à beleza e que os bonitos desenvolvem habilidades de comunicação mais aprimoradas, o suficiente para encantar o interlocutor. Essas características estão entre o que eles chamam de "prêmio de beleza" e poderiam explicar por que, mesmo que os recrutadores tentem não usar o critério de aparência, acabam atribuindo injustamente uma competência maior a quem tem maiores dotes estéticos.



Esse prêmio da beleza tem sido identificado nas mais diversas áreas, por diferentes estudos. Em 2009, pesquisadores da Southern Utah University, nos Estados Unidos, constataram que os arremessadores de futebol americano mais bonitos ganhavam 12% a mais que colegas feios com os mesmos índices de desempenho. Um estudo de 2010 da Universidade de Carleton, no Canadá, mostrou que, entre os professores universitários iniciantes, os classificados como atraentes ganhavam 6% mais. Outra pesquisa, de 1978, feita na Universidade da Carolina do Norte, afirma que até mesmo na hora de punir há diferença. Numa simulação de julgamento, homens davam pena de 12 meses para mulheres bonitas condenadas por roubar US$ 10 mil. Criminosas feias receberam, em média, 6 meses e meio a mais (veja mais exemplos de distorções abaixo).



Discriminação das feias



Para Hamermesh, esse favorecimento aos bonitos, quando nada indica que sejam melhores que os outros, significa preconceito. "As desvantagens de ser feio não são realmente diferentes das desvantagens de se ter uma incapacidade física", diz. "É muito difícil mudar o visual, o tratamento dado a pessoas feias é pura discriminação." O preconceito é sentido no bolso. De acordo com as pesquisas do economista, mulheres acima da média de beleza ganham 8% a mais que as medianas; para os homens, a diferença é de 4%. No entanto, são eles que sofrem mais com a feiúra: há desconto de 13% na renda dos considerados abaixo da média estética, contra 4% no caso das mulheres. A punição contra a feiúra é maior que o prêmio da beleza.



No Brasil, há relatos de ações vencidas na justiça por pessoas que se sentiram discriminadas pela aparência, embora não exista uma legislação específica para proteger os feios. O Ministério Público do Trabalho (MPT) atua contra empresas que exigem currículo com foto ou "boa aparência". Nos últimos anos, alguns jornais foram proibidos de publicar anúncios de emprego com essa expressão. Segundo o subprocurador-geral do MPT, Otávio Brito Lopes, a Constituição garante o direito a quem é demitido por usar barba, cabelo afro ou ser gordo. "Ainda há uma falha grande no que chamamos de discriminação indireta", diz Lopes. "Ninguém diz que pessoas não foram selecionadas porque são feias, mas a gente vê que existe um padrão estético."



A discriminação indireta afeta principalmente a mulher, na opinião da professora Deborah Rhode, da Universidade de Stanford. "De todas as questões que o movimento feminista focou, essa é a que teve o menor progresso. E, pelo crescimento de cirurgias plásticas e problemas alimentares, a coisa está piorando", afirma a autora do livro The Beauty Bias — the Injustice of Appearance in Life and Law (O preconceito da beleza — a injustiça da aparência na vida e na lei, não lançado no Brasil). Na obra, Deborah cita Sarah Palin, a candidata à vice-presidência dos Estados Unidos em 2008. Durante as eleições, jornais descobriram que ela gastava mais em cabelo e maquiagem do que com o pagamento de consultores de política externa. "Não devemos ser contra a beleza ou contra esforços razoáveis para alcançá-la. Mas pagamos um preço financeiro e psicológico substancial por uma preocupação indevida sobre o visual."



Capitalizando a aparência



A socióloga britânica Catherine Hakim, da London School of Economics, defende que os mais belos aproveitem seu poder de encantar. Em seu novo livro, Honey Money: the Power of Erotic Capital (Dinheiro doce, o poder do capital erótico, previsto para chegar ao Brasil em 2012), Catherine lança o conceito de "capital erótico". Na falta de dinheiro, conhecimento ou contatos, ela sugere que as pessoas não sintam vergonha em utilizar o poder de sedução para crescer na vida. A polêmica ideia coloca esse poder no mesmo patamar de atributos como a educação. Para ela, investir no seu corpo para ascender socialmente seria tão válido quanto estudar. A beleza, no entanto, é apenas um dos elementos do "capital erótico". A autora propõe mais 5 dimensões: sensualidade, habilidades sociais (como charme e interação), vivacidade, apresentação e sexualidade.



Esse modo de pensar tem adeptos por aqui. "Defendo que no Brasil o corpo é um capital maior que em outras culturas. É investindo nele que você vai se inserir socialmente", diz Mirian Goldenberg, da UFRJ, que pesquisa a relação da mulher com o corpo há mais de 20 anos. Depois de entrevistar alemãs, suecas, espanholas e argentinas, a antropóloga concluiu que a valorização do corpo no país do samba não tem precedentes. Se há discriminação, a brasileira reage indo para a academia e marcando hora no cabeleireiro. "Em 23 anos de pesquisa, ninguém me pediu proteção legal contra isso", diz Mirian. O que acontece é que elas até se sentem discriminadas, mas buscam outras soluções. "Existe um prazer associado ao corpo."



Mais que vaidade, o que está por trás das ideias de Catherine e Mirian é a defesa de que o privilégio de ser bonito não seja visto como injustiça, mas que seja usado contra ela. Seria uma oportunidade para quem não nasceu inteligente nem rico não ficar para trás. E para quem é feio? Bom, a resposta para essa questão seria a mesma dada a quem nasceu pobre ou com baixo intelecto.



Veja em quais áreas há pesquisas mostrando o favorecimento dos belos 



EMPRÉSTIMOS

Estudo da Universidade de Columbia, nos EUA, mostra que os atraentes têm mais chance de conseguir um empréstimo e, quando o financiamento é aprovado, os juros são 0,81 ponto porcentual menores. No entanto, os bonitos são piores pagadores, com 5 vezes mais chances de se tornarem inadimplentes. 
SALÁRIOS 
Mulheres com beleza acima da média ganham 8% a mais que as julgadas como medianas; os homens, 4% a mais, mostra estudo do economista americano Daniel Hamermesh. Já as mulheres abaixo da média recebem 4% menos e os homens feios têm um salário 13% inferior àqueles considerados medianos. 


ESPORTE 
Arremessadores de futebol americano mais bonitos ganham cerca de 12% a mais do que colegas com os mesmos índices de desempenho (acerto de passes e anos de carreira), mostra estudo da Southern Utah University, dos EUA. Neste caso, a beleza foi medida por um programa de computador que levou em conta a simetria dos atletas. 


CRIMINALIDADE 
Levantamentos mostram que pessoas mais bonitas têm menores chances de serem pegas em um crime. Além disso, estudo da Universidade da Carolina do Norte afirma que homens dão pena de 12 meses para mulheres bonitas condenadas por roubar US$ 10 mil em julgamentos simulados. Criminosas feias pegam 18 meses e meio. 


EDUCAÇÃO 
Professores universitários classificados como atraentes ganham 6% a mais por ano de acordo com pesquisa de 2010 da Universidade de Carleton, no Canadá. Em outro estudo com professores universitários iniciantes, os mais atraentes ganharam notas 22% maiores nas avaliações de alunos sobre suas performances em sala. 

Fonte: Revista Galileu

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Namorado infiel é obrigado a segurar cartaz e coletar assinaturas nos EUA

Trazido por Spawn


Americana teria obrigado rapaz a obter 500 assinaturas para reatar.

Homem teria sido 'paquerado' em shopping durante 'provação'.

Após descobrir que o namorado com quem mantinha um relacionamento de 3 anos havia cometido uma traição, uma americana de Hanover, no estado de Maryland (EUA) decidiu “punir” o parceiro, fazendo-o exibir um cartaz no qual ele declara a infidelidade.

Uma mulher, que se identificou como “Brunetteness” na rede social Reddit, flagrou o jovem com um cartaz com os dizeres “traí minha incrível, perfeita e maravilhosa namorada de 3 anos [de relacionamento]. Essa é minha punição”, e o homem foi obrigado a segurá-lo no shopping Arundel Mills. Além disso, o namorado teve ainda que coletar 500 assinaturas dos visitantes para que fosse aceito de volta.

No entanto, a estratégia teria provocado um problema. Brunetteness escreveu no tópico original, que possui mais de 2 mil comentários, que o rapaz teria “paquerado uma linda morena”, que teria dito que o homem "não deveria passar por essa humilhação".

A foto original foi reproduzida mais de 960 mil vezes.

Minhas bolas
Alguém as viu, por favor?



segunda-feira, 8 de julho de 2013

Mulher é condenada à prisão perpétua por cortar pênis do marido

29 Jun (Reuters) - Um juiz sentenciou à prisão perpétua com possibilidade de condicional uma mulher no sul da Califórnia que decepou o pênis de seu marido e o jogou no triturador de lixo.

Catherine Kieu, 50, foi considerada culpada por um júri de Orange County em abril por mutilação grave e tortura após a agressão contra seu ex-marido em julho de 2011.
Ela drogou o ex-marido antes de atá-lo e decepar seu pênis com uma faca. Ela então jogou o órgão genital em um triturador de lixo.
Um advogado de Kieu, nascida no Vietnã, argumentou no julgamento que ela havia sofrido abuso sexual em sua infância, o que a deixou com estresse pós-traumático. Ela demonstrou remorso sobre o ataque, disse ele.
Após a audiência, a vítima --identificada apenas como "Glen"-- disse que desejava que o juiz Richard Toohey tivesse aplicado uma sentença mais dura, noticiou o City News Service.
"No interior, eu esperava uma sentença mais pesada, mas dadas as restrições da lei, é o que ele tinha de fazer", disse ele.
"Pode haver uma situação em que eu posso ser feliz, mas completamente? Nunca", afirmou.
(Reportagem de Tim Gaynor)

Fonte: Uol

Mulher ensinando a manter paspalhos na Friendzone

Leitura altamente revoltante.

Ai gente. Ego de mulher. Vocês nunca vão achar uma coisa tão grande e com um poder de destruição e crueldade desse tamanho. 

Você e o fulano começaram a ficar amigos. Aí vc pensa 'vou dar encima dele sem dó pra ele ficar bem na minha.', porque a maioria das friendzones são planejadas. Afinal, é mais difícil o cara apaixonar se você agir como se ele não tivesse chance. 

Daí vey, não tem como, um dia ele vai chegar em você, se declarar, ou qualquer coisa do tipo. Você age como se não esperasse isso. 'Nossa, que nada a ver. Só penso em você como amigo.' Se depois dessa ele tentar se afastar, NÃO DEIXA !!! Liga pra ele e fala 'nossa fulano, porque você sumiu? eu to com tantas saudades, você faz tanta falta, quero você perto de mim' Ele vai ficar tipo, muito puto. 'Como assim ela fala essas coisa e fala que não quer nada comigo???' ele vai pensar. 

Se ele não tentar afastar, continue dando sinais mesmo assim. Mostre pra ele que você está disponível, que está aberta a negociações. Aja como se estivesse a fim, mas continue respondendo não. O que você vai ganhar com isso? Distração. 

Sabe quando você tá solteira, ou sem gostar de ninguem, ou só querendo alguem do seu lado? Pra isso que serve. Ele vai ficar muito chateado? Vai. Ele vai perder tempo? Vai. Mas nenhuma menina nunca se importou com isso. Ele vai estar na sua mão até você cansar, ou ele. Se você tiver namorando na época, pode por alguem na friendzone de reserva. 

Sabe o que é o máximo? Quando o seu friendzone começa a namorar. E vc SABE que se vc desse de cima dele, ele largaria ela para ficar com você (sendo isso verdade ou não) E vc pode 'sempre' tirá-lo de lá, se vc quiser, ou se ele tiver conquistado seu respeito. 



Escolha alvos fáceis. Um playboy pegador, por exemplo, nunca vai entrar na friendzone. São espertos demais. Escolhe os que são apaixonadinhos demais, amiguinhos demais, perfeitinhos demais, alvos fáceis



Saindo da friendzone 

1-evite QUALQUER TIPO de contato. é dificil pra caralho, mas se você não quer mais ser tratado igual lixo vai conseguir. 

2- ameace largá-la. Se ela perceber que não tem mais como te manter na friendzone e vc se provou um pouquinho aproveitável, ela vai te aproveitar. 


3- ganhe o respeito dela. não tenho nem um pingo de ideia de como se faz isso, mas eu sei que é possível. mostre que você não só sabe jogar o jogo dela, mas é melhor que ela. (MENINA, PERCEBEU QUE O CARA TÁ FAZENDO ISSO, CORRA PRAS MONTANHAS PQ FUDEU).


PS: se vc é menina, não se preocupe. Dificilmente um cara vai te por na friendzone. Se vc quiser alguma coisa com o cara e ele não querer nada vai cortar de cara 'Não existe nenhuma chance deu ficar com você'. Pq friendzone é só 'um cara no seu pé'. 

E que homem quer uma menina no pé? Nenhum, a não ser que esteja transando com ela pelo menos iauhsuiahsuiuaisha.
(eu friendzonei 4 caras minha vida toda, quase 5. Um deles ganhou meu respeito, a gente construiu uma história muito trágica e no fim sobrou pra mim.)

Não vou postar a fonte desse monte de bosta. Se quiser, boa sorte com o pai Google.
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Sr. X: o que mais você precisa pra deixar de ser miguxo, seu retardado? Se não quer acreditar nos confrades da Real, então veja as próprias vadias ridicularizando ao extremo o miguxo retardado sem bolas!

Miguxismo é extremamente humilhante para um homem. É o estágio final da degradação de um indivíduo, o atestado de que é um incompetente no trato com mulheres, ao ponto de recorrer ao miguxismo para ter contato com uma mulher. PUTA QUE PARIU!

A ciência já comprovou que homens e mulheres não podem ser amigos. Caia na real enquanto há tempo!